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Percentual de biodiesel no diesel subirá para 14% em março de 2024
Economia

Percentual de biodiesel no diesel subirá para 14% em março de 2024

by Evidencias 19 de dezembro de 2023
written by Evidencias

Antecipação do aumento foi aprovada pelo CNPE nesta terça-feira (19)

Percentual de biodiesel no diesel subirá para 14% em março de 2024
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) decidiu nesta terça-feira (19) aumentar o teor de biodiesel na mistura ao óleo diesel de 12% para 14% a partir de março de 2024. O percentual subirá para 15% a partir de março de 2025.ebcebc

O cronograma anterior previa a mistura B14 para abril de 2025 e a B15 para 2026. Segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), a expectativa é que, com a medida, seja evitada a emissão de 5 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera, além da redução de cerca de R$ 7,2 bilhões com a importação de diesel fóssil.

A 42º reunião ordinária do CNPE contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente Geraldo Alckmin. Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a ampliação do biodiesel na matriz energética diminui a dependência do Brasil da importação de óleo diesel e ajuda o país na descarbonização, além de estimular a agricultura nacional.

O CNPE também aprovou a suspensão temporária da importação de biodiesel, revertendo decisão do governo anterior. “Deliberamos junto com o aumento da mistura que fica suspensa a importação deliberada pela ANP até que um grupo de trabalho defina se essa é ou não a melhor estratégia nacional”, disse Silveira.

Também foi criado grupo de trabalho para deliberar tecnicamente sobre a possibilidade de aumentar a mistura do álcool anidro na gasolina de 27,30% para 30%. A mudança é um dos eixos previstos no Projeto de Lei do Combustível do Futuro, apresentado pelo MME, e que está em tramitação no Congresso Nacional.

Repercussão

Para a Frente Parlamentar Mista do Biodiesel do Congresso Nacional (FPBio), a decisão do CNPE sobre a antecipação do aumento da mistura é de grande importância para o setor de biodiesel e permite que haja previsibilidade de produção e a possibilidade de organização dos investimentos e dos negócios.

A Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio) também comemorou a antecipação do aumento da mistura. Para a entidade, as medidas definem um horizonte mais claro de previsibilidade e de segurança jurídica para o setor retomar investimentos e acelera o processo de descarbonização do transporte no Brasil.

Fonte: Agência Brasil

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BC: equilíbrio de contas públicas é importante para queda da inflação
Economia

BC: equilíbrio de contas públicas é importante para queda da inflação

by Evidencias 19 de dezembro de 2023
written by Evidencias

Expectativas acima da meta preocupam instituição financeira

BC: equilíbrio de contas públicas é importante para queda da inflação
© Marcello Casal JrAgência Brasil

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reforçou a importância do cumprimento da política fiscal do governo para equilíbrio das contas públicas e consequente queda da inflação. As expectativas de inflação acima da meta preocupam o BC e é um fator que impacta a decisão do BC sobre a taxa básica de juros, a Selic. ebcebc

Para os membros do colegiado, em reunião na semana passada, a redução das expectativas requer o contínuo fortalecimento da credibilidade e da reputação tanto das instituições públicas como dos arcabouços fiscal e monetário, que compõem a política econômica brasileira. 

“Com relação ao cenário fiscal, tendo em conta a importância da execução das metas fiscais já estabelecidas para a ancoragem das expectativas de inflação e, consequentemente, para a condução da política monetária, o Comitê reafirma a importância da firme persecução dessas metas”, diz a ata da reunião, divulgada nesta terça-feira (19) pelo BC. 

“O Comitê reforçou a visão de que o esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia, com impactos deletérios sobre a potência da política monetária e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade”, acrescenta o documento. 

A taxa neutra é aquela que nem estimula, nem desestimula a economia, ou seja, é a taxa de juros real consistente para manter o nível de atividade econômica, com o fomento ao pleno emprego e a inflação na meta. 

Quando o BC quer conter a demanda aquecida e frear a inflação, ele aumenta a taxa básica de juros para uma posição acima do juro neutro. Já para incentivar a produção e o consumo, o Copom diminui a Selic. Em caso de economia estável, com a inflação no centro da meta, a Selic tende a ficar próxima da taxa neutra. Então, quanto maior for o juro neutro, maior será a Selic. 

De acordo com o último Relatório de Inflação da instituição financeira, a média da taxa de juros real neutra está em 4,8%, com intervalo entre 4,5% e 5%. 

O comitê relembrou que não há relação mecânica desses fatores com a política monetária mas as variáveis, como a dinâmica fiscal ou o cenário externo, podem alterar as expectativas de mercado, fator que impacta a decisão do BC sobre os juros. 

“Houve um progresso desinflacionário relevante, em linha com o antecipado pelo comitê, mas ainda há um caminho longo a percorrer para a ancoragem das expectativas e o retorno da inflação à meta, o que exige serenidade e moderação na condução da política monetária”, diz a ata. 

Taxa Selic 

Na semana passada, o Copom decidiu reduzir a taxa Selic, de 12,25% ao ano para 11,75% ao ano. O comportamento dos preços fez o BC cortar os juros pela quarta vez no semestre, em um ciclo que deve seguir com cortes de 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões. Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada por economistas. 

A taxa Selic é o principal instrumento de BC para alcançar a meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A autarquia não adiantou quando parará de reduzir a Selic e informou que o momento dependerá do comportamento da inflação no primeiro semestre de 2024. 

“A magnitude total do ciclo de flexibilização ao longo do tempo dependerá da evolução da dinâmica inflacionária, em especial dos componentes mais sensíveis à política monetária e à atividade econômica, das expectativas de inflação, em particular daquelas de maior prazo, de suas projeções de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”, diz a ata. 

“O comitê reforça a necessidade de perseverar com uma política monetária contracionista até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas”, afirmou o colegiado. 

Para o BC, a decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta para 2024 e o de 2025. 

A meta definida pelo Conselho Monetário Nacional para os próximos dois anos é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%. 

Na ocasião, as expectativas de inflação para 2024 e 2025 estavam em torno de 3,9% e 3,5%, respectivamente. Os dados são do boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo BC com a projeção de analistas do mercado para os principais indicadores econômicos. 

Em novembro, o aumento de preços dos alimentos pressionou o resultado da inflação. O IPCA ficou em 0,28%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual foi maior que a taxa de setembro, que teve alta de 0,24%.  

A inflação acumulada este ano atingiu 4,04%. Nos últimos 12 meses, o índice está em 4,68%. 

Atividade econômica 

O Copom ainda avaliou um conjunto de indicadores recentes que indica o cenário de desaceleração da economia, como era esperado com a manutenção da Selic em alta por tempo prolongado. “A divulgação do PIB [Produto Interno Bruto – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país] do terceiro trimestre confirmou a moderação de crescimento que estava antecipada, mas com resiliência no consumo das famílias. O mercado de trabalho segue aquecido, mas apresenta alguma moderação na margem”, diz a ata.  

Superando as projeções, no terceiro trimestre do ano a economia brasileira cresceu 0,1%, na comparação com o segundo trimestre de 2023, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre janeiro e setembro, a alta acumulada foi de 3,2%. 

Pra o BC, a resiliência do consumo das famílias pode estar relacionada a um aumento da renda bruta em função da expansão do mercado de trabalho, de benefícios sociais e de ganhos de renda relacionados à queda da inflação em importantes segmentos da cesta de consumo. Por outro lado, a formação bruta em capital fixo (investimentos das empresas), que é mais sensível às condições financeiras e às perspectivas e incertezas futuras, segue em queda, após uma forte elevação ao longo do período da pandemia. 

“Alguns membros avaliaram que a persistência de uma conjunção de maior resiliência do consumo e queda no investimento poderia provocar, no médio prazo, um excesso de demanda em relação à oferta, com potenciais impactos sobre preços”, destacou o BC. 

A autarquia também observa uma maior desaceleração na concessão de crédito às empresas. De acordo com a ata, mesmo com as condições monetárias restritivas, já é possível observar a transmissão do ciclo de política monetária esperada pelo mercado, de redução dos juros básico, para as taxas correntes de novas concessões de crédito, levando, em particular, a um maior dinamismo no mercado de capitais no período recente. 

