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Governo arrecada R$ 2,31 trilhões em receitas federais em 2023
Economia

Governo arrecada R$ 2,31 trilhões em receitas federais em 2023

by Evidencias 23 de janeiro de 2024
written by Evidencias

Valor apresenta uma queda de 0,12% em relação a 2022

Governo arrecada R$ 2,31 trilhões em receitas federais em 2023
© Marcello Casal JrAgência Brasil

A arrecadação total das receitas federais fechou, no ano passado, em pouco mais de R$ 2,31 trilhões, informou nesta terça-feira (23) o Ministério da Fazenda. O valor apresenta uma queda de 0,12% em relação a 2022, descontada a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). ebcebc

Em dezembro do ano passado, a arrecadação totalizou R$ 232,22 bilhões. O valor representa um crescimento real de 5,15% em relação a dezembro de 2022, descontado o IPCA.

Quanto às receitas administradas pela Receita Federal, o valor arrecadado, em dezembro de 2023, foi R$ 225,1 bilhões, representando um acréscimo real, medido pelo IPCA, de 5,48%, enquanto no período acumulado de janeiro a dezembro de 2023, a arrecadação alcançou R$ 2,204 trilhões, registrando acréscimo real pelo IPCA de 1,02%.

Segundo o Ministério, o resultado da arrecadação foi influenciado por alterações na legislação tributária e por pagamentos atípicos, especialmente do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), tanto em 2022 quanto em 2023.

“Sem considerar os fatores não recorrentes, haveria um crescimento real de 3,05% na arrecadação do período acumulado e um acréscimo real de 4,54% na arrecadação do mês de dezembro”, explicou o ministério.

A pasta informou ainda que os principais fatores que, em conjunto, contribuíram para o resultado de 2023 foram o desempenho dos principais indicadores macroeconômicos que influenciam a arrecadação de tributos, a exemplo da produção industrial, massa salarial, valor em dólar das importações e venda de bens e serviços.

Também contribuíram para o resultado o desempenho da arrecadação da Receita Previdenciária, que registrou crescimento real de 5%, e o crescimento real de 21,60% da arrecadação do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte Capital (IRRF), especialmente nos itens títulos e fundos de renda fixa.

Os destaques apontados pela Receita Federal, no mês de dezembro, foram o IRRF-Rendimentos de Capital, que apresentou uma arrecadação de R$ 25,2 bilhões, resultando em um crescimento real de 21,57%, decorrente dos acréscimos nominais de 26,30% na arrecadação de aplicações de Renda Fixa de pessoas físicas e jurídicas, e de 1,44% na arrecadação de fundos de Renda Fixa.

Também foram arrecadados R$ 3,9 bilhões decorrentes da tributação dos fundos de investimento no país e da renda auferida por pessoas físicas residentes no país em aplicações financeiras, entidades controladas e trusts no exterior.

A arrecadação do PIS/Pasep e da Cofins fechou o mês de dezembro em R$ 39,6 bilhões, representando crescimento real de 12,15%. Esse desempenho é explicado pela combinação do acréscimo real de 4,30% no volume de vendas e decréscimo real de 0,30% no volume de serviços entre novembro de 2022 e novembro de 2023.

Além de modificação da tributação incidente sobre diesel, gasolina e álcool; e aumento de 3% no montante das compensações tributárias.

Já a Receita Previdenciária alcançou uma arrecadação de R$ 79 bilhões, representando crescimento real de 2,92%.

“Esse resultado pode ser explicado pelo aumento real de 9,08% da massa salarial. Além disso, houve crescimento de 25% nas compensações tributárias com débitos de Receita Previdenciária em razão da Lei 13.670/18”, disse o ministério.

O IRRF-Rendimentos de Residentes no Exterior apresentou uma arrecadação de R$ 10,1 bilhões, representando crescimento real de 8,67%.

No período de janeiro a dezembro do ano passado, os destaques ficaram para a Receita Previdenciária, que totalizou uma arrecadação de R$ 620,31 bilhões, com crescimento real de 5%. Esse desempenho é explicado pelo crescimento real de 7,90% da massa salarial. Além disso, houve crescimento de 32% nas compensações tributárias com débitos de Receita Previdenciária.

Em relação ao IRRF-Rendimentos de Capital houve uma arrecadação de R$ 123,6 bilhões, resultando em um crescimento real de 21,60%.

Já o PIS/Pasep e a Cofins apresentaram, no conjunto, uma arrecadação de R$ 435,7 bilhões, representando crescimento real de 2,4%.

Segundo a Receita Federal, esse desempenho é explicado pela combinação dos aumentos reais de 3,54% no volume de vendas e de 3,08% no volume de serviços entre dezembro de 2022 e novembro de 2023, em relação ao período compreendido entre dezembro de 2021 e novembro de 2022. Também contribuiu para o resultado o retorno gradativo da tributação relativa ao setor de combustíveis (gasolina, álcool e diesel) e pelo aumento de 12,5% no montante das compensações tributárias.

Fonte: Agência Brasil

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Operação da PF combate fraudes em benefício do INSS
Economia

Operação da PF combate fraudes em benefício do INSS

by Evidencias 23 de janeiro de 2024
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Criminosos teriam causado prejuízo de R$ 13 milhões

Operação da PF combate fraudes em benefício do INSS
© Polícia Federal/ Divulgação

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (23) a Operação Melhor Idade, que apura fraudes no recebimento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ao Idoso. ebcebc

Ao todo, estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão em dois estados – Piauí e Goiás – e no Distrito Federal. Os prejuízos gerados aos cofres públicos chegam a R$ 13 milhões.

O BPC garante um salário-mínimo por mês ao idoso com 65 anos ou mais, desde que a renda por pessoa do grupo familiar seja igual ou inferior a 1/4 do salário-mínimo.

Investigação

De acordo com as investigações, a organização criminosa atuava desde 2012 na criação de cadastros de pessoas físicas (CPF’s) fictícios para obter o BPC.

A PF identificou a criação de 268 CPF’s falsos de indivíduos com mais de 65 anos, que teriam obtido 208 benefícios com esses documentos.

Depois que a polícia apresentou as evidências da investigação, a Justiça do Distrito Federal decretou o cancelamento dos 151 benefícios ainda ativos, que geravam prejuízo anual de cerca de R$ 2,7 milhões, e o bloqueio de imóveis, veículos e contas, no valor de R$ 13 milhões, vinculados aos investigados e aos CPFs falsos.

A ordem judicial prevê ainda o cancelamento dos CPF’s, a suspensão imediata dos benefícios obtidos, bloqueio de contas bancárias, restrição em veículos e imóveis, além de eventuais empresas cadastradas registradas nos benefícios falsos.

 

Fonte: Agência Brasil

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Caixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 3
Economia

Caixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 4

by Evidencias 23 de janeiro de 2024
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Além do benefício mínimo de R$ 600, há pagamento de adicionais

Caixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 4
© Roberta Aline / MDS

A Caixa Econômica Federal paga nesta terça-feira (23) a parcela de janeiro do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 4.ebcebc

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas, com o novo adicional, o valor médio do benefício sobe para R$ 685,61. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês, o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 21,12 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,48 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até 6 meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

A partir deste ano, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Cadastro

Desde julho do ano passado, passa a valer a integração dos dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, 3,7 milhões de famílias foram canceladas do programa em 2023 por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família. O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes à renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Em compensação, outras 2,85 milhões de famílias foram incluídas no programa no ano passado. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício.

Regra de proteção

Cerca de 2,4 milhões de famílias estão na regra de proteção em janeiro. Em vigor desde junho do ano passado, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 373,07.

