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Auto

Atenção redobrada com a placa veicular: cuidados essenciais com o RG do seu carro

by Evidencias 29 de novembro de 2023
written by Evidencias

Garanta a segurança e legalidade do seu veículo com essas dicas práticas para a manutenção e proteção da placa veicular

Quando se trata de cuidar do nosso veículo, a atenção aos detalhes é fundamental. Um desses detalhes importantes é a placa veicular, que funciona como o “RG” do carro. A placa é responsável por identificar o veículo e garantir sua legalidade e segurança nas vias públicas. Portanto, é essencial ter cuidados específicos com a placa do seu carro. Confira a seguir algumas dicas práticas de manutenção e proteção da placa do seu veículo.

placa veicular
placa veicular

1. Manutenção regular da placa veicular

A primeira etapa para garantir a integridade da sua placa veicular é realizar uma manutenção regular. Isso inclui limpeza periódica da placa para remover sujeira, poeira e detritos que possam dificultar a leitura. Além disso, verifique se a placa está bem fixada e sem danos visíveis, como rachaduras ou desbotamento. Caso necessário, substitua a placa danificada imediatamente.

2. Proteção contra roubo e clonagem

A placa veicular é um alvo comum para ladrões e clonadores de carro. Para evitar problemas, é importante tomar medidas de segurança adicionais. Considere a instalação de parafusos antifurto para dificultar a remoção da placa. Além disso, ao estacionar em áreas públicas, procure um local bem iluminado e seguro. Se você suspeitar de clonagem da placa, entre em contato com as autoridades imediatamente.

3. Verificação da validade e regularidade

A validade e regularidade da placa veicular são essenciais para evitar multas e problemas legais. Verifique se a placa está dentro do prazo de validade e se está de acordo com as regulamentações do seu país ou estado. Fique atento a quaisquer mudanças nas leis de trânsito que possam afetar a sua placa e tome as medidas necessárias para mantê-la atualizada. Você pode realizar a consulta da placa no Detran.

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4. Registro e documentação correta

Ao adquirir um veículo, é importante garantir que a placa esteja corretamente registrada em seu nome. Verifique se você possui toda a documentação necessária, como o Certificado de Registro de Veículo (CRV) e o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). Mantenha esses documentos em local seguro e atualizados.

5. Tenha cuidado com as informações da placa na internet

Com o avanço da tecnologia, muitas informações estão disponíveis online. No entanto, é importante ter cuidado ao compartilhar informações da placa do seu veículo na internet. Evite publicar fotos ou divulgar informações sensíveis que possam ser usadas de forma indevida. Proteja sua privacidade e segurança online.

A placa veicular desempenha um papel fundamental na identificação e legalidade do veículo. Portanto, é essencial ter atenção redobrada com a placa do seu carro. Realize uma manutenção regular, proteja-se contra roubo e clonagem, verifique a validade e regularidade, registre corretamente e tenha cuidado com as informações da placa na internet. Ao seguir esses cuidados essenciais, você estará garantindo a integridade e a conformidade do seu veículo.

29 de novembro de 2023 0 comments
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Desenrola passa a renegociar dívidas de até R$ 20 mil
Economia

Primeira parcela do décimo terceiro deve ser paga até esta quinta

by Evidencias 29 de novembro de 2023
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Segundo o Dieese, salário extra injetará R$ 291 bilhões na economia

Primeira parcela do décimo terceiro deve ser paga até esta quinta
© Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

Um dos principais benefícios trabalhistas do país, o décimo terceiro salário tem a primeira parcela paga até esta quinta-feira (30). A partir de 1º de dezembro, o empregado com carteira assinada começará a receber a segunda parcela, que deve ser paga até 20 de dezembro.ebcebc

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário extra injetará R$ 291 bilhões na economia neste ano. Em média, cada trabalhador deverá receber R$ 3.057.

Essas datas valem apenas para os trabalhadores na ativa. Como nos últimos anos, o décimo terceiro dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi antecipado. A primeira parcela foi paga entre 25 de maio e 8 de junho. A segunda foi depositada de 26 de junho a 7 de julho.

Quem tem direito

Segundo a Lei 4.090/1962, que criou a gratificação natalina, têm direito ao décimo terceiro aposentados, pensionistas e quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 15 dias. Dessa forma, o mês em que o empregado tiver trabalhado 15 dias ou mais será contado como mês inteiro, com pagamento integral da gratificação correspondente àquele mês.

Trabalhadores em licença maternidade e afastados por doença ou por acidente também recebem o benefício. No caso de demissão sem justa causa, o décimo terceiro deve ser calculado proporcionalmente ao período trabalhado e pago junto com a rescisão. No entanto, o trabalhador perde o benefício se for dispensado com justa causa.

Cálculo proporcional

O décimo terceiro salário só será pago integralmente a quem trabalha há pelo menos 1 ano na mesma empresa. Quem trabalhou menos tempo receberá proporcionalmente. O cálculo é feito da seguinte forma: a cada mês em que trabalha pelo menos 15 dias, o empregado tem direito a 1/12 (um doze avos) do salário total de dezembro. Dessa forma, o cálculo do décimo terceiro considera como um mês inteiro o prazo de 15 dias trabalhados.

A regra que beneficia o trabalhador o prejudica no caso de excesso de faltas sem justificativa. O mês inteiro será descontado do décimo terceiro se o empregado deixar de trabalhar mais de 15 dias no mês e não justificar a ausência.

Tributação

O trabalhador deve estar atento quanto à tributação do décimo terceiro. Sobre o décimo terceiro, incide tributação de Imposto de Renda, INSS e, no caso do patrão, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. No entanto, os tributos só são cobrados no pagamento da segunda parcela.

A primeira metade do salário é paga integralmente, sem descontos. A tributação do décimo terceiro é informada num campo especial na declaração anual do Imposto de Renda Pessoa Física.

Fonte: Agência Brasil

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Caixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 3
Economia

Caixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 9

by Evidencias 29 de novembro de 2023
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Mães de bebês de até seis meses recebem adicional de R$ 50

Caixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 9
© Roberta Aline / MDS

A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (29) a parcela de novembro do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 9. Pelo segundo mês seguido, o benefício tem um adicional para mães de bebês de até seis meses de idade.ebcebc

Chamado de Benefício Variável Familiar Nutriz, o adicional corresponde a seis parcelas de R$ 50 para garantir a alimentação da criança. Com o novo acréscimo, que destina R$ 16,8 milhões a 349 mil mães neste mês, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome informa que está concluída a implementação do novo Bolsa Família.

Além do novo adicional, o Bolsa Família paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 677,88. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 21,18 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,26 bilhões.

De 11 a 15 de outubro, ocorreu a segunda etapa da qualificação automática de dados do Cadastro Único, que integra os dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, 571,34 mil famílias foram excluídas do programa em novembro por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família. O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes a renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS.

Em compensação, outras 260 mil famílias passaram a fazer parte do programa em novembro. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício. Desde março, 2,66 milhões de famílias passaram a fazer parte do Bolsa Família.

