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Auto

Revisão de Moto: Quais os itens para revisar?

by Evidencias 2 de janeiro de 2024
written by Evidencias

A manutenção adequada e a revisão de moto é essencial para garantir a segurança do motociclista, além de prolongar a vida útil do veículo e otimizar seu desempenho. A revisão de moto é um procedimento crucial que deve ser realizado periodicamente, abrangendo diversos aspectos desde os pneus até o sistema elétrico.

Neste artigo, exploraremos os principais itens que merecem atenção durante a revisão de moto, com destaque para o motor de partida, um componente vital para o funcionamento do veículo.

Revisão de Moto
Revisão de Moto

Importância da Revisão de Moto

A revisão de moto vai muito além de uma simples verificação de rotina; é um investimento na segurança e na durabilidade do veículo. Muitos motociclistas negligenciam a manutenção regular, colocando em risco não apenas sua segurança, mas também comprometendo o desempenho da moto. Uma revisão adequada pode prevenir problemas antes que se tornem sérios, economizando dinheiro a longo prazo e garantindo uma experiência de condução mais suave.

Itens Essenciais na Revisão de Moto

Durante uma revisão de moto abrangente, vários itens devem ser cuidadosamente examinados. Estes incluem:

  • Pneus: Os pneus desgastados ou mal calibrados podem comprometer a aderência e a estabilidade da moto. Verificar a pressão, o desgaste e a presença de objetos estranhos é fundamental para garantir uma condução segura.
  • Freios: Os sistemas de freios devem ser inspecionados regularmente para garantir que estejam em perfeito estado de funcionamento. Pastilhas de freio gastas ou fluido de freio inadequado podem comprometer a capacidade de parada da moto.
  • Suspensão: Uma suspensão eficiente é crucial para a estabilidade e conforto durante a condução. Verificar amortecedores, molas e vazamentos é essencial para garantir um desempenho consistente.
  • Óleo e Filtros: A troca regular de óleo e filtros é vital para o bom funcionamento do motor. Óleo sujo pode causar danos irreparáveis ao motor, comprometendo sua eficiência.
  • Sistema de Transmissão: Correntes, correias ou eixos de transmissão devem ser inspecionados para garantir que estejam em boas condições. A lubrificação adequada é essencial para evitar desgaste prematuro.
  • Sistema Elétrico: O sistema elétrico, que inclui bateria, luzes e fiação, deve ser revisado para evitar falhas elétricas. Problemas elétricos podem comprometer a segurança e o desempenho da moto.
  • Sistema de Combustível: Inspecionar o sistema de combustível, incluindo filtro e injetores, é crucial para garantir uma combustão eficiente e a manutenção do desempenho do motor.
  • Motor de Partida: Um dos componentes mais críticos do sistema elétrico é o motor de partida. Este item, muitas vezes subestimado, é responsável por iniciar o motor da moto. Durante a revisão, é essencial verificar se o motor de partida está operando corretamente, sem sinais de falhas.
manutencao moto

Motor de Partida: Componente Vital na Revisão de Moto

O motor de partida é uma peça essencial para o funcionamento da moto de qualquer marca, permitindo que o motor seja ligado de forma rápida e eficiente. Durante a revisão, é crucial verificar diversos aspectos relacionados ao motor de partida:

  • Verificação da Bateria: A bateria fornece a energia necessária para o motor de partida. Verificar a voltagem da bateria e sua condição geral é fundamental. Baterias descarregadas ou danificadas podem resultar em falhas no motor de partida.
  • Inspeção do Solenóide: O solenóide é responsável por transmitir a corrente elétrica da bateria para o motor de partida. Qualquer falha no solenóide pode resultar em dificuldades de partida. Durante a revisão, é importante garantir que o solenóide esteja funcionando corretamente.
  • Engrenagem do Motor de Partida: A engrenagem do motor de partida é acionada quando o condutor pressiona o botão de partida. Verificar se a engrenagem está em bom estado e se engaja corretamente com o sistema de partida é crucial para evitar problemas de inicialização.
  • Fiação e Conexões: A fiação elétrica que conecta a bateria ao motor de partida deve ser inspecionada quanto a desgaste, corrosão ou conexões soltas. Problemas na fiação podem resultar em mau contato e falhas no motor de partida.
arrumar moto

Benefícios da Revisão de Moto Adequada

Investir tempo e recursos em uma revisão de moto adequada oferece inúmeros benefícios aos motociclistas. Além de garantir a segurança nas estradas, uma revisão regular pode:

  • Prolongar a Vida Útil: Identificar e corrigir problemas antes que se tornem sérios pode prolongar significativamente a vida útil da moto.
  • Economizar Dinheiro: Prevenir problemas é mais econômico do que corrigi-los depois que se tornam grandes falhas. Uma revisão regular pode economizar dinheiro a longo prazo.
  • Melhorar o Desempenho: Uma moto bem mantida proporciona um desempenho mais suave e eficiente, garantindo uma experiência de condução mais agradável.
  • Manter o Valor de Revenda: Motos que passam por revisões regulares geralmente mantêm um valor de revenda mais alto, pois indicam cuidado e manutenção adequada.
marcas de moto

A revisão de moto é uma prática essencial para motociclistas conscientes da importância da segurança e desempenho. Dentre os diversos itens a serem verificados, o motor de partida destaca-se como um componente vital do sistema elétrico. Investir tempo e recursos em uma revisão abrangente, incluindo a verificação minuciosa do motor de partida, é a chave para garantir que a moto esteja em ótimas condições para enfrentar as estradas com confiança.

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Auto

Marcas de Moto no Brasil: Quais as populares?

by Evidencias 2 de janeiro de 2024
written by Evidencias

As marcas de moto no Brasil desempenham um papel crucial na cultura automotiva e na vida cotidiana de milhões de brasileiros apaixonados por duas rodas. Com uma variedade crescente de opções, desde motocicletas urbanas ágeis até poderosas máquinas off-road, o mercado nacional reflete a diversidade de preferências dos motociclistas.

Neste artigo, exploraremos as principais marcas de moto presentes no Brasil, analisando seu histórico, modelos icônicos e o impacto no cenário automotivo brasileiro.

marcas de moto
marcas de moto

História das Marcas de Moto no Brasil

O surgimento das marcas de moto no Brasil remonta às décadas passadas, quando as primeiras motocicletas começaram a ganhar popularidade. Marcas emblemáticas, como Honda, Yamaha e Harley-Davidson, estabeleceram suas raízes no país e se tornaram sinônimos de confiabilidade e desempenho. Ao longo dos anos, novas marcas surgiram, introduzindo inovações tecnológicas e designs arrojados.

Honda: Líder de Mercado e Inovação

A Honda, uma das marcas de moto mais reconhecidas globalmente, mantém uma presença dominante no Brasil. Com uma extensa linha de motocicletas que atendem a diversos públicos, desde modelos econômicos para o uso diário até máquinas esportivas de alta performance, a Honda conquistou a confiança dos consumidores brasileiros. A marca investe continuamente em inovações, conta com várias lojas honda auto peças, destacando-se pela introdução de tecnologias avançadas, como sistemas de freios ABS e motores mais eficientes.

motos no brasil

Yamaha: Versatilidade e Paixão pelas Motos

A Yamaha é outra gigante do mercado de motocicletas no Brasil, oferecendo uma ampla gama de modelos que vão desde motos esportivas até motocicletas de aventura. Com uma reputação consolidada por sua confiabilidade e desempenho, a Yamaha conquistou uma base sólida de fãs no país. Os modelos icônicos, como a Yamaha MT-07 e a YZF-R3, destacam-se não apenas pela potência, mas também pelo design arrojado que atrai entusiastas das duas rodas.

Marcas Nacionais: A Ascensão de Fabricantes Brasileiros

Além das marcas internacionais, o mercado de motocicletas no Brasil testemunhou a ascensão de fabricantes nacionais. Empresas como a Dafra e a Iros têm desempenhado um papel fundamental na oferta de opções acessíveis e adaptadas às necessidades locais. Essas marcas, muitas vezes, buscam inovações específicas para o mercado brasileiro, levando em consideração as condições de estradas e as preferências dos consumidores.