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

4 Benefícios do suplemento de Proteína de Arroz

by Evidencias 19 de dezembro de 2023
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1. O suplemento de proteína de arroz é uma excelente opção para vegetarianos e veganos, pois oferece uma fonte de proteína vegetal completa.
2. Além de fortalecer os músculos, a proteína de arroz também auxilia na recuperação pós-treino, ajudando a reduzir a dor muscular e a fadiga.
3. A proteína de arroz é de fácil digestão e não contém glúten, tornando-a uma opção segura para pessoas com intolerâncias alimentares.
4. Ao incluir o suplemento de proteína de arroz na sua dieta, você pode aumentar a saciedade e controlar o apetite, auxiliando na perda de peso.

4 Benefícios do suplemento de Proteína de Arroz

Como usar

Proteína de arroz é um suplemento popular entre aqueles que buscam aumentar sua ingestão de proteínas, seja para auxiliar no desenvolvimento muscular ou para reforçar uma alimentação equilibrada. No entanto, saber como usar o suplemento corretamente é essencial para obter os melhores resultados.

Recomenda-se adicionar a proteína de arroz a uma bebida ou alimento após o treino, pois é nesse momento que o corpo necessita de nutrientes para recuperação e crescimento muscular. Geralmente, uma a duas porções de 30g são suficientes para atender às necessidades diárias de proteínas para a maioria das pessoas ativas. Porém, é importante consultar um nutricionista ou profissional de saúde para obter orientações personalizadas.

Informação Nutricional

A proteína de arroz é uma excelente fonte de proteínas vegetais de alta qualidade. Ela é livre de glúten, lactose e colesterol, o que a torna uma ótima opção para pessoas com restrições alimentares ou intolerâncias. Além disso, a proteína de arroz é rica em aminoácidos essenciais, como lisina e metionina, que são fundamentais para a síntese de proteínas e reparação muscular.

Outra característica benéfica da proteína de arroz é sua digestibilidade. Diferente de algumas fontes de proteínas vegetais que podem causar desconforto estomacal, a proteína de arroz é facilmente digerida pelo organismo, permitindo uma absorção eficiente de nutrientes. Ela também é uma opção de baixa alergenicidade, o que significa que é menos propensa a causar reações alérgicas.

Benefício 1: Auxilia no ganho de massa muscular

A proteína é essencial para o desenvolvimento muscular, e o suplemento de proteína de arroz pode ser uma alternativa eficaz para atingir a recomendação diária de ingestão dessa macronutriente. A proteína de arroz contém todos os aminoácidos essenciais necessários para a síntese proteica, incluindo os aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs), como leucina, isoleucina e valina, que desempenham um papel crucial na recuperação muscular após o treino.

Além disso, a proteína de arroz possui um perfil de aminoácidos equilibrado e uma concentração adequada de leucina, o que facilita a estimulação da síntese proteica e, consequentemente, o crescimento muscular. Portanto, o suplemento de proteína de arroz pode ser uma opção viável para aqueles que buscam ganhar massa muscular de forma natural.

Benefício 2: Suporte para recuperação muscular

Após um treino intenso, o corpo precisa se recuperar adequadamente para otimizar os resultados. A proteína de arroz pode contribuir para isso, fornecendo os nutrientes necessários para a reparação muscular e a síntese proteica. Seja você um atleta profissional ou um praticante de exercícios regulares, a proteína de arroz pode ajudar a acelerar o processo de recuperação muscular, reduzindo dores e desconfortos pós-treino.

Além disso, a presença de BCAAs na proteína de arroz é benéfica para atletas, pois pode ajudar a prevenir a quebra do tecido muscular durante o exercício intenso, auxiliando na redução do cansaço e até mesmo melhorando o desempenho físico.

Benefício 3: Melhora a saúde e o bem-estar geral

A proteína desempenha um papel crucial em diversas funções do organismo, desde a construção de novos tecidos até o fortalecimento do sistema imunológico. O suplemento de proteína de arroz pode, portanto, contribuir para a melhoria da saúde e do bem-estar geral.

As proteínas são responsáveis pela produção de enzimas, hormônios e anticorpos, além de ajudarem a manter a pele, cabelos e unhas saudáveis. Além disso, uma dieta rica em proteínas pode favorecer a sensação de saciedade e promover a regulação do apetite, o que pode ser benéfico para aqueles que buscam controlar o peso ou seguir uma dieta balanceada.

Benefício 4: Amiga do meio ambiente e sustentável

Além dos benefícios para o corpo, a proteína de arroz também contribui para a preservação do meio ambiente. A produção de proteína de arroz requer menos recursos naturais, como água e energia, em comparação com proteínas de origem animal. Além disso, a produção de proteínas de origem vegetal tem menor impacto ambiental em termos de emissões de gases de efeito estufa.

Ao optar pela proteína de arroz, você estará fazendo uma escolha sustentável e amiga do meio ambiente, contribuindo para a redução do desmatamento, preservação da biodiversidade e conservação dos recursos naturais. Portanto, além de trazer benefícios para sua saúde, o suplemento de proteína de arroz também é uma escolha consciente.

Em resumo, a proteína de arroz oferece diversos benefícios para quem busca uma suplementação proteica de qualidade. Seja para auxiliar no ganho de massa muscular, promover a recuperação muscular, melhorar a saúde geral ou contribuir para a sustentabilidade ambiental, esse suplemento pode ser uma excelente escolha. Lembre-se sempre de consultar um profissional de saúde ou nutricionista para obter orientações personalizadas sobre o uso da proteína de arroz e melhores resultados.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Notícias de Saúde

Remédio caseiro para picada de inseto

by Evidencias 19 de dezembro de 2023
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Descubra um eficaz e fácil remédio para aliviar a coceira e o inchaço causados por picadas de insetos. Sinta-se aliviado naturalmente!

Remédio caseiro para picada de inseto

Compressa de alfazema

A alfazema, também conhecida como lavanda, possui propriedades analgésicas e anti-inflamatórias que podem aliviar os sintomas de picadas de inseto, como coceira e inchaço. Para fazer uma compressa de alfazema, siga os seguintes passos:

1. Encha uma tigela com água morna.
2. Adicione algumas gotas de óleo essencial de alfazema na água.
3. Mergulhe uma toalha limpa na água com óleo essencial e torça para remover o excesso de líquido.
4. Aplique a toalha na região afetada pela picada de inseto.
5. Deixe a compressa agir por cerca de 15 a 20 minutos.
6. Repita o processo duas vezes ao dia, até que os sintomas diminuam.

É importante destacar que o óleo essencial de alfazema deve ser diluído antes de ser aplicado na pele, pois pode irritar em sua forma pura. Além disso, é recomendado fazer um teste de sensibilidade antes de utilizar o remédio caseiro, aplicando uma pequena quantidade do óleo em uma área não afetada da pele para verificar se ocorre alguma reação alérgica.

Loção de ervas

As ervas possuem propriedades calmantes e anti-inflamatórias que podem ajudar a aliviar os sintomas de picadas de inseto. Para fazer uma loção de ervas, siga os seguintes passos:

1. Em uma panela, aqueça uma xícara de água.
2. Adicione uma colher de sopa de cada uma das seguintes ervas: camomila, calêndula e hortelã.
3. Deixe as ervas em infusão na água por cerca de 10 minutos.
4. Coe a mistura e coloque o líquido em um frasco limpo.
5. Deixe a loção de ervas esfriar completamente antes de aplicar na pele.
6. Aplique a loção na região afetada pela picada de inseto com a ajuda de uma bola de algodão.
7. Repita o processo três vezes ao dia, até que os sintomas diminuam.

É importante ressaltar que algumas pessoas podem apresentar alergia a determinadas ervas, portanto, faça um teste de sensibilidade antes de utilizar o remédio caseiro. Se ocorrer qualquer reação alérgica, suspenda o uso imediatamente.

