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Banco Central estima que inflação feche o ano em 4,6%
Economia

Copom decide nesta quarta corte dos juros básicos da economia

by Evidencias 31 de janeiro de 2024
written by Evidencias

Taxa Selic, em 11,75% ao ano, deve cair em 0,5 ponto percentual

Copom decide nesta quarta corte dos juros básicos da economia
© Marcello Casal JrAgência Brasil

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (31) o corte na taxa básica de juros, a Selic. Mesmo com a recente alta do dólar e com os juros altos nos Estados Unidos, o órgão deve reduzir a Selic, atualmente em 11,75% ao ano, para 11,25% ao ano. Esse será o quinto corte desde agosto, quando a autoridade monetária interrompeu o ciclo de aperto monetário.ebcebc

Nos comunicados das últimas reuniões, o Copom tinha informado que os diretores do BC e o presidente do órgão, Roberto Campos Neto, tinham previsto, por unanimidade cortes de 0,5 ponto percentual nos próximos encontros.

Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve realmente cair 0,5 ponto percentual. A expectativa do mercado financeiro é que a Selic encerre o ano em 11,25% ao ano. Nesta quarta-feira, ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão.

Inflação

Na ata da última reunião, em dezembro, o Copom mostrou preocupação com as contas públicas. O colegiado também apontou riscos de um eventual repique do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial.

O Copom avaliou que parte da incerteza observada nos mercados, com reflexo nas expectativas de inflação, está em torno da capacidade do governo de executar as medidas de receita e despesas compatíveis com o arcabouço fiscal. No mercado internacional, a perspectiva de alta de juros nos Estados Unidos e a guerra entre Israel e o grupo palestino Hamas dificultam a tarefa do BC de baixar os juros em 0,5 ponto por longo tempo.

Segundo o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras feita pelo BC, a estimativa de inflação para 2024 caiu de 3,86% para 3,81%. Índice representa inflação dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3% para este ano, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.

Em dezembro, puxado por alimentos e bebidas, o IPCA ficou em 0,56%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo com a pressão dos combustíveis, o indicador ficou dentro das expectativas do boletim Focus. Com o resultado, o indicador acumulou alta de 4,62% em 2023.

Taxa Selic

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Meta

Para 2024, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%. Para 2025 e 2026, as metas também são de 3% para os dois anos, com o mesmo intervalo de tolerância.

No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2024 em 3,5%, dentro da meta de inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de março.

Fonte: Agência Brasil

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Caixa conclui pagamento da parcela do Bolsa Família de janeiro
Economia

Caixa conclui pagamento da parcela do Bolsa Família de janeiro

by Evidencias 31 de janeiro de 2024
written by Evidencias

Recebem nesta quarta-feira beneficiários com NIS de final 0

Caixa conclui pagamento da parcela do Bolsa Família de janeiro
© MDAS/Divulgação

A Caixa Econômica Federal conclui o pagamento da parcela de janeiro do novo Bolsa Família. Recebem nesta quarta-feira (31) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final zero.ebcebc

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas, com o novo adicional, o valor médio do benefício sobe para R$ 685,61. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 21,12 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,48 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

A partir deste ano, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Cadastro

Desde julho do ano passado, passa a valer a integração dos dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, 3,7 milhões de famílias foram canceladas do programa em 2023 por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família.

O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes vínculos de emprego formal, renda e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS.

Em compensação, outras 2,85 milhões de famílias foram incluídas no programa no ano passado. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício.

Regra de proteção

Cerca de 2,4 milhões de famílias estão na regra de proteção em janeiro. Em vigor desde junho do ano passado, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 373,07.

Brasília (DF) 19/11/2024 - Arte calendário Bolsa Família Janeiro 2024
Arte Agência Brasil
Brasília (DF) 19/11/2024 - Arte calendário Bolsa Família Janeiro 2024
Arte Agência Brasil

Calendário Bolsa Família Janeiro 2024  – Arte Agência Brasil

 

Auxílio Gás

 

Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em fevereiro.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Síndrome de Evans: o que é, sintomas, causas e tratamento

by Evidencias 31 de janeiro de 2024
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A Síndrome de Evans é uma doença autoimune rara que causa a formação de anticorpos contra as células sanguíneas, resultando em anemia hemolítica, trombocitopenia e problemas de coagulação. Seus sintomas incluem fadiga, fraqueza, palidez, sangramentos e hematomas frequentes. A causa exata é desconhecida, mas pode estar relacionada a fatores genéticos e ambientais. O tratamento para a Síndrome de Evans envolve o controle dos sintomas, como transfusão de sangue, medicamentos imunossupressores e às vezes procedimentos cirúrgicos.