Suzuki: Elegância e Desempenho Japoneses

A Suzuki, com sua tradição de elegância e desempenho, também se destaca no cenário das marcas de moto no Brasil. Modelos como a Suzuki V-Strom e a Suzuki GSX-S750 conquistaram motociclistas que valorizam a combinação de design sofisticado e alto desempenho. A marca continua a cativar o público brasileiro, incorporando inovações tecnológicas e mantendo a qualidade que a caracteriza.

red motor biking road

Triumph: Luxo e Estilo Britânicos nas Estradas Brasileiras

Para os amantes de motocicletas de alta qualidade e estilo sofisticado, a Triumph se tornou uma escolha notável no Brasil. A marca britânica é reconhecida por seus modelos premium, como a Triumph Bonneville e a Triumph Tiger, que oferecem um equilíbrio perfeito entre desempenho, conforto e design clássico. A presença da Triumph no mercado brasileiro representa a busca crescente por motocicletas que transcendem a mera funcionalidade, incorporando elementos de luxo e exclusividade.

Marcas de Moto e a Cultura Brasileira

O Brasil é um país onde as motocicletas não são apenas meios de transporte, mas também símbolos de liberdade e aventura. As marcas de moto desempenham um papel vital na construção dessa cultura, influenciando o estilo de vida e as escolhas dos motociclistas. A comunidade motociclista brasileira é diversificada e apaixonada, refletindo a ampla variedade de marcas e modelos disponíveis no mercado.

Apesar do sucesso contínuo, as marcas de moto no Brasil enfrentam desafios, como a flutuação econômica e as mudanças nas preferências do consumidor. No entanto, esses desafios também abrem oportunidades para inovações e adaptações, incentivando as marcas a oferecerem produtos e serviços que atendam às demandas em constante evolução do mercado brasileiro.

motocicletas

O cenário das marcas de moto no Brasil é dinâmico e emocionante, refletindo a paixão dos brasileiros por duas rodas. Com marcas internacionais e nacionais competindo por espaço no coração dos motociclistas, o mercado continua a evoluir, oferecendo uma ampla gama de opções para atender a diferentes gostos e necessidades.

À medida que as marcas de moto no Brasil enfrentam os desafios do futuro, a promessa de inovação e paixão pela condução continua a guiar o crescimento e o desenvolvimento desse setor vibrante.

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Previsão do mercado para inflação de 2024 está em 3,9% 
Economia

Previsão do mercado para inflação de 2024 está em 3,9% 

by Evidencias 2 de janeiro de 2024
written by Evidencias

Projeção de expansão da economia ficou em 1,52% 

Previsão do mercado para inflação de 2024 está em 3,9% 
© Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – teve variação, passando de 3,91% para 3,9% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. ebcebc

Para 2025 e 2026, a projeção da inflação permaneceu em 3,5%, nos dois anos. 

A estimativa para 2024 está acima do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. 

Para 2025 e 2026, as metas de inflação estão fixadas em 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.  

O Focus continua trazendo as previsões para 2023, já que os números ainda estão sendo consolidados. Para o mercado financeiro, a inflação do ano passado deve ficar em 4,46%. Os dados de 2023 serão divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no próximo dia 11. 

Em novembro de 2023, o aumento de preços dos alimentos pressionou o resultado da inflação. O IPCA ficou em 0,28%, segundo o IBGE. O percentual foi maior que a taxa de setembro, que teve alta de 0,24%.  

A inflação acumulada em 2023 atingiu 4,04%. Nos últimos 12 meses, o índice consolidado está em 4,68%. 

A meta definida pelo CMN para 2023 é de 3,25%, também com tolerância de 1,5 ponto percentual. Segundo o BC, no último Relatório de Inflação, a chance de o índice oficial superar o teto da meta em 2023 é 17%. 

Juros básicos 

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 11,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre de 2023, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada por economistas.

O comportamento dos preços fez o BC cortar os juros quatro vezes no semestre passado, em todas as reuniões do Copom. Em comunicado, o colegiado informou que continuará a promover novos cortes de 0,5 ponto nas próximas reuniões, mas não detalhou quando vai parar de reduzir a taxa Selic. Segundo o BC, o momento dependerá do comportamento da inflação no primeiro semestre de 2024.  

Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. A primeira reunião do Copom neste ano ocorre em 30 e 31 de janeiro. Para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 8,5% ao ano, nos dois anos. 

De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, energia e combustíveis. Por um ano, até agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano. 

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021. 

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. 

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. 

PIB e câmbio 

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano permaneceu em 1,52%.  Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2%. Para 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB também de 2%. 

Superando as projeções, no terceiro trimestre do ano passado a economia brasileira cresceu 0,1%, na comparação com o segundo trimestre de 2023, de acordo com o IBGE. Entre janeiro e setembro, a alta acumulada foi de 3,2%. 

Com o resultado, o PIB está novamente no maior patamar da série histórica, ficando 7,2% acima do nível de antes da pandemia, registrado nos três últimos meses de 2019.

O mercado estima que o PIB de 2023 fique em 2,92%. O resultado do quarto trimestre, com o consolidado do ano, será divulgado pelo IBGE em 1º de março. 

A previsão de cotação do dólar está em R$ 5 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,03. 

Fonte: Agência Brasil

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Tentativas de fraudes a consumidores passaram de 837 mil em outubro
Economia

Juros do rotativo passam a ser limitados a 100% da dívida

by Evidencias 2 de janeiro de 2024
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Lei do Desenrola previu limite em caso de falta de acordo com bancos

Juros do rotativo passam a ser limitados a 100% da dívida
© Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

Sem acordo entre o governo e os bancos, os juros da dívida do rotativo do cartão de crédito e da fatura parcelada passam a ser limitados a 100% da dívida a partir desta terça-feira (2). Instituído pela lei do Programa Desenrola, sancionada em outubro, o teto foi regulamentado no fim de dezembro pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).ebcebc

A Lei do Desenrola havia estabelecido 90 dias para que as negociações entre o governo, o Banco Central, as instituições financeiras, o Congresso Nacional e o Banco Central chegassem a um novo modelo para o rotativo do cartão de crédito. Caso contrário, valeria o modelo em vigor no Reino Unido, que estabelece juros até o teto de 100% do total da dívida, que não poderá mais subir depois de dobrar o valor.

Logo após anunciar a decisão do CMN, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ressaltou que, durante esse período de 90 dias, as instituições financeiras não apresentaram nenhuma proposta. “Se vocês pensarem no Desenrola, esse era um dos grandes problemas do país. As pessoas [que renegociaram os débitos no programa] estavam, muitas vezes, com dívidas dez vezes superior à original”, disse o ministro. “Agora, a dívida não poderá dobrar”, comentou o ministro na ocasião.

Simulação

Com o teto de juros do rotativo e da fatura parcelada, quem não pagar uma fatura de R$ 100, por exemplo, e empurrar a dívida para o rotativo, pagará juros e encargos de no máximo R$ 100. Dessa forma, a dívida não poderá ultrapassar R$ 200, independentemente do prazo.

“Suponha que uma pessoa contrate uma dívida de R$ 1 mil no cartão de crédito e não pague. Ela estaria sujeita a quase 450% ou 500% de juros no ano [pelas regras anteriores]”, disse Haddad ao anunciar o teto das taxas. “Com essa medida, não vai poder exceder 100%.”

Segundo os dados mais recentes do Banco Central, em novembro, os juros do rotativo do cartão de crédito estavam, em média, em 431,6% ao ano. Isso significa que uma pessoa que entre no rotativo em R$ 100 e não quita o débito deve R$ 531,60 após 12 meses.

Portabilidade

Além de oficializar o teto de juros, o CMN instituiu a portabilidade do saldo devedor do cartão de crédito e aumentou a transparência nas faturas, itens que não estavam na lei do Desenrola. Essas exigências, no entanto, só entrarão em vigor em 1º de julho.

