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Notícias de Saúde

Atrovent

by Evidencias 23 de novembro de 2023
written by Evidencias

O Atrovent é um medicamento usado para tratar doenças respiratórias, como asma e enfisema, aliviando a falta de ar e reduzindo a inflamação dos pulmões.

Preço do medicamento Atrovent

O preço do medicamento Atrovent pode variar dependendo da região e do local onde é adquirido. É importante ressaltar que é um medicamento de prescrição médica, portanto, só deve ser adquirido com a devida receita. Nas principais farmácias do país, o custo médio do medicamento pode variar entre R$ 30,00 e R$ 60,00.

Para que serve o medicamento Atrovent

O medicamento Atrovent, de nome genérico brometo de ipratrópio, é utilizado principalmente no tratamento de doenças respiratórias, como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Sua ação se dá através da dilatação dos brônquios, facilitando a passagem de ar nos pulmões e melhorando a respiração do paciente.

Além disso, o Atrovent também pode ser utilizado como um broncodilatador antes da prática de atividades físicas, auxiliando na prevenção de crises de falta de ar em indivíduos com predisposição respiratória.

Como usar o medicamento Atrovent

O medicamento Atrovent pode ser encontrado em forma de solução para inalação e deve ser utilizado exclusivamente por via inalatória. Geralmente, é indicado que seja administrado através de nebulizadores ou aerossóis dosificadores.

A dosagem e a frequência de uso do medicamento devem ser determinadas por um médico, conforme as necessidades específicas de cada paciente. É fundamental seguir as instruções médicas corretamente para garantir a eficácia do tratamento.

Possíveis efeitos colaterais do medicamento Atrovent

Como todo medicamento, o Atrovent também pode apresentar efeitos colaterais. No entanto, nem todos os pacientes que utilizam o medicamento irão manifestar tais efeitos. Alguns dos possíveis efeitos colaterais incluem:

– Boca seca;
– Irritação na garganta;
– Tosse;
– Dor de cabeça;
– Náuseas;
– Vômitos.

Caso algum dos efeitos colaterais persista ou se torne mais grave, é imprescindível buscar orientação médica para avaliar a necessidade de ajustes na prescrição ou substituição do medicamento.

Quem não deve usar o medicamento Atrovent

Há algumas contraindicações para o uso do medicamento Atrovent. Pacientes com histórico de hipersensibilidade ao brometo de ipratrópio ou a qualquer componente da fórmula devem evitar o uso do medicamento.

Pacientes com glaucoma de ângulo fechado, problemas urinários obstrutivos graves ou retenção urinária também devem evitar o uso do Atrovent.

Mulheres grávidas ou lactantes devem sempre informar ao médico sobre sua condição antes de iniciar o uso do medicamento, a fim de avaliar os riscos e benefícios.

É importante destacar que essas informações são apenas um resumo sobre o medicamento Atrovent. Cada paciente deve sempre buscar orientação médica individualizada para avaliar se o uso desse medicamento é adequado para seu caso específico.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Receita abre nesta quinta-feira consulta ao lote de restituição IRPF
Economia

IRPF: Receita Federal abre consulta a lote residual de restituição

by Evidencias 23 de novembro de 2023
written by Evidencias

Contribuintes podem acessar o site a partir das 10h desta quinta-feira

IRPF: Receita Federal abre consulta a lote residual de restituição
© Joédson Alves/Agência Brasil

Contribuintes que ainda têm restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física a receber poderão consultar o lote residual do mês de novembro de 2023, a partir das 10h desta quinta-feira (23).ebcebc

De acordo com a Receita Federal, o crédito bancário para os 358.737 contribuintes será realizado no dia 30 de novembro, no valor total de R$ 762.906.928.

Desse total, R$ 524.811.239 referem-se aos que têm prioridade, sendo 5.774 idosos acima de 80 anos, 58.060 entre 60 e 79 anos, e 6.654 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.

Também estão na lista de prioridades: 14.863 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério e, por fim, 129.019 que não têm prioridade legal, mas por terem utilizado a declaração pré-preenchida ou optado por receber a restituição via PIX. Foram contemplados ainda 144.367 contribuintes não prioritários.

Como acessar

Para saber se a restituição está disponível, a pessoa deve acessar a página da Receita na internet, clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, em Consultar a Restituição.

A página traz orientações e canais de prestação do serviço, permitindo consulta simplificada ou consulta completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC.

O contribuinte que identificar alguma pendência na declaração pode retificar as informações que, porventura, estejam equivocadas.

O órgão disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que possibilita consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

Crédito

O pagamento da restituição é realizado na conta bancária informada na declaração, de forma direta ou por indicação de chave PIX. Se, por algum motivo, o crédito não for realizado (por exemplo, a conta informada foi desativada), os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil.  

Neste caso, o cidadão poderá reagendar o crédito dos valores de forma simples e rápida pelo Portal BB, acessando o endereço ou ligando para a Central de Relacionamento do Banco do Brasil por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição no prazo de um ano, deverá requerê-lo pelo Portal e-CAC, acessando o menu Declarações e Demonstrativos > Meu Imposto de Renda e clicando em Solicitar restituição não resgatada na rede bancária.

Fonte: Agência Brasil

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Caixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 2
Economia

Caixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 5

by Evidencias 23 de novembro de 2023
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Mães de bebês de até seis meses recebem adicional de R$ 50

Caixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 5
© Arte Bolsa Família

A Caixa Econômica Federal paga nesta quinta-feira (23) a parcela de novembro do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 5. Pelo segundo mês seguido, o benefício tem um adicional para mães de bebês de até seis meses de idade.ebcebc

Chamado de Benefício Variável Familiar Nutriz, o adicional corresponde a seis parcelas de R$ 50 para garantir a alimentação da criança. Com o novo acréscimo, que destina R$ 16,8 milhões a 349 mil mães neste mês, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome informa que está concluída a implementação do novo Bolsa Família.