Banho de farinha de aveia

A farinha de aveia possui propriedades anti-inflamatórias que podem ajudar a aliviar a coceira causada por picadas de inseto. Para fazer um banho de farinha de aveia, siga os seguintes passos:

1. Misture duas xícaras de farinha de aveia em uma banheira com água morna.
2. Mexa a água com as mãos para que a farinha de aveia se dissolva completamente.
3. Entre na banheira e mergulhe o corpo na água por cerca de 15 a 20 minutos.
4. Após o banho, enxágue o corpo apenas com água morna para remover resíduos de farinha de aveia.
5. Seque-se delicadamente com uma toalha limpa.

O banho de farinha de aveia pode ser repetido diariamente, se necessário, até que os sintomas diminuam. Vale lembrar que é importante utilizar farinha de aveia natural, sem adição de açúcar ou outros ingredientes, para obter os benefícios desejados.

Em suma, picadas de inseto podem ser bastante desconfortáveis, porém, remédios caseiros como compressa de alfazema, loção de ervas e banho de farinha de aveia podem ajudar a aliviar os sintomas. Sempre que possível, consulte um médico ou dermatologista antes de utilizar qualquer tratamento caseiro, especialmente se os sintomas persistirem ou piorarem.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Bolsa bate recorde e dólar cai após aprovação da reforma tributária
Economia

Bolsa bate recorde e dólar cai após aprovação da reforma tributária

by Evidencias 18 de dezembro de 2023
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Moeda norte-americana fecha a R$ 4,90, no menor nível em 12 dias

Bolsa bate recorde e dólar cai após aprovação da reforma tributária
© Valter Campanato/Agência Brasil

Influenciado pela aprovação da reforma tributária no Brasil e pela alta na cotação internacional do petróleo, o mercado financeiro teve um dia de alívio. A bolsa de valores voltou a bater recorde, e o dólar caiu para o menor nível em 12 dias.ebcebc

O índice Ibovespa, da B3, fechou esta segunda-feira (18) aos 131.084 pontos, com alta de 0,68%. O indicador superou o recorde da última quinta-feira (14), quando tinha fechado no nível mais alto em dois anos e meio.

No mercado de câmbio, a sessão foi volátil. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 4,905, com queda de R$ 0,032 (-0,65%). A cotação operou com leve alta na maior parte das negociações, chegando a R$ 4,95 por volta das 10h30. No entanto, a partir das 15h, a moeda reverteu a trajetória e passou a cair, com a entrada de capitais do exterior.

A moeda norte-americana está no menor nível desde 6 de dezembro. A divisa cai 0,2% em dezembro e 7,1% em 2023.

Tanto fatores internos como externos contribuíram para o otimismo no mercado financeiro. No Brasil, a aprovação da reforma tributária e da medida provisória que limita as ajudas financeiras do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) compensaram as perdas dos últimos dias após a derrubada do veto da desoneração da folha de pagamentos.

No mercado internacional, a alta da cotação do petróleo trouxe alívio para os países produtores de commodities (bens primários com cotação internacional), como o Brasil. O ataque a navios petroleiros no Mar Vermelho elevou o preço do barril do tipo Brent para US$ 78, contra US$ 73 registrados na semana passada. Isso elevou as ações de petroleiras, que são os papéis com maior peso na bolsa brasileira.

* com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

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Wagner critica
Economia

Wagner critica “crescimento absurdo” de emendas impositivas

by Evidencias 18 de dezembro de 2023
written by Evidencias

Líder do governo prevê R$ 54 bilhões para emendas em 2024

Wagner critica
© Rafael Nunes

O líder do governo no Senado, senador Jaques Wagner (PT-BA), criticou nesta segunda-feira (18) o que considera um “crescimento absurdo” das emendas parlamentares impositivas. Segundo ele, para o ano que vem deve haver entre R$ 52 bilhões e R$ 54 bilhões nesse tipo de emenda. “Não sei se o governo terá esse volume para fazer investimento discricionário”, disse o líder.  ebcebc

Para Wagner, esse tipo de emenda apresentada por parlamentares com execução obrigatória pelo governo é uma anomalia do sistema que se consolidou nos últimos quatro anos e continuou no primeiro ano do atual governo. “Isso vai tirando a discricionariedade do governo. É um problema porque, uma parte das emendas se encaixam nos programas do governo, mas tem um volume grande de emendas que são dispersas”, avalia. 

O líder chegou a sugerir que seja realizado um novo plebiscito para definir o sistema de governo do país. “Eu não sou parlamentarista, mas era melhor que se fizesse um plebiscito. Pelo menos no parlamentarismo, se tiver gastança dispersa, a responsabilidade é do governo do Parlamento, e o governo cai. Aqui [no presidencialismo], você pode gastar as emendas e se depois alguma coisa falta, a culpa é do Executivo”, explicou. 

Ele também criticou a derrubada do veto presidencial ao projeto de lei que prorroga a desoneração da folha de pagamento. Segundo o líder, o Congresso ainda não entendeu que a presidência está “sob nova direção”, que é totalmente diferente da anterior. “O presidente [Lula] é muito mais da reciprocidade e do reconhecimento do que da faca no pescoço. Quando os dois vão se reconhecer nessa nova modalidade, eu ainda não tenho essa bola de cristal. Mas vai ter que acomodar, porque essa não é a normalidade das coisas”. 

Fonte: Agência Brasil

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Caixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 3
Economia

Bolsa Família é apontado como programa mais importante para a economia

by Evidencias 18 de dezembro de 2023
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Plano Real aparece em segundo lugar em pesquisa da Febraban e Ipespe

Bolsa Família é apontado como programa mais importante para a economia
© Roberta Aline / MDS

O Bolsa Família, lançado em 2003, foi apontado como o programa mais importante para a economia brasileira nas últimas décadas, segundo a 15ª edição da Pesquisa Observatório Febraban (Federação Brasileira de Bancos), realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe). Em segundo lugar aparece o Plano Real. ebcebc

O levantamento foi feito com uma amostra de três mil entrevistados, representativa da população brasileira, no período de 3 a 9 de dezembro, e tem margem de erro de 1,8 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em uma lista de 12 programas ou ações realizadas nas últimas décadas no país, o Bolsa Família foi apontado por 26% dos entrevistados como o mais importante para a economia brasileira nas últimas décadas; seguido do Plano Real (23%); a abertura da economia para o comércio internacional (15%); o Auxílio Emergencial (9%); a participação do Brasil no BRICS (5%); e a Lei de Responsabilidade Fiscal (3%). 

A descoberta do Pré-Sal foi apontada por 3% dos entrevistados, seguida da Reforma Trabalhista (2%); a Reforma da Previdência (2%); a Reforma Tributária (2%); o Programa de Aceleração do Crescimento-PAC (2%); e o Programa de privatização das telecomunicações, energia e siderurgia (1%).

“O Plano Real e o Bolsa Família são vistos como as duas principais marcas da economia brasileira na Nova República. O que significa que a estabilidade da moeda juntamente com as políticas sociais são ambas valorizadas como as mais relevantes alavancas do nosso desenvolvimento, avalia o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do Ipespe.

O levantamento mostra ainda que há diferenças relevantes entre os perfis dos entrevistados que optaram pelo Bolsa Família ou pelo Plano Real, os dois programas indicados como os mais importantes na pesquisa.  A menção ao Bolsa Família é maior entre as mulheres (29%); na faixa de 18 a 24 anos (33%); entre os que estudaram até o fundamental (34%) e na faixa de renda até dois salários mínimos (35%). Já o Plano Real foi mais apontado entre os homens (26%); na faixa de 45 a 59 anos (29%); entre os que têm formação universitária (34%); e no segmento de renda acima de cinco Salário Mínimos (33%).

O Bolsa Família foi criado em 2003, na primeira gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, para combater a pobreza e facilitar o acesso das famílias a direitos básicos como saúde, educação e assistência social. Já o Plano Real foi lançado em 1994, no governo Itamar Franco, com objetivo de conter a hiperinflação no país que, no ano anterior, havia chegado a 2.477%.