Por meio da portabilidade, a dívida com o rotativo e com o parcelamento da fatura poderá ser transferida para outra instituição financeira que oferecer melhores condições de renegociação. A medida também vale para os demais instrumentos de pagamento pós-pagos, modalidades nas quais os recursos são depositados para pagamento de débitos já assumidos.

A proposta da instituição financeira deve ser realizada por meio de uma operação de crédito consolidada (que reestruture a dívida acumulada). Além disso, a portabilidade terá de ser feita de forma gratuita.

Caso a instituição credora original faça uma contraproposta ao devedor, a operação de crédito consolidada deverá ter o mesmo prazo do refinanciamento da instituição proponente. Segundo o Banco Central (BC), a igualdade de prazos permitirá a comparação dos custos.

Transparência

Em relação à transparência, a partir de julho, as faturas dos cartões de crédito deverão trazer uma área de destaque, com as informações essenciais, como valor total da fatura, data de vencimento da fatura do período vigente e limite total de crédito.

As faturas também deverão ter uma área em que sejam oferecidas opções de pagamento. Nessa área deverão estar especificadas apenas as seguintes informações: valor do pagamento mínimo obrigatório; valor dos encargos a ser cobrado no período seguinte no caso de pagamento mínimo; opções de financiamento do saldo devedor da fatura, apresentadas na ordem do menor para o maior valor total a pagar; taxas efetivas de juros mensal e anual; e Custo Efetivo Total (CET) das operações de crédito.

Por fim, as faturas terão uma área com informações complementares. Nesse campo, devem estar as informações como lançamentos na conta de pagamento; identificação das operações de crédito contratadas; juros e encargos cobrados no período vigente; valor total de juros e encargos financeiros cobrados referentes às operações de crédito contratadas; identificação das tarifas cobradas; limites individuais para cada tipo de operação, entre outros dados.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Lavitan Hair para cabelos e unhas: como funciona e qual a composição

by Evidencias 2 de janeiro de 2024
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Lavitan Hair é um suplemento vitamínico completo para fortalecer cabelos e unhas. Sua fórmula exclusiva contém biotina, vitaminas e minerais essenciais que promovem o crescimento saudável e prevenção da queda.

Lavitan Hair para cabelos e unhas: como funciona e qual a composição

Qual a composição

O Lavitan Hair é um suplemento vitamínico que promete fortalecer os cabelos e unhas, proporcionando um aspecto mais saudável e bonito. Sua composição é uma combinação de diversos nutrientes importantes para a saúde capilar e das unhas.

Entre os principais componentes do Lavitan Hair, destacam-se:
– Biotina: conhecida como vitamina B7, é essencial para o bom funcionamento do organismo e tem papel fundamental na saúde dos cabelos e das unhas. Ela estimula o crescimento capilar, fortalece as unhas e previne a quebra e queda dos fios.
– Zinco: mineral importante para o crescimento e desenvolvimento dos cabelos, além de auxiliar no fortalecimento das unhas. Sua falta pode levar a problemas como queda de cabelo e unhas quebradiças.
– Ferro: essencial para a saúde dos fios e das unhas, o ferro ajuda no transporte de oxigênio para os folículos capilares, promovendo um crescimento saudável.
– Vitaminas do complexo B: as vitaminas B2, B5 e B6 atuam na saúde dos cabelos e unhas, melhorando sua estrutura e estimulando o crescimento.
– Vitamina E: conhecida por suas propriedades antioxidantes, a vitamina E ajuda a fortalecer os fios e prevenir danos causados por radicais livres.
– Colágeno hidrolisado: proteína essencial para a saúde da pele, cabelos e unhas, o colágeno hidrolisado auxilia na reconstrução dos fios e na redução da queda e quebra capilar.

Como usar

O Lavitan Hair está disponível na forma de cápsulas e a dose recomendada é de 1 a 2 cápsulas ao dia, de preferência com as refeições. É importante seguir as instruções de uso presentes na embalagem do produto e, em caso de dúvidas, consultar um médico ou nutricionista.

Para que o Lavitan Hair seja eficaz, é importante manter uma alimentação equilibrada, rica em nutrientes, além de uma rotina de cuidados adequada com os cabelos e unhas. O suplemento vitamínico é apenas um complemento à alimentação e cuidados habituais, não devendo substituí-los.

Quem não deve usar

Embora o Lavitan Hair seja um suplemento vitamínico seguro para a maioria das pessoas, algumas precauções devem ser tomadas. Quem possui alergias ou sensibilidade a algum dos componentes da fórmula, deve evitar o seu uso.

Gestantes e lactantes devem consultar um médico antes de iniciar o uso do Lavitan Hair, assim como pessoas que possuam algum problema de saúde ou estejam em tratamento com medicamentos específicos. Somente um profissional de saúde poderá avaliar se o suplemento é adequado para cada caso.

Efeitos colaterais

O Lavitan Hair é geralmente bem tolerado, porém, como todo suplemento vitamínico, pode causar alguns efeitos colaterais em casos isolados. Dentre os possíveis efeitos colaterais estão:
– Náuseas
– Diarreia
– Vômitos
– Dores de cabeça
– Desconforto estomacal

Caso algum desses efeitos colaterais persista ou se torne intensificado, é importante interromper o uso do Lavitan Hair e buscar orientação médica.

Por se tratar de um suplemento, o Lavitan Hair não possui contraindicações absolutas. No entanto, é sempre recomendado consultar um médico ou nutricionista antes de iniciar qualquer tipo de suplementação, especialmente se houver alguma condição de saúde pré-existente ou se estiver fazendo uso de outros medicamentos.

Em resumo, o Lavitan Hair é um suplemento vitamínico que combina nutrientes importantes para a saúde dos cabelos e unhas. Sua composição inclui biotina, zinco, ferro, vitaminas do complexo B, vitamina E e colágeno hidrolisado. É importante seguir as instruções de uso e consultar um profissional de saúde antes de iniciar a suplementação.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Novos diretores do Banco Central tomam posse nesta terça-feira
Economia

Novos diretores do Banco Central tomam posse nesta terça-feira

by Evidencias 2 de janeiro de 2024
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Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira participarão do próximo Copom

Novos diretores do Banco Central tomam posse nesta terça-feira
© Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

Aprovados pelo Senado em dezembro, os economistas Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira tomam posse nesta terça-feira (2) como diretores do Banco Central (BC). Picchetti é o novo diretor de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos. Teixeira assume a Diretoria de Administração.ebcebc

Com a assinatura do termo de posse, os dois diretores poderão participar da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), prevista para 30 e 31 de janeiro. Além da posse dos diretores, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, anunciou um remanejamento na diretoria.

Pichetti substituirá Fernanda Guardado, cujo mandato encerrou-se em 31 de dezembro. No caso da Diretoria de Administração, a diretora Carolina de Assis Barros foi remanejada para a Diretoria de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta. Ela substitui o ex-diretor Maurício Moura, cujo mandato encerrou-se em 31 de dezembro.

Trajetórias

Funcionário de carreira do BC, Teixeira é graduado, mestre e doutor em economia pela Universidade de São Paulo (USP) e professor do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica (PUC), tendo também trabalhado como professor do Departamento de Economia da USP, diretor adjunto da Diretoria de Relações Internacionais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), na Assessoria Econômica do Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão, e no gabinete da Secretaria do Orçamento Federal no Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão.

Professor pesquisador da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-SP), Picchetti tem mestrado em Economia pela USP e doutorado em Economics pela University of Illinois-System. Já desenvolveu pesquisas para o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre-FGV), especialmente em métodos quantitativos em economia, trabalhando há mais de 20 anos na produção de estatísticas econômicas.

Mandato

Neste ano, acabam o mandato do presidente do BC, Roberto Campos Neto; da diretora de Relacionamento, Carolina de Assis Barros; e do diretor de Regulação, Otávio Ribeiro Damaso. Conforme a Lei Complementar 179, que estabeleceu a autonomia do Banco Central, os três ficam no cargo até 31 de dezembro de 2024.