Principais sinais e sintomas da Síndrome de Evans

A Síndrome de Evans é uma condição autoimune rara que afeta principalmente jovens adultos, caracterizada por uma produção excessiva de anticorpos que atacam as células sanguíneas. Essa condição é conhecida como trombocitopenia imune primária (ITP) quando afeta apenas as plaquetas, e doença autoimune hemolítica (AIHA) quando afeta os glóbulos vermelhos. Os principais sinais e sintomas da Síndrome de Evans incluem:

1. Trombocitopenia – A redução do número de plaquetas no sangue é uma característica central dessa síndrome. Baixos níveis de plaquetas podem levar a sintomas como sangramento fácil, manchas roxas na pele (equimoses) e sangramento nasal frequente.

2. Anemia – A AIHA, que faz parte da Síndrome de Evans, pode causar a destruição acelerada dos glóbulos vermelhos, levando a sintomas de anemia, como fadiga, palidez, falta de ar e batimentos cardíacos acelerados.

3. Mal-estar geral – Pacientes com Síndrome de Evans podem experimentar sintomas como dores musculares, fadiga constante, perda de apetite e febre baixa.

4. Sangramento excessivo – Devido à baixa contagem de plaquetas, os pacientes podem apresentar sangramento prolongado em cortes, sangramento nas gengivas e menstruações mais intensas.

O que causa a Síndrome de Evans

A Síndrome de Evans é uma condição autoimune, o que significa que o sistema imunológico do corpo ataca erroneamente suas próprias células saudáveis. No caso dessa síndrome, os anticorpos produzidos pelo sistema imunológico começam a identificar as plaquetas e os glóbulos vermelhos como “invasores” e os destroem. As causas exatas para o desenvolvimento dessa condição são desconhecidas, mas alguns fatores de risco podem estar associados à Síndrome de Evans, incluindo:

1. Genética – Pessoas com histórico familiar de doenças autoimunes têm maior probabilidade de desenvolver a Síndrome de Evans.

2. Infecções – Algumas infecções virais, como hepatite C, HIV, Epstein-Barr e citomegalovírus, foram associadas à ocorrência ou ao agravamento dos sintomas da Síndrome de Evans.

3. Traumas e cirurgias – Lesões traumáticas ou cirurgias também podem levar ao desenvolvimento da Síndrome de Evans em alguns casos.

Como é feito o tratamento da Síndrome de Evans

O tratamento da Síndrome de Evans é personalizado para cada paciente, dependendo da gravidade dos sintomas e da resposta individual a determinadas abordagens terapêuticas. Alguns métodos comuns de tratamento incluem:

1. Corticosteroides – Medicamentos como prednisona são frequentemente prescritos para suprimir a resposta imunológica e reduzir a destruição de plaquetas e glóbulos vermelhos.

2. Imunoglobulina intravenosa (IVIG) – A administração intravenosa de imunoglobulina pode ajudar a aumentar as contagens de plaquetas e glóbulos vermelhos, melhorando os sintomas da Síndrome de Evans.

3. Transfusão de plaquetas ou sangue – Em casos graves, quando a contagem de plaquetas e glóbulos vermelhos está extremamente baixa, pode ser necessário realizar transfusões de sangue ou de plaquetas.

4. Tratamentos imunossupressores – Medicamentos que suprimem o sistema imunológico, como azatioprina e rituximabe, são utilizados em alguns casos para reduzir a destruição das células sanguíneas.

É importante lembrar que o tratamento da Síndrome de Evans precisa ser acompanhado de perto por um médico especialista, levando em consideração a gravidade dos sintomas e os possíveis efeitos colaterais dos medicamentos. O acompanhamento médico regular é essencial para controlar a condição e minimizar os riscos associados.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Calor muda dia e horário das finais da Taça das Favelas
Economia

Manutenção da queda dos juros dependerá do exterior, diz Haddad

by Evidencias 31 de janeiro de 2024
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Segundo ministro, alta da dívida pública é herança do governo anterior