Fonte: Agência Brasil

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Governo de Minas Gerais concorda em federalizar estatais locais
Economia

OCDE estima crescimento de 1,8% do PIB brasileiro em 2024

by Evidencias 18 de dezembro de 2023
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Segundo organização, desafio do país será implementar arcabouço fiscal

OCDE estima crescimento de 1,8% do PIB brasileiro em 2024
© Marcello Casal JrAgência Brasil

Após superar as previsões e crescer fortemente no início de 2023, a economia brasileira deverá crescer 1,8% no próximo ano, estimou nesta segunda-feira (18) a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A estimativa é um pouco inferior à da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, que prevê expansão de 2,2% em 2024.ebcebc

Segundo a OCDE, organização formada por países que se comprometem com metas econômicas, sociais, ambientais e de desenvolvimento, depois de uma forte expansão no começo de 2023, a atividade econômica brasileira está “convergindo para o crescimento potencial”, com uma demanda doméstica e global enfraquecida.

“O consumo privado e os investimentos crescerão em 2024 em ritmo mais moderado do que no passado, por causa de condições de crédito mais restritivas e da desaceleração da economia global”, destacou a instituição no relatório bianual Estudos Econômicos da OCDE: Brasil. Para este ano, a OCDE projeta crescimento de 2,8%, abaixo dos 3% estimados pelo Ministério da Fazenda.

Segundo a organização, a desaceleração da economia chinesa, o principal comprador de produtos brasileiros, poderá diminuir o crescimento das exportações do Brasil. Apesar da desaceleração, o relatório projeta alta de 4% nas vendas do Brasil para o exterior em 2024.

Outros fatores compensam a queda da demanda doméstica e global. Segundo a OCDE, a queda da inflação abre espaço para novas reduções de juros, que resultarão em aumento de investimentos. “O crescimento mais lento do crédito e os aumentos menores de salários reduzirão a renda das famílias e contribuirão para diminuir a inflação”, ressaltou o relatório.

Regras fiscais

Chefe da Divisão de Estudos de Países da OCDE, Jens Arnold compareceu à divulgação do documento, no Ministério da Fazenda. Ele elogiou a aprovação do novo arcabouço fiscal, mas disse que o Brasil terá um grande desafio para cumprir as metas fiscais da nova regra, como o déficit primário zero em 2024.

“Isso [a aprovação do arcabouço] evidentemente implica que o trabalho seguinte será implantar esse marco, de forma que as metas fiscais possam ser cumpridas”. Apesar da dificuldade, Arnold diz que o novo marco fiscal traz mais certeza aos agentes econômicos e aumenta a previsibilidade das contas públicas.

Dívida pública

A OCDE também apresentou projeções para a dívida pública do país. Segundo a organização, o endividamento voltou a subir e poderá alcançar 90% do PIB em 2047. Para 2024, a instituição prevê que a dívida bruta do governo geral, indicador divulgado pelo Banco Central e usado para comparações internacionais, encerrará o ano próxima de 80% do PIB. Em outubro, o indicador estava em 74,7%.

Essas estimativas compõem o cenário-base da OCDE e considera que o novo arcabouço fiscal e a reforma tributária elevarão em 0,5 ponto percentual por ano o crescimento potencial do PIB, medida abstrata que considera o quanto a economia pode crescer em pleno emprego. Nessa situação, o superávit primário – economia do governo para pagar os juros da dívida pública – corresponderia a 1% do PIB a partir de 2026.

Sem o novo marco fiscal e a reforma tributária, ressaltou a OCDE, a dívida pública brasileira chegaria a 100% do PIB em 2037.

Declarações

Durante a entrevista coletiva de apresentação do relatório, o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, disse que um dos principais fatores para determinar o crescimento da economia brasileira em 2024 será “a consistência” da queda dos juros. Na semana passada, o Banco Central informou, logo após a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que continuará a reduzir a Taxa Selic no início do próximo ano, mas não detalhou quando pretende parar de cortar os juros.

Em relação à divergência entre as projeções da OCDE e da SPE, o secretário disse que as duas estimativas preveem trajetórias parecidas para o PIB no próximo ano. “Ambos têm a mesma visão de que a economia brasileira tende a crescer de forma mais equilibrada”, respondeu.

A secretária de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Tatiana Rosito, afirmou que o relatório da OCDE não coincide 100% com as avaliações da equipe econômica. Ela disse que o governo brasileiro ainda está avaliando o memorando inicial para a adesão do Brasil à organização, enviado à OCDE em outubro do ano passado pelo governo anterior.

De acordo com a diplomata, o grupo de trabalho do Ministério das Relações Exteriores analisa o relacionamento entre o Brasil e a OCDE, sem que a adesão seja o objetivo central e com avaliações não apenas políticas, mas técnicas.

“Desde o início do ano, o governo está realizando avaliações. O memorando de acessão [termo diplomático para pedir adesão a uma instituição internacional] é bastante amplo, são mais de mil páginas. Para além disso, envolve decisões e alinhamentos políticos. O grupo de trabalho vai apoiar o esforço de avaliação do governo, que vai além das áreas técnicas”, explicou a secretária.

Fonte: Agência Brasil

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Economia fica estagnada no terceiro trimestre, aponta FGV
Economia

PIB do Rio de Janeiro cresce 2,4% no terceiro trimestre

by Evidencias 18 de dezembro de 2023
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Para a Firjan, resultado mostra recuperação do setor de serviços

PIB do Rio de Janeiro cresce 2,4% no terceiro trimestre
© José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

A economia fluminense cresceu 2,4% no terceiro trimestre de 2023, em comparação ao trimestre imediatamente anterior, de acordo com levantamento divulgado nesta segunda-feira (18) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). O percentual supera o leve avanço de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) brasileiro, no mesmo período, e levou a economia do estado a alcançar seu maior nível de produção da série histórica, iniciada em 2003. Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, o PIB do estado avançou 5%.ebcebc

Para o presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, o resultado é bem positivo, mostrando recuperação do setor de serviços, que tem um peso na contribuição do índice. “Ainda assim, o crescimento da economia do Rio está centrado na indústria extrativa e na construção como um diferencial para o estado. Apesar dos desafios que se apresentam para o próximo ano, estimamos um crescimento para a economia fluminense de 2,6%, acima da estimativa para a economia nacional (+1,5%)”, destacou Gouvêa Vieira.

Construção civil

O gerente de Estudos Econômicos da Firjan, Jonathas Goulart, disse à Agência Brasil que o segmento da indústria cresceu 5,9% ante o terceiro trimestre de 2022, puxado pela indústria extrativa (alta de 10%) e pela construção civil, que mostrou expansão de 6,8% em função das obras de infraestrutura realizadas no estado. O setor foi também o maior empregador da economia fluminense no terceiro trimestre, com total de 9.356 postos de trabalho gerados.

Do mesmo modo, o setor de serviços, “que é muito pujante no Rio de Janeiro e responde por mais de 60,2% do PIB do estado”, cresceu 4,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo Goulart, isso é explicado também pela recuperação da atividade ligada ao turismo e entretenimento, que é muito forte no estado. O estudo sinaliza que a expansão do setor de serviços reflete a melhora do mercado do trabalho e da renda, com a valorização do salário mínimo, a desaceleração da inflação e os benefícios sociais.

Por outro lado, a indústria de transformação apresentou resultado negativo no período de 1,9%, comparativamente ao mesmo período de 2022. De acordo com a Firjan, o aumento na produção de derivados de petróleo e biocombustível impediu uma maior retração do segmento. “Boa parte do que a indústria de transformação sofre está relacionado diretamente à taxa básica de juros (Selic). Ela está em nível bem alto. E apesar da queda recente, a gente não consegue ver os efeitos ainda sobre investimento e sobre a produção industrial”, disse Jonathas Goulart.

Expectativa

Apesar do baixo dinamismo da indústria de transformação, o gerente de Estudos Econômicos afirmou que a expectativa é que a economia fluminense continue a apresentar números significativos e encerre o ano com taxa positiva de 3,4%, superior à média nacional (3%).