Brasília (DF) 19/11/2024 - Arte calendário Bolsa Família Janeiro 2024
Arte Agência Brasil
Brasília (DF) 19/11/2024 - Arte calendário Bolsa Família Janeiro 2024
Arte Agência Brasil

 

Auxílio Gás

Neste mês, não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em fevereiro.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

3 receitas de Sucos para combater o Estresse

by Evidencias 23 de janeiro de 2024
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Receitas de sucos refrescantes e naturais que ajudam a combater o estresse: suco de laranja e maracujá, suco de abacaxi com hortelã e suco de melancia com gengibre. Experimente!

Suco de maracujá para combater o estresse

O estresse é um dos males da vida moderna que afeta pessoas de todas as idades. Os compromissos diários, a pressão do trabalho, os problemas pessoais, tudo isso contribui para o desgaste emocional e físico. Porém, existem maneiras naturais de combater o estresse e uma delas é através da alimentação. Neste artigo, vamos apresentar três receitas de sucos que podem ajudar a relaxar e aliviar o estresse.

O primeiro suco que vamos destacar é o suco de maracujá. Essa fruta é conhecida por suas propriedades calmantes e relaxantes. O maracujá é rico em vitamina C e magnésio, nutrientes essenciais para combater o estresse. Além disso, a fruta contém um composto chamado PEA (feniletilamina) que estimula a produção de endorfinas, substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar.

Para preparar o suco de maracujá, você vai precisar de:

– 1 maracujá
– 200 ml de água
– 1 colher de sopa de mel (opcional)

Primeiro, corte o maracujá ao meio e retire as sementes. Coloque a polpa no liquidificador e adicione a água. Bata bem até obter uma mistura homogênea. Se preferir um suco mais doce, adicione o mel e bata novamente.

Esse suco pode ser consumido pela manhã, antes de iniciar suas atividades do dia, ou à noite, antes de dormir. Ele vai ajudar a relaxar os músculos, acalmar a mente e proporcionar um sono mais tranquilo.

Suco relaxante de maçã

A maçã é uma fruta rica em antioxidantes e possui propriedades relaxantes que ajudam a combater o estresse. Além disso, a casca da maçã contém uma substância chamada quercetina, que tem efeito calmante e ajuda a bloquear a liberação de histamina, uma substância relacionada às reações alérgicas e ao estresse emocional.

Para preparar o suco relaxante de maçã, você vai precisar de:

– 2 maçãs verdes
– 1 limão
– 200 ml de água
– Gelo a gosto

Lave bem as maçãs e corte-as em pedaços. Esprema o suco do limão e misture com as maçãs no liquidificador. Adicione a água e bata até obter uma mistura homogênea. Se preferir, adicione gelo para deixar o suco mais refrescante.

Esse suco pode ser consumido a qualquer hora do dia, sempre que sentir necessidade de relaxar. Ele vai ajudar a acalmar os nervos, aliviar a tensão muscular e proporcionar uma sensação de bem-estar.

Suco de cereja para combater o estresse

A cereja é uma fruta deliciosa que possui propriedades relaxantes e anti-inflamatórias. Essa fruta é rica em melatonina, um hormônio que regula o sono, e também em antocianinas, antioxidantes que ajudam a combater os radicais livres e promovem o relaxamento.

Para preparar o suco de cereja, você vai precisar de:

– 1 xícara de cerejas frescas ou congeladas
– 200 ml de água de coco
– 1 colher de sopa de mel (opcional)

Lave bem as cerejas e retire os caroços. Coloque as cerejas no liquidificador e adicione a água de coco. Bata bem até obter uma mistura homogênea. Se preferir um suco mais doce, adicione o mel e bata novamente.

Esse suco também pode ser consumido a qualquer hora do dia. Além de ajudar a relaxar e combater o estresse, ele ainda é excelente para a saúde do coração e melhora a qualidade do sono.

Em resumo, essas três receitas de sucos são excelentes opções para combater o estresse de forma natural. O suco de maracujá, o suco relaxante de maçã e o suco de cereja possuem propriedades calmantes e ajudam a promover o bem-estar. Experimente incluir essas deliciosas bebidas em sua rotina e desfrute dos benefícios que elas podem trazer para sua saúde mental e física.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Notícias de Saúde

Página não encontrada

by Evidencias 22 de janeiro de 2024
written by Evidencias

Desculpe, a página que você procura não foi encontrada. Verifique o URL e tente novamente.

A Frustração de Encontrar uma Página Não Encontrada

A experiência de navegação na internet pode ser muito agradável quando tudo funciona perfeitamente. No entanto, é inevitável que, em algum momento, nos deparamos com uma página não encontrada. Essa situação pode ser extremamente frustrante para os usuários, causando uma sensação de desconforto e até mesmo abandono do site. Neste artigo, vamos explorar os motivos mais comuns para o surgimento dessa mensagem de erro e discutir estratégias eficientes para melhorar essa experiência.

O que é uma Página Não Encontrada?

Uma página não encontrada, também conhecida como erro 404, é uma mensagem exibida quando o navegador do usuário tenta acessar um conteúdo que não existe no servidor. Isso pode ocorrer devido a uma série de razões, como links quebrados, URLs incorretas ou páginas removidas sem redirecionamento adequado. Independentemente da causa, o resultado é sempre o mesmo: o usuário é confrontado com uma tela em branco e uma mensagem de erro.

Impacto Negativo na Experiência do Usuário

Uma página não encontrada pode ter um impacto negativo considerável na experiência do usuário. Quando um visitante procura por informações específicas e se depara com esse erro, ele pode se sentir frustrado e desencorajado. Essa frustração pode levar à perda de confiança no site e até mesmo no negócio por trás dele. Além disso, a falta de uma página adequada pode prejudicar a reputação da empresa, transmitindo uma imagem de descuido e desorganização.

Principais Causas de Páginas Não Encontradas

Muitos fatores podem contribuir para o aparecimento de páginas não encontradas. Um dos motivos mais comuns é a mudança da estrutura do site. Quando páginas são removidas ou movidas para outra localização, é importante criar redirecionamentos adequados para evitar a exibição do erro 404. Além disso, links quebrados também são uma causa frequente desse problema. Eles podem ocorrer quando há erros na digitação da URL ou quando os links internos do site estão desatualizados.

Como Lidar com Páginas Não Encontradas

É fundamental que as empresas lidem com as páginas não encontradas de forma adequada, a fim de minimizar o impacto negativo sobre os usuários. Uma estratégia eficiente é a criação de uma página personalizada de erro 404. Essa página deve ser projetada de maneira agradável e conter informações úteis para o visitante, como uma explicação da situação e sugestões de ações alternativas. Além disso, é importante oferecer um mecanismo de busca interno que possa ajudar o usuário a encontrar o conteúdo desejado.

Importância do Monitoramento e Correção

Monitorar a ocorrência de páginas não encontradas é essencial para garantir uma boa experiência do usuário. Existem ferramentas disponíveis no mercado que podem ajudar a identificar as páginas com erro e analisar as causas do problema. Com base nessas informações, é possível corrigir os links quebrados, atualizar as URLs e realizar redirecionamentos adequados. Dessa forma, a empresa demonstra compromisso com seus usuários e melhora a navegabilidade do site.