Além do novo adicional, o Bolsa Família paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 677,88. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 21,18 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,26 bilhões.

De 11 a 15 de outubro, ocorreu a segunda etapa da qualificação automática de dados do Cadastro Único, que integra os dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, 571,34 mil famílias foram excluídas do programa em novembro por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família. O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes a renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS.

Em compensação, outras 260 mil famílias passaram a fazer parte do programa em novembro. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício. Desde março, 2,66 milhões de famílias passaram a fazer parte do Bolsa Família.

Regra de proteção

Cerca de 2,54 milhões de famílias estão na regra de proteção em novembro. Em vigor desde junho, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 372,52.

Reestruturação

Desde o início do ano, o programa social voltou a chamar-se Bolsa Família. O valor mínimo de R$ 600 foi garantido após a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, que permitiu o gasto de até R$ 145 bilhões fora do teto de gastos neste ano, dos quais R$ 70 bilhões estão destinados a custear o benefício.

O pagamento do adicional de R$ 150 começou em março, após o governo fazer um pente-fino no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), para eliminar fraudes.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Calendário do Bolsa Família
Calendário do Bolsa Família

Calendário do Bolsa Família – Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

Auxílio Gás

Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em dezembro.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Fluvoxamina – para que serve e efeitos colaterais

by Evidencias 23 de novembro de 2023
written by Evidencias

A fluvoxamina é um medicamento utilizado no tratamento de transtornos de ansiedade e depressão. Alguns possíveis efeitos colaterais incluem náuseas, insônia e diminuição da libido.

Fluvoxamina – para que serve e efeitos colaterais

Para que serve a fluvoxamina?

A fluvoxamina é um medicamento geralmente prescrito para tratar distúrbios psiquiátricos, como a depressão, transtornos de ansiedade, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e transtorno do pânico. Classificada como um inibidor seletivo da recaptação de serotonina (ISRS), a fluvoxamina atua no cérebro para equilibrar os níveis de serotonina, um neurotransmissor responsável pelo humor e outras funções cognitivas.

Algumas das condições em que a fluvoxamina pode ser usada incluem depressão resistente ao tratamento, transtorno de estresse pós-traumático, fobias sociais, transtorno disfórico pré-menstrual e transtorno de compulsão alimentar periódica.

Efeitos colaterais da fluvoxamina

Embora a fluvoxamina possa ser eficaz no tratamento de diversos distúrbios psiquiátricos, é importante estar ciente dos possíveis efeitos colaterais que o medicamento pode causar. Nem todas as pessoas experimentam esses efeitos, mas é fundamental estar informado sobre as possíveis reações adversas. Alguns dos efeitos colaterais comuns da fluvoxamina incluem:

1. Náuseas e vômitos: estes são efeitos colaterais relativamente comuns da fluvoxamina, podendo ocorrer principalmente no início do tratamento.
2. Diarreia ou constipação: o medicamento pode afetar o sistema gastrointestinal, levando a alterações no hábito intestinal.
3. Insônia ou sonolência excessiva: distúrbios do sono são possíveis efeitos colaterais da fluvoxamina, podendo resultar em insônia ou sonolência excessiva.
4. Tonturas ou vertigens: algumas pessoas podem experimentar tontura ou vertigem ao tomar fluvoxamina, especialmente no início do tratamento.
5. Aumento de peso: embora seja menos comum, o ganho de peso pode ocorrer em algumas pessoas que utilizam fluvoxamina.
6. Diminuição da libido e disfunção sexual: como ocorre com muitos medicamentos psiquiátricos, a fluvoxamina pode afetar a libido e causar disfunção sexual em algumas pessoas.

Efeitos colaterais mais graves

Embora menos comuns, certos efeitos colaterais mais graves podem ocorrer ao utilizar a fluvoxamina. São eles:

1. Reações alérgicas: em raros casos, uma reação alérgica grave pode ocorrer, caracterizada por erupções cutâneas, coceira, inchaço e dificuldade respiratória. Isso requer atenção médica imediata.
2. Pensamentos suicidas: embora raro, a fluvoxamina pode aumentar os pensamentos suicidas, especialmente em pessoas mais jovens. Qualquer alteração significativa de humor ou comportamento deve ser relatada ao médico imediatamente.
3. Síndrome serotoninérgica: esta é uma condição potencialmente fatal caracterizada por uma série de sintomas, incluindo aceleração cardíaca, aumento da pressão arterial, febre, confusão mental e tremores. Isso requer atendimento médico de emergência.
4. Sangramento excessivo: a fluvoxamina pode afetar a coagulação do sangue, levando a sangramentos prolongados ou anormais em algumas pessoas.

Conclusão

A fluvoxamina é um medicamento amplamente utilizado no tratamento de diversos distúrbios psiquiátricos, como depressão, transtornos de ansiedade e transtorno obsessivo-compulsivo. É importante estar atento aos efeitos colaterais que podem ocorrer ao tomar fluvoxamina, desde os mais leves, como náuseas e tonturas, até os mais graves, como reações alérgicas e síndrome serotoninérgica. Sempre consulte um profissional de saúde antes de iniciar qualquer tratamento com fluvoxamina e relate qualquer efeito colateral percebido para que as medidas adequadas possam ser tomadas.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Caixa já renegociou R$ 5 bilhões em dívidas pelo Desenrola
Economia

Caixa já renegociou R$ 5 bilhões em dívidas pelo Desenrola

by Evidencias 22 de novembro de 2023
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Programa passou a abater débitos de até R$ 20 mil

Caixa já renegociou R$ 5 bilhões em dívidas pelo Desenrola
© José Cruz/Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal já renegociou R$ 5 bilhões em dívidas pelo programa Desenrola, do governo federal.ebcebc

O banco também participou nesta quarta-feira (22) do mutirão Dia D – Mutirão Desenrola, para fomentar as renegociações de débitos e ampliar o alcance do programa. As agências do banco abriram uma hora mais cedo para atendimento.