Para 2024, a perspectiva também é positiva, com a atividade industrial continuando bastante aquecida e a construção civil mostrando bastante dinamismo. “E a gente deve ver, a partir do segundo semestre do ano que vem, melhora na atividade da indústria de transformação por conta dos efeitos da redução da taxa de juros que vem acontecendo e deve acontecer também nas próximas reuniões. Por isso, a perspectiva para o próximo ano também é positiva”, indicou o economista da Firjan.

O boletim salienta que, no cenário internacional, a continuidade de um ambiente de incertezas é influenciada por diversos fatores, entre os quais a fragmentação da economia global, a imprevisibilidade sobre o início do período de uma política monetária mais flexível de grandes bancos centrais e o ritmo de crescimento da economia chinesa. Esses, segundo a entidade, são fatores de grande impacto nas economias brasileira e fluminense e devem ser acompanhados de perto em 2024.

Fonte: Agência Brasil

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Mudanças climáticas prejudicam crescimento do Brasil, avalia OCDE
Economia

Mudanças climáticas prejudicam crescimento do Brasil, avalia OCDE

by Evidencias 18 de dezembro de 2023
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Eventos extremos custam 1,3% do PIB a cada ano

Mudanças climáticas prejudicam crescimento do Brasil, avalia OCDE
© Joédson Alves/Agência Brasil

Os eventos extremos provocados pela mudança climática estão prejudicando a infraestrutura brasileira e comprometendo o crescimento do país, informou nesta segunda-feira (18) a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No relatório Estudos Econômicos da OCDE: Brasil, documento bianual com perspectivas para o país, a organização sugere planejamento nas obras públicas, novas políticas urbanas e o cumprimento mais amplo do Código Florestal.ebcebc

“A infraestrutura pública [do Brasil] é particularmente vulnerável a choques climáticos em meio a uma rápida, não planejada e descontrolada urbanização”, destacou a OCDE, organização formada por países que se comprometem com metas econômicas, sociais, ambientais e institucionais e à qual o Brasil está em processo de adesão. Segundo a organização, tanto as secas como as enchentes trazem prejuízos à infraestrutura brasileira.

“Secas frequentes e aumento das temperaturas vão criar desafios para fornecimento de energia, particularmente de fontes hidrelétricas”, destacou o relatório. Em relação às chuvas, a OCDE ressalta que os deslizamentos e as enchentes trazem prejuízos às cidades e ao transporte. “As enchentes compõem 65% dos riscos naturais [no Brasil], e os danos associados a enxurradas e deslizamentos foram responsáveis por 74% das mortes relacionadas a desastres naturais entre 1991 e 2010”, informa o documento.

A OCDE cita um estudo do Banco Mundial de 2021 segundo o qual a mudança climática custa 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) a cada ano para as empresas do país. Segundo o relatório, 55% dos prejuízos afetam as infraestruturas de transporte, 44%, o fornecimento de energia e 2%, o abastecimento de água. O relatório destaca que a queda no nível dos reservatórios das hidrelétricas entre 2013 e 2021 ameaçou o fornecimento de energia num país onde dois terços da matriz energética está associado às hidrelétricas.

Recomendações

O relatório forneceu uma série de recomendações ao Brasil para enfrentar as mudanças climáticas. A primeira diz respeito à melhoria do planejamento, do financiamento e da entrega de empreendimento de infraestrutura para considerarem a resiliência climática. Segundo a OCDE, os projetos precisarão ter apoio legislativo, orçamentário e claras responsabilizações que considerem eventos climáticos extremos.

“Um portfólio otimizado de ativos de infraestrutura levaria em conta a análise do custo-benefício, com alguns ativos [empreendimentos] sendo resilientes ao clima, mas não necessariamente todos”, aconselhou o relatório.

A OCDE também pediu revisões das políticas urbanas para evitar novas construções em áreas de risco e reduzir o impacto das mudanças climáticas. “Elaborar diretrizes para apoiar as prefeituras em levantar os riscos climáticos e integrá-los ao planejamento fundiário e fornecer mapas de riscos e acesso a informações climáticas às prefeituras para que executem o levantamento de perigos melhoraria o planejamento urbano”, destacou o documento. O relatório também pediu mais investimentos em transporte coletivo para reduzir a vulnerabilidade da infraestrutura deste setor,

De maneira mais ampla, a OCDE pediu o desenvolvimento do mercado de carbono, com a melhoria dos mecanismos de precificação das emissões de gás carbônico, para reduzir a emissão. Por meio desse mercado, investidores de países desenvolvidos financiam projetos de recuperação florestal ou de desenvolvimento socioambiental em troca de emitirem carbono nos países de origem.

A organização também pediu o reforço do cumprimento da legislação contra o desmatamento. “Um cumprimento mais rigoroso do Código Florestal, somado a recursos mais adequados para as agências reguladoras, deve ajudar a reduzir o desmatamento”, destacou.

Novamente citando estimativas do Banco Mundial, a OCDE estima que os investimentos para adaptar a infraestrutura às mudanças climáticas custam, em média, 0,8% do PIB por ano entre 2022 e 2030, variando conforme o tipo de infraestrutura. O custo alto, ressaltou o relatório, seria compensado pela diminuição dos prejuízos e pelo retorno econômico. “No setor de infraestrutura rodoviária, um investimento de 1,2% do PIB melhoraria significativamente a resiliência climática de 23% dos novos investimentos necessários para a próxima década. Além disso, evitaria perdas estimadas em 2,5% do PIB”, afirmou o relatório.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

O que é e para que serve o gel contractubex

by Evidencias 18 de dezembro de 2023
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O gel Contractubex é um medicamento tópico utilizado para tratar e melhorar a aparência de cicatrizes, incluindo queloides e cicatrizes hipertróficas.

Como funciona o gel contractubex

O gel contractubex é um medicamento tópico amplamente utilizado para tratar cicatrizes causadas por feridas, queimaduras, cirurgias e outros tipos de lesões cutâneas. Sua fórmula especial contém três ingredientes ativos – extrato de cebola, heparina e alantoína – que trabalham em conjunto para melhorar a aparência das cicatrizes e promover a regeneração da pele.

O extrato de cebola é conhecido por suas propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e antibacterianas. Ele ajuda a reduzir a vermelhidão e a inflamação das cicatrizes, além de inibir a produção excessiva de colágeno, que pode levar à formação de cicatrizes hipertróficas ou queloides.

A heparina, por sua vez, é um anticoagulante que melhora a circulação sanguínea na área afetada e facilita a drenagem de líquidos e toxinas. Isso ajuda a reduzir o inchaço e a retenção de fluidos, promovendo um ambiente propício à cicatrização.

Por fim, a alantoína presente no gel contractubex possui propriedades hidratantes e queratolíticas, o que significa que ela amacia a pele e promove a descamação de células mortas. Isso ajuda a melhorar a textura da cicatriz, suavizando-a e tornando-a menos visível.

Como usar o gel contractubex

O gel contractubex deve ser aplicado sobre a cicatriz limpa e seca, duas vezes ao dia, de preferência pela manhã e à noite. Antes de utilizar o gel, é importante lavar bem as mãos para evitar contaminação da lesão.

Uma pequena quantidade de gel deve ser espalhada com uma massagem suave sobre a área afetada. Dependendo do tamanho da cicatriz, pode ser necessário utilizar mais de uma dose do produto.

O tempo de tratamento varia de acordo com a gravidade da cicatriz e a resposta individual de cada pessoa. Em geral, o uso do gel contractubex deve ser continuado por pelo menos três meses para obter resultados significativos.

É importante ressaltar que o gel não deve ser aplicado em feridas abertas, mucosas ou pele irritada. Além disso, o contato com os olhos deve ser evitado. Caso ocorra irritação, sensibilidade ou qualquer tipo de reação adversa, é recomendado suspender o uso e consultar um médico.

Quem não deve usar o gel contractubex

Apesar de ser um medicamento de uso tópico, o gel contractubex não é recomendado para todas as pessoas. Mulheres grávidas ou que estejam amamentando devem consultar um médico antes de utilizar o produto.

Pessoas alérgicas a qualquer um dos componentes do gel – extrato de cebola, heparina ou alantoína – também devem evitar o seu uso, pois podem desenvolver reações alérgicas adversas.