Conclusão

A experiência de se deparar com uma página não encontrada pode ser frustrante para o usuário e prejudicial para a reputação da empresa. É fundamental que as empresas estejam atentas a esse problema e adotem medidas para minimizá-lo. Monitorar e corrigir links quebrados, criar páginas de erro personalizadas e oferecer mecanismos de busca interna são estratégias eficientes para melhorar essa experiência. Ao priorizar a navegabilidade do site, as empresas podem estabelecer uma relação de confiança com seus usuários e garantir uma experiência agradável e satisfatória na internet.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

22 de janeiro de 2024 0 comments
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Fazenda remaneja R$ 707 mi em crédito para ajudar produtores de leite
Economia

Fazenda remaneja R$ 707 mi em crédito para ajudar produtores de leite

by Evidencias 22 de janeiro de 2024
written by Evidencias

Dinheiro vem do Plano Safra e será aplicado em linha emergencial

Fazenda remaneja R$ 707 mi em crédito para ajudar produtores de leite
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

As cooperativas de produtores de leite terão direito a uma linha de crédito emergencial de R$ 707 milhões. O Ministério da Fazenda publicou nesta segunda-feira (22) uma portaria remanejando recursos do Plano Safra 2023/24 para a linha temporária e especial de crédito para capital de giro.ebcebc

Chamada de Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro Giro) Faixa 2, a linha emergencial tem como objetivo socorrer os produtores afetados pelo baixo preço do leite. Até 30 de junho, eles poderão contrair empréstimos de 8% ao ano e 60 parcelas, com carência de 24 meses para o pagamento da primeira.

A criação da linha de crédito foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em dezembro. Duas instituições financeiras, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco do Brasil (BB), vão operar os financiamentos. O BNDES terá R$ 507,485 milhões para emprestar e o BB, R$ 200 milhões.

Fonte: Agência Brasil

22 de janeiro de 2024 0 comments
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Entenda o programa Nova Indústria Brasil
Economia

Entenda o programa Nova Indústria Brasil

by Evidencias 22 de janeiro de 2024
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Plano pretende impulsionar indústria nacional até 2033

Entenda o programa Nova Indústria Brasil
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

Com o objetivo de impulsionar a indústria nacional até 2033, o programa Nova Indústria Brasil, lançado nesta segunda-feira (22) pelo governo, usa instrumentos tradicionais de políticas públicas, como subsídios, empréstimos com juros reduzidos e ampliação de investimentos federais. O programa também usa incentivos tributários e fundos especiais para estimular alguns setores da economia.ebcebc

A nova política tem seis missões relacionadas à ampliação da autonomia, à transição ecológica e à modernização do parque industrial brasileiro. Entre os setores que receberão atenção, estão a agroindústria, a saúde, a infraestrutura urbana, a tecnologia da informação, a bioeconomia e a defesa.

A maior parte dos recursos, R$ 300 bilhões, virá de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). Os financiamentos do BNDES relacionados à inovação e digitalização serão corrigidos pela Taxa Referencial (TR), que é mais baixa que a Taxa de Longo Prazo (TLP).

O mecanismo de compras governamentais provoca certa polêmica, por representar um entrave nas negociações para a adoção do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia. Os empresários europeus defendem condições de igualdade com as empresas brasileiras nas licitações para a compra de bens, a realização de obras e a contratação de serviços pelo governo brasileiro.

Principais medidas anunciadas hoje

Nova Indústria Brasil

Missões para o período de 2024 a 2033:

1. Cadeias agroindustriais sustentáveis e digitais

–    aumentar para 50% participação da agroindústria no PIB agropecuário;

–    alcançar 70% de mecanização na agricultura familiar;

–    fornecer pelo menos 95% de máquinas e equipamentos nacionais para agricultura familiar.

2. Forte complexo econômico e industrial da saúde:

–    atingir 70% das necessidades nacionais na produção de medicamentos, vacinas, equipamentos e dispositivos médicos, materiais e outros insumos e tecnologias em saúde.

3. Infraestrutura, saneamento, moradia e mobilidade sustentáveis:

–    diminuir em 20% o tempo de deslocamento de casa para trabalho;

–    aumentar em 25 pontos percentuais adensamento produtivo (diminuição da dependência de produtos importados) na cadeia de transporte público sustentável.

4. Transformação digital da indústria:

–    digitalizar 90% das indústrias brasileiras;

–    triplicar participação da produção nacional no segmento de novas tecnologias.

5. Bioeconomia, descarbonização, e transição e segurança energéticas:

–    cortar em 30% emissão de gás carbônico por valor adicionado do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria;

–    elevar em 50% participação dos biocombustíveis na matriz energética de transportes;

–    aumentar uso tecnológico e sustentável da biodiversidade pela indústria em 1% ao ano.

6. Tecnologias de interesse para a soberania e a defesa nacionais:

–    autonomia de 50% da produção de tecnologias críticas para a defesa.

Recursos para financiamentos:

R$ 300 bi até 2026

–    Crédito: R$ 271 bi

–    Não reembolsáveis: R$ 21 bi

–    Equity (investimentos na bolsa de valores): R$ 8 bi

Fonte dos recursos: BNDES, Finep e Embrapii

Desse total, R$ 77,5 bi (28%) aprovados em 2023

Eixos:

Indústria Mais Produtiva (R$ 182 bi)

–    Expansão da capacidade e modernização do parque industrial brasileiro;

–    Novo Brasil + Produtivo: financiamentos com Taxa TR (juros reduzidos) para digitalização e financiamentos não reembolsáveis para até 90 mil micro e pequenas empresas;

–    R$ 4 bi do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) com Taxa TR para expansão da banda larga e conectividade.

Indústria Mais Inovadora e Digital (R$ 66 bi)

–    Financiamentos do Programa Mais Inovação: Taxa TR para apoio à inovação e digitalização pelo BNDES e pela Finep;

–    Financiamentos não reembolsáveis definidos pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI);

–    Criação do Fundo Nacional de Desenvolvimento Industrial e Tecnológico (FNDIT);

–    Ampliação do uso de instrumentos de Mercado de Capitais (recursos levantados no mercado financeiro) para as seis missões industriais.

Indústria Mais Exportadora (R$ 40 bi)

–    Criação do BNDES Exim Bank: versão do BNDES voltada para apoio à exportação;

–    Linhas de financiamento do BNDES para pré e pós-embarque de bens e aeronaves;

–    Redução do spread (diferença entre os juros cobrados do tomador e as taxas de captação dos bancos) nas linhas de preembarque.

Indústria Mais Verde (R$ 12 bi)

–    Novo Fundo Clima: projetos de descarbonização da indústria com juros a partir de 6,15% a.a;

–    Instrumentos de Mercado de Capitais voltados para transição energética, descarbonização e bioeconomia;

–    Fundo de Minerais Críticos: fundo para alavancar recursos para a pesquisa e a extração de minerais usados em baterias de energia limpa.

Outras medidas

–    R$ 20 bi para a compra de máquinas nacionais para a agricultura familiar;

–    R$ 19,3 bi do Programa Mover, para estimular tecnologias menos poluentes na indústria automotiva e desenvolver novas formas de mobilidade e logística

–    R$ 3,4 bi do Programa de Depreciação Acelerada para a modernização de máquinas e equipamentos;

–    R$ 2,1 bi em isenção tributária para estimular produção de semicondutores e painéis fotovoltaicos;

–    R$ 1,5 bi em incentivos tributários à indústria química;

–    Antecipação do calendário de aumento de mistura do biodiesel ao diesel: 12% em abril de 2023, 14% em março de 2024 e 15% a partir de 2025;

–    Reservas para compras governamentais: indústrias nacionais terão vantagem em licitações;

–    Exigência de conteúdo nacional: percentuais mínimos de compra de produtos nacionais em obras do PAC, definidos por uma comissão do governo.