Fonte: Agência Brasil

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Saque-aniversário do FGTS em 2024 já está disponível
Economia

Saque-aniversário do FGTS em 2024 já está disponível

by Evidencias 2 de janeiro de 2024
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Trabalhadores nascidos em janeiro podem retirar dinheiro

Saque-aniversário do FGTS em 2024 já está disponível
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os trabalhadores que optarem pelo saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aos poucos começam a ter acesso à cota de 2024. As retiradas ocorrem conforme o mês de aniversário do trabalhador. Os cotistas nascidos em janeiro podem fazer o saque a partir desta terça-feira (2).ebcebc

Criada em 2019 e em vigor desde 2020, essa modalidade permite a retirada de parte do saldo de qualquer conta ativa ou inativa do fundo a cada ano, no mês de aniversário. Em troca, o trabalhador não poderá sacar o valor depositado pela empresa em caso de demissão sem justa causa, apenas a multa rescisória.

O governo pretende mudar essa regra e permitir o saque do saldo total da conta nas demissões sem justa causa, como ocorre com quem não aderiu ao saque-aniversário. Em dezembro, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que pretende enviar, até março, o projeto de lei com as alterações.

Segundo o balanço mais recente da Caixa Econômica Federal, divulgado em setembro, cerca de 32,7 milhões de pessoas aderiram ao saque-aniversário. Desse total, 16,9 milhões contrataram financiamento usando esses recursos como garantia. Até agosto, o total emprestado pelos bancos nessa modalidade somava R$ 111,4 bilhões.

O período de saques começa no primeiro dia útil do mês de aniversário do trabalhador. Os valores ficam disponíveis até o último dia útil do segundo mês subsequente. Caso o dinheiro não seja retirado no prazo, volta para as contas do FGTS em nome do trabalhador.

Confira o calendário do saque-aniversário em 2024

Saque-aniversário do FGTS em 2024 já está disponível
Saque-aniversário do FGTS em 2024 já está disponível

Arte/EBC

Adesão

A adesão a esse tipo de modalidade é voluntária e pode ser feita por meio do aplicativo oficial do FGTS, disponível para smartphones e tablets dos sistemas Android e iOS. O processo também pode ser feito nas agências do banco. Se quiser receber o dinheiro no mesmo ano, o trabalhador deverá optar pelo saque-aniversário até o último dia do mês de nascimento. Caso contrário, só receberá a partir do ano seguinte.

Ao retirar uma parcela do FGTS a cada ano, o trabalhador deixará de receber o valor depositado pela empresa caso seja demitido sem justa causa. O pagamento da multa de 40% nessas situações está mantido. As demais possibilidades de saque do FGTS – como compra de imóveis, aposentadoria e doenças graves – não são afetadas pelo saque-aniversário.

Cuidados

A qualquer momento, o trabalhador pode desistir do saque-aniversário e voltar para a modalidade tradicional, que só permite a retirada em casos especiais, como demissão sem justa causa, aposentadoria, doença grave ou compra de imóveis.

A decisão, porém, exige cuidado. Ao voltar para o saque tradicional, o trabalhador ficará dois anos sem poder sacar o saldo da conta no FGTS, mesmo em caso de demissão. Se for dispensado, receberá apenas a multa de 40%.

Como sacar

A Caixa orienta o resgate por meio do aplicativo FGTS. Nesse caso, o trabalhador pode programar a transferência do dinheiro para qualquer conta em seu nome, independentemente do banco. A operação não tem custo.

As retiradas podem ser feitas nas casas lotéricas, caso esses estabelecimentos estejam abertos, e terminais de autoatendimento para quem tem senha do Cartão Cidadão. Quem tem Cartão Cidadão e senha pode sacar nos correspondentes Caixa Aqui, caso esses estabelecimentos estejam autorizados a abrir. Basta apresentar documento de identificação.

Valores

O valor a que o trabalhador que aderiu ao saque-aniversário tem direito a retirar a cada ano depende do saldo em cada conta do FGTS. Para contas com saldo de até R$ 500, poderão ser retirados 50% do total. A partir daí, o percentual cai, mas será pago um valor fixo adicional, que aumenta conforme o saldo total. O cálculo ocorre da seguinte forma:

Saque-aniversário do FGTS em 2024 já está disponível
Saque-aniversário do FGTS em 2024 já está disponível

Arte/EBC

Fonte: Agência Brasil

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Investimentos no Tesouro Direto somam R$ 3,325 bilhões em outubro
Economia

Autorregularização de dívidas com a Receita Federal começa nesta terça

by Evidencias 2 de janeiro de 2024
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Programa permite quitar tributos em atraso sem multa, nem juros

Autorregularização de dívidas com a Receita Federal começa nesta terça
© José Cruz/Agência Brasil

A partir desta terça-feira (2) até 1º de abril, os contribuintes com pendências com o Fisco poderão quitar as dívidas tributárias sem multa, nem juros. Começou o prazo de adesão ao programa Autorregularização Incentivada de Tributos, criada pela Lei 14.740, sancionada em novembro de 2023.ebcebc

Ele permite que os contribuintes admitam a existência de débitos, paguem somente o valor principal e desistam de eventuais ações na Justiça em troca do perdão dos juros e das multas de mora e de ofício e da não realização de autuações fiscais. Tanto pessoas físicas como jurídicas podem participar do programa, desde que confessem a dívida.

A dívida consolidada pode ser quitada com desconto de 100% das multas e dos juros. O contribuinte pagará 50% do débito como entrada e parcelará o restante em 48 meses. Quem não aderir à autorregularização pagará multa de mora de 20% do valor da dívida.

A adesão pode ser pedida no Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal (e-CAC). Se o requerimento for aceito, a Receita considerará que houve confissão extrajudicial e irrevogável da dívida.

Somente débitos com a Receita Federal podem ser autorregularizados. O programa não abrange a dívida ativa da União, quando a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional passa a cobrar o débito na Justiça.

A Receita Federal publicou a regulamentação do programa na última sexta-feira (29) em instrução normativa no Diário Oficial da União. O programa permite a inclusão, na renegociação, de tributos não constituídos (não confessados pelo devedor) até 30 de novembro de 2023, mesmo nos casos em que o Fisco tenha iniciado procedimento de fiscalização. Também podem ser incluídos tributos constituídos (confessados pelo devedor) entre 30 de novembro de 2023 e 1º de abril de 2024.

Abrangência

Quase todos os tributos administrados pela Receita Federal estão incluídos na autorregularização incentivada. A exceção são as dívidas do Simples Nacional, regime especial para micro e pequenas empresas.

Assim como em outros programas recentes de renegociação com a Receita, o contribuinte poderá abater créditos tributários (descontos em tributos pagos a mais) da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), desde que limitados a 50% da dívida consolidada. Também será possível abater créditos de precatórios, dívidas do governo com o contribuinte reconhecidas pela Justiça em sentença definitiva, tanto próprios como adquiridos de terceiros.

Segundo a instrução normativa, a redução das multas e dos juros também não será computada na base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica, da CSLL, do Programa de Integração Social (PIS), do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

A Receita regulamentou os critérios para a exclusão do programa. Será retirado da renegociação especial quem deixar de pagar três parcelas consecutivas ou seis alternadas. Caso o devedor deixe de pagar uma parcela, estando pagas as demais, também será excluído da autorregularização.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Como tirar manchas do rosto na gravidez de forma caseira

by Evidencias 2 de janeiro de 2024
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Descubra métodos caseiros eficazes para a remoção de manchas faciais durante a gravidez, utilizando ingredientes naturais e seguros para a pele.