Regra de proteção

Cerca de 2,54 milhões de famílias estão na regra de proteção em novembro. Em vigor desde junho, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 372,52.

Reestruturação

Desde o início do ano, o programa social voltou a chamar-se Bolsa Família. O valor mínimo de R$ 600 foi garantido após a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, que permitiu o gasto de até R$ 145 bilhões fora do teto de gastos neste ano, dos quais R$ 70 bilhões estão destinados a custear o benefício.

O pagamento do adicional de R$ 150 começou em março, após o governo fazer um pente-fino no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), para eliminar fraudes.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Calendário do Bolsa Família
Calendário do Bolsa Família

Calendário do Bolsa Família – Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

Auxílio Gás

Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em dezembro.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

4 dicas para evitar a unha encravada

by Evidencias 28 de novembro de 2023
written by Evidencias

1) Corte as unhas de forma reta e não muito curtas para evitar que cresçam para dentro.
2) Use calçados confortáveis e evite sapatos apertados que pressionem os dedos dos pés.
3) Mantenha os pés sempre secos e limpos, evitando a proliferação de bactérias.
4) Evite mexer ou cutucar as unhas com objetos pontiagudos, para evitar danos e possíveis inflamações.

Dica 1: Corte adequado das unhas

Para evitar a unha encravada, é essencial que você adote uma técnica correta de corte das unhas. Muitas vezes, a unha encravada é causada pelo corte inadequado, que pode levar ao crescimento da unha para dentro da pele. Para realizar um corte adequado, siga as seguintes orientações:

1. Utilize um alicate de unha limpo e desinfetado para evitar infecções. Certifique-se de que o alicate esteja afiado para evitar rasgar a unha.

2. Corte as unhas em linha reta, evitando fazer curvas nas laterais. Corte somente o suficiente para remover o excesso de comprimento, sem atingir as laterais da unha.

3. Evite cortar as unhas muito curtas, pois isso pode causar pressão sobre a pele ao redor da unha e aumentar o risco de encravamento.

4. Mantenha as bordas das unhas retas, sem rebarbas ou cantos pontiagudos. Utilize uma lixa para suavizar as bordas e evitar que elas fiquem ásperas.

5. Evite roer as unhas, pois isso pode enfraquecê-las e aumentar a probabilidade de encravamento.

Dica 2: Mantenha os pés secos e limpos

A umidade excessiva nos pés pode favorecer o surgimento de unhas encravadas. Para evitar esse problema, é importante manter os pés sempre secos e limpos. Siga estas recomendações:

1. Após o banho ou qualquer atividade que envolva água, seque bem os pés, especialmente entre os dedos. A umidade entre os dedos pode criar um ambiente propício para o desenvolvimento de fungos e bactérias, aumentando as chances de unhas encravadas.

2. Utilize meias de algodão, que absorvem melhor o suor e auxiliam na ventilação dos pés. Evite materiais sintéticos que dificultam a respiração da pele.

3. Evite utilizar calçados apertados ou de bicos estreitos, pois eles podem pressionar as unhas e favorecer o encravamento.

4. Ao fazer as unhas dos pés em salões de beleza, certifique-se de que os instrumentos estejam devidamente esterilizados para evitar infecções.

Dica 3: Mantenha as unhas bem hidratadas

Ter unhas saudáveis e hidratadas é essencial para evitar o encravamento. A hidratação adequada contribui para que as unhas permaneçam flexíveis e menos propensas a encravar. Siga estas orientações:

1. Utilize regularmente produtos hidratantes específicos para as unhas e cutículas. Eles ajudam a reforçar a barreira natural da pele e a evitar que ela seque e se torne rígida.

2. Massageie suavemente as cutículas com cremes emolientes. Isso ajudará a amolecê-las e a prevenir o encravamento das unhas.

3. Evite retirar totalmente as cutículas, pois elas têm um papel importante na proteção das unhas. Retire apenas o excesso e empurre-as delicadamente com uma espátula.

4. Mantenha uma alimentação balanceada e rica em nutrientes, pois a saúde das unhas também está relacionada à nutrição adequada.

Dica 4: Evite traumas nas unhas

Traumas nas unhas, como batidas ou pressões repetidas, podem causar danos e deformações que facilitam o encravamento. Para evitar esses traumas, siga estas recomendações:

1. Ao praticar esportes ou atividades que possam causar impacto nas unhas, utilize calçados adequados e meias de proteção.

2. Evite usar as unhas dos pés para abrir objetos, como tampas de refrigerante, pois isso pode causar pressão e danificar a estrutura das unhas.

3. Tenha cuidado ao cortar as unhas dos pés para não fazer ferimentos acidentais que possam levar ao encravamento.

4. Procure utilizar sapatos confortáveis e que não causem pressão excessiva nas unhas.

Seguindo essas dicas, você estará no caminho certo para evitar a tão temida unha encravada. Lembre-se de que a prevenção é sempre o melhor remédio. Cuide bem das suas unhas e mantenha-as sempre saudáveis.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Haddad apresentará no Oriente Médio Plano de Transformação Ecológica
Economia

Haddad apresentará no Oriente Médio Plano de Transformação Ecológica

by Evidencias 28 de novembro de 2023
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Ministro também detalhará na Alemanha novo modelo de desenvolvimento

Haddad apresentará no Oriente Médio Plano de Transformação Ecológica
© Paulo Pinto/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentará o Plano de Transformação Ecológica durante a viagem ao Oriente Médio e à Alemanha. O novo modelo de desenvolvimento sustentável é o tema prioritário da delegação brasileira na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 28), que ocorre nesta e na próxima semana em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.ebcebc

Haddad embarcou nesta segunda-feira (27) e se juntou à comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nesta terça (28), o ministro chegou à Arábia Saudita, onde teve um encontro com o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman no fim da tarde (horário local) para tratar de uma agenda bilateral que fortaleça os laços políticos e econômicos entre os dois países.

Na quarta-feira (29), Haddad e Lula se encontrarão com empresários sauditas na busca por oportunidades de comércio e investimento entre os dois países. Após esses compromissos, a comitiva seguirá para Doha, no Catar, onde Haddad participará de eventos com empresários, com foco na promoção do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Plano de Transformação Ecológica do Brasil. Estão previstos ainda encontros de alto nível com autoridades do Catar.

Na quinta-feira (30), Lula e Haddad chegam a Dubai e, a partir de sexta-feira (1º), começam a participar da COP 28. Entre os compromissos previstos estão reuniões com autoridades internacionais ligadas ao meio ambiente, com destaque para o Plano de Transformação Ecológica. Haddad também acompanhará o presidente Lula em encontros bilaterais.

No domingo (3), Haddad partirá na comitiva do presidente Lula para Alemanha. Os dois terão reuniões bilaterais com ministros alemães ligados à agenda econômica e climática para debaterem acordos de cooperação. O ministro também participará da consulta interministerial Brasil e Alemanha, reunião presidida por Lula.