Instrumentos

1. empréstimos;

2. subvenções;

3. investimento público;

4. créditos tributários;

5. comércio exterior;

6. transferência de tecnologia;

7. propriedade intelectual;

8. infraestrutura da qualidade;

9. participação acionária;

10. regulação;

11. encomendas tecnológicas;

12. compras governamentais;

13. requisitos de conteúdo local;

Fonte: BNDES e MDIC

Fonte: Agência Brasil

22 de janeiro de 2024 0 comments
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Dólar aproxima-se de R$ 5 após anúncio de nova política industrial
Economia

Dólar aproxima-se de R$ 5 após anúncio de nova política industrial

by Evidencias 22 de janeiro de 2024
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Bolsa de valores descola-se do mercado internacional e cai 0,81%

Dólar aproxima-se de R$ 5 após anúncio de nova política industrial
© Valter Campanato/Agência Brasil

A nova política industrial, lançada nesta segunda-feira (22), não teve boa recepção no mercado financeiro. O dólar aproximou-se de R$ 5 e fechou na maior cotação do ano. A bolsa de valores caiu quase 1% e atingiu o menor nível em 40 dias.ebcebc

O dólar comercial encerrou esta segunda vendido a R$ 4,988, com alta de R$ 0,061 (+1,24%). A divisa iniciou o dia em leve alta, mas passou a disparar ainda durante a manhã, assim que o governo anunciou o programa Nova Indústria Brasil. Na máxima do dia, por volta das 13h45, alcançou R$ 4,99.

Com o desempenho desta segunda, a moeda norte-americana acumula alta de 2,78% em janeiro. Somente nos últimos dez dias, o dólar subiu 2,68%.

O dia também foi tenso no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 126.602 pontos, com recuo de 0,81%. O indicador está no menor nível desde 12 de dezembro e acumula queda de 5,65% em 2024.

Há cerca de dez dias, o dólar começou a subir, e a bolsa a cair, por causa da expectativa de que o Banco Central norte-americano só comece a cortar os juros em maio. Taxas altas em economias avançadas estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil.

Nesta segunda-feira, porém, prevaleceram as preocupações com os efeitos da política industrial sobre as contas públicas. Isso porque o plano, que prevê R$ 300 bilhões em financiamentos e medidas como subsídios e incentivos tributários, trará dificuldades à equipe econômica em atingir a meta de zerar o déficit primário neste ano, como determina a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

No exterior, as principais bolsas subiram nesta segunda e o dólar encerrou o dia praticamente estável, com pequena alta em relação às principais moedas internacionais.

*Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

22 de janeiro de 2024 0 comments
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Uso de cheques no Brasil cai 95% desde 1995
Economia

Uso de cheques no Brasil cai 95% desde 1995

by Evidencias 22 de janeiro de 2024
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Em 2023 foram compensados 168,7 milhões de cheques

Uso de cheques no Brasil cai 95% desde 1995
© Imagem de Arquivo/Agência Brasil

O número de cheques usados pelos brasileiros em 2023 apresentou queda de 17% em relação ao ano de 2022, segundo informou nesta segunda-feira (22) a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). No ano passado, foram compensados 168,7 milhões de cheques. Na comparação com 1995, início da série histórica, quando foram compensados 3,3 bilhões de cheques, a queda registrada é de 95%. As estatísticas têm como base o Serviço de Compensação de Cheques (Compe).ebcebc

“Os dados também apontam redução no volume financeiro dos cheques e no número dos documentos devolvidos e nos devolvidos sem fundos na comparação desde 1995. Naquele ano, o volume financeiro dos cheques compensados totalizou R$ 2 trilhões. Em 2023 o valor passou para R$ 610,2 bilhões, uma queda de 70,18%. Na comparação com 2022, houve redução de 8,5%, quando o montante atingiu R$ 668,8 bilhões”, informou a entidade.

No ano passado, foram devolvidos 18 milhões de cheques, o que representou 10,67% no total de cheques compensados no país, e uma queda de 7,9% na comparação com 2022, quando foram devolvidos 19,5 milhões de documentos. Os cheques podem ser devolvidos por motivos como não terem fundos, por irregularidades ou erro de preenchimento.

A entidade disse ainda que em relação aos cheques devolvidos sem fundos, o total caiu de 15 milhões, em 2022, para 13,6 milhões no ano passado, uma redução de 9%.

Na comparação com 1997, quando esses dados começaram a ser registrados, o número de cheques devolvidos sem fundo foi de 56,8 milhões.

A Febraban credita a diminuição no número de cheques devido ao avanço de meios de pagamento digitais, como internet e mobile banking, e a criação do Pix em 2020.

“A pandemia estimulou o uso dos canais digitais dos bancos e, hoje, quase 8 em cada 10 transações bancárias realizadas no Brasil são feitas em canais digitais, como o mobile banking e internet banking (77%). Soma-se a isso a preferência dos brasileiros pelo Pix, que vem se consolidando como o principal meio de pagamento utilizado no país”, afirma Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços da Febraban.

Em relação aos pagamentos, a Febraban destaca que apesar da redução no volume de transações, o tíquete médio do cheque aumentou no último ano: passou de R$ 3.257,88 em 2022 para R$ 3.617,60 em 2023. Segundo a entidade, isso pode ser explicado como uma escolha dos brasileiros para as transações de maior valor

Fonte: Agência Brasil

22 de janeiro de 2024 0 comments
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Governo anuncia nova política para desenvolvimento da indústria
Economia

Governo anuncia nova política para desenvolvimento da indústria

by Evidencias 22 de janeiro de 2024
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Estão previstos R$ 300 bilhões em financiamentos até 2026

Governo anuncia nova política para desenvolvimento da indústria
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governo federal aprovou um plano de ações para estimular o desenvolvimento do setor industrial brasileiro. Chamado Nova Indústria Brasil (NIB), o plano tem, como centro, metas e ações que, até 2033, pretendem estimular o desenvolvimento do país por meio de estímulos à inovação e à sustentabilidade em áreas estratégicas para investimento.ebcebc

Tudo a partir, segundo o Planalto, de um “amplo diálogo entre o governo e o setor produtivo”, em direção à chamada neoindustrialização – modernização e evolução da indústria -. O texto da NIB foi oficialmente apresentado ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nesta segunda-feira (22) pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI).

Lula iniciou sua fala comparando o CNDI ao Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), mais conhecido como Conselhão. Segundo ele, ambos têm ajudado significativamente o governo na formulação de políticas e diretrizes voltadas ao desenvolvimento econômico, social e sustentável do país.

“Tenho dito que a capacidade de trabalhos apresentados pelo Conselhão foi tão extraordinária que o que me preocupa é saber como conseguir implementar aquilo tudo que foi, ali, produzido intelectualmente. Agora, fico também surpreso com a participação do CNDI. Um país com essa quantidade de gente tão inteligente não precisa de inteligência artificial”, discursou o presidente.

Lula, no entanto acrescentou que as propostas apresentadas são apenas o começo de um desafio ainda maior. “O problema não termina aqui. Ele começa aqui. Temos agora 3 anos pela frente, para termos uma coisa concreta”, disse.

“Para se tornar mais competitivo, o Brasil tem de financiar algumas das coisas que ele quer exportar. Essa reunião mostra que finalmente o Brasil juntou um grupo de pessoas que vai fazer com que aconteça uma política industrial. E que muito dela virá por meio de parcerias entre a iniciativa privada e o poder público. Que a gente possa cumprir isso que a gente escreveu no papel”, acrescentou.