Como tirar manchas do rosto na gravidez de forma caseira

A gravidez é um momento especial e mágico na vida de uma mulher. No entanto, algumas alterações hormonais podem levar ao surgimento de manchas no rosto, como o temido melasma. Essas manchas podem acabar afetando a autoestima da gestante, mas não se preocupe, pois existem formas caseiras de tratar e diminuir essas marcas indesejadas. Neste artigo, vamos apresentar algumas dicas e receitas que podem ajudar a tirar manchas do rosto na gravidez.

Máscara de tomate e iogurte

A combinação de tomate e iogurte pode ser uma ótima opção para clarear as manchas do rosto na gravidez. O tomate é rico em licopeno, um antioxidante que ajuda a combater o excesso de pigmentação na pele. Já o iogurte possui ácido lático, que possui propriedades clareadoras. Para preparar essa máscara, siga os passos abaixo:

1. Amasse um tomate maduro até formar uma pasta consistente.
2. Misture essa pasta com uma colher de sopa de iogurte natural.
3. Aplique a máscara no rosto limpo, evitando a área dos olhos.
4. Deixe agir por 20 minutos e enxágue com água morna.
5. Repita o procedimento duas vezes por semana.

Essa máscara de tomate e iogurte pode ajudar a clarear as manchas do rosto de forma gradual. Lembre-se de usar protetor solar diariamente para evitar o surgimento de novas manchas.

Solução de leite e cúrcuma

Outra opção natural e caseira para tirar manchas do rosto na gravidez é a solução de leite e cúrcuma. A cúrcuma é uma especiaria com propriedades clareadoras, enquanto o leite possui ácido lático que auxilia no clareamento da pele. Veja como preparar essa solução:

1. Misture uma colher de chá de cúrcuma em pó com duas colheres de sopa de leite.
2. Aplique a solução no rosto, realizando uma massagem suave.
3. Deixe agir por 15 minutos e enxágue com água morna.
4. Repita esse processo três vezes por semana.

Além de clarear as manchas do rosto, essa solução também pode proporcionar uma pele mais macia e hidratada. No entanto, tenha cuidado ao utilizar a cúrcuma, pois ela pode deixar manchas amarelas temporárias na pele.

Spray de sumo de limão e pepino

O sumo de limão possui propriedades clareadoras, enquanto o pepino contém vitaminas e minerais que ajudam na revitalização da pele. Juntos, esses ingredientes podem ser uma ótima opção para tratar as manchas do rosto durante a gravidez. Veja como preparar esse spray:

1. Extraia o sumo de meio limão.
2. Bata meio pepino no liquidificador até obter um suco.
3. Misture o sumo de limão com o suco de pepino.
4. Coloque a mistura em um frasco de spray.
5. Borrife o spray no rosto limpo, evitando a área dos olhos.
6. Deixe agir por 10 minutos e enxágue com água morna.
7. Utilize esse spray todos os dias antes de dormir.

É importante lembrar que o limão pode causar sensibilidade na pele, principalmente quando exposta ao sol. Portanto, é fundamental utilizar protetor solar durante o dia e evitar a exposição excessiva ao sol.

Conclusão

As manchas no rosto durante a gravidez podem ser incômodas, mas é possível amenizá-las de forma caseira. As máscaras de tomate e iogurte, a solução de leite e cúrcuma, e o spray de sumo de limão e pepino são algumas opções naturais que podem ajudar a clarear essas manchas. No entanto, é fundamental lembrar que cada pele é única, e é recomendado consultar um dermatologista antes de iniciar qualquer tratamento caseiro. Tenha paciência e persistência, pois os resultados podem variar de pessoa para pessoa. Cuide-se, mantenha uma rotina de cuidados com a pele e aproveite esse momento especial da maternidade.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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IRPF: 10% dos contribuintes concentram 51% da renda no país
Economia

IRPF: 10% dos contribuintes concentram 51% da renda no país

by Evidencias 1 de janeiro de 2024
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Relatório do Ministério da Fazenda analisou dados de 2022 e 2021

IRPF: 10% dos contribuintes concentram 51% da renda no país
© Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

Um relatório publicado pelo Ministério da Fazenda, no último dia 29 de dezembro, detalha a desigualdade na distribuição da renda e da riqueza da população brasileira. O estudo analisou dados do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) de 2021 e 2022.ebcebc

Pelo levantamento, 10% dos declarantes de Imposto de Renda concentram 51% da renda total do país em 2022. Pouco mais da metade das pessoas que declararam o imposto têm menor renda e concentram 14% do total de ganhos. Em 2022, cerca de 38,4 milhões de contribuintes apresentaram declaração do Imposto de Renda, o que corresponde a 35,6% da População Economicamente Ativa (PEA) do Brasil.

A declaração de IRPF é obrigatória para todas as pessoas residentes no Brasil que tenham recebido ao menos R$ 28.559,70 de rendimentos tributáveis, R$142.798,50 em receita bruta da atividade rural ou R$ 40 mil em rendimentos, inclusive não tributados ou tributado na fonte. Também devem declarar aqueles que têm mais de R$ 300 mil em bens e direitos, quem obteve ganhos de capital na alienação de bens ou direitos ou optou pela isenção sobre a venda de imóveis seguido da aquisição de outro em até 180 dias, além de pessoas que realizaram operações em bolsa de valores.

Riqueza

Em relação à riqueza, que soma bens e direitos declarados no IR, a concentração é ainda maior. Os 10% mais ricos concentram 58% da riqueza nacional.

A pesquisa mostra que a maior isenção de Imposto de Renda é sobre lucros e dividendos, que é a remuneração dos acionistas de empresas, que chega a 35% do total. Essa questão inclusive está em debate no Congresso Nacional. A segunda maior isenção é de pequenas e microempresas optantes do Simples.

Outro dado mostrado no estudo é que quanto maior a renda, maiores são as despesas dedutíveis apresentadas, como médicas, de dependentes e previdência. As deduções se concentram em despesas médicas, 38% do total, e da Previdência Social, 32%. Os 10% mais ricos concentram 41% do valor de todas as despesas dedutíveis no IR.

O Distrito Federal é a unidade federativa com a maior renda média do país, equivalendo a mais de R$ 14 mil por mês, seguido por São Paulo e o Rio de Janeiro. Já o Maranhão tem a menor renda média, com metade do valor, pouco mais de R$ 7 mil por mês.

O estudo sobre o IR mostra também a desigualdade de gênero na concentração da renda. Sendo as mulheres 51% da população em idade ativa no país, 43% delas declararam o imposto. Do total das pessoas que declararam renda, apenas 37% são mulheres e quase 63% são homens.

*Colaborou Pedro Rafael Vilela

Fonte: Agência Brasil

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Planejamento, economia e cálculos: como vencer as dívidas em 2024
Economia

Planejamento, economia e cálculos: como vencer as dívidas em 2024

by Evidencias 1 de janeiro de 2024
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Entender os gastos pessoais é o primeiro passo, dizem especialistas

Planejamento, economia e cálculos: como vencer as dívidas em 2024
© Marcello Casal JrAgência Brasil

Mesmo com a chegada de 2024, muitas famílias ainda terão de lidar com as dívidas feitas ao longo de 2023 e até antes. Em dezembro, a pesquisa da Confederação Nacional do Comércio mostrava que 76,6% das famílias estavam endividadas e 29% tinham contas em atraso.ebcebc

O início do novo ano pode, no entanto, ser um momento para repensar o planejamento financeiro, de forma a evitar dívidas e até poupar para conseguir alcançar objetivos pessoais, como viagens e uma aposentadoria melhor.

A primeira orientação nesse sentido é entender os gastos pessoais, é o que recomendam diversas organizações que acompanham os hábitos de consumo, como a Serasa Experian, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Para isso, é importante calcular os gastos fixos mensais, ou seja, aquelas despesas que têm um valor igual ou muito semelhante todos os meses, como o aluguel, o condomínio, a conta de luz, gás e água. Além disso, é preciso ainda estimar despesas variáveis, gastos com valores irregulares. Para isso, a Febraban dá a dica de anotar os gastos de todo tipo, como roupas, restaurantes, feira e lazer.