Manutenção da queda dos juros dependerá do exterior, diz Haddad

Após os cortes de juros já anunciados pelo Banco Central (BC) no início deste ano, a continuidade da queda da Taxa Selic (juros básicos da economia) dependerá do exterior, disse nesta terça-feira (30) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, caso os Bancos Centrais das economias avançadas comecem a reduzir os juros ainda neste semestre, haverá espaço para novas quedas das taxas no Brasil no segundo semestre.ebcebc

“Por tudo que ouvi nas viagens que fiz, não me parecia o mais provável [que o ciclo de cortes no exterior comece em março], mas no primeiro semestre me parece realista. Se isso acontecer, vai ser muito bom para Banco Central [brasileiro], porque aí o horizonte pode mudar relativamente para melhor, e isso pode projetar uma taxa de juros terminal neste ciclo de cortes para além do que estamos imaginando hoje. Mas isso são especulações, vamos avaliar”, disse Haddad ao voltar de reunião na Casa Civil.

Nesta quarta-feira (31), o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC promove a primeira reunião do ano para decidir o futuro da Taxa Selic, atualmente em 11,75% ao ano. Em dezembro, a autoridade monetária tinha anunciado que continuaria a promover cortes de 0,5 ponto percentual no primeiro semestre. A maioria das instituições financeiras acredita que o Copom fará três reduções até maio, para depois decidir a evolução dos juros básicos no Brasil.

Dívida pública

O ministro também comentou a alta da Dívida Pública Federal, que terminou 2023 em R$ 6,52 trilhões, crescendo cerca de R$ 500 bilhões no ano passado. Haddad ressaltou que boa parte da alta em 2023 decorre de heranças do governo anterior, como a quitação de precatórios (dívidas do governo com sentença judicial definitiva) e a ajuda financeira a estados para compensar a redução do imposto estadual sobre os combustíveis.

“A dívida é uma consequência do déficit primário e dos juros sobre a dívida. O precatório que foi pago já era dívida, só não tinha sido contabilizado como dívida, mas já existia. Um governo que paga um calote não pode ser responsabilizado nem pelo calote e nem pelo aumento da dívida consequente do pagamento do calote”, declarou Haddad.

Na segunda-feira (29), o Tesouro Nacional divulgou que o déficit primário do Governo Central – Tesouro, Banco Central e Previdência Social – ficou em R$ 230,54 bilhões, o pior resultado para as contas públicas desde 2020, o primeiro ano da pandemia de covid-19. O déficit, no entanto, cairia para R$ 138,1 bilhões sem o pagamento de cerca de R$ 92 bilhões em precatórios atrasados, após decisão do Supremo Tribunal Federal.

Crescimento

Haddad disse ainda que o governo espera fechar 2024 com crescimento da economia acima de 2% e que está confiante de que encerrará o ano melhor que as previsões. Em novembro, a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda divulgou projeção de avanço de 2,2% de avanço no Produto Interno Bruto (PIB) em 2024. Nesta terça-feira, o Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou, de 1,5% para 1,7% a expectativa de crescimento do PIB neste ano.

Segundo o ministro, o governo está tomando medidas para melhorar o ambiente de negócios e o crescimento neste ano, como o Novo Marco de Garantias, sancionado em outubro e ainda pendente de regulamentações. “O Marco de Garantias tem o potencial de mudar o padrão de crédito no país, o que impulsionará o crescimento”, destacou.

Sem detalhar números, o ministro disse que os dados preliminares da economia em janeiro “estão bastante razoáveis”. “Entramos no ano confiantes de que podemos ter um ano acima das expectativas, como aconteceu em 2023”, comentou.

Fonte: Agência Brasil

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Em recuperação judicial, Gol tinha dívidas acima de R$20 bi em 2023
Economia

B3 retira Gol de índices após aérea entrar em recuperação judicial

by Evidencias 30 de janeiro de 2024
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Companhia acionou tribunal nos EUA para renegociar dívidas

B3 retira Gol de índices após aérea entrar em recuperação judicial
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

A B3, bolsa de valores brasileira, que tem sede em São Paulo, retirou nesta terça-feira (30) as ações da Gol de seus índices. Com a medida, a companhia aérea, que acionou um tribunal nos Estados Unidos (EUA) para renegociar dívidas, foi excluída do cálculo de dez indicadores da bolsa de valores brasileira.ebcebc

Os indicadores são os seguintes:

•    Ibovespa;

•    Índice Brasil Amplo (Ibra);

•    Índice Brasil 100 (IBrX);

•    Índice Carbono Eficiente (ICO2);

•    Índice de Diversidade (IDVR);

•    Índice de Governança Corporativa Trade (IGCT);

•    Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada (IGCX);

•    Índice de Ações com Tag Along Diferenciado (ITAG);

•    Índice Valor (IVBX);

•    Índice Small Cap (SMLL).