A nova política industrial

A nova política prevê o uso de recursos públicos para atrair investimentos privados. Entre as medidas, a criação de linhas de crédito especiais; subvenções; ações regulatórias e de propriedade intelectual, bem como uma política de obras e compras públicas, com incentivos ao conteúdo local, para estimular o setor produtivo em favor do desenvolvimento do país.

“A política também lança mão de novos instrumentos de captação, como a linha de crédito de desenvolvimento (LCD), e um arcabouço de novas políticas – como o mercado regulado de carbono e a taxonomia verde – para responder ao novo cenário mundial em que a corrida pela transformação ecológica e o domínio tecnológico se impõem”, detalhou, em nota, o Planalto.

A expectativa é de que, colocadas em prática, essas medidas resultem na melhoria do cotidiano das pessoas, no estímulo ao desenvolvimento produtivo e tecnológico; e na ampliação da competitividade da indústria brasileira, além de nortear o investimento, promover melhores empregos e impulsionar a presença qualificada do país no mercado internacional.

Nesse sentido, destinará R$ 300 bilhões em financiamentos para a nova política industrial até 2026. “Além dos R$ 106 bilhões anunciados na primeira reunião do CNDI, em julho, outros R$ 194 bilhões foram incorporados, provenientes de diferentes fontes de recursos redirecionados para dar suporte ao financiamento das prioridades da Nova Indústria Brasil”, informou a Presidência da República.

Vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckimin, disse que a nova política posiciona a inovação e a sustentabilidade no centro do desenvolvimento econômico, “estimulando a pesquisa e a tecnologia nos mais diversos segmentos, com responsabilidade social e ambiental.”

Segurança alimentar, saúde e bem-estar

As metas estão agrupadas em seis missões, cada qual com suas metas. A primeira – cadeias agroindustriais – pretende garantir segurança alimentar e nutricional da população brasileira. A meta é chegar à próxima década com 70% dos estabelecimentos de agricultura familiar mecanizados. Atualmente, este percentual está em 18%, segundo o governo.

Além disso, 95% dessas máquinas devem ser produzidas nacionalmente, o que envolverá a fabricação de equipamentos para agricultura de precisão, máquinas agrícolas para a grande produção, ampliação e otimização da capacidade produtiva da agricultura familiar “para a produção de alimentos saudáveis”, explicou o Planalto.

O segundo grupo de missões é o da área da saúde, e tem como meta ampliar de 42% para 70% a participação da produção no país, no âmbito das aquisições de medicamentos, vacinas, equipamentos e dispositivos médicos, entre outros. A expectativa é de o Sistema Único de Saúde (SUS) seja fortalecido.

Brasília, 26/09/2023 A ministra da Saúde, Nisia Trindade, apresenta as estratégias para fortalecimento do Complexo Econômico e Industrial da Saúde. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Brasília, 26/09/2023 A ministra da Saúde, Nisia Trindade, apresenta as estratégias para fortalecimento do Complexo Econômico e Industrial da Saúde. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A ministra da Saúde, Nisia Trindade, destacou o poder de compra do SUS – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, destacou, durante a cerimônia de lançamento da NIB, o poder de compra do SUS, enquanto “grande indutor” da política industrial na área de saúde. “O cuidar das pessoas é forma de gerar emprego, renda e desenvolvimento”, disse ela em meio a elogios à estratégia de se criar um complexo econômico industrial da saúde no país.

O terceiro grupo de missões – bem-estar das pessoas nas cidades – envolve as áreas de infraestrutura, saneamento, moradia e mobilidade sustentáveis. Ele tem como metas reduzir em 20% o tempo de deslocamento das pessoas de casa para o trabalho. Atualmente esse tempo é, em média, de 4,8 horas semanais no país, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE.

Além disso, pretende ampliar em 25 pontos percentuais a participação da produção brasileira na cadeia da indústria do transporte público sustentável. Atualmente, essa participação está em 59% da cadeia de ônibus elétricos, por exemplo.

“O foco, nesta missão, será principalmente em eletromobilidade, na cadeia produtiva da bateria e na indústria metroferroviária, além do investimento em construção civil digital e de baixo carbono”, informou o Planalto.

Transformação digital, bioeconomia e defesa

A transformação digital é o foco do quarto grupo de missões, e tem como meta tornar a indústria mais moderna e disruptiva. Atualmente, 23,5% das empresas industriais estão digitalizadas. A meta é ampliar para 90%, e triplicar a participação da produção nacional nos segmentos de novas tecnologias.

Serão priorizados investimentos na indústria 4.0 [quarta revolução industrial, que abrange inteligência artificial, robótica, internet das coisas e computação em nuvem] e no desenvolvimento de produtos digitais e na produção nacional de semicondutores, entre outros.

O quinto grupo de missões será focado na bioeconomia, descarbonização e transição e segurança energéticas.  A meta é ampliar em 50% a participação dos biocombustíveis na matriz energética de transportes. Atualmente os combustíveis verdes representam 21,4% dessa matriz.

O governo pretende reduzir em 30% a emissão de carbono da indústria nacional, que está em 107 milhões de toneladas de CO2 por trilhão de dólares produzido.

Já o sexto grupo de missões abrange a área da defesa. O plano pretende “alcançar autonomia na produção de 50% das tecnologias críticas de maneira a fortalecer a soberania nacional”. Para tanto, priorizará “ações voltadas ao desenvolvimento de energia nuclear, sistemas de comunicação e sensoriamento, de propulsão e veículos autônomos e remotamente controlados.”

R$ 300 bilhões para financiamentos

Caberá ao BNDES, à Finep e à Embrapii a gestão dos R$ 300 bilhões em financiamentos previstos até 2026. Esses valores serão disponibilizados por meio de “linhas específicas, não reembolsáveis ou reembolsáveis, e recursos por meio de mercado de capitais, em alinhamento aos objetivos e prioridades das missões para promover a neoindustrialização nacional.”

O Planalto enumerou os eixos de ações previstos no plano. O eixo Mais Produtividade ampliará a capacidade industrial, com aquisição de máquinas e equipamentos; o Mais Inovação e Digitalização, projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação; o Mais Verde terá projetos de sustentabilidade da indústria; e o Mais Exportação prevê incentivos para o acesso ao mercado internacional.

O governo explica que, do total de recursos, R$ 20 bilhões serão não-reembolsáveis (com o governo compartilhando com empresas custos e riscos de atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação), e que caberá à Finep lançar 11 chamadas públicas, no valor total de R$ 2,1 bilhões.

Serão 10 chamadas de fluxo contínuo para empresas e um edital voltado especificamente à Saúde em Institutos de Ciência e Tecnologia.

Segundo o presidente do BNDES, Aloízio Mercadante, as medidas anunciadas e as parcerias com o setor industrial ajudarão o país a avançar ainda mais economicamente.

“O Brasil é a 9ª economia do mundo, vai virar a 8ª e pode ser ainda mais do que isso. Mas sem a indústria nós não chegaremos lá. Então para sermos um país menos desigual, mais moderno e mais dinâmico, precisamos colocar a indústria no coração da estratégia. É o que estamos fazendo”, disse Mercadante.

Compras públicas

Durante a cerimônia, o presidente Lula assinou dois decretos visando o uso de compras públicas para estimular os setores considerados estratégicos para a indústria do país.

De acordo com o Planalto, o primeiro define as áreas que poderão ficar sujeitas a exigência de aquisição ou ter margem de preferência para produtos nacionais nas licitações do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

É o caso, por exemplo, das cadeias produtivas relacionadas a transição energética, economia de baixo carbono e mobilidade urbana. Ainda está para ser definido os produtos manufaturados e os serviços que ficarão sujeitos a este decreto. Essa definição será feita pela Comissão Interministerial de Inovações e Aquisições do PAC.