O Serasa Experian recomenda que seja feita uma média dos últimos seis meses para entender o que essas despesas representam. Se o rendimento mensal não for um salário fixo, pode ser interessante também fazer uma média.

A partir do acompanhamento mensal é fundamental entender se as receitas conseguem cobrir todas as despesas, ou se os gastos estão ultrapassando a renda.

Economize

Para economizar e fazer um orçamento adequado a renda, o Idec tem algumas dicas de economia. Uma delas é buscar reduzir planos como os de internet e telefone. Fazer pesquisas de preço é outra forma de conseguir adquirir bens e serviços, mantendo as despesas sob controle. O transporte público pode ser uma alternativa mais barata do que o carro e também ajudar no orçamento doméstico.

Hábitos de controle do consumo podem ser úteis, segundo o Idec, como sair de casa com o dinheiro contado para o que precisa, evitando compras por impulso, assim como pensar com antecedência as trocas de aparelhos celulares e óculos, estipulando um tempo mínimo de uso dos itens.

Definir objetivos

Depois de entender o quanto gasta e fazer os ajustes para que as despesas sejam menores do que as receitas, o Serasa lembra da importância de se definir metas, pensar nos objetivos para daqui seis meses, um ano e a longo prazo – férias na praia, uma televisão nova ou uma aposentadoria mais confortável.

Com isso em mente, é possível ter uma noção de quanto é preciso poupar ao longo dos meses para conseguir realizar os objetivos. O Idec destaca que o dinheiro deve ser investido, para evitar a perda de poder de compra causada pela inflação. Entre as opções de baixo risco para isso estão a poupança, os títulos de renda fixa – como os títulos do tesouro e o Certificado de Depósito Bancário (CDB) –, respaldados pelo Fundo Garantidor de Crédito, ou seja, que estão protegidos em valores até R$ 250 mil.

Cuidado com o crédito

Fundamental ainda é ter atenção no uso do crédito. Ferramentas como o cheque especial, que tem altos juros, só devem ser acionadas em caso de emergência. O parcelamento das compras no cartão deve observar a capacidade do orçamento familiar.

O Idec oferece dicas e uma planilha para facilitar o acompanhamento do orçamento pessoal em sua página, assim como um livro eletrônico sobre como fazer o planejamento.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Giamebil: para que serve, como usar e efeitos colaterais

by Evidencias 1 de janeiro de 2024
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Giamebil é um medicamento de uso oral que auxilia no tratamento de dores musculares e inflamações. Deve-se seguir a recomendação médica para o uso adequado e evitar exceder a dose indicada. Alguns possíveis efeitos colaterais incluem náuseas e tonturas.

Para que serve

Giamebil é um medicamento amplamente utilizado no tratamento de doenças gastrointestinais, como úlceras estomacais, gastrite e refluxo ácido. Sua ação consiste na diminuição da produção de ácido no estômago, o que ajuda a aliviar os sintomas dessas condições e promover a cicatrização dos tecidos danificados. Além disso, Giamebil também pode ser prescrito para prevenir úlceras causadas pela administração de medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs).

Como usar

A posologia de Giamebil pode variar de acordo com a extensão e gravidade da doença. É fundamental seguir as orientações médicas e ler atentamente a bula do medicamento. Em geral, a dose recomendada para adultos é de 20 mg a 40 mg, uma vez ao dia, antes do café da manhã, por um período determinado pelo médico. No caso de úlceras pépticas, o tratamento pode durar de 4 a 8 semanas.

Para o uso correto de Giamebil, é importante tomar o comprimido inteiro, sem mastigar ou triturar. É possível tomá-lo com ou sem alimentos, dependendo da recomendação médica. Caso tenha dificuldade em engolir o comprimido, é permitido dissolvê-lo em água não gaseificada antes da administração. No entanto, esta prática deve ser feita sob orientação médica.

Possíveis efeitos colaterais

Assim como outros medicamentos, Giamebil pode apresentar alguns efeitos colaterais em determinados pacientes. É importante destacar que nem todo indivíduo desenvolverá reações adversas, mas é essencial estar ciente delas. Alguns dos possíveis efeitos colaterais de Giamebil incluem dor de cabeça, tontura, náusea, diarreia, constipação, dor abdominal e alterações no paladar.

Embora seja raro, o uso prolongado de Giamebil também pode aumentar o risco de desenvolvimento de fraturas ósseas, principalmente em pacientes idosos. Por isso, é importante avaliar individualmente os benefícios e os riscos do uso continuado desse medicamento em determinados casos.

Quem não deve usar

Apesar de ser um medicamento considerado seguro para a maioria dos pacientes, algumas pessoas devem evitar o uso de Giamebil. Quem possui alergia conhecida à substância ativa, o omeprazol, ou a qualquer um dos componentes da fórmula deve buscar alternativas terapêuticas. É importante comunicar ao médico se há histórico de reações alérgicas a outros medicamentos da mesma classe, como os inibidores da bomba de prótons.

Pessoas com insuficiência hepática grave devem ter cautela ao utilizar Giamebil, pois ele é metabolizado principalmente pelo fígado. Além disso, pacientes com osteoporose, especialmente os idosos, devem ser monitorados devido ao risco aumentado de fraturas ósseas.

Em relação à gravidez e lactação, ainda não existem estudos suficientes que comprovem a segurança do uso de Giamebil nessas fases. Portanto, é fundamental que mulheres grávidas ou em período de amamentação consultem um médico antes de iniciar o tratamento.

Em suma, Giamebil é um medicamento amplamente utilizado no tratamento de doenças gastrointestinais, oferecendo alívio dos sintomas e promovendo a cicatrização dos tecidos danificados. Utilizado conforme a posologia indicada e com orientação médica, seus efeitos colaterais tendem a ser bem tolerados. No entanto, é importante estar atento às reações adversas possíveis e evitar o uso em casos específicos, como alergias, insuficiência hepática grave e osteoporose. Sempre consulte um médico antes de iniciar qualquer tratamento medicamentoso.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Carros elétricos que estourarem cotas de importação pagarão tarifas
Economia

Carros elétricos que estourarem cotas de importação pagarão tarifas

by Evidencias 1 de janeiro de 2024
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Medida pretende desenvolver cadeia de produção nacional

Carros elétricos que estourarem cotas de importação pagarão tarifas
© José Cruz/Agência Brasil

A partir deste mês, carros elétricos, híbridos e híbridos plug-in comprados fora do país voltam a pagar Imposto de Importação. As alíquotas serão gradualmente recompostas até chegarem a 35% em julho de 2026.ebcebc

Nesse período, haverá cotas iniciais para compras do exterior com isenção. Dessa forma, as tarifas incidirão apenas caso as importações superarem os limites estabelecidos.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, a medida pretende ajudar a indústria nacional, desenvolvendo a cadeia produtiva do setor e acelerando a descarbonização (redução de emissões de gás carbônico) da frota brasileira.

O cronograma de recomposição das alíquotas para carros elétricos é o seguinte: 10% de Imposto de Importação em janeiro de 2024; 18% em julho de 2024; 25% em julho de 2025; e 35% em julho de 2026.

Para carros híbridos, cujas baterias se recarregam nas freadas ou no funcionamento do motor a combustão, a tarifa será restabelecida da seguinte forma: 12% em janeiro de 2024; 25% em julho de 2024; 30% em julho de 2025; e 35% em julho de 2026.

Os carros híbridos plug-in, também movidos a combustíveis fósseis e recarregados na tomada, serão tarifados em 12% em janeiro de 2024; 20% em julho de 2024; 28% em julho de 2025; e 35% em julho de 2026.

Há ainda uma quarta categoria, a de “automóveis elétricos para transporte de carga”, ou caminhões elétricos, que começarão com taxação de 20% em janeiro e chegarão aos 35% já em julho de 2024. Nesse caso, a retomada da alíquota cheia é mais rápida porque existe uma produção nacional suficiente.

A decisão foi aprovada em novembro pelo Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex). A resolução com as novas alíquotas e as cotas foi publicada no fim de novembro.