“A intenção é que a gente intensifique a viabilização da população para que acesse esses benefícios, que, em alguns casos, pode chegar a 99% da dívida”, disse o presidente da Caixa, Carlos Vieira, em entrevista ao Repórter Brasil, da TV Brasil.

Na entrevista, Vieira também citou nova fase do Desenrola, iniciada nesta semana para renegociação de dívidas de até R$ 20 mil.

Confira abaixo a entrevista:

Fonte: Agência Brasil

22 de novembro de 2023 0 comments
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Desenrola passa a renegociar dívidas de até R$ 20 mil
Economia

Lula sanciona projeto que libera R$ 15 bi para estados e municípios

by Evidencias 22 de novembro de 2023
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Medida visa compensar perda de arrecadação

Lula sanciona projeto que libera R$ 15 bi para estados e municípios
© Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quarta-feira (22) o projeto de lei que libera R$ 15 bilhões para compensar a perda de arrecadação de estados, Distrito Federal e municípios. O texto também abre crédito especial de R$ 207,4 milhões para pagar despesas de oito ministérios.ebcebc

A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional no início do mês. Do total de recursos para estados e municípios, R$ 8,7 bilhões vão cobrir perdas de arrecadação do ICMS. Outros R$ 6,3 bilhões compensam a redução nas transferências aos Fundos de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) e dos Municípios (FPM) em 2023.

O repasse para compensar as perdas com o ICMS está previsto na Lei Complementar 201, de 2023, sancionada em outubro. Segundo o texto, a União deve repassar R$ 27 bilhões a estados e ao Distrito Federal até 2025.

O presidente também assinou hoje uma Medida Provisória que abre crédito extraordinário de R$ 879,2 milhões a estados, municípios e o Distrito Federal.

 

Fonte: Agência Brasil

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Governo de Minas Gerais concorda em federalizar estatais locais
Economia

Governo de Minas Gerais concorda em federalizar estatais locais

by Evidencias 22 de novembro de 2023
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Proposta foi sugerida por Pacheco para pagar dívidas do estado

Governo de Minas Gerais concorda em federalizar estatais locais
© Marcello Casal JrAgência Brasil

O governo de Minas Gerais concordou em federalizar as empresas estatais locais para pagar as dívidas do estado com a União, disse nesta tarde o governador Romeu Zema. Ele reuniu-se com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e os ministros de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e da Fazenda, Fernando Haddad.ebcebc

“Tem todas as condições [para a federalização]. Estamos bastante otimistas”, disse Zema após a primeira reunião, com Pacheco e Silveira no Senado. Em seguida, Zema foi ao Ministério da Fazenda reunir-se com Haddad e o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, para tratar da proposta e das negociações para a adesão do estado ao Regime de Recuperação Fiscal.

“Estou extremamente satisfeito com as duas reuniões que nós tivemos. Na minha opinião, depois de décadas, talvez os estados endividados, dentre eles Minas Gerais, teremos perspectiva de termos uma solução definitiva para essa questão da dívida bilionária”, disse Zema ao sair do Ministério da Fazenda. O governador mineiro, no entanto, declarou que nada está definido em relação à Cemig, empresa local de energia.

O secretário de Fazenda de Minas Gerais, Gustavo Barbosa, disse que a escolha das empresas a serem federalizadas dependerá de negociações com o Tesouro Nacional. No entanto, afirmou que, em tese, todos os ativos do estado estão disponíveis para a negociação.

“Isso vai ser uma discussão com a Secretaria do Tesouro Nacional, uma discussão técnica. Quem dita as regras do Regime de Recuperação Fiscal é o governo federal. O estado tem de ir mais a reboque”, declarou Barbosa.

De autoria de Pacheco, a proposta permite que o governo mineiro ceda à União participações acionárias em empresas como a Companhia Energética (Cemig), Companhia de Saneamento (Copasa) e Companhia de Desenvolvimento Econômico (Codemig) como alternativa ao Regime de Recuperação Fiscal. Em troca, o estado poderia recomprar as ações em 20 anos.

“Diferentemente do regime de recuperação fiscal, a nossa proposta busca utilizar os ativos que o Estado dispõe para quitação da dívida. As premissas estão lançadas, é um conceito que eu reputo sustentável e equilibrado para dar a efetiva solução ao problema, ao invés de empurrar o problema para daqui a nove anos”, disse o presidente do Senado.

Dívida bilionária

Atualmente, a dívida de Minas Gerais com a União está estimada em R$ 160 bilhões. Em julho do ano passado, o Tesouro Nacional autorizou a adesão de Minas ao Regime de Recuperação Fiscal <>, programa que premite parcelamento da dívida em troca de medidas de equilíbrio das contas locais, inclusive com a privatização de estatais.