O segundo decreto assinado pelo presidente cria a Comissão Interministerial de Compras Públicas para o Desenvolvimento Sustentável e define os “critérios para a aplicação de margem de preferência” para produtos manufaturados e serviços nacionais e para bens reciclados, recicláveis ou biodegradáveis.

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, lembrou que os países mais desenvolvidos só chegaram no atual patamar graças a investimentos pesados em pesquisas e inovação.

“Precisamos fazer contraponto a esse debate. O debate não é mais sobre tamanho do Estado, mas sobre o Estado necessário para induzir o desenvolvimento nacional. Esta é uma premissa que cada vez mais a história e o mundo revelam ser verdadeira. E precisamos garantir isso, porque inovação é risco, e risco tecnológico pressupõe papel decisivo do Estado enquanto indutor”, argumentou a ministra.

CNI

Vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria e presidente do Conselho de Política Industrial e Desenvolvimento Tecnológico, Leonardo de Castro disse que o dia de hoje, com o anúncio do plano de ações, “pode entrar para a história, com uma política moderna que redefine escolhas para um desenvolvimento sustentável”.

Segundo Castro, “há sinais claros de mudanças” positivas para o país. “O cenário é positivo, com a retomada da política industrial e com várias medidas tomadas para o fortalecimento da indústria nacional”, disse.

“Sabemos que este é um plano em construção, e que ele só terá sucesso quando construído com intensa participação dos setores envolvidos. O setor empresarial precisa contribuir, e a CNI reafirma seu compromisso com a retomada da política industrial do país”, acrescentou.

Fonte: Agência Brasil

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Conab registra queda de preços de frutas e hortaliças em dezembro
Economia

Conab registra queda de preços da alface em dezembro

by Evidencias 22 de janeiro de 2024
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Ceagesp teve a maior redução de preço no mês

Conab registra queda de preços da alface em dezembro
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Uma das hortaliças mais presentes nas saladas dos brasileiros, a alface teve queda no preço médio de 18,01% em dezembro de 2023, após a alta no mês anterior. O dado consta no 1º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort) de 2024, divulgado nesta segunda-feira (22), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. O estudo, publicado mensalmente, analisa os preços de frutas e hortaliças comercializados em dez centrais de Abastecimento (Ceasas) pelo país.ebcebc

De acordo com o levantamento, as maiores quedas de preços ocorreram na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), de 29,69%, e na Ceasa/RJ, 11,21%. A diminuição na cotação no mercado atacadista de São Paulo pode ser justificada pelo aumento no volume comercializado da folhosa, em relação a novembro, de 10%. A Ceagesp tem o maior peso na média de preços entre as centrais de venda por atacado pesquisadas.

Encarecimento

A feira ficou mais cara, em dezembro passado, para o atacadista que comprou batata comum (inglesa). O tubérculo apresentou subida no preço de 20,37%, pelo terceiro mês consecutivo. As maiores altas foram confirmadas na Ceasa de Vitória, 28,19%; na Ceasa Minas, em Belo Horizonte (26,10%); na Ceasa/RJ (25,02%) e na Ceagesp (23,68%).

O Boletim Hortigranjeiro Janeiro/2024 aponta como um dos fatores responsáveis pela carestia a maior procura pelo produto, tradicionalmente consumido em pratos de festas de fim de ano.

Outro destaque na escalada de preços de dezembro foi a cenoura, que apresentou aumento em todas as Ceasa analisadas, disse a Conab. O crescimento médio foi de 18,78%, em relação à média de novembro. O maior incremento ocorreu na Ceasa/GO, em Goiânia, de 30,75%.

Os preços do tomate voltaram a subir no último mês de 2023, alta de 10,33% em relação à média de novembro, depois de seguidos meses em queda. As maiores remarcações de preços ocorreram na Ceasa/RJ (29,24%), Ceasa/AC (27,77%), CeasaMinas (21,24%) e com a Ceagesp (17,75%).

Para a cebola, a elevação de preço foi menor do que em novembro. Das dez Ceasa analisadas, em quatro houve diminuição de preço, mas em cinco os preços subiram mais.

Frutas

As mercadorias que também encareceram os carrinhos de cargas dos atacadistas foram as frutas, de modo geral. O boletim da Conab aponta que a banana fechou o ano de 2023 com elevação das cotações e queda da comercialização, em um período de entressafra nas regiões produtoras da fruta.

A caixa de laranja também teve aumento no valor comercializado. As explicações são a diminuição da oferta, devido às ondas de calor no centro-sul do país, associadas à forte demanda no varejo, vinda, sobretudo, da indústria produtora de suco. Assim, os preços no mercado internacional e pagos aos produtores continuaram elevados.

E os preços praticados no mercado atacadista de maçãs, melancias e de variedades do mamão foram impactados pela escassez de oferta. Também foi verificada a menor qualidade do mamão vendido, que também justificou a alta, informou a Conab.

Prohort

Os dados estatísticos do Boletim Prohort da Conab são levantados mensalmente nas centrais de Abastecimento em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Vitória, São José (SC), Goiânia, Recife, Fortaleza, Rio Branco e Brasília.

Fonte: Agência Brasil

22 de janeiro de 2024 0 comments
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Conab registra queda de preços de frutas e hortaliças em dezembro
Economia

Conab registra queda de preços de frutas e hortaliças em dezembro

by Evidencias 22 de janeiro de 2024
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Cotações da batata, cenoura, tomate e frutas aumentaram no mesmo mês

Conab registra queda de preços de frutas e hortaliças em dezembro
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Uma das hortaliças mais presentes nas saladas dos brasileiros, a alface teve queda no preço médio de 18,01% em dezembro de 2023, após a alta no mês anterior. O dado consta no 1º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort) de 2024, divulgado nesta segunda-feira (22), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. O estudo, publicado mensalmente, analisa os preços de frutas e hortaliças comercializados em dez centrais de Abastecimento (Ceasas) pelo país.ebcebc

De acordo com o levantamento, as maiores quedas de preços ocorreram na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), de 29,69%, e na Ceasa/RJ, 11,21%. A diminuição na cotação no mercado atacadista de São Paulo pode ser justificada pelo aumento no volume comercializado da folhosa, em relação a novembro, de 10%. A Ceagesp tem o maior peso na média de preços entre as centrais de venda por atacado pesquisadas.

Encarecimento

A feira ficou mais cara, em dezembro passado, para o atacadista que comprou batata comum (inglesa). O tubérculo apresentou subida no preço de 20,37%, pelo terceiro mês consecutivo. As maiores altas foram confirmadas na Ceasa de Vitória, 28,19%; na Ceasa Minas, em Belo Horizonte (26,10%); na Ceasa/RJ (25,02%) e na Ceagesp (23,68%).

O Boletim Hortigranjeiro Janeiro/2024 aponta como um dos fatores responsáveis pela carestia a maior procura pelo produto, tradicionalmente consumido em pratos de festas de fim de ano.

Outro destaque na escalada de preços de dezembro foi a cenoura, que apresentou aumento em todas as Ceasa analisadas, disse a Conab. O crescimento médio foi de 18,78%, em relação à média de novembro. O maior incremento ocorreu na Ceasa/GO, em Goiânia, de 30,75%.

Os preços do tomate voltaram a subir no último mês de 2023, alta de 10,33% em relação à média de novembro, depois de seguidos meses em queda. As maiores remarcações de preços ocorreram na Ceasa/RJ (29,24%), Ceasa/AC (27,77%), CeasaMinas (21,24%) e com a Ceagesp (17,75%).