Cotas

Em relação às cotas com isenção de imposto, o ministério informou que os limites são temporários e têm como objetivo preservar a possibilidade de atendimento a novos importadores, enquanto a indústria nacional de veículos elétricos se desenvolve.

Para híbridos, as cotas serão de US$ 130 milhões até junho de 2024; US$ 97 milhões até julho de 2025; e US$ 43 milhões até 30 de junho de 2026.

Para híbridos plug-in, de US$ 226 milhões até julho de 2024, US$ 169 milhões até julho de 2025 e de US$ 75 milhões até 30 de junho de 2026.

Para elétricos, nas mesmas datas, respectivamente, de US$ 283 milhões, US$ 226 milhões e US$ 141 milhões. Para os caminhões elétricos, de US$ 20 milhões, US$ 13 milhões e US$ 6 milhões.

Fonte: Agência Brasil

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Retrospectiva 2023: produtores querem recuperar áreas atingidas no Sul
Economia

Retrospectiva 2023: produtores querem recuperar áreas atingidas no Sul

by Evidencias 1 de janeiro de 2024
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Ciclone causa prejuízos para a lavoura

Retrospectiva 2023: produtores querem recuperar áreas atingidas no Sul
© Dênio Simões/MIDR

Pequenos produtores da agropecuária do Vale do Taquari, que se estende a 40 municípios na região central do Rio Grande do Sul, estão amargando prejuízos causados pela passagem, em setembro, de um ciclone extratropical que provocou fortes chuvas.ebcebc

O mau tempo que atingiu o estado resultando na cheia do rio Taquari continuou até novembro. Os prejuízos das lavouras de soja, milho, trigo, aipim e tabaco não são os únicos. É que os produtores perderam gado, porcos e frangos, além da pecuária de corte e da produção de leite. O Vale do Taquari foi a área mais atingida no estado.

O coordenador da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), no Vale do Taquari, Marcos Hinrichsen, disse que ainda é preciso analisar a qualidade do solo após a erosão causada pelas enchentes.

“[É] uma avaliação de muito prejuízo com relação à erosão do solo, porque as chuvas torrenciais levaram muita terra boa embora. Perdeu-se muita qualidade de solo. Tem nos preocupado como podemos recuperar as terras para continuar produzindo, fora a questão de animais com uma perda bem grande, casas e galpões atingidos”, disse em entrevista à Agência Brasil.

Passado o período de chuva e de levantamento dos danos, o trabalho de recuperação é intenso. O coordenador destacou que os impactos entre os produtores são diferentes. Tudo depende do que foi perdido. O esforço para a retomada está começando pelo plantio de soja em algumas propriedades.

“Como são pequenas áreas, o agricultor precisa rapidamente fazer o plantio porque depende disso. Ele se organizou. Não dá para dizer que são 100%, mas naquilo que é possível ele está estruturando e plantando novamente. Cada caso é um caso”, afirmou, acrescentando que o resultado dos prejuízos das lavouras vai ser um baque na safra de grãos, como já ocorreu com a perda de 80%, 90% do trigo na região.

Prejuízos

Segundo Hinrichsen, os produtores estão investindo dentro de suas possibilidades, mas ações dos governos federal, estadual e municipal têm sido realizadas para melhorar a condição de quem sofreu prejuízos. O perfil da região é de pequenas propriedades de até 15 hectares. “Mesmo quem não perdeu pelas cheias do rio, perdeu pelo excesso de chuvas”, acentuou.

A recuperação do solo tem apoio de programas do governo estadual de forma subsidiada, com análise da terra e adubação necessária. O Banco do Brasil abriu uma linha de crédito para ajudar os produtores, a Caixa desenvolve um programa de habitação no formato calamidade e há, ainda, doações que estão chegando às famílias.

“São várias frentes trabalhadas por órgãos dos governos federal, do estado e dos municípios, na medida do possível para auxiliar as famílias a viabilizar suas propriedades e continuar produzindo”, salientou.

De acordo com o sindicalista, ainda não é possível avaliar em quanto tempo será concluída a recuperação. “Cada propriedade é uma realidade. Às vezes o rio tira mais de uma e na outra trabalha de forma diferente. Tem casos que acredito que levará anos para recuperar completamente se não houver uma outra enchente. Outras não necessitam tanto”, explicou, lembrando que durante os três anos antes de 2023 os agricultores sofreram com a estiagem.

Chapadão do céu - GO. Aplicação de herbicida, fertilizante. Agricultura de precisão. Agro 4.0. Foto: Wenderson Araujo/Trilux
Chapadão do céu - GO. Aplicação de herbicida, fertilizante. Agricultura de precisão. Agro 4.0. Foto: Wenderson Araujo/Trilux

Chuvas danificaram agricultura no sul do país  Foto: Wenderson Araujo/Trilux

Hinrichsen observou que há muito tempo o estado não passava por uma intensidade tão grande de chuvas e isso desanimou os produtores. “Muitos agricultores estão abalados psicologicamente e precisamos entender que o nosso bem maior é a vida e temos que reconstruir o nosso Vale do Taquari, que é tão pujante e com uma economia muito positiva e de muito trabalho”, disse.

Mudanças climáticas

As chuvas atingiram o Rio Grande do Sul em um mesmo momento em que ocorriam ondas de calor intenso no Sudeste e no Centro-Oeste. Esses fenômenos têm uma mesma explicação: as preocupantes mudanças climáticas que atingem o planeta.

“A estiagem e o excesso de chuvas precisam entrar na pauta do movimento sindical na agricultura familiar. As mudanças climáticas estão presentes e precisamos debater como podemos nos organizar para não ter essas surpresas que estamos tendo agora”, sustentou.

“Se a gente olhar para fora do Brasil também está acontecendo isso. Na nossa casa comum, no nosso planeta, a situação é preocupante. Precisamos discutir isso”.

Temperatura

O climatologista do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Francisco Aquino, disse que – se não for o ano mais quente – 2023 vai repetir 2016 que alcançou patamar mais alto. Naquele ano, avaliações de cientistas da Nasa e da Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa, na sigla em inglês) apontaram que foi o ano mais quente desde 1880, quando começaram os registros históricos de temperatura. Conforme os dados, a média da temperatura da superfície da terra em 2016 atingiu 0,94ºC acima da média registrada anteriormente: 13,9%.

Para o professor, 2023 é um ano totalmente anômalo com comportamento completamente diferente de outros considerados mais quentes até agora, o que, na sua avaliação, causa espanto o fato de o ano ter permanecido – a partir de junho – com temperaturas elevadas.

“Está nos assustando por conta de ver tanta energia nos oceanos e na atmosfera [em razão de] mudanças climáticas que estão encaminhando a ocorrência desses eventos extremos, mundo afora, inclusive no Brasil”, afirmou.

Segundo o climatologista, a combinação complexa de tantos fenômenos ao mesmo tempo na Amazônia e nas regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste, que pode ser chamada popularmente de “tempestade perfeita”, infelizmente, foi vivida em 2023 em todo o planeta aliando o aquecimento dos oceanos à ocorrência do El Niño. “Os dois se combinam para gerar eventos extremos de todos os tipos”, enfatizou.

Aquino disse, ainda, que um El Niño forte só pode gerar impacto da magnitude que se verificou porque há oceano e atmosfera mais quentes, além do atual nível de desmatamento entre Amazônia, Cerrado e Pantanal. Entre 2020 e 2022, o fenômeno La Niña provocou eventos severos contrários. Enquanto a Amazônia passava por chuvas intensas, o sul enfrentava a estiagem.

Permanência

A ação do El Niño pode ser sentida ainda em 2024. Segundo o climatologista, os modelos oceânicos e atmosféricos indicam que há 50% de chance de o fenômeno estar presente em maio e, a partir de junho, começar a ocorrer a chamada configuração neutra que significa a volta ao normal.