Mercosul

Na terça-feira da próxima semana (5), Haddad retornará ao Brasil, onde participará da Cúpula Social do Mercosul, no Rio de Janeiro. Em 6 de dezembro, ocorrerá a Reunião Ordinária do Conselho do Mercado Comum do Mercosul, com reuniões dos ministros das Relações Exteriores, da Economia e de presidentes do Banco Central dos estados membros e associados ao bloco econômico.

Em 7 de dezembro, ocorrerá a 63ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados. Presidido pelo presidente Lula, o encontro terá a participação de ministros do Mercosul.

Fonte: Agência Brasil

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Conselho Curador do FGTS aprova orçamento de R$ 117,65 bi para 2024
Economia

Conselho Curador do FGTS aprova orçamento de R$ 117,65 bi para 2024

by Evidencias 28 de novembro de 2023
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Minha Casa, Minha Vida receberá R$ 95,15 bilhões

Conselho Curador do FGTS aprova orçamento de R$ 117,65 bi para 2024
© Ricardo Stuckert/PR

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) terá R$ 117,65 bilhões para aplicar em projetos e políticas públicas previstas por lei. O valor consta do orçamento de 2024 aprovado nesta terça-feira (28) pelo Conselho Curador do FGTS.ebcebc

A quantia foi dividida da seguinte forma: R$ 105,65 bilhões para investimentos em habitação, R$ 6 bilhões para saneamento básico e R$ 6 bilhões para infraestrutura urbana.

O conselho também aprovou um plano de ações para 2024. Na habitação, está prevista a construção de 538 mil unidades habitacionais no próximo ano. A maior parte dos recursos será gasta no programa Minha Casa, Minha Vida, que terá R$ 95,15 bilhões à disposição, o equivalente a 90,1% do orçamento para habitação. Mais R$ 2 bilhões estão destinados à habitação popular em geral.

Dentro do orçamento do Minha Casa, Minha Vida, R$ 9,95 bilhões serão concedidos como subsídio a fundo perdido (sem recuperação do valor) para desconto nas prestações por famílias com renda mensal de até R$ 4,4 mil. O programa pretende conceder o desconto a 339 mil unidades habitacionais no próximo ano.

A linha Pró-Cotista, que beneficia a compra de imóveis a trabalhadores com conta no FGTS, terá R$ 8,5 bilhões. Em relação ao saneamento e à infraestrutura urbana, o orçamento prevê que as obras nas duas áreas beneficiem 14,9 milhões de pessoas.

Conforme o orçamento aprovado, os investimentos do FGTS não comprometerão a saúde financeira do fundo. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, a rentabilidade média das aplicações é suficiente para cobrir todos os custos projetados e formar uma reserva técnica.

Supremo

O orçamento aprovado nesta terça pode mudar se o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir igualar a forma de correção do dinheiro nas contas dos trabalhadores à da poupança. O julgamento sobre o tema foi interrompido no início do mês por um pedido de vista do ministro Cristiano Zanin. Quando o julgamento foi interrompido, havia três votos a favor da mudança.

Atualmente, o FGTS rende 3% ao ano mais a Taxa Referencial (TR). A caderneta rende o equivalente à TR mais 0,5% do mês (6,17% ao ano) quando a Taxa Selic (juros básicos da economia) estiver acima de 8,5% ao ano.

Pela fórmula atual, a poupança rendia 8,26% ao ano no início de novembro. Segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), o FGTS teria de receber aportes anuais de R$ 8,6 bilhões para arcar com a nova fórmula de correção. Além disso, o pagamento de valores retroativos custaria R$ 660 bilhões ao Tesouro Nacional.

Fonte: Agência Brasil

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Comissão do Senado aprova nomes para duas diretorias do Banco Central
Economia

Comissão do Senado aprova nomes para duas diretorias do Banco Central

by Evidencias 28 de novembro de 2023
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Indicados ainda precisam de aprovação do plenário da Casa

Comissão do Senado aprova nomes para duas diretorias do Banco Central
© Lula Marques/ Agência Brasil

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou, no fim da manhã desta terça-feira (28), os nomes de Rodrigues Alves e Paulo Picchetti para a diretoria do Banco Central (BC). As indicações ainda precisam ser aprovados pelo plenário da Casa para serem efetivadas.

Rodrigues Alves, aprovado por 22 votos a favor e um contra, foi indicado para a Diretoria de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta; e Picchetti, com 20 votos a favor, um contra e uma abstenção, para a de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos.ebcebc

Funcionário de carreira do BC, Alves é graduado, mestre e doutor em economia pela Universidade de São Paulo (USP) e professor do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica (PUC), tendo também já trabalhado como professor do Departamento de Economia da USP; diretor adjunto da Diretoria de Relações Internacionais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), na Assessoria Econômica do Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão; no gabinete da Secretaria do Orçamento Federal no Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão.

Brasília (DF) 28/11/2023 Sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) dos indicados pelo atual governo para exercerem cargos na diretoria do Banco Central. Rodrigues Alves Teixeira e Paulo Picchetti, Foto Lula Marques/ Agência Brasil
Brasília (DF) 28/11/2023 Sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) dos indicados pelo atual governo para exercerem cargos na diretoria do Banco Central. Rodrigues Alves Teixeira e Paulo Picchetti, Foto Lula Marques/ Agência Brasil

Funcionário de carreira do BC, Rodrigues Alves Teixeira participa de sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos – Lula Marques/Agência Brasil

 

Durante a sabatina, Alves disse que a autonomia do Banco Central não retirou o seu compromisso com a sociedade e democracia.  Ele afirmou que vai atuar para recompor a carreira dos servidores do BC, que enfrenta redução no quadro funcional, ao mesmo tempo em que ocorre aumento nas tarefas e responsabilidades.

“Ainda que os mandatos de diretores não coincidam com aquele do governo eleito, a autonomia do Banco Central não afasta a possibilidade de um diálogo democrático entre ambos para que se possa ter uma coordenação entre a política monetária e fiscal, uma vez que existem importantes interações entre ambas”, disse Alves, observando que a política fiscal tem impactos na inflação e a política monetária, sobre serviços da dívida pública e a sua evolução.

Ele afirmou ainda que a autonomia do BC não isenta a instituição de críticas dos diferentes atores sociais e ressaltou que a instituição precisa estar aberta para debater as diferentes posições a respeito do debate macroeconômico, feitas a partir de análises críticas das teorias e instrumentos que embasam a atuação da instituição.

“Entretanto, é preciso cautela, mudanças no campo da política macroeconômica e, em especial, da política monetária, devem ser feitas com serenidade e transparência, com embasamento técnico e fazendo uso de uma comunicação eficaz com a sociedade”, defendeu.

Para Alves, que atualmente é secretário especial adjunto de Análise Governamental na Casa Civil da Presidência da República, essa atuação do BC contribui para a manutenção da estabilidade macroeconômica no país. “A estabilidade, bem como um sistema financeiro que permita o direcionamento de recursos com volume, prazos e taxas de juros adequadas para financiar a atividade produtiva, é fundamental para garantir um ambiente favorável aos investimentos, permitindo a retomada do desenvolvimento econômico e social sustentável, garantindo o objetivo último do Banco que é a melhoria de vida das condições do povo brasileiro.”