No caso de Minas Gerais, o Regime de Receuperação Fiscal previa a suspensão do pagamento das parcelas por nove anos, enquanto ocorreria um programa de controle de gastos. No ano passado, o ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, autorizou que o estado negociasse diretamente com o Tesouro Nacional a adesão ao regime especial, sem a necessidade de enviar uma emenda constitucional estadual à Assembleia Legislativa de Minas Gerais. O governo mineiro enviou um projeto de lei que exige um quórum menor de aprovação, aprovado no fim de outubro pela Comissão de Constituição e Justiça da assembleia.

* com informações da Agência Senado

Fonte: Agência Brasil

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Previsão de déficit primário em 2023 sobe para R$ 203,4 bilhões
Economia

Previsão de déficit primário em 2023 sobe para R$ 203,4 bilhões

by Evidencias 22 de novembro de 2023
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Compensação a estados e piso da saúde justificam elevação

Previsão de déficit primário em 2023 sobe para R$ 203,4 bilhões
© Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A promessa de encerrar o ano com déficit primário em torno de 1% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos) não vai se cumprir. Documento que a cada dois meses orienta a execução do Orçamento, o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas elevou para R$ 203,4 bilhões a estimativa de déficit primário para este ano (1,9% do PIB) com as contas do governo pressionadas pela compensação a estados e pela recomposição do piso da saúde.ebcebc

No relatório anterior, divulgado em setembro pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento, a previsão de déficit primário estava em R$ 141,4 bilhões. Esse cálculo considera o critério “abaixo da linha”, usado pelo Banco Central, que é levado em conta no cumprimento das metas fiscais da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Para 2023, a LDO estabelece meta de déficit primário de R$ 231,5 bilhões, mas o valor efetivo cai para R$ 213,6 bilhões, com algumas compensações da União previstas após um acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Fatores

Três fatores principais explicam a elevação da estimativa de déficit primário. O primeiro foi a Lei Complementar 201/2023, que antecipou a compensação de R$ 16,3 bilhões para estados e municípios para repor perdas com a redução do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os combustíveis e com a queda nos repasses do Fundo de Participação dos Estados e dos Municípios.

O segundo fator foi o gasto de R$ 4,3 bilhões para a recomposição do piso da saúde. Com a sanção do novo arcabouço fiscal, voltou a vigorar a fórmula de cálculo de 15% da receita corrente líquida, que vigia antes do teto de gastos.

Originalmente, o buraco poderia chegar a R$ 21 bilhões, mas uma emenda na Lei Complementar 201/2023, introduzida pelo líder do PT na Câmara, Zeca Dirceu (PT-PR), reduziu a diferença para R$ 4,3 bilhões.

Segundo a emenda, o valor sobre o qual seria calculado os 15% da RCL incide sobre as receitas aprovadas no Orçamento de 2023, e não sobre as estimativas atualizadas a cada dois meses pelo Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas, o que daria cerca de R$ 172 bilhões, em vez de R$ 189 bilhões.

O governo aguarda ainda o resultado de consulta ao Tribunal de Contas da União (TCU) para adiar a vigência do novo cálculo para 2024.

Fundo do PIS/Pasep

Os dois primeiros fatores elevariam a estimativa de déficit primário para R$ 177,4 bilhões (1,7% do PIB). O terceiro fator que fez a previsão superar R$ 200 bilhões foi a retirada de R$ 26 bilhões de recursos parados no antigo fundo PIS/Pasep do cálculo das receitas. Embora a Emenda Constitucional da Transição tenha permitido ao governo apropriar-se dessa receita, o Banco Central considera esse dinheiro como receita financeira, não primária.

Como o critério para apurar o cumprimento da meta de resultado primário leva em conta a metodologia do Banco Central (BC), “abaixo da linha”, os Ministérios da Fazenda e do Planejamento decidiram retirar do relatório esses R$ 26 bilhões.

Compensações

No início do ano, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tinha estimado que o déficit fecharia 2023 em torno de R$ 100 bilhões. Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, além do piso da saúde e da compensação aos estados e municípios, quatro fatores impactaram as estimativas de déficit primário.

O primeiro foi a queda de R$ 9 bilhões na arrecadação federal decorrente da queda do dólar a da inflação. Os preços mais baixos das mercadorias impactam a arrecadação de tributos que incidem diretamente sobre o consumo. Segundo Ceron, os R$ 9 bilhões se referem apenas à queda da estimativa de receitas para os dois últimos meses do ano. Em 2023, o impacto do câmbio e da queda da inflação chega a R$ 25,6 bilhões.

O segundo foi a redução da estimativa de depósitos judiciais da Caixa Econômica para o Tesouro Nacional. A demora no repasse dos recursos fará as transferências caírem R$ 12,6 bilhões para R$ 5 bilhões neste ano, com o restante ficando para 2024.

Além disso, o governo deverá encerrar o ano com perdas de quase R$ 130 bilhões em relação a compensações tributárias (desconto em pagamento de tributos futuros de tributos pagos a mais no passado). A primeira diz respeito à compensação de R$ 80 bilhões referentes a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que retirou o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da base de cálculo do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

A segunda compensação tributária refere-se a R$ 46 bilhões do desconto de subvenções (ajuda financeira) do ICMS do pagamento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). “São dois eventos de 2017 que estão interferindo na arrecadação deste ano”, disse Ceron.

Receitas e gastos

Todos esses fatores fizeram a previsão para as receitas primárias totais da União cair em R$ 22,2 bilhões. A estimativa de receita primária, em contrapartida, foi elevada em R$ 21,9 bilhões, impulsionada principalmente pela ajuda a estados e municípios e pela recomposição do piso da saúde.