“O detalhe é que já estará pelo meio de 2024, o que significa que o inverno do sul do Brasil ainda pode ter influência de chuva um pouco acima da média e ter temperatura e estiagem ou diminuição da chuva na região amazônica. Um El Niño forte ou um El Niño médio podem gerar um impacto importante”, avaliou, destacando que esse panorama é o que está sendo observado no momento para os próximos seis meses, o que não afasta a possibilidade de alterações.

Reflexos

Entre tantos efeitos, as ondas de calor no sudeste e o rompimento de uma adutora na Baixada Fluminense levaram a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) a adiar por três vezes em novembro a manutenção preventiva anual do Sistema Guandu.

Integrado pela Estação de Tratamento de Água do Guandu e pelos dois subsistemas de água tratada Marapicu e Lameirão, o Sistema Guandu é responsável pelo abastecimento de mais de 10 milhões de pessoas no Rio de Janeiro e na Baixada Fluminense. Por fim, o serviço começou a ser realizado no dia 5 de dezembro e foi concluído na madrugada do dia seguinte.

Morte no Rio

O calor intenso foi sentido pelos fãs da cantora americana Taylor Swift, que – no primeiro dia de três apresentações, em novembro último – esperaram horas sob sol forte para entrar no Estádio Olímpico Nilton Santos, o Engenhão, no Rio, para presenciar um show da artista.

O público reclamou também da falta de água no local e da obrigação pela TF4 – organizadora do evento – de deixar garrafas de água na entrada do estádio. O público teve de comprar água a preços elevados dentro do estádio.

Logo no início do espetáculo na noite da sexta-feira (17), a estudante de psicologia Ana Clara Benevides Machado, de 23 anos, morreu. Ela teve duas paradas cardiorrespiratórias. A bióloga Daniele Menin, que com Ana Clara saiu de Rondonópolis, no Mato Grosso, para ver a artista, disse que a amiga passou mal na segunda música da apresentação e desmaiou. Ana Clara foi levada para o Hospital Municipal Salgado Filho, também na zona norte, mas não resistiu.

Depois da morte, o show marcado para o sábado (17) foi adiado para segunda-feira (20), um dia chuvoso e de temperatura mais amena, o que, pelo menos, reduziu desconforto do público que foi ao Engenhão.

Fonte: Agência Brasil

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Entenda mudanças na aposentadoria em 2024
Economia

Entenda mudanças na aposentadoria em 2024

by Evidencias 1 de janeiro de 2024
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Reforma da Previdência estabelece regras automáticas de transição

Entenda mudanças na aposentadoria em 2024
© Tomaz Silva/Agência Brasil

Quem está prestes a se aposentar precisa estar atento. A reforma da Previdência estabeleceu regras automáticas de transição, que mudam a concessão de benefícios a cada ano.ebcebc

A pontuação para a aposentadoria por tempo de contribuição e por idade sofreu alterações. Confira abaixo as mudanças que começam a vigorar neste ano.

Aposentadoria por tempo de contribuição

A reforma da Previdência estabeleceu quatro regras de transição, das quais duas previram modificações na virada de 2023 para 2024. Na primeira regra, que estabelece um cronograma de transição para a regra 86/96, a pontuação composta pela soma da idade e dos anos de contribuição subiu em janeiro: para 91 pontos (mulheres) e 101 pontos (homens).

Os servidores públicos estão submetidos à mesma regra de pontuação, com a diferença de que é necessário ter 62 anos de idade e 35 anos de contribuição (homens), 57 anos de idade e 30 anos (mulheres). Para ambos os sexos, é necessário ter 20 anos no serviço público e cinco anos no cargo.

Na segunda regra, que prevê idade mínima mais baixa para quem tem longo tempo de contribuição, a idade mínima para requerer o benefício passou para 58 anos e meio (mulheres) e 63 anos e meio (homens). A reforma da Previdência acrescenta seis meses às idades mínimas a cada ano até atingirem 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens) em 2031. Nos dois casos, o tempo mínimo de contribuição exigido é de 30 anos para as mulheres e 35 anos para homens.

Aposentadoria por idade

Desde 2023, está plenamente em vigor a regra para a aposentadoria por idade, destinada a trabalhadores de baixa renda que contribuíram pouco para a Previdência Social e se aposentariam por idade na regra antiga.

Para homens, a idade mínima está fixada em 65 anos desde 2019. Para as mulheres, a idade de transição está em 62 anos desde 2023. Para ambos os sexos, o tempo mínimo de contribuição exigido para se aposentar por idade está em 15 anos.

Na promulgação da reforma da Previdência, em novembro de 2019, a idade mínima para as mulheres estava em 60 anos, passando a aumentar seis meses por ano nos quatro anos seguintes. Subiu para 60 anos e meio em janeiro de 2020, para 61 anos em janeiro de 2021, 61 anos e meio em 2022 e 62 anos no ano passado.

Pedágio

No caso dos servidores públicos, há ainda a regra do pedágio de 100% sobre o tempo de contribuição. Quem tem mais de 60 anos de idade e 35 anos de contribuição (homens) ou 57 anos de idade e 30 anos de contribuição (mulheres) tem que cumprir o dobro do período que faltava para se aposentar em 2019. Nos dois casos, é necessário ter 20 anos de serviço público e cinco anos no cargo.

Em tese, quem começou a contribuir para a Previdência muito jovem e entrou no serviço público há pelo menos 20 anos ainda tem possibilidade de ser beneficiado pela regra em 2024.

A reforma tinha outra regra de pedágio, desta vez para o setor privado. Quem estava a até dois anos da aposentadoria em 2019 tinha de cumprir 50% a mais em relação ao tempo que faltava para se aposentar. No entanto, essa regra de transição foi integralmente cumprida e não beneficiará mais ninguém em 2024.

No cenário mais abrangente, quem trabalharia por mais dois anos em 2019 teve de trabalhar um ano extra, totalizando três anos. No fim de 2022, todos os que estavam enquadrados na regra do pedágio de 50% já se aposentaram.

Fonte: Agência Brasil

1 de janeiro de 2024 0 comments
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Cobrança integral de impostos sobre diesel retorna a partir de hoje
Economia

Cobrança integral de impostos sobre diesel retorna a partir de hoje

by Evidencias 1 de janeiro de 2024
written by Evidencias

PIS/Cofins estava zerado desde 2021

Cobrança integral de impostos sobre diesel retorna a partir de hoje
© Marcello Casal jr/Agência Brasil

Esta segunda-feira (1º) marca o retorno da cobrança integral do PIS/Cofins sobre o diesel. O imposto estava zerado desde 2021, mas o governo federal antecipou parte do recolhimento já em setembro deste ano. A partir de hoje, a arrecadação volta a ser integral: R$ 0,35 por litro de diesel. ebcebc

No último dia 26, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a reoneração não deve encarecer o preço que os consumidores pagam pelo litro nos postos de abastecimento. Segundo ele, o aumento da carga tributária que incide sobre o diesel será amenizado pelas reduções de preço já anunciadas pela Petrobras.  

“Esta reoneração do diesel vai ser feita, mas o impacto [esperado] é de pouco mais de R$ 0,30”, disse. Poucas horas antes, a Petrobras já havia anunciado um corte de R$ 0,30 no preço do litro do diesel que vende às distribuidoras de combustível. Segundo a empresa, no ano a redução do preço de venda de diesel A para as distribuidoras chega 22,5%. 

“[Essa redução] mais que compensa a reoneração [que entrará em vigor] em 1º de janeiro”, assegurou o ministro, garantindo não haver razões para alta do preço com a volta da cobrança dos impostos federais. “Pelo contrário: deveria haver uma pequena redução [do preço final].” 

“É para todo mundo ficar atento: quando vier um argumento de aumento de preço, não tem nada a ver. Estamos em um país de livre-mercado; os preços não são tabelados. Mas, no que diz respeito aos preços da Petrobras, neste mês de dezembro o preço [do diesel] caiu mais que a reoneração de 1º de janeiro.” 

Fonte: Agência Brasil

1 de janeiro de 2024 0 comments
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