Arcabouço fiscal

Brasília (DF) 28/11/2023 Sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) dos indicados pelo atual governo para exercerem cargos na diretoria do Banco Central. Rodrigues Alves Teixeira e Paulo Picchetti, Foto Lula Marques/ Agência Brasil
Brasília (DF) 28/11/2023 Sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) dos indicados pelo atual governo para exercerem cargos na diretoria do Banco Central. Rodrigues Alves Teixeira e Paulo Picchetti, Foto Lula Marques/ Agência Brasil

Indicado para uma diretoria do BC, Paulo Picchetti tem nome aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado – Lula Marques/Agência Brasil

Professor pesquisador da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), Picchetti tem mestrado em Economia pela USP e doutorado em Economics pela University of Illinois-System. Já desenvolveu pesquisas para o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre-FGV), especialmente em métodos quantitativos em economia, trabalhando há mais de 20 anos na produção de estatísticas econômicas.

Na sabatina, Pichetti destacou que, em razão de seu trabalho com econometria, já teve a oportunidade de interagir com funcionários do BC e de publicar artigos científicos com alguns deles.

Ao analisar o cenário macroeconômico, Picchetti disse que a política monetária tem várias restrições e condicionantes e que uma das mais importantes é a situação fiscal do país. Na avaliação do professor, o arcabouço fiscal aprovado este ano é positivo por prever uma trajetória para a evolução da dívida pública.

“Aprendemos que não é possível ter uma política monetária que não preste atenção a desequilíbrios intertemporais do setor publico no país”, afirmou. “O arcabouço fiscal tem o grande mérito de apontar uma trajetória de sustentabilidade da dívida, e ela [a sustentabilidade] garante que a política monetária possa ter o papel de estabilizar os preços, com níveis de juros que sejam condizentes com um nível de atividade que garanta emprego para a população e desenvolvimento econômico.” Segundo Pichetti, isso precisa ser preservado e deve-se ter em mente que essas variáveis estão interligadas e que cabe ao Banco Central avaliar a evolução do cenário fiscal para implementar a política monetária adequada para garantir a estabilidade da moeda.

Para o professor, o Banco Central independente consegue desempenhar a sua função básica de controle da inflação e de controle da saúde do sistema financeiro de forma mais eficaz. “Um banco central independente não é um banco central que não dialoga, que não presta contas, pelo contrário, é um banco central que tem liberdade de tomar decisões puramente técnicas, independentes de pressões políticas externas, mas tomando essas decisões de forma a honrar essa concessão de autonomia e entregando os melhores resultados possíveis para o país”, argumentou.

Fonte: Agência Brasil

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Superávit primário do Governo Central cai 40% em outubro
Economia

Superávit primário do Governo Central cai 40% em outubro

by Evidencias 28 de novembro de 2023
written by Evidencias

Resultado ficou positivo em R$ 18,277 bi no mês passado

Superávit primário do Governo Central cai 40% em outubro
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O aumento de gastos em ritmo maior que o crescimento das receitas fez o superávit primário do Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – cair cerca de 40% em outubro. No mês passado, o resultado ficou positivo em R$ 18,277 bilhões, contra superávit de R$ 30,592 bilhões obtido em outubro de 2022. O superávit caiu 40,3% em valores nominais e 43% em termos reais, quando se desconta a inflação.ebcebc

O superávit primário representa o resultado positivo das contas do governo sem os juros da dívida pública. Tradicionalmente, o mês de outubro registra superávit por causa do pagamento trimestral de tributos pelas instituições financeiras.

Em valores nominais, o resultado de outubro foi o quarto melhor da história, só perdendo para outubro de 2022, de 2020 e de 2016. Em valores reais (corrigido pela inflação), foi o oitavo maior superávit para o mês. O superávit recorde para meses de outubro foi registrado em outubro de 2016, quando houve resultado positivo de R$ 40,872 bilhões por causa da repatriação de recursos no exterior ocorrida na época.

Apesar da queda em relação ao ano passado, o resultado veio melhor do que o esperado pelas instituições financeiras. Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todos os meses pelo Ministério da Fazenda, os analistas de mercado esperavam resultado positivo de R$ 17 bilhões em outubro.

Com o resultado de outubro, o Governo Central acumula déficit primário de R$ 75,09 bilhões em 2023. Em valores nominais, esse é o terceiro maior déficit acumulado, só perdendo para o os dez primeiros meses de 2020 (resultado negativo de R$ 680,865 bilhões) e de 2017 (-R$ 104,493 bilhões). Em valores reais (corrigido pela inflação), é o sexto maior déficit da série.

O resultado primário representa a diferença entre as receitas e os gastos, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano estabelece meta de déficit primário de R$ 231,5 bilhões para o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central).

Em janeiro, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou um pacote que pretende aumentar a arrecadação e revisar gastos para melhorar as contas públicas e diminuir o déficit para cerca de R$ 100 bilhões em 2023. Na semana passada, a Secretaria de Política Econômica informou que a previsão oficial de déficit primário está em R$ 177,4 bilhões para este ano, podendo chegar a R$ 203,4 bilhões se considerada a metodologia do Banco Central

Receitas

Na comparação com outubro do ano passado, as receitas subiram, mas as despesas aumentaram em volume maior por causa do Bolsa Família e dos gastos com a Previdência Social. No último mês, as receitas líquidas subiram 5,5% em valores nominais. Descontada a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a alta chega a 0,6%. No mesmo período, as despesas totais subiram 15,4% em valores nominais e 10,1% após descontar a inflação.

Se considerar apenas as receitas administradas (relativas ao pagamento de tributos), houve alta de 0,3% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano passado, já descontada a inflação. No entanto, houve reduções no Imposto de Importação, por causa principalmente da queda do dólar e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), por causa da compensação de tributos decorrente de uma decisão do Supremo Tribunal Federal de 2021, retroativa a 2017.

Em relação às receitas não-administradas pela Receita Federal, os maiores recuos foram registrados nas receitas de royalties, que caíram R$ 3,31 bilhões (-15,1%) descontada a inflação no mês passado na comparação com outubro de 2022. Atualmente, a cotação do barril internacional está em torno de US$ 82 após ter chegado a US$ 120 no meio do ano passado, por causa da guerra entre Rússia e Ucrânia.

Despesas

Turbinados pelo novo Bolsa Família, os gastos com programas sociais subiram R$ 6,8 bilhões acima da inflação em outubro na comparação com o mesmo mês do ano passado. Também subiram os gastos com a Previdência Social (+R$ 2,3 bilhões) e gastos discricionários (não obrigatórios) com a saúde (+R$ 3 bilhões) e a defesas (+R$ 1,4 bilhão).

Os gastos com o funcionalismo federal caíram 1,3%, descontada a inflação nos dez primeiros meses do ano comparados com o mesmo período do ano passado. Apesar do aumento de 9% concedido aos servidores do Poder Executivo Federal, aprovado no fim de abril pelo Congresso, o pagamento de precatórios e de demais dívidas judiciais ao funcionalismo caiu R$ 4,53 bilhões no ano.