Fonte: Agência Brasil

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Cresce número de brasileiros que sacam dinheiro em bancos
Economia

Cresce número de brasileiros que sacam dinheiro em bancos

by Evidencias 22 de novembro de 2023
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Proporção subiu de 42% para 54% em um ano, aponta Datafolha

Cresce número de brasileiros que sacam dinheiro em bancos
© Marcello Casal JrAgência Brasil

Na hora de pagar uma conta, cada vez mais se ouvem as perguntas “é pix?”, “por aproximação?”. A impressão que alguns podem ter é de que quase ninguém mais anda com dinheiro na carteira. Mas uma pesquisa feita pelo Instituto Datafolha, encomendada pela TecBan, empresa dona da rede de caixas automáticos Banco24Horas, revela que aumentou a proporção de brasileiros conectados à internet que sacam dinheiro em bancos.ebcebc

De acordo com o levantamento, 54% dos pesquisados disseram que o saque é uma das principais operações realizadas cotidianamente. Esse número representa um crescimento de 12 pontos percentuais em comparação à pesquisa realizada em agosto do ano passado.

Este novo levantamento foi feito entre 25 de setembro a 6 de outubro de 2023, de forma online e abrangência nacional. Foram entrevistadas 1.519 pessoas, de todas as classes econômicas. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais.

As outras operações bancárias usadas com mais frequência são pagamento de contas (69% dos entrevistados), recebimento de dinheiro (67%), consulta de saldo e extrato (60%) e compra no cartão de crédito (50%). Menos da metade faz recarga de celular (41%) e depósitos (42%).

O Datafolha constatou também que dois em cada dez brasileiros conectados à internet que têm alguma fonte de renda costumam receber a remuneração em dinheiro, principalmente nas classes C, D e E.

Dinheiro na carteira

Para 29% dos brasileiros, o dinheiro é a principal forma de pagamento no dia a dia, empatado com o cartão de crédito. Nas classes C, D e E, o número sobre para 32%.

O Datafolha buscou saber quais os motivos que faziam o dinheiro ser a forma preferida para pagamento. As principais respostas foram: há lugares que só aceitam dinheiro (22%), já estou acostumado a pagar em dinheiro (15%), consigo controlar melhor os gastos (10%) e é possível ter descontos (13%).

A preocupação com segurança aparece no fim da fila de justificativas: o medo de ter o cartão clonado e ficar sem dinheiro foi citado por 4% dos entrevistados, assim como o medo de ser roubado e perder o cartão.

Inclusão bancária

Segundo o levantamento, 95% dos brasileiros conectados à internet têm contas em bancos, sendo 67% em instituições com agências físicas e bancos digitais. Enquanto 14% têm apenas contas em bancos virtuais, proporção que cresceu significativamente em um ano. Em 2022, eram 9%.

Falhas na tecnologia

O Datafolha também perguntou aos entrevistados quais os principais problemas ligados à tecnologia já enfrentaram na hora de efetuar um pagamento. A pesquisa demonstra que 69% não conseguiram fazer alguma transação por instabilidade da internet e 60% não conseguiram fazer falha de conexão com o banco.

Preocupações

O levantamento identificou ainda que 85% dos entrevistados têm mais medo de ter o celular roubado do que a carteira.

Outras preocupações dos entrevistados são:

– ter o celular furtado ou roubado e ter o dinheiro retirado da conta via transferência instantânea: 65% 

– ter dados vazados na internet: 64% 

– ser vítima de golpe ou fraude financeira que utilize a transferência instantânea para retirar o dinheiro da conta: 62% 

– ter o cartão de crédito clonado após uma compra online: 61% 

– ter os dados do cartão utilizados para fazer compras sem autorização: 61% 

– ter o cartão de crédito clonado após uma compra física: 60% 

– ser forçado a fazer transferência: 56% 

– pagar um boleto falso (golpe): 51% 

Fonte: Agência Brasil

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Fazenda reduz previsão oficial de crescimento do PIB para 3%
Economia

Governo bloqueia mais R$ 1,1 bilhão do Orçamento

by Evidencias 22 de novembro de 2023
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Valor total contingenciado em 2023 chega a R$ 4,9 bilhões

Governo bloqueia mais R$ 1,1 bilhão do Orçamento
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O estouro no limite estabelecido pelo novo arcabouço fiscal fez o governo contingenciar (bloquear temporariamente) mais R$ 1,1 bilhão do Orçamento Geral da União de 2023, anunciaram há pouco os ministérios do Planejamento e da Fazenda. O valor consta do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento e que é publicado a cada dois meses.ebcebc

Com a decisão, o total bloqueado este ano sobe de R$ 3,8 bilhões para R$ 4,9 bilhões, valor considerado baixo diante do valor total das despesas primárias, estimadas em R$ 2,077 trilhões para 2023. Até o dia 30, o governo precisará editar um decreto detalhando a distribuição do novo contingenciamento entre os ministérios.

O bloqueio ocorre porque a estimativa de despesas primárias acima do limite do arcabouço aumentou no mesmo montante (R$ 1,1 bilhão). Estipulado em R$ 1,945 trilhão para 2023, esse limite equivale ao antigo teto de gastos estabelecido para este ano. A partir de 2024, vigorará o novo limite, equivalente a 70% do crescimento das receitas acima da inflação em 2023.

Esse é o segundo contingenciamento desde a sanção do novo arcabouço fiscal. Embora o governo tenha tentado extinguir o contingenciamento do projeto original das novas regras fiscais, a obrigatoriedade foi restabelecida durante a tramitação do texto na Câmara dos Deputados.