Para a cebola, a elevação de preço foi menor do que em novembro. Das dez Ceasa analisadas, em quatro houve diminuição de preço, mas em cinco os preços subiram mais.

Frutas

As mercadorias que também encareceram os carrinhos de cargas dos atacadistas foram as frutas, de modo geral. O boletim da Conab aponta que a banana fechou o ano de 2023 com elevação das cotações e queda da comercialização, em um período de entressafra nas regiões produtoras da fruta.

A caixa de laranja também teve aumento no valor comercializado. As explicações são a diminuição da oferta, devido às ondas de calor no centro-sul do país, associadas à forte demanda no varejo, vinda, sobretudo, da indústria produtora de suco. Assim, os preços no mercado internacional e pagos aos produtores continuaram elevados.

E os preços praticados no mercado atacadista de maçãs, melancias e de variedades do mamão foram impactados pela escassez de oferta. Também foi verificada a menor qualidade do mamão vendido, que também justificou a alta, informou a Conab.

Prohort

Os dados estatísticos do Boletim Prohort da Conab são levantados mensalmente nas centrais de Abastecimento em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Vitória, São José (SC), Goiânia, Recife, Fortaleza, Rio Branco e Brasília.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Mixedema: o que é, tipos e principais sintomas

by Evidencias 22 de janeiro de 2024
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Mixedema é uma condição de saúde caracterizada pelo hipotireoidismo severo, resultando em inchaço do corpo, letargia, pele seca, cabelo e unhas quebradiças. Pode ser causado por doença autoimune ou desordens da tireoide.

Mixedema: o que é, tipos e principais sintomas

Principais sintomas

O mixedema é uma condição médica rara e crônica que afeta o metabolismo e a função da tireoide. Caracterizada por uma deficiência significativa da hormônio tireoidiano, o mixedema tem uma variedade de sintomas e pode ser dividido em diferentes tipos.

Um dos principais sintomas do mixedema é o comprometimento da função cognitiva. Pacientes com mixedema podem apresentar dificuldades de concentração, memória fraca e falta de energia mental. Esses sintomas podem afetar negativamente o desempenho acadêmico, profissional e social do indivíduo.

Além disso, a pele seca e descamativa é outra manifestação comum. Pessoas com mixedema podem ter a pele grossa, áspera e com aspecto escamoso. Essa alteração na textura da pele é resultado da redução da produção de óleos naturais pela glândula tireoide.

Outro sintoma característico é o edema generalizado, especialmente nas áreas ao redor dos olhos, mãos, pés e tornozelos. O edema é causado pela retenção de água e sal nos tecidos, provocando inchaço e desconforto. Esse acúmulo de líquido também pode levar a um ganho de peso significativo.

A sensibilidade ao frio é um sintoma comum em pacientes com mixedema. Isso ocorre devido à diminuição do metabolismo, o que resulta em uma diminuição na produção de calor pelo corpo. Pessoas com mixedema tendem a sentir frio mesmo em temperaturas moderadas e podem precisar de roupas extras para se manterem aquecidas.

A fraqueza muscular e a fadiga excessiva também são sintomas frequentes. A falta de hormônio tireoidiano pode levar a uma diminuição na produção de energia nas células musculares, resultando em fraqueza geral e falta de resistência física. Esses sintomas podem afetar a capacidade dos indivíduos de realizar atividades diárias comuns.

Como é feito o tratamento

O tratamento para o mixedema geralmente envolve a reposição do hormônio tireoidiano através da terapia de reposição hormonal. O hormônio tireoidiano é administrado na forma de medicamentos orais, como a levotiroxina, que ajudam a normalizar os níveis de hormônio tireoidiano no corpo.

É importante ressaltar que o tratamento do mixedema deve ser individualizado e supervisionado por um médico endocrinologista. O especialista avaliará os níveis hormonais do paciente e ajustará a dose do medicamento conforme necessário. A terapia de reposição hormonal é geralmente um tratamento vitalício para pessoas com mixedema.

Além da terapia hormonal, outros aspectos do tratamento do mixedema podem incluir a melhoria da alimentação e a adoção de hábitos de vida saudáveis. Uma dieta equilibrada, rica em nutrientes e vitaminas essenciais, pode ajudar a manter o metabolismo em níveis adequados. Exercícios físicos regulares, adequados à condição física do paciente, também são recomendados para melhorar a resistência, a força muscular e o bem-estar geral.

Em casos mais graves de mixedema, em que os sintomas são debilitantes, pode ser necessária a internação hospitalar. Isso ocorre quando o paciente está enfrentando complicações graves, como problemas respiratórios ou insuficiência cardíaca. Nessas situações, tratamentos adicionais, como a administração intravenosa de hormônio tireoidiano, podem ser necessários para restabelecer rapidamente a função tireoidiana normal.

Em resumo, o mixedema é uma condição crônica causada pela deficiência da hormônio tireoidiano. Seus principais sintomas incluem comprometimento cognitivo, pele seca e descamativa, edema generalizado, sensibilidade ao frio, fraqueza muscular e fadiga excessiva. O tratamento do mixedema envolve a reposição hormonal e a adoção de hábitos de vida saudáveis, visando normalizar os níveis de hormônio tireoidiano e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Banco Central divulga edital de concurso para analista
Economia

Mercado reduz novamente previsão de inflação para 2024

by Evidencias 22 de janeiro de 2024
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Informação foi divulgada hoje pelo Banco Central

Mercado reduz novamente previsão de inflação para 2024
© Marcello Casal JrAgência Brasil

O mercado financeiro reduziu novamente a previsão da inflação para este ano. Segundo projeção do Boletim Focus, divulgada hoje (22) pelo Banco Central (BC), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – deve fechar este ano em 3,86%. Há uma semana, a projeção do mercado era de que a inflação este ano ficasse em 3,87%. Há quatro semanas, a previsão era de 3,91%. ebcebc

Divulgado semanalmente, o Boletim Focus reúne a projeção de mais de 100 instituições do mercado para os principais indicadores econômicos do país. Para 2025, a projeção da inflação ficará em 3,5%. Para 2026 e 2027, a previsão é que o índice fique nos 3,5% nos dois anos.

A estimativa para 2024 está dentro do intervalo de meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p) para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, a taxa básica de juros, definida em 11,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

O comitê informou que deve seguir com cortes de 0,5 p.p nas próximas reuniões.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa é de que a taxa básica caia para 8,5% ao ano. A mesma previsão para 2026 e 2027.

PIB

Em relação ao crescimento do Produto Interno Bruto – soma de todos os bens e serviços finais produzidos no país – (PIB), o Focus aumentou a previsão de crescimento, em 2024, para 1,6%, ante os 1,59% da semana passada. Para 2025, o boletim também manteve a previsão de crescimento da semana passada de 2%, que também é a mesma para os anos de 2025 e 2026.

Câmbio

O boletim divulgado nesta segunda-feira também prevê diminuição no valor do câmbio em dólar. Segundo o Focus, em 2024, a moeda fecha o ano em R$ 4,92. Na semana passada, a previsão era de R$ 4,95. Há quatro semanas a previsão era de que a moeda norte-americana ficasse em R$ 5,00. Para 2025, a projeção é que o dólar também fique em R$ 5,00. Para 2026, a expectativa é que o câmbio feche em R$ 5,05 e para 2027, em R$ 5,10.