Em relação aos investimentos (obras públicas e compra de equipamentos), o governo federal investiu R$ 51,01 bilhões nos dez primeiros meses do ano. O valor representa alta de 53,9% acima do IPCA em relação ao mesmo período de 2022. Nos últimos meses, essa despesa tem alternado momentos de crescimento e de queda descontada a inflação. O Tesouro atribui a volatilidade ao ritmo variável no fluxo de obras públicas.

Fonte: Agência Brasil

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Marinho: o que gera emprego é demanda por produção, e não desonerações
Economia

Marinho: o que gera emprego é demanda por produção, e não desonerações

by Evidencias 28 de novembro de 2023
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Ministro defende que o bom funcionamento da economia é que gera vagas

Marinho: o que gera emprego é demanda por produção, e não desonerações
© Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse que desonerações para setores específicos não geram empregos para o país. O que gera vagas, segundo ele, é o bom funcionamento, de forma sistêmica, da economia, motivada pelo aumento da demanda por produção.ebcebc

A afirmação foi feita nesta terça-feira (28) – durante coletiva de imprensa na qual foram anunciados os números do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) – após o ministro ser perguntado sobre os reflexos do veto presidencial ao projeto de lei que prorrogaria benefícios a 17 setores considerados intensivos em mão de obra.

Contrassenso

Marinho disse ver um “contrassenso” se falar em desoneração de setores no momento em que o Congresso Nacional ainda está executando um plano para a reforma tributária.

“É preciso, na reforma tributária, buscar e planejar de tal forma que dê solução para o conjunto da economia e, nesse bojo, observar setores que eventualmente necessitem de uma atenção além. Agora, escolher setores com a justificativa [apresentada] de geração de empregos, eu não acredito. O que gera empregos não é salário menor deste ou daquele setor, nem é incentivo fiscal para este ou aquele setor. O que gera emprego maior é a economia estar demandando mais produção”, argumentou o ministro

Segundo Marinho, uma empresa não vai contratar ou demitir em cima de eventualidades. “Incentivos, por exemplo, para a contratação de jovens, podem eventualmente fazer com que empresas troquem trabalhadores motivada por esse incentivo. Ela então vai substituir mão de obra. Não vai gerar empregos”, acrescentou.

O ministro comparou a atual discussão com o ocorrido durante a reforma trabalhista implementada durante o governo Temer.

“Fizeram um desmonte na legislação trabalhista, prometendo geração de empregos em massa, mas o que aconteceu foi a precarização do trabalho. Por isso precisamos olhar o todo do conjunto da economia, que precisa crescer de forma saudável, perene e contínua. Voos de galinha não resolvem o problema da economia”, complementou.

Fonte: Agência Brasil

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Governo lança programa para qualificar 100 mil trabalhadores
Economia

Governo lança programa para qualificar 100 mil trabalhadores

by Evidencias 28 de novembro de 2023
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Iniciativa é aposta do ministério para fazer economia crescer

Governo lança programa para qualificar 100 mil trabalhadores
© José Cruz/Agência Brasil

O Programa Manuel Querino de Qualificação Profissional (PMQ) foi lançado nesta terça-feira (28), em Brasília, para fortalecer a política pública de qualificação para trabalhadores, principalmente jovens e a população vulnerável, com foco na promoção da diversidade e combate à discriminação.ebcebc

A oferta de cursos foi viabilizada por meio de parcerias firmadas entre o Ministério do Trabalho e Emprego com estados e municípios que aderiram ao Sistema Nacional de Empregos (Sine) e com institutos e universidades federais.

Segundo a diretora de qualificação social e profissional do Ministério do Trabalho, Cristina Kavalkievicz, a expectativa é que sejam alcançadas cerca de 60 mil pessoas, por meio do Sistema Nacional de Emprego e 40 mil por universidades e institutos federais, em uma primeira fase.

“Em uma próxima etapa queremos firmar [parcerias] com movimentos da sociedade civil organizada, mas ainda precisamos buscar mais recursos”, avaliou.

Crescimento da economia

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho (foto), destacou que o Programa Manoel Querino é uma das iniciativas que o governo aposta para fazer a economia crescer. Para ele, é importante conceder a oportunidade para o profissional acompanhar as inovações do mercado. 

“É necessário também praticar boas remunerações e, para isso, a política de valorização do salário mínimo vai desempenhar uma tarefa fundamental para aumentar a massa salarial, que leva ao crescimento do consumo e aumento da demanda de produção”, explicou.

O lançamento do programa também é, na avaliação do ministro, mais uma frente da política de reconstrução do Brasil, porque a Política Nacional de Qualificação do Trabalhador havia sido descontinuada no governo anterior e agora volta revisada para acompanhar a atualização econômica.

“Nós temos que apostar nos acordos coletivos, no aumento de representatividade dos sindicatos, na melhoria do ambiente de trabalho e, acima de tudo, no ambiente da economia com novos investimentos, inovações, transição energética, respeito ao meio ambiente, sem discriminação e sem preconceito, salientou o ministro.

Homenagem

O nome do programa de qualificação profissional é uma homenagem ao escritor abolicionista baiano de Santo Amaro, Manoel Querino, nascido em 28 de julho de 1851. Ele foi responsável pela fundação de uma das primeiras cooperativas de trabalhadores da construção civil do Brasil, a Liga Operária Baiana.

Brasília (DF) 28/11/2023 - Cartaz do lançamento do Programa Manuel Querino de Qualificação Profissional (PMQ). O PMQ tem como prioridade os setores de economia verde e azul; economia digital e neoindustrialização; cultura e economia criativa; saúde e economia do cuidado; turismo; e economia popular e solidária.
Foto: José Cruz/Agência Brasil
Brasília (DF) 28/11/2023 - Cartaz do lançamento do Programa Manuel Querino de Qualificação Profissional (PMQ). O PMQ tem como prioridade os setores de economia verde e azul; economia digital e neoindustrialização; cultura e economia criativa; saúde e economia do cuidado; turismo; e economia popular e solidária.
Foto: José Cruz/Agência Brasil

Programa de qualificação profissional presta homenagem ao escritor abolicionista baiano Manoel Querino – Foto – José Cruz/Agência Brasil

Como pensador que se debruçou na valorização da cultura africana na Bahia, Querino foi responsável pelos primeiros registros antropológicos existentes no estado, além de ter criado o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, do qual foi membro fundador até o seu falecimento, em 14 de fevereiro de 1923.

“Foi um grande intelectual negro que representa esse compromisso do ministério com o resgate do trabalhador, sem preconceitos e de forma diversa”, finalizou o ministro.