Fonte: Agência Brasil

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Economia fica estagnada no terceiro trimestre, aponta FGV
Economia

Reforma tributária não contribui para elevação do ICMS, diz Fazenda

by Evidencias 22 de novembro de 2023
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Ministério rebateu decisão de governadores do Sul e do Sudeste

Reforma tributária não contribui para elevação do ICMS, diz Fazenda
© José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

A reforma tributária não contribui para a elevação das atuais alíquotas do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), informou nesta quarta-feira (22) a Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda. A pasta rebateu o anúncio de seis estados do Sul e do Sudeste de elevar para 17% ou 18% para 19,5% a alíquota do ICMS modal (que incide sobre a maioria dos produtos).ebcebc

Na terça-feira (21), os governadores dos estados do Sul e do Sudeste, exceto de Santa Catarina, anunciaram a decisão de enviar projetos às Assembleias Legislativas locais com a elevação da alíquota-base. Eles justificaram a medida com base em eventuais perdas com a reforma tributária durante a transição até 2077 para a cobrança no destino (local de consumo das mercadorias).

A decisão foi tomada pelos seguintes estados: Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Eles alegam que terão perdas quando o futuro Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que substituirá o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS), for repartido entre os estados a partir de 2029 com base na arrecadação do ICMS entre 2024 e 2028.

Segundo o Ministério da Fazenda, a reforma tributária mantém a autonomia para os estados fixarem a alíquota do IBS abaixo ou acima da alíquota de referência. “Caso algum estado julgue que sua arrecadação no período de 2024 a 2028 não reflete adequadamente sua participação histórica no total da arrecadação do ICMS, nada impede que ele eleve sua alíquota do IBS”, rebateu a nota.

A alíquota de referência estadual do IBS será fixada pelo Senado e adotada automaticamente pelos estados durante a transição para o novo sistema. Essa alíquota mantém a proporção entre a carga tributária e o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos). O texto aprovado pelo Senado prevê uma trava para a alíquota de referência, caso a carga tributária após a reforma tributária supere o peso dos tributos do consumo sobre a economia de 2012 a 2021.

Arrecadação

Pela reforma tributária, o ICMS será extinto em 2029, e o IBS passará a vigorar integralmente. Segundo o Ministério da Fazenda, a autonomia concedida aos estados retira qualquer pressão para elevar alíquotas no curto prazo.

“Para a arrecadação de IBS do estado, tem-se o mesmo efeito caso ocorra elevação do ICMS entre 2024 e 2028 ou elevação da alíquota do IBS a partir de 2029 – e, sobretudo, a partir de 2033, quando o ICMS será extinto e o IBS passará a vigorar integralmente. A Reforma Tributária não justifica, portanto, a elevação no curto prazo da alíquota modal do ICMS como forma de proteger a arrecadação futura do IBS”, ressaltou a nota da Secretaria Extraordinária de Reforma Tributária.

Em relação as perdas dos estados com a redução da alíquota do ICMS sobre energia elétrica, comunicações e combustíveis, que entrou em vigor durante as eleições do ano passado, o governo alega que 17 estados usaram a medida para elevar as alíquotas modais do ICMS desde o fim de 2022, antes mesmo da tramitação da reforma tributária. Segundo o Ministério da Fazenda, esse é o principal motivo para o aumento da alíquota, não a reforma tributária.

“A própria nota assinada pelos Secretários da Fazenda de seis dos sete estados do Sul e Sudeste que apontam a reforma tributária como motivo para a elevação da alíquota modal do ICMS indica que a perda de arrecadação decorrente das mudanças introduzidas na legislação federal em 2022 é também uma razão para a elevação das alíquotas modais do imposto”, destacou a nota.

Fonte: Agência Brasil

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Petrobras deve anunciar plano estratégico na sexta-feira, diz Prates
Economia

Petrobras deve anunciar plano estratégico na sexta-feira, diz Prates

by Evidencias 22 de novembro de 2023
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Presidente da estatal participou hoje de seminário no Rio de Janeiro

Petrobras deve anunciar plano estratégico na sexta-feira, diz Prates
© Tomaz Silva/Agência Brasil

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou, nesta quarta-feira (22), que o plano estratégico da companhia deve ser divulgado na próxima sexta-feira (24). A expectativa é que o conjunto de investimentos previstos para o quinquênio 2024-2028 seja analisado e aprovado pelo Conselho de Administração da estatal na quinta-feira (23).ebcebc

“Nós estamos trabalhando intensamente, todos os dias”, disse Prates na abertura do seminário A neoindustrialização e a transição energética brasileira, realizado no Rio de Janeiro. Ele discursou ao lado do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, e do presidente da mineradora Vale, Eduardo Bartolomeo.  

Prates aproveitou o evento para destacar números recordes atingidos pela Petrobras este ano, como a produção de óleo e gás. “Quatro milhões de barris de óleo equivalente (boe) por dia. É um número muito significativo”. As produções de diesel S10 (com maior eficiência energética e menor impacto ambiental) e asfalto também foram recordes.

Outra marca ressaltada foi o Fator de Utilização Total (FUT) das refinarias. “Hoje estamos acima de 97% das nossas capacidades. Estamos a pleno vapor, usando toda a nossa capacidade de refino em favor do Brasil”, exaltou. 

Prates citou que conversou com o presidente Lula na terça-feira (21), e o presidente afirmou que a Petrobras tem que ser referência em transação energética.  

“Vamos cumprir à risca o que o presidente determinar”, disse Prates. “Claro, dentro da composição toda de regras de governança, de satisfações à sociedade e de cumprimentos dos ritos”, completou. 

Reunião com presidente 

As declarações de Prates são feitas um dia depois de ele ter participado de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros do governo, em Brasília. O encontro foi marcado depois de Prates e o ministro de Minas e Energia (MME), Alexandre Silveira, terem publicado mensagens em redes sociais sobre o comportamento dos preços dos combustíveis.  