Além disso, aqueles que possuem feridas abertas, infecções cutâneas, queimaduras de terceiro grau ou histórico de hipersensibilidade a substâncias similares devem evitar o uso do gel contractubex.

Possíveis efeitos colaterais

Embora sejam raros, alguns efeitos colaterais podem ocorrer durante o uso do gel contractubex. Os mais comuns incluem vermelhidão, irritação, coceira e sensação de ardor na área de aplicação.

Em casos mais graves, pode ocorrer uma reação alérgica, manifestando-se como inchaço no rosto, lábios, língua ou garganta, dificuldade para respirar ou erupção cutânea generalizada. Essas reações exigem atenção médica imediata.

Cada pessoa reage de forma diferente ao medicamento, portanto, é importante ficar atento a quaisquer sinais de reações adversas e buscar orientação médica caso ocorram.

Em suma, o gel contractubex é um medicamento tópico eficaz para melhorar a aparência das cicatrizes e promover a regeneração da pele. Seu uso adequado, seguindo as instruções do médico ou farmacêutico, pode ajudar a minimizar os efeitos indesejados das cicatrizes e restaurar a confiança na aparência da pele.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Mercado reduz previsão da inflação de 4,55% para 4,53% este ano
Economia

Mercado reduz previsão da inflação de 4,51% para 4,49% este ano

by Evidencias 18 de dezembro de 2023
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Projeção de expansão da economia fica em 2,92%

Mercado reduz previsão da inflação de 4,51% para 4,49% este ano
© Marcello Casal JrAgência Brasil

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – teve redução, passando de 4,51% para 4,49% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (18), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) (foto) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.ebcebc

Para 2024, a projeção da inflação permaneceu em 3,93%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,5% para os dois anos.  

A estimativa para 2023 está acima do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%.   

Segundo o BC, no último Relatório de Inflação, a chance de o índice oficial superar o teto da meta em 2023 é 67%. A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda se situa dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.  

Em novembro, o aumento de preços dos alimentos pressionou o resultado da inflação. O IPCA ficou em 0,28%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual foi maior que a taxa de setembro, que teve alta de 0,24%. 

A inflação acumulada este ano atingiu 4,04%. Nos últimos 12 meses, o índice está em 4,68%. 

Juros básicos  

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 11,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada por economistas.   

O comportamento dos preços fez o BC cortar os juros pela quarta vez no semestre, na reunião do Copom da semana passada, a última do ano. Em comunicado, o Copom informou que continuará a promover novos cortes de 0,5 ponto nas próximas reuniões, mas não detalhou quando vai parar de reduzir a taxa Selic. Segundo o BC, o momento dependerá do comportamento da inflação no primeiro semestre de 2024. 

Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9,25% ao ano. A primeira reunião do Copom no ano que vem ocorre em 30 e 31 de janeiro. Para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 8,75% ao ano e 8,5% ao ano, respectivamente.   

De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, energia e combustíveis. Por um ano, de agosto do ano passado a agosto deste ano, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.   

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.   

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.  

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.   

PIB e câmbio  

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano permaneceu em 2,92%.  Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 1,51%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2%, para os dois anos. 

Superando as projeções, no terceiro trimestre do ano a economia brasileira cresceu 0,1%, na comparação com o segundo trimestre de 2023, de acordo com o IBGE. Entre janeiro e setembro, a alta acumulada foi de 3,2%. 

Com o resultado, o PIB está novamente no maior patamar da série histórica, ficando 7,2% acima do nível antes da pandemia, registrado nos três últimos meses de 2019.   

A previsão para a cotação do dólar está em R$ 4,93 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5.

Fonte: Agência Brasil

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Serviços poderão ficar mais caros com reforma tributária
Economia

Reforma tributária deve gerar empregos e negócios, diz secretário

by Evidencias 18 de dezembro de 2023
written by Evidencias

Alguns serviços poderão encarecer; outros terão queda de 60%

Reforma tributária deve gerar empregos e negócios, diz secretário
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

A reforma tributária poderá encarecer os serviços em geral. Sem cadeia produtiva longa, o setor se beneficiará menos de créditos tributários e será tributado com uma alíquota de IVA dual, estimada em 27,5%, mais alta que os atuais 9,25% do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) cobrado sobre empresas com lucro presumido, situação que engloba a maioria das empresas prestadoras de serviço.ebcebc

Alguns tipos de serviço, no entanto, terão alíquota diminuída em 60%. Na primeira votação, em julho, a Câmara havia concedido a redução para serviços de transporte coletivo, de saúde, de educação, cibernéticos, de segurança da informação e de segurança nacional.

O Senado incluiu na lista os segmentos de comunicação institucional e de eventos. Serviços prestados por Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) sem fins lucrativos serão isentos. Os serviços de transporte coletivo intermunicipal e interestadual migraram da alíquota reduzida para regime específico, com impostos a serem definidos apenas após a reforma tributária.

O Senado também incluiu agências de viagem, serviços de saneamento e de telecomunicações em regimes específicos, que preveem sistema de coleta e alíquotas diferenciadas. Os senadores proibiram ainda a incidência do Imposto Seletivo sobre os serviços de energia e de telecomunicações.

Na segunda votação na Câmara, na sexta-feira (15), os deputados retiraram os seguintes segmentos dos regimes específicos: saneamento básico, concessão de rodovias, transporte aéreo, microgeração e minigeração de energia, telecomunicações e bens e serviços “que promovam a economia circular”.

Em audiência na Câmara dos Deputados no fim de junho, o secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, afirmou que outros elementos deverão compensar as alíquotas mais altas. Primeiramente, ele citou o crescimento econômico decorrente da reforma tributária como fator de geração de empregos e de negócios.

Além da expansão da economia, Appy afirmou que o fim da cumulatividade (tributação em cascata) trará ganhos às empresas de serviços, que poderão usar créditos tributários não aproveitados atualmente. Ele também citou a simplificação do sistema e a redução do litígio e do custo do investimento como fatores que estimularão os serviços. Na cerimônia de instalação da Comissão Temática de Assuntos Econômicos do Conselhão, no último dia 4, o secretário disse que a carga tributária para alguns tipos de serviço cairá de 7% a 13% com a reforma tributária.

Serviços de internet

Assim como para os serviços em geral, as empresas de streaming (exibição de vídeos, filmes e séries) de internet pagarão alíquota maior. O mesmo ocorre com aplicativos de transporte e de entrega de comidas. O Ministério da Fazenda assegura que a redução do preço da energia elétrica compensará esses aumentos, resultando em pouco impacto para o consumidor.

Imposto Seletivo

A reforma tributária institui a possibilidade de criação do Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. Na prática, essa tributação atingirá bebidas alcoólicas, cigarros e alimentos com excesso de açúcar ou de sal.

Assim como o IVA dual, a alíquota do Imposto Seletivo será determinada posteriormente à reforma tributária. Para os cigarros e as bebidas alcoólicas, não deverá haver grandes alterações de preços, porque esses produtos há décadas pagam grandes alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), como política de saúde pública.

Para os demais produtos com riscos sanitários e ambientais, o Imposto Seletivo resultará em encarecimento. A inclusão dos agrotóxicos e defensivos agrícolas, no entanto, ainda será discutida em lei complementar. Para facilitar a aprovação da reforma tributária pela bancada ruralista, o governo concordou em excluir do Imposto Seletivo os insumos agrícolas, inclusive os agrotóxicos, que se beneficiam da alíquota de IVA reduzida em 60%.

O Senado tinha incluído o Imposto Seletivo sobre armas e munições, exceto as compradas pela Administração Pública. No entanto, na aprovação do último destaque no segundo turno de votações nesta sexta-feira, a Câmara retirou o tributo sobre esses produtos.

Heranças

Atualmente, as heranças e doações no Brasil pagam Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD). Cada estado define a alíquota, mas o imposto médio correspondia a 3,86% em 2022, sem progressividade (alíquotas maiores para heranças maiores) na maioria das unidades da Federação.