Fonte: Agência Brasil

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Brasil gera mais de 190 mil postos com carteira assinada em outubro
Economia

Brasil gera mais de 190 mil postos com carteira assinada em outubro

by Evidencias 28 de novembro de 2023
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País tem saldo positivo de 1.784.695 novas vagas em 2023

Brasil gera mais de 190 mil postos com carteira assinada em outubro
© Marcello Casal JrAgência Brasil

Em outubro, o Brasil gerou 190.366 postos de trabalho com carteira assinada. Com isso, acumula, ao longo do ano, um saldo positivo de 1.784.695 novas vagas em todas as unidades da Federação em quatro dos cinco grupamentos econômicos que constituem o levantamento. A exceção foi a Agricultura, que teve saldo negativo.ebcebc

Os números constam do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta terça-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Setores

O saldo positivo de outubro resulta das 1.941.281 admissões e dos 1.750.915 desligamentos registrados no mês. Segundo o MTE, a maioria dos empregos formais foram criados nos setores de Serviços (109.939) e de Comércio (49.647).

Com o resultado acumulado do ano, o estoque total recuperado para o Caged ficou em 44.229.120 postos de trabalho formais. “O maior crescimento do emprego formal em outubro ocorreu no setor de Serviços, com um saldo de 109.939 postos, com destaque para Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, que teve saldo positivo de 65.128 empregos”, informou por meio de nota o ministério.

Ainda segundo a pasta, a segunda maior geração foi observada no setor de Comércio, com 49.647 postos de trabalho gerados no mês, “principalmente no comércio varejista de mercadorias, com predominância de supermercados (saldo positivo de 6.307 postos) e hipermercados (1.925), além dos artigos de vestuário (5.026)”, complementa o estudo.

O terceiro maior crescimento registrado foi na Indústria: saldo positivo de 20.954 novos postos com carteira assinada. O maior destaque ficou com o setor de fabricação de açúcar em bruto (1,5 mil) e fabricação de móveis, com saldo de 1.330. Já a Construção Civil teve saldo positivo de 11.480 empregos.

Saldo negativo

O único setor que registrou saldo negativo foi o da Agropecuária, com 1.656 empregos perdidos no mês. “É um saldo pequeno, mas negativo, resultado da coleta de produtos como o café, entre outros”, avaliou o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, em entrevista a imprensa.

Segundo o MTE, esse resultado decorre da desmobilização do café (-2.850), do cultivo de alho (-1.677), cultivo de batata-inglesa (-1.233) e de cebola (-1.138) que superaram o aumento nas atividades de produção de sementes (4.088).

São Paulo foi o estado que obteve o maior saldo de empregos formais. A maior parte dos 69.442 mil novos postos está concentrada no setor de serviços, que obteve saldo positivo de 44.112 novos postos. No Rio de Janeiro, foram gerados 18.803 novas vagas, enquanto no Paraná, o saldo positivo ficou em 14.945 postos.

Acumulado de 2023

São Paulo é também o estado com maior número de novos postos de trabalho no acumulado do ano, com um total 502.193 novas contratações. Na sequência vem Minas Gerais, com 187.485 novos postos e Rio de Janeiro (141.981 vagas formais).

“O maior crescimento do emprego formal no acumulado do ano ocorreu no setor de Serviços, que gerou 976.511 postos de trabalho até outubro (54,4% do saldo), com destaque para as atividades de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (355.869), e para as atividades de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (312.552)”, detalhou o levantamento.

Na Construção Civil foram gerados 253.876 postos, com destaque para as obras de infraestrutura (86.099). A indústria apresenta, ao longo do ano, um saldo positivo de 251.11 novos postos, com destaque para a fabricação de produtos alimentícios (81.523).

O comércio gerou 193.526 novas vagas formais, com destaque para o setor de supermercados (17.491), minimercados (12.207) e produtos farmacêuticos (12.684); e a Agropecuária gerou 109.698 postos, tendo como destaques os cultivos de soja (15.870), cana-de-açúcar (15.475) e laranja (7.949).

Tendo como recorte os grupos populacionais, o Caged verificou em outubro saldo positivo tanto para mulheres (90.696 vagas geradas). como para os homens (99.671). Do total de vagas geradas no mês, 110.240 foram para pessoas declaradas como pardas; 64.660 brancas; 22.300 declaradas pretas ; 15.395 amarelas e 652 são declaradas indígenas. Foram também criados 1.699 novos postos de trabalhos para pessoas com deficiência.

Fonte: Agência Brasil

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Governo de Minas Gerais concorda em federalizar estatais locais
Economia

Prévia da inflação oficial fica em 0,33% em novembro

by Evidencias 28 de novembro de 2023
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IPCA-15 acumula 4,30% no ano e 4,84% em 12 meses

Prévia da inflação oficial fica em 0,33% em novembro
© Marcello Casal JrAgência Brasil

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial do país, foi de 0,33% em novembro deste ano. A taxa ficou acima do 0,21% da prévia do mês anterior, mas abaixo do 0,53% da prévia de novembro de 2022. ebcebc

O dado foi divulgado nesta terça-feira (28), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o IPCA-15 acumula 4,30% no ano e 4,84% em 12 meses. 

Oito dos nove grupos de despesa pesquisados pelo IBGE apresentaram alta de preços na prévia da inflação oficial de novembro, com destaque para alimentação e bebidas: 0,82%. 

Essa foi a primeira alta de preços dos alimentos desde a prévia de maio deste ano, ou seja, em cinco meses. 

Alta

A alimentação no domicílio teve aumento de custo de 1,06%, em razão das altas de preços de produtos como cebola (30,61%), batata-inglesa (14,01%), arroz (2,60%), frutas (2,53%) e carnes (1,42%). A alimentação fora do domicílio subiu 0,22%, com aumentos de preços de 0,22% da refeição e 0,35% do lanche.  

Também tiveram altas de preços relevantes na prévia de novembro os grupos de despesas pessoais (0,52%), devido ao aumento do pacote turístico (2,04%), hospedagem (1,27%) e serviço bancário (0,63%); e de transportes (0,18%), este puxado pela passagem aérea (19,03%) e por táxi (2,60%). 

Comunicação foi o único grupo de despesas a apresentar deflação (queda de preços) no período: -0,22%. Os demais grupos tiveram as seguintes taxas de inflação: vestuário (0,55%), artigos de residência (0,24%), habitação (0,20%), saúde e cuidados pessoais (0,08%) e educação (0,03%). 

 

Fonte: Agência Brasil

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Caixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 3
Economia

Caixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 8

by Evidencias 28 de novembro de 2023
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Mães de bebês de até seis meses recebem adicional de R$ 50

Caixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 8
© Roberta Aline / MDS

A Caixa Econômica Federal paga nesta terça-feira (28) a parcela de novembro do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 8. Pelo segundo mês seguido, o benefício tem um adicional para mães de bebês de até seis meses de idade.ebcebc

Chamado de Benefício Variável Familiar Nutriz, o adicional corresponde a seis parcelas de R$ 50 para garantir a alimentação da criança. Com o novo acréscimo, que destina R$ 16,8 milhões a 349 mil mães neste mês, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome informa que está concluída a implementação do novo Bolsa Família.

Além do novo adicional, o Bolsa Família paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 677,88. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 21,18 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,26 bilhões.

De 11 a 15 de outubro, ocorreu a segunda etapa da qualificação automática de dados do Cadastro Único, que integra as informações do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, 571,34 mil famílias foram excluídas do programa em novembro por terem renda acima das regras estabelecidas. O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes a renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo \instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Em compensação, 260 mil famílias passaram a fazer parte do programa em novembro. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício. Desde março, 2,66 milhões de famílias passaram a fazer parte do Bolsa Família.