“Fiz essa manifestação à Casa Civil. É importante, respeitando a governança da Petrobras, respeitando a sua natureza jurídica. Mas já está na hora de puxarmos a orelha de novo da Petrobras, para que ela volte à mesa e possa colocar com clareza”, escreveu Silveira no X (antigo Twitter) na sexta-feira passada (17), reproduzindo uma entrevista dele sobre o governo cobrar a Petrobras para uma redução nos preços. 

No dia seguinte, na mesma rede social, Prates defendeu a política de preços da companhia e listou o que seria preciso para uma orientação de queda nos preços. 

Para que o MME, órgão da União, possa orientar a Petrobras a baixar os preços de combustíveis diretamente, será necessário seguir a Lei 13.303/16 e o Estatuto Social (art. 3o, parágrafo 4o e seguintes):  

– a União deverá orientar formalmente a Petrobras por meio de um ato normativo (lei ou regulamento);  

– deverá firmar contrato, convênio ou outro ajuste estabelecendo as condições em que se dará, com ampla publicidade; os custos e receitas referentes a medida deverão ser discriminados e divulgados de forma transparente, inclusive no plano contábil;  

– a proposta de orientação da União deverá ser submetida ao Comitê de Investimentos e ao Comitê de Minoritários, que avaliará se as condições a serem assumidas pela Petrobras requerem que a União compense a Petrobras pela diferença”. (

Depois do evento no Rio de Janeiro, Prates seguiu para Brasília para nova reunião com o presidente Lula nesta quarta-feira. O ministro Alexandre Silveira era esperado para o seminário no Rio, mas não esteve presente. 

Fonte: Agência Brasil

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Intenção de Consumo das Famílias fica estável em novembro
Economia

Intenção de Consumo das Famílias fica estável em novembro

by Evidencias 22 de novembro de 2023
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Indicador ficou em 104,9 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos

Intenção de Consumo das Famílias fica estável em novembro
© REUTERS/Paulo Whitaker

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) manteve-se estável em novembro deste ano, na comparação com o mês anterior. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o indicador está em 104,9 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos. ebcebc

Dos sete componentes analisados, cinco tiveram resultados positivos em relação a outubro deste ano, com destaque para a avaliação sobre o acesso ao crédito (0,4%). Segundo o presidente da CNC, José Roberto Tadros, apesar da queda dos juros trazer um impulso positivo às condições de acesso ao crédito, a preocupação com a inadimplência e a redução do crédito no mercado impactaram negativamente o indicador. 

“Em meio a essa dicotomia, a pesquisa constata que mais de um terço dos consumidores relatam dificuldade para obter crédito, o que demonstra uma delicada balança entre oportunidade e restrição neste contexto econômico”, afirma Tadros, segundo nota divulgada pela CNC. 

Dois componentes tiveram queda: perspectiva profissional (-0,5%) e perspectiva de consumo (-0,9%). 

Na comparação com novembro de 2022, a ICF apresentou alta de 17,9%, com resultados positivos para todos os componentes: emprego atual (10,3%), renda atual (17,5%), nível de consumo atual (23,5%), perspectiva profissional (11,6%), perspectiva de consumo (24%), acesso ao crédito (7,5%) e momento para a compra de bens duráveis (51,1%). 

Fonte: Agência Brasil

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Desemprego cai de 8% para 7,7% no país no terceiro trimestre do ano
Economia

Desemprego recua em três estados; queda em SP puxou média nacional

by Evidencias 22 de novembro de 2023
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Dados estaduais foram divultados hoje pelo IBGE

Desemprego recua em três estados; queda em SP puxou média nacional
© Divulgaçāo

A queda na taxa de desemprego no país, de 8% no segundo trimestre para 7,7% no terceiro trimestre deste ano, foi puxada principalmente pelo recuo do indicador em São Paulo. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), a taxa no estado recuou de 7,8% para 7,1% no período.ebcebc

“A queda no Brasil não foi um processo disseminado nos estados. A maior parte das unidades da Federação mostra tendência de redução na taxa de desocupação, mas apenas três estados registram queda estatisticamente significativa, principalmente por causa da redução da desocupação. E São Paulo tem uma importância dado o contingente do mercado de trabalho, o que influencia bastante a queda em nível nacional”, explica a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy.

Além de São Paulo, apresentaram queda significativa na taxa de desemprego os estados do Maranhão (de 8,8% para 6,7%) e Acre (de 9,3% para 6,2%). 

Em 23 unidades da Federação, a taxa manteve-se estatisticamente estável. Apenas em Roraima houve crescimento da taxa de desemprego,, ao passar de 5,1% para 7,6%. 

No terceiro trimestre deste ano, as maiores taxas de desemprego foram observadas na Bahia (13,3%), em Pernambuco (13,2%) e no Amapá (12,6%). As menores taxas ficaram com os estados de Rondônia (2,3%), Mato Grosso (2,4%) e Santa Catarina (3,6%). 

Comparações 

Na comparação por sexo, a taxa de desocupação no terceiro trimestre foi de 6,4% para os homens e de 9,3% para as mulheres. Em relação à cor ou raça, a taxa entre os brancos ficou em 5,9%, enquanto entre os pretos o indicador foi de 9,6% e entre os pardos, de 8,9%.

Considerando-se o nível de instrução, a maior taxa de desocupação ficou entre as pessoas com ensino médio incompleto (13,5%). Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi de 8,3%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (3,5%). 