A reforma tributária estabelecerá que a alíquota será progressiva, para que as famílias mais ricas paguem mais e também permitirá a cobrança sobre heranças e doações vindas de outros países. Para facilitar as negociações, no entanto, o relator Aguinaldo Ribeiro isentou a transmissão para entidades sem fins lucrativos com finalidade de relevância pública e social, inclusive as organizações assistenciais e beneficentes de entidades religiosas e institutos científicos e tecnológicos. Uma lei complementar definirá as condições para essas isenções.

Cashback

A reforma prevê a possibilidade de cashback, devolução parcial do IVA dual a mais pobres, a ser definido por meio de lei complementar. Ainda não está claro se o mecanismo abrangerá apenas as famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) ou se abrangerá limite maior de renda, como famílias com renda de até três salários mínimos.

No Senado, o mecanismo foi aperfeiçoado. As famílias mais pobres também receberão cashback na conta de luz e no botijão de gás. Nos dois casos, o ressarcimento ocorreria no momento da cobrança, entrando como desconto na conta de luz ou como abatimento na compra do botijão. Os detalhes serão regulamentados pela lei complementar.

Em audiência pública na Câmara dos Deputados em março, Appy apresentou sugestões sobre como ocorreria essa devolução < Segundo ele, o cashback poderia ter como base o Cadastro de Pessoa Física (CPF) emitido na nota fiscal, com o valor da compra e a inscrição no Cadastro Único sendo cruzadas para autorizar a devolução.

O secretário citou o exemplo do Rio Grande do Sul, que implementou um sistema de devolução do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 2021 a famílias inscritas no Cadastro Único com renda de até três salários mínimos, por meio de um cartão de crédito.

Inicialmente, o governo gaúcho devolvia um valor fixo por família e agora começou a devolver por CPF, com base no cruzamento de dados entre o valor da compra e a situação cadastral da família. Em locais remotos, sem acesso à internet, Appy sugeriu um sistema de transferência direta de renda, complementar ao Bolsa Família.

Fonte: Agência Brasil

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Serviços poderão ficar mais caros com reforma tributária
Economia

Serviços poderão ficar mais caros com reforma tributária

by Evidencias 18 de dezembro de 2023
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Cadeias produtivas curtas reduzem créditos tributários

Serviços poderão ficar mais caros com reforma tributária
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

A reforma tributária poderá encarecer os serviços em geral. Sem cadeia produtiva longa, o setor se beneficiará menos de créditos tributários e será tributado com uma alíquota de IVA dual, estimada em 27,5%, mais alta que os atuais 9,25% do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) cobrado sobre empresas com lucro presumido, situação que engloba a maioria das empresas prestadoras de serviço.ebcebc

Alguns tipos de serviço, no entanto, terão alíquota diminuída em 60%. Na primeira votação, em julho, a Câmara havia concedido a redução para serviços de transporte coletivo, de saúde, de educação, cibernéticos, de segurança da informação e de segurança nacional.

O Senado incluiu na lista os segmentos de comunicação institucional e de eventos. Serviços prestados por Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) sem fins lucrativos serão isentos. Os serviços de transporte coletivo intermunicipal e interestadual migraram da alíquota reduzida para regime específico, com impostos a serem definidos apenas após a reforma tributária.

O Senado também incluiu agências de viagem, serviços de saneamento e de telecomunicações em regimes específicos, que preveem sistema de coleta e alíquotas diferenciadas. Os senadores proibiram ainda a incidência do Imposto Seletivo sobre os serviços de energia e de telecomunicações.

Na segunda votação na Câmara, na sexta-feira (15), os deputados retiraram os seguintes segmentos dos regimes específicos: saneamento básico, concessão de rodovias, transporte aéreo, microgeração e minigeração de energia, telecomunicações e bens e serviços “que promovam a economia circular”.

Em audiência na Câmara dos Deputados no fim de junho, o secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, afirmou que outros elementos deverão compensar as alíquotas mais altas. Primeiramente, ele citou o crescimento econômico decorrente da reforma tributária como fator de geração de empregos e de negócios.

Além da expansão da economia, Appy afirmou que o fim da cumulatividade (tributação em cascata) trará ganhos às empresas de serviços, que poderão usar créditos tributários não aproveitados atualmente. Ele também citou a simplificação do sistema e a redução do litígio e do custo do investimento como fatores que estimularão os serviços. Na cerimônia de instalação da Comissão Temática de Assuntos Econômicos do Conselhão, no último dia 4, o secretário disse que a carga tributária para alguns tipos de serviço cairá de 7% a 13% com a reforma tributária.

Serviços de internet

Assim como para os serviços em geral, as empresas de streaming (exibição de vídeos, filmes e séries) de internet pagarão alíquota maior. O mesmo ocorre com aplicativos de transporte e de entrega de comidas. O Ministério da Fazenda assegura que a redução do preço da energia elétrica compensará esses aumentos, resultando em pouco impacto para o consumidor.

Imposto Seletivo

A reforma tributária institui a possibilidade de criação do Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. Na prática, essa tributação atingirá bebidas alcoólicas, cigarros e alimentos com excesso de açúcar ou de sal.

Assim como o IVA dual, a alíquota do Imposto Seletivo será determinada posteriormente à reforma tributária. Para os cigarros e as bebidas alcoólicas, não deverá haver grandes alterações de preços, porque esses produtos há décadas pagam grandes alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), como política de saúde pública.

Para os demais produtos com riscos sanitários e ambientais, o Imposto Seletivo resultará em encarecimento. A inclusão dos agrotóxicos e defensivos agrícolas, no entanto, ainda será discutida em lei complementar. Para facilitar a aprovação da reforma tributária pela bancada ruralista, o governo concordou em excluir do Imposto Seletivo os insumos agrícolas, inclusive os agrotóxicos, que se beneficiam da alíquota de IVA reduzida em 60%.

O Senado tinha incluído o Imposto Seletivo sobre armas e munições, exceto as compradas pela Administração Pública. No entanto, na aprovação do último destaque no segundo turno de votações nesta sexta-feira, a Câmara retirou o tributo sobre esses produtos.

Heranças

Atualmente, as heranças e doações no Brasil pagam Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD). Cada estado define a alíquota, mas o imposto médio correspondia a 3,86% em 2022, sem progressividade (alíquotas maiores para heranças maiores) na maioria das unidades da Federação.

A reforma tributária estabelecerá que a alíquota será progressiva, para que as famílias mais ricas paguem mais e também permitirá a cobrança sobre heranças e doações vindas de outros países. Para facilitar as negociações, no entanto, o relator Aguinaldo Ribeiro isentou a transmissão para entidades sem fins lucrativos com finalidade de relevância pública e social, inclusive as organizações assistenciais e beneficentes de entidades religiosas e institutos científicos e tecnológicos. Uma lei complementar definirá as condições para essas isenções.

Cashback

A reforma prevê a possibilidade de cashback, devolução parcial do IVA dual a mais pobres, a ser definido por meio de lei complementar. Ainda não está claro se o mecanismo abrangerá apenas as famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) ou se abrangerá limite maior de renda, como famílias com renda de até três salários mínimos.

No Senado, o mecanismo foi aperfeiçoado. As famílias mais pobres também receberão cashback na conta de luz e no botijão de gás. Nos dois casos, o ressarcimento ocorreria no momento da cobrança, entrando como desconto na conta de luz ou como abatimento na compra do botijão. Os detalhes serão regulamentados pela lei complementar.

Em audiência pública na Câmara dos Deputados em março, Appy apresentou sugestões sobre como ocorreria essa devolução < Segundo ele, o cashback poderia ter como base o Cadastro de Pessoa Física (CPF) emitido na nota fiscal, com o valor da compra e a inscrição no Cadastro Único sendo cruzadas para autorizar a devolução.

O secretário citou o exemplo do Rio Grande do Sul, que implementou um sistema de devolução do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 2021 a famílias inscritas no Cadastro Único com renda de até três salários mínimos, por meio de um cartão de crédito.