Regra de proteção

Cerca de 2,54 milhões de famílias estão na regra de proteção em novembro. Em vigor desde junho, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 372,52.

Reestruturação

Desde o início do ano, o programa social voltou a se chamar Bolsa Família. O valor mínimo de R$ 600 foi garantido após a aprovação da Emenda Constitucional da Transição, que permitiu a utilização de até R$ 145 bilhões fora do teto de gastos neste ano, dos quais R$ 70 bilhões estão destinados a custear o benefício.

O pagamento do adicional de R$ 150 começou em março, após o governo fazer um pente-fino no Cadastro Único para programas Sociais (CadÚnico), a fim de eliminar fraudes.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Auxílio Gás

Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias inscritas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em dezembro.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Corrimento na gravidez prejudica o bebê?

by Evidencias 28 de novembro de 2023
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Ocorrimento de corrimento durante a gravidez não prejudica o bebê, mas é importante estar atento a certos sintomas para evitar complicações futuras.

Corrimento normal da gravidez

Durante a gravidez, é comum que as mulheres experimentem diversas alterações em seu corpo, especialmente em relação ao sistema reprodutivo. Uma das questões mais frequentes é o corrimento vaginal durante esse período tão especial. No entanto, é importante saber diferenciar o corrimento normal daquele que pode representar algum risco para o bebê.

O corrimento vaginal normal na gravidez é uma reação do organismo ao aumento dos hormônios e às mudanças que ocorrem no trato vaginal. Esse corrimento costuma ser branco ou transparente, sem odor desagradável e não causa coceira ou desconforto. É apenas um sintoma natural da gravidez e não deve ser motivo para preocupação.

Tratamento para corrimento na gravidez

É fundamental que, ao perceber qualquer alteração no corrimento vaginal durante a gravidez, a mulher procure orientação médica para confirmar se está tudo bem com a saúde do bebê. O diagnóstico preciso e tratamento adequado garantem tranquilidade e bem-estar tanto para a gestante quanto para o feto.

O tratamento para o corrimento na gravidez varia de acordo com a causa e gravidade do problema. Em muitos casos, o médico poderá receitar o uso de medicamentos seguros para a gestante e que não prejudiquem o desenvolvimento do bebê. É importante ressaltar que a automedicação deve ser evitada durante a gestação, pois substâncias inadequadas podem trazer consequências negativas para o feto.

Além disso, algumas medidas podem ser adotadas para auxiliar no tratamento do corrimento na gravidez, como o uso de calcinhas de algodão, evitar roupas apertadas, manter a higiene íntima adequada e não utilizar produtos de limpeza agressivos na região genital. Essas práticas simples auxiliam no controle do pH vaginal e contribuem para a redução das chances de infecções ou complicações no período gestacional.

É importante ressaltar que cada caso é único e as mulheres devem seguir rigorosamente as orientações do médico responsável pelo acompanhamento da gravidez. Apenas um profissional de saúde poderá realizar o diagnóstico correto e indicar o tratamento mais adequado para cada situação.

Em suma, o corrimento na gravidez pode ser um sintoma completamente comum e normal, desde que apresente as características típicas e não cause desconforto. Caso contrário, é essencial buscar ajuda médica e seguir as orientações para preservar a saúde da mulher e do bebê. A prevenção também desempenha um papel fundamental, sendo importante adotar hábitos de higiene adequados e evitar situações que possam levar ao desequilíbrio do pH vaginal. Lembre-se: a saúde da gestante reflete diretamente no desenvolvimento saudável do feto.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Petrobras desiste da venda de refinaria no Ceará
Economia

Petrobras desiste da venda de refinaria no Ceará

by Evidencias 27 de novembro de 2023
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Estatal alega descumprimento de condições precedentes

Petrobras desiste da venda de refinaria no Ceará
© Divulgação/Petrobrás

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (27) que rescindiu o contrato de venda da refinaria Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (Lubnor), em Fortaleza. Em termos práticos, isso significa que a estatal não vai mais vender a instalação. O negócio tinha sido anunciado em maio do ano passado, por US$ 34 milhões, o equivalente, em valores de hoje, a cerca de R$ 170 milhões.ebcebc

O comprador seria a Grepar Participações Ltda., controlada pela Greca Distribuidora de Asfaltos Ltda. e Holding GV Participações S.A.  

De acordo com comunicado da empresa, a desistência foi “em razão da ausência de cumprimento de condições precedentes estabelecidas até o prazo final definido em tal contrato (25/11/2023), em que pesem os melhores esforços empreendidos pela Petrobras para conclusão da transação”. 

Condições precedentes

O termo “condições precedentes” é uma prática comum em contratos de compra e venda de empresas e representa uma série de compromissos que devem ser cumpridos pelas partes envolvidas após a assinatura do contrato inicial. Caso as condições não sejam atingidas, o negócio é desfeito. 

No comunicado, a Petrobras não informou especificamente quais termos não foram cumpridos. Dez por cento do valor da venda, US$ 3,4 milhões, foram pagos à estatal no dia do anúncio do negócio. O comunicado desta segunda-feira não informa se e como o valor será devolvido.

O processo de venda da Lubnor tinha, inclusive, já sido aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que verifica se compras e fusões de empresas não são prejudiciais à ampla e livre concorrência. 

“A Petrobras reforça o seu compromisso com a continuidade operacional da Lubnor, com a confiabilidade e disponibilidade de suas unidades e zelando pela segurança e respeito ao meio ambiente e às pessoas”, publicou a companhia.

A refinaria

Inaugurada em 1966, a Lubnor é uma das líderes na produção de asfalto no Brasil, sendo responsável por cerca de 10% da produção no país. A instalação produz ainda lubrificantes naftênicos, um produto para usos como isolante térmico para transformadores de alta voltagem e amortecedores para veículos e equipamentos pneumáticos.

Além de produtora, a refinaria é também distribuidora de asfalto para nove estados das regiões Norte e Nordeste.

Sindicato

O Sindicato dos Petroleiros do Ceará e Piauí comemorou o cancelamento da privatização. “Queremos agradecer a toda a sociedade civil, movimentos sociais, parlamentares e demais apoiadores que lutaram contra esse processo de privatização e, principalmente, dar os parabéns à valorosa categoria petroleira, que chegou a realizar uma greve contra essa venda”, disse, pelas redes sociais, o presidente do sindicado, Fernandes Neto.

Plano estratégico

À época do anúncio da venda, a Petrobras tinha informado que “a operação estava alinhada à estratégia de gestão de portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor e maior retorno à sociedade”.

O cancelamento de agora vai ao encontro do entendimento da atual diretoria, que tomou posse em 2023. Na última sexta-feira (24), na apresentação do plano estratégico para o quinquênio 2024-2028, o presidente da estatal, Jean Paul Prates, afirmou que não mais seriam vendidas refinarias. “Pelo contrário, vamos investir nelas”.