 

Fonte: Agência Brasil

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Receita abre nesta quinta-feira consulta ao lote de restituição IRPF
Economia

Receita abre nesta quinta-feira consulta ao lote de restituição IRPF

by Evidencias 22 de novembro de 2023
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Informações são referentes ao mês de novembro

Receita abre nesta quinta-feira consulta ao lote de restituição IRPF
© Joédson Alves/Agência Brasil

A consulta ao lote residual de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) do mês de novembro de 2023 poderá ser feita, a partir das 10h desta quinta-feira (23).  De acordo com a Receita Federal, o crédito bancário para 358.737 contribuintes será realizado no dia 30 de novembro, no valor total de R$ 762.906.928,68. Desse total, R$ 524.811.239,34 referem-se aos que têm prioridade, sendo 5.774 idosos acima de 80 anos, 58.060 entre 60 e 79 anos, e 6.654 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.ebcebc

Também estão na lista de prioridades: 14.863 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério e, por fim, 129.019 que não possuem prioridade legal, mas por terem utilizado a Declaração Pré-preenchida ou optado por receber a restituição via PIX. Foram contemplados ainda 144.367 contribuintes não prioritários.

Como acessar

Para saber se a restituição está disponível, a pessoa deve acessar a página da Receita na internet, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”. A página apresenta orientações e os canais de prestação do serviço, permitindo consulta simplificada ou consulta completa da situação da declaração, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Se identificar alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificar a declaração, corrigindo as informações que porventura estejam equivocadas.

O órgão disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que possibilita consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

Crédito

O pagamento da restituição é realizado na conta bancária informada na Declaração de Imposto de Renda, de forma direta ou por indicação de chave PIX. Se, por algum motivo, o crédito não for realizado (por exemplo, a conta informada foi desativada), os valores ficarão disponíveis para resgate por até 1 (um) ano no Banco do Brasil. 

Neste caso, o cidadão poderá reagendar o crédito dos valores de forma simples e rápida pelo Portal BB, acessando o endereço ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição no prazo de 1 (um) ano, deverá requerê-lo pelo Portal e-CAC, disponível no site da Receita Federal, acessando o menu Declarações e Demonstrativos > Meu Imposto de Renda e clicando em “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Colesterol alto na gravidez

by Evidencias 22 de novembro de 2023
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A elevação dos níveis de colesterol durante a gravidez pode representar riscos para a saúde da mãe e do bebê, como o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. É fundamental adotar uma alimentação equilibrada e realizar acompanhamento médico adequado para controlar o colesterol alto durante esse período.

Como baixar o colesterol alto na gravidez

A importância de controlar o colesterol durante a gravidez

Durante a gravidez, todas as atenções estão voltadas para o bem-estar do bebê em desenvolvimento. Um fator que deve ser cuidadosamente monitorado é o colesterol alto na gestante. Embora seja normal que os níveis de colesterol aumentem durante a gravidez, é essencial controlar esse aumento para evitar possíveis complicações.

Os riscos do colesterol alto durante a gravidez

O colesterol é uma substância lipídica produzida naturalmente pelo organismo e também adquirida por meio da alimentação. Quando o colesterol se eleva demais e se torna um risco para a saúde, pode resultar em sérias complicações durante a gravidez, como pré-eclâmpsia e parto prematuro. Além disso, a mãe também pode ficar sujeita a desenvolver doenças cardiovasculares no futuro.

Alimentação adequada para controlar o colesterol na gravidez

Uma das melhores maneiras de controlar o colesterol alto durante a gravidez é através de uma dieta equilibrada e saudável. O consumo de alimentos ricos em gorduras saturadas e trans deve ser limitado, optando-se por opções mais saudáveis, como carnes magras, peixes, frutas, legumes e grãos integrais. Além disso, é importante aumentar a ingestão de fibras, ômega 3 e antioxidantes, que ajudam a regular os níveis de colesterol.

A prática de exercícios físicos na gestação

A atividade física é fundamental em qualquer fase da vida, e na gestação não é diferente. É importante ressaltar, porém, que a prática de exercícios durante a gravidez deve ser orientada por um médico especialista e adaptada de acordo com as necessidades da gestante. A atividade física regular contribui para a diminuição do colesterol, promove o bom funcionamento do sistema cardiovascular e ajuda a manter a saúde geral da mãe e do bebê.

A importância do acompanhamento médico durante a gestação

Durante a gravidez, é essencial manter um acompanhamento médico regular para monitorar a saúde da mãe e do bebê. O médico poderá solicitar exames de sangue para verificar os níveis de colesterol e tomar as medidas necessárias no caso de um colesterol alto. Ele também poderá orientar a gestante sobre a melhor forma de controlar o colesterol durante a gravidez, seja por meio de alimentação adequada, exercícios físicos ou, em casos mais graves, com o auxílio de medicamentos específicos.

A importância de um estilo de vida saudável

Além de seguir uma alimentação equilibrada e praticar exercícios físicos adequados, a gestante deve adotar um estilo de vida saudável como um todo. Evitar o consumo de tabaco, álcool e drogas ilícitas é fundamental para a saúde da mãe e do bebê. Dormir bem, controlar o estresse e manter um equilíbrio emocional também são aspectos importantes para o controle do colesterol e para uma gravidez saudável.

Conclusão

Controlar o colesterol alto durante a gravidez é essencial para evitar possíveis complicações tanto para a mãe quanto para o bebê. Uma alimentação adequada, prática de exercícios físicos com orientação médica, acompanhamento regular e um estilo de vida saudável são medidas indispensáveis para manter os níveis de colesterol equilibrados. Lembre-se sempre de buscar orientação médica e priorizar a saúde para garantir uma gestação tranquila e saudável.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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