Inicialmente, o governo gaúcho devolvia um valor fixo por família e agora começou a devolver por CPF, com base no cruzamento de dados entre o valor da compra e a situação cadastral da família. Em locais remotos, sem acesso à internet, Appy sugeriu um sistema de transferência direta de renda, complementar ao Bolsa Família.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Para que serve e como usar o ZMA

by Evidencias 18 de dezembro de 2023
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O ZMA é um suplemento popular entre atletas e fisiculturistas que auxilia no aumento de energia, recuperação muscular e produção de testosterona. Tome antes de dormir para melhores resultados.

ZMA: Para que serve e como usar

O suplemento ZMA tem sido cada vez mais utilizado por atletas e praticantes de atividades físicas para melhorar seu desempenho e maximizar os resultados obtidos nos treinamentos. Neste artigo, vamos abordar o preço do ZMA, para que serve, como tomar, principais efeitos colaterais e quem não deve usar esse suplemento.

Preço

O preço do ZMA pode variar de acordo com a marca e a quantidade de cápsulas do produto. Em média, é possível encontrar embalagens com 60 cápsulas de ZMA a um preço que varia entre R$50 e R$150. É importante ressaltar que a qualidade do suplemento é um fator determinante para obter melhores resultados, portanto, é essencial optar por marcas confiáveis e evitar produtos de procedência duvidosa.

Para que serve

O ZMA é uma combinação de zinco, magnésio e vitamina B6, nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo. A suplementação com ZMA tem como objetivo principal auxiliar na recuperação muscular, aumentar os níveis de testosterona e promover um sono de qualidade. Além disso, o ZMA também pode contribuir para o fortalecimento do sistema imunológico e melhorar a saúde geral.

Como tomar

A forma correta de tomar o ZMA é ingerindo de duas a três cápsulas do suplemento diariamente, preferencialmente antes de dormir, com o estômago vazio. É importante seguir as indicações do fabricante e não exceder a dose recomendada, pois o excesso de minerais pode ser prejudicial à saúde. Além disso, é fundamental consultar um médico ou nutricionista antes de iniciar a suplementação com ZMA, para avaliar se não há contraindicações ou interações medicamentosas.

Principais efeitos colaterais

No geral, o ZMA é considerado um suplemento seguro, porém, alguns indivíduos podem apresentar efeitos colaterais como desconforto gastrointestinal, náuseas, diarreia e dores de cabeça. Esses efeitos costumam ser leves e passageiros, e geralmente desaparecem com o tempo. No entanto, caso ocorra alguma reação mais intensa ou persistente, é importante suspender o uso do suplemento e buscar orientação médica.

Quem não deve usar

Pessoas com problemas renais, hepáticos ou cardíacos devem evitar a suplementação com ZMA, bem como indivíduos que apresentem alergia a algum componente presente na fórmula do suplemento. Além disso, gestantes, lactantes e menores de 18 anos também não devem fazer uso do ZMA sem orientação médica. É fundamental ressaltar que cada organismo reage de forma diferente aos suplementos, portanto, é indispensável buscar orientação profissional antes de iniciar o uso do ZMA.

Em resumo, o ZMA é um suplemento que tem como objetivo principal melhorar a recuperação muscular, aumentar os níveis de testosterona e promover um sono de qualidade. Seu preço pode variar de acordo com a marca e quantidade de cápsulas do produto. Para obter melhores resultados, é fundamental seguir as recomendações do fabricante e buscar orientação médica antes de iniciar a suplementação. É importante também estar atento aos possíveis efeitos colaterais e contraindicações do produto, visando sempre a segurança e o bem-estar do organismo.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Notícias de Saúde

Bisoltussin (dextrometorfano): para que serve e como tomar

by Evidencias 17 de dezembro de 2023
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Bisoltussin é um medicamento que contém dextrometorfano, utilizado para aliviar a tosse seca e irritativa. Deve ser tomado conforme indicação médica, respeitando a posologia recomendada.

Como tomar Bisoltussin (dextrometorfano)

O Bisoltussin, também conhecido como dextrometorfano, é um medicamento utilizado para o alívio da tosse seca e irritativa. Ele age diretamente no centro da tosse, inibindo as vias nervosas responsáveis pelo reflexo da tosse. No entanto, é importante seguir corretamente as orientações médicas e as informações presentes na bula antes de iniciar o tratamento com este medicamento.

O Bisoltussin está disponível em forma oral, na forma de xarope ou comprimidos. A posologia e a dosagem do medicamento podem variar de acordo com a idade e o peso do paciente. Em adultos e crianças acima de 12 anos, a dose recomendada é de 10 mL do xarope, três a quatro vezes ao dia, ou um comprimido de 30 mg, três a quatro vezes ao dia.

Já para crianças de 6 a 12 anos, a dose recomendada é de 5 mL do xarope, três a quatro vezes ao dia, ou meio comprimido de 30 mg, três a quatro vezes ao dia. Para crianças de 2 a 5 anos, a dose é de 2,5 mL do xarope, três a quatro vezes ao dia. É importante ressaltar que essas orientações são gerais e que cada caso deve ser avaliado individualmente pelo médico responsável.

O Bisoltussin deve ser administrado com água e preferencialmente após as refeições, para evitar irritação gástrica. É fundamental não exceder a dose recomendada pelo médico, pois isso pode aumentar a chance de efeitos colaterais indesejados. O tratamento com Bisoltussin geralmente não deve ser prolongado por mais de uma semana, a menos que seja orientado pelo médico.

Efeitos colaterais do Bisoltussin (dextrometorfano)

Assim como qualquer medicamento, o Bisoltussin pode causar alguns efeitos colaterais. No entanto, nem todas as pessoas que utilizam o medicamento apresentam reações adversas. É importante mencionar que as informações sobre os possíveis efeitos colaterais são baseadas em estudos clínicos e relatos de pacientes.

Os efeitos colaterais mais comuns do Bisoltussin incluem tontura, sonolência, náuseas, vômitos, dor de cabeça, euforia e distúrbios gastrointestinais leves. Estes efeitos geralmente são leves e transitórios. Caso ocorram e persistam ou piorem com o decorrer do tratamento, é fundamental buscar orientação médica.

Em alguns casos mais raros, podem ocorrer efeitos colaterais mais graves, como alergias, erupções cutâneas, dificuldade para respirar e palpitações cardíacas. Se qualquer um desses sintomas ocorrer, é necessário procurar um médico imediatamente para uma avaliação médica adequada.

É importante ressaltar que cada pessoa pode reagir de maneira diferente à medicação. Além disso, o uso impróprio do medicamento, incluindo a automedicação, pode aumentar a chance de efeitos colaterais. Sendo assim, é indispensável seguir corretamente as orientações médicas e ler atentamente as informações presentes na bula do medicamento.

Contraindicações do Bisoltussin (dextrometorfano)

Apesar de ser um medicamento geralmente seguro e eficaz, o Bisoltussin possui algumas contraindicações importantes. É importante mencionar que estas contraindicações podem variar de acordo com a formulação e a dosagem do medicamento, sendo necessário consultar a bula e o médico antes de iniciar o tratamento.

O Bisoltussin é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida ao dextrometorfano ou a outros componentes da formulação. Também é contraindicado em pacientes que apresentam problemas respiratórios graves, como asma aguda ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Além disso, o Bisoltussin deve ser usado com cautela em pacientes com problemas hepáticos, renais, cardíacos ou no caso de uso concomitante com certos medicamentos, como inibidores da monoaminoxidase (IMAOs) ou antidepressivos. Nestes casos, é fundamental uma avaliação médica cuidadosa antes do uso do medicamento.

É importante mencionar que o Bisoltussin não é recomendado para crianças menores de 2 anos, sem orientação médica. Além disso, mulheres grávidas ou lactantes devem consultar um médico antes de utilizar o medicamento.

Em conclusão, o Bisoltussin (dextrometorfano) é um medicamento com ação antitussígena utilizado para o alívio da tosse seca e irritativa. É necessário seguir corretamente as orientações médicas e as informações presentes na bula para se obter os melhores resultados. Além disso, é importante estar ciente dos possíveis efeitos colaterais e das contraindicações antes de iniciar o tratamento com este medicamento.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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