Fonte: Agência Brasil

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Prazo para empresas enviarem relatórios salariais começa nesta segunda
Economia

Prazo para empresas enviarem relatórios salariais começa nesta segunda

by Evidencias 22 de janeiro de 2024
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Dados permitirão apurar diferenças de salários entre homens e mulheres

Prazo para empresas enviarem relatórios salariais começa nesta segunda
© 

A partir desta segunda-feira (22), as empresas com mais de 100 funcionários deverão preencher o Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios. Disponível na área do empregador do Portal Emprega Brasil, na página do Ministério do Trabalho e Emprego, o documento deverá ser enviado até 29 de fevereiro e tem como objetivo apurar diferenças salariais entre homens e mulheres nos mesmos cargos e funções.ebcebc

Iniciativa conjunta do Ministério do Trabalho e Emprego e do Ministério das Mulheres, o relatório atende ao Decreto nº 11.795/2023, que regulamenta a Lei nº 14.611, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em julho de 2023, que estabelece a obrigatoriedade de igualdade salarial entre mulheres e homens.

Os relatórios semestrais de transparência terão informações adicionais sobre critérios de remuneração e ações de promoção e de contratação de mulheres nas empresas. Os dados sobre salários e ocupações de homens e de mulheres já são informados pelos empregadores no eSocial. De março e setembro de cada ano, o Ministério do Trabalho e Emprego consolidará as informações e divulgará um relatório sobre desigualdades de gênero no ambiente de trabalho.

As informações dos relatórios preservarão o anonimato e devem estar de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Caberá ao Ministério do Trabalho e Emprego manter uma ferramenta digital para o envio dos dados.

Punições

A empresa com mais de 100 empregados que não enviar os relatórios será multada em até 3% da folha de salários do empregador, limitados a 100 salários mínimos. Essa multa não anula outras sanções aplicadas aos casos de discriminação salarial, com multa máxima de R$ 4 mil.

Em caso de discriminação por sexo, raça, etnia, origem ou idade, a lei prevê indenização por danos morais. Para fins de fiscalização e averiguação cadastral, o MTE pode pedir às empresas informações complementares àquelas que constam no relatório.

Planos de ação

Nos casos em que o relatório constatar desigualdade de salários, as empresas poderão regularizar a situação por meio de Planos de Ação para Mitigação da Desigualdade Salarial e de Critérios Remuneratórios entre mulheres e homens. A Portaria 3.714, do Ministério do Trabalho, detalha as ações que devem estar contidas nos planos.

A nova legislação também prevê medidas de promoção da garantia da igualdade salarial e remuneratória entre mulheres e homens. Entre as ações previstas estão a promoção e implementação de programas de diversidade e inclusão no ambiente de trabalho; a capacitação de gestores, lideranças e empregados sobre o tema; e a formação de mulheres para o ingresso, permanência e ascensão no mercado de trabalho em igualdade de condições com os homens.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Sintomas de micose de pele, pé e unha

by Evidencias 22 de janeiro de 2024
written by Evidencias

A micose de pele, pé e unha apresenta sintomas como coceira, descamação, vermelhidão, fissuras e odor desagradável. Saiba mais sobre essas infecções fúngicas comuns.

Sintomas da micose na pele

A micose de pele, também conhecida como dermatofitose, é uma infecção causada por fungos que afeta principalmente a camada superficial da pele. Essa condição pode ocorrer em diversas partes do corpo e os sintomas podem variar de acordo com a localização.

Manchas vermelhas e coceira intensa

Um dos primeiros sintomas da micose na pele é o surgimento de manchas vermelhas na área afetada. Essas manchas geralmente são bem demarcadas e têm formato circular ou oval. Além das manchas, é comum sentir uma coceira intensa na região, o que pode levar a arranhões e irritações na pele.

Pele seca e descamativa

Outro sintoma da micose de pele é a descamação da pele na área infectada. A pele afetada tende a ficar mais seca do que o normal e pode apresentar pequenas escamas ou descamação em maior quantidade. Esse aspecto descamativo é mais comum em áreas como as mãos, os pés e o couro cabeludo.

Bolhas e pústulas

Em alguns casos, a micose de pele pode se manifestar na forma de pequenas bolhas ou pústulas. Essas lesões podem conter líquido e, quando estouram, podem resultar na formação de crostas ou feridas. Esses sintomas são mais comuns em regiões como os pés, as mãos e o rosto.

Máculas esbranquiçadas

Em certos tipos de micose de pele, especialmente a pitiríase versicolor, é possível observar o surgimento de máculas esbranquiçadas na pele. Essas manchas podem variar de tamanho e são mais evidentes em pessoas com pele mais morena. Além disso, a coceira e a descamação também podem estar presentes nesses casos.

Sintomas da micose no pé

A micose no pé, também conhecida como pé de atleta, é uma infecção fúngica que afeta principalmente a região entre os dedos. Essa condição é bastante comum e pode causar sintomas incômodos.

Coceira intensa e sensação de queimação

Um dos principais sintomas da micose no pé é a coceira intensa, especialmente na região entre os dedos. Essa coceira pode ser tão intensa que provoca uma vontade constante de coçar a área afetada. Além disso, é comum sentir uma sensação de queimação nos pés, o que pode ser ainda mais desconfortável durante a prática de atividades físicas.

Vermelhidão e descamação na região afetada

Outro sintoma característico da micose no pé é a presença de vermelhidão e descamação na região infectada. A pele entre os dedos pode ficar mais avermelhada do que o normal e apresentar pequenas bolhas ou lesões descamativas. Essa descamação pode se espalhar para outras partes do pé, como a sola e o calcanhar.

Odor desagradável e suor excessivo

A micose no pé também pode causar um odor desagradável nos pés, principalmente devido à proliferação de bactérias associadas à infecção fúngica. Além disso, é comum que a região infectada apresente um suor excessivo, o que pode contribuir para a disseminação do fungo e piorar os sintomas.

Sintomas da micose na unha

A micose na unha, também conhecida como onicomicose, é uma infecção fúngica que afeta as unhas dos pés e, menos comumente, das mãos. Essa condição pode causar alterações visíveis nas unhas e apresentar sintomas específicos.

Unhas opacas, amareladas ou esbranquiçadas

Um dos principais sintomas da micose na unha é a presença de alterações visíveis na aparência das unhas afetadas. Essas alterações podem incluir opacidade, amarelamento, esbranquiçamento e perda de brilho na superfície da unha. Além disso, as unhas podem ficar espessas e frágeis.

Descolamento da unha do leito ungueal

Outro sintoma característico da micose na unha é o descolamento da unha do leito ungueal. A unha afetada pode se soltar gradualmente e até mesmo cair completamente, se a infecção não for tratada adequadamente. Esse descolamento pode ser doloroso e causar desconforto ao realizar atividades simples, como calçar sapatos.

Possível odor desagradável

Em casos mais avançados de micose na unha, é possível notar um odor desagradável associado à infecção fúngica. Isso ocorre devido à proliferação de bactérias na área afetada. Esse odor pode ser mais perceptível ao remover sapatos ou meias, e pode ser constrangedor em algumas situações sociais.

Em resumo, os sintomas da micose de pele, pé e unha podem variar, mas geralmente incluem manchas vermelhas, coceira intensa, descamação da pele, bolhas, pústulas, máculas esbranquiçadas, sensação de queimação, vermelhidão, descamação, odor desagradável, suor excessivo, unhas opacas, amareladas ou esbranquiçadas, descolamento da unha e possível odor desagradável. É importante buscar o tratamento adequado ao apresentar qualquer um desses sintomas, a fim de evitar complicações e garantir a recuperação rápida da saúde da pele, do pé e da unha.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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