Apesar da retirada dos índices, as ações da companhia aérea continuarão a ser vendidas na bolsa. Elas, no entanto, serão comercializadas sob o título de “Outras condições”.

Na segunda-feira (29), as ações da Gol caíram 33,61%, sendo cotadas a R$ 3,93. Nesta terça, os papéis recuaram 26,97%, para R$ 2,87. Segundo a B3, a companhia tinha perdido R$ 674 milhões de valor de mercado até ontem, passando a valer R$ 1,323 bilhão.

A empresa divulgou, também na segunda-feira, que encerrou 2023 com endividamento de R$ 20,17 bilhões. No último dia 25, a Gol entrou com pedido para acionar o mecanismo conhecido como Capítulo 11 no Tribunal de Falências dos Estados Unidos. O procedimento assemelha-se à recuperação judicial no Brasil, em que uma empresa renegocia débitos com os credores para evitar a falência, enquanto mantém as atividades.

A companhia busca financiamento de US$ 950 milhões. Conforme comunicado divulgado pela Gol, a operação no Brasil não será afetada e a empresa continuará trabalhando normalmente, com o pagamento dos salários dos empregados garantido.

*O texto foi atualizado às 19h20

Fonte: Agência Brasil

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Copom faz primeira reunião do ano para definir taxa básica de juros
Economia

Registrato emite 21,5 milhões de relatórios 2023

by Evidencias 30 de janeiro de 2024
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Sistema do BC mostra relação do cidadão com instituições financeiras

Registrato emite 21,5 milhões de relatórios 2023
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Ferramenta do Banco Central (BC) que revela o relacionamento do cidadão com instituições financeiras, o Registrato fechou 2023 com 21,5 milhões de relatórios emitidos. O número representa alta de 64% em relação a 2022, quando 13,1 milhões de consultas haviam sido feitas.ebcebc

Em nota, o BC atribuiu o aumento da procura a dois fatores. O primeiro é a maior preocupação das pessoas com fraudes e golpes. O segundo é a mudança na linguagem dos relatórios, que se tornaram mais simples e acessíveis ao público, reduzindo a procura nos canais do BC para tirar dúvidas sobre o conteúdo dos documentos.

Atualmente, o Registrato emite cinco tipos de relatório:

•    Chaves Pix em nome do cidadão;

•    Empréstimos e Financiamentos (SCR), útil para revelar se terceiros fizeram empréstimos em nome do correntista;

•    Contas e Relacionamentos em Bancos (CCS), usado para saber se terceiros abriram contas em nome do cidadão;

•    Câmbio e Transferências Internacionais;

•    Cheques sem Fundos.

Segundo o BC, o relatório de Empréstimos e Financiamentos foi o serviço mais procurado dentro do Registrato, com uma média de 700 mil documentos emitidos por mês no ano passado. Em dezembro, esse relatório foi unificado, pois antes havia uma versão resumida e outra detalhada.

Em janeiro de 2022, o Sistema de Valores a Receber, que revela a existência de valores esquecidos no sistema financeiro, chegou a promover a primeira rodada de consultas no Registrato. A procura foi tão grande que o BC criou uma página própria para esse tipo de demanda.

De acordo com o Banco Central, a reabertura do Sistema de Valores a Receber, em março do ano passado, contribuiu para o aumento da procura no Registrato por causa de pessoas que confundiam os dois sistemas. Em outros casos, as pessoas passaram a conhecer o Registrato após fazer a consulta no Valores a Receber.

O BC pretende implementar duas melhorias no Registrato. A primeira diz respeito a uma nova navegabilidade para o usuário, inclusive com melhorias de acessibilidade. A segunda é a notificação ao correntista em caso de abertura e de encerramento de conta em instituições autorizadas pelo BC. Essa última novidade está sendo desenvolvida em parceria com a Secretaria de Governo Digital do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.

Importante

O BC recomenda que o cidadão acesse o Registrato periodicamente. A consulta exige conta no Portal Gov.br nível prata ou ouro.