Fonte: Agência Brasil

27 de novembro de 2023 0 comments
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Investimentos no Tesouro Direto somam R$ 3,325 bilhões em outubro
Economia

Arrecadação federal chega a R$ 215,6 bilhões em outubro

by Evidencias 27 de novembro de 2023
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Índice mostra aumento real de 0,1%, diz Receita Federal

Arrecadação federal chega a R$ 215,6 bilhões em outubro
© José Cruz/Agência Brasil

A arrecadação da União com impostos e outras receitas teve leve alta, alcançando R$ 215,60 bilhões em outubro, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (27) pela Receita Federal. O resultado representa aumento real de 0,1%, ou seja, descontada a inflação, em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em comparação com outubro de 2022.ebcebc

No acumulado de janeiro a outubro, a arrecadação chegou a R$ 1,9 trilhão, recuo real de 0,68%, em relação aos nove primeiros meses do ano passado. Os dados sobre a arrecadação de outubro estão disponíveis no site da Receita Federal. 

Quanto às receitas administradas pelo órgão, o valor arrecadado no mês passado ficou em R$ 195,58 bilhões, representando acréscimo real de 0,71%, enquanto no período acumulado de janeiro a outubro, a arrecadação alcançou R$ 1,8 trilhão, alta real de 0,65%. 

Os resultados foram influenciados por alterações na legislação tributária e por pagamentos atípicos tanto em 2022 quanto em 2023, especialmente do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), que incide sobre o lucro das empresas. Segundo a Receita, ambos são importantes indicadores da atividade econômica, sobretudo, do setor produtivo. 

As desonerações concedidas no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Programa de Integração Social/Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins) sobre combustíveis também influenciaram no resultado. 

Lucro das empresas 

A arrecadação do IRPJ e da CSLL somou R$ 52,49 bilhões em outubro, com redução real de 7,06% sobre o mesmo mês de 2022. O resultado é explicado pelo decréscimo real de 12,98% na arrecadação da estimativa mensal de empresas e de 12,25% na arrecadação do balanço trimestral. Na apuração por estimativa mensal, o lucro real é apurado anualmente, sendo que a empresa está obrigada a recolher mensalmente o imposto, calculado sobre uma base estimada. 

A Receita ressaltou, por outro lado, que, em outubro do ano passado, houve pagamentos atípicos de R$ 3 bilhões nessa arrecadação. 

No acumulado do ano, o IRPJ e a CSLL somaram R$ 409,91 bilhões, com queda real de 8,59%. O desempenho é explicado pelo recuo real de 14,29% da estimativa mensal e de 33,96% na declaração de ajuste do IRPJ e da CSLL, relativa a fatos geradores ocorridos em 2022, conjugados com os acréscimos reais de 4,95% do lucro presumido. 

“Além disso, houve recolhimentos atípicos da ordem de R$ 5 bilhões, especialmente por empresas ligadas à exploração de commodities [produtos primários com cotação em mercados internacionais], no período de janeiro a outubro deste ano, e de 40 bilhões, no mesmo período de 2022”, informou a Receita Federal. 

Fatores não recorrentes 

Contribuindo para melhorar a arrecadação, houve recolhimento extra do imposto de exportação sobre combustíveis em outubro deste ano, de R$ 47 milhões, o que não ocorreu no mesmo mês de 2022. 

Por outro lado, também houve desonerações tributárias. Apenas em outubro, a redução de alíquotas do PIS/Cofins sobre combustíveis resultou em uma desoneração de R$ 1,46 bilhão; em outubro de 2022 havia sido de R$ 3,75 bilhões. No ano, a desoneração chega a R$ 28,71 bilhões. Já a redução de alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) custou R$ 1,9 bilhão à Receita no mês passado e R$ 19 bilhões de janeiro a outubro.

“Sem considerar os fatores não recorrentes acima, haveria um crescimento real de 3,22% na arrecadação do período acumulado e um acréscimo real de 1,03% na arrecadação do mês de outubro.”, informou o órgão. 

Outros destaques 

Outro destaque da arrecadação de outubro foi a Receita Previdenciária que teve aumento real de 3,28%, chegando a R$ 48,70 bilhões. Esse desempenho é explicado pelo crescimento real de 1,72% da massa salarial. Além disso, houve crescimento de 27% nas compensações tributárias com débitos de receita previdenciária em razão da Lei 13.670/18, que vedou a utilização de créditos tributários para a compensação de débitos de estimativas mensais do IRPJ e da CSLL. 

No acumulado do ano, a Receita Previdenciária totalizou uma arrecadação de R$ 486,98 bilhões, com crescimento real de 5,43%.

O PIS/Pasep e a Cofins apresentaram, no conjunto, uma arrecadação de R$ 37,46 bilhões no mês passado, representando crescimento real de 8,2%. Esse desempenho é explicado pela combinação dos seguintes fatores: do aumento real de 2,9% no volume de vendas e da queda real de 1,2% no volume de serviços entre setembro de 2023 e setembro de 2022; e da modificação da tributação incidente sobre o diesel, gasolina e álcool.

O Imposto de Renda Retido na Fonte – Rendimentos de Capital apresentou uma arrecadação de R$ 8,68 bilhões, com crescimento real de 26,11%. Os resultados podem ser explicados pela alta da taxa Selic (juros básicos da economia), que influenciou o recolhimento dos rendimentos dos fundos e títulos de renda fixa. No acumulado do ano, o acréscimo foi 23,92% nesse item, chegando a R$ 90,30 bilhões.

Em outubro, o Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) teve uma arrecadação de R$ 4,40 bilhões, com aumento real de 5,88%. Esse resultado se deve ao acréscimo real de 14% na arrecadação das quotas da declaração de ajuste anual.

No acumulado do ano, outro destaque é para IRRF – Rendimentos do Trabalho apresentou uma arrecadação de 157,80 bilhões, com crescimento real de 4,54%. Esse resultado se deve às altas nos itens “Rendimentos do Trabalho Assalariado” (6,36%) e “Participação nos Lucros ou Resultados – PLR” (11,92%), combinados com o decréscimo no item “Aposentadoria do Regime Geral ou do Servidor Público” (6,32%).

Indicadores macroeconômicos

A Receita Federal apresentou, também, os principais indicadores macroeconômicos que ajudam a explicar o desempenho da arrecadação, tanto no mês quanto no acumulado do ano. Entre os indicadores, estão a venda de serviços, com queda de 1,2% em setembro (fator gerador da arrecadação de outubro) e crescimento de 3,8% no ano; e a massa salarial, que cresceu 6,99% em setembro (12,99% no ano), em relação ao mesmo mês de 2022.

A venda de bens também cresceu 2,9% no mês e 3,56% no ano. Já a produção industrial caiu 0,82% em setembro e 1,12% no acumulado do ano, comparado ao período de dezembro de 2021 a setembro de 2022. 

O valor em dólar das importações, vinculado ao desempenho industrial, também teve recuo, de 12,94% em relação a setembro do ano passado e 12,04% no ano.

Fonte: Agência Brasil

27 de novembro de 2023 0 comments
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