Cada relatório tem um prazo de atualização diferente, normalmente mensal. Para consultar as informações em tempo real, procure o banco, instituição ou órgão que incluiu o dado no relatório, uma vez que as informações apresentadas são de inteira responsabilidade dessas instituições. Caso encontre algum erro ou omissão no relatório, o usuário deve entrar em contato diretamente com a instituição financeira citada para pedir o ajuste.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Página não encontrada

by Evidencias 30 de janeiro de 2024
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A página solicitada não pôde ser encontrada. Descubra como resolver esse problema e navegar com sucesso pelo site em questão.

Título: Página não encontrada

Introdução

A mensagem “Página não encontrada” é um dos erros mais comuns no universo da internet. Quem nunca digitou o endereço de um site esperando encontrar um conteúdo específico e se deparou com essa frustrante resposta? Mas afinal, por que essas páginas não são encontradas? Neste artigo, vamos explorar algumas possíveis razões para esse erro tão comum e discutir maneiras de lidar com ele de forma eficaz.

O que é uma página não encontrada?

Quando nos deparamos com a mensagem “Página não encontrada”, significa que o servidor não conseguiu localizar o conteúdo solicitado pelo usuário. Isso pode acontecer por diversos motivos, como a inexistência da página, uma URL incorreta, um link quebrado, entre outros fatores. Essa falta de comunicação entre o servidor e o conteúdo desejado resulta em uma página de erro, comunicando ao usuário que o que ele procura não está disponível.

Principais causas do erro

Existem várias causas que podem levar a uma página não encontrada. Vamos explorar algumas das principais:

1. Inexistência da página

Uma das razões mais comuns para o erro “Página não encontrada” é simplesmente a inexistência do conteúdo solicitado. É possível que o usuário tenha digitado um endereço errado ou que a página tenha sido removida do servidor. Nesse caso, a solução seria checar se a URL está correta ou buscar o conteúdo em outro lugar.

2. URL incorreta ou quebrada

Outro motivo para o erro “Página não encontrada” é uma URL incorreta ou quebrada. Isso pode acontecer quando um link é digitado de forma errada ou quando um redirecionamento é feito incorretamente. É importante verificar se a URL está escrita corretamente e se não houve erros de digitação.

3. Mudança de estrutura do site

Às vezes, uma página pode não ser encontrada devido a mudanças na estrutura do site. Se um conteúdo foi movido para uma nova localização ou se a estrutura de pastas foi alterada, é possível que os links antigos se tornem obsoletos. Nesse caso, o ideal é redirecionar os usuários para a nova localização do conteúdo ou atualizar os links em outras páginas.

4. Erros de codificação

Erros de codificação podem levar a páginas não encontradas. Problemas como caracteres especiais mal interpretados, URLs muito longas ou codificação incorreta podem dificultar a localização do conteúdo desejado. É importante garantir que o código esteja limpo e livre de erros que possam causar problemas de acesso.

Como lidar com páginas não encontradas

Agora que conhecemos algumas das possíveis causas para o erro “Página não encontrada”, é importante discutir como lidar com essa situação de forma eficaz. Algumas estratégias úteis incluem:

1. Criar uma página de erro personalizada

Uma maneira de lidar com páginas não encontradas é criar uma página de erro personalizada. Essa página pode informar ao usuário sobre o ocorrido, oferecer um pedido de desculpas pelo inconveniente e fornecer opções de navegação alternativas dentro do site.

2. Redirecionar o usuário

Em certos casos, é possível redirecionar o usuário para uma página relacionada ao conteúdo que ele estava procurando. Isso pode ajudar a evitar a frustração do usuário e manter a experiência de navegação fluída.

3. Verificar e corrigir links quebrados

É importante realizar verificações periódicas em seu site para identificar e corrigir links quebrados. Existem diversas ferramentas disponíveis que podem ajudar nesse processo, garantindo que os usuários não se deparem com páginas não encontradas.

Conclusão

A mensagem “Página não encontrada” é um erro frequente na internet, mas existem formas de minimizar sua ocorrência e lidar com ele de maneira eficaz. Ao entender as possíveis causas desse erro e adotar medidas para evitá-lo, os proprietários de sites podem proporcionar uma melhor experiência de navegação aos usuários.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Dívida pública pode alcançar até R$ 7,4 trilhões em 2024
Economia

Dívida pública pode alcançar até R$ 7,4 trilhões em 2024

by Evidencias 30 de janeiro de 2024
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Plano de financiamento foi divulgado pelo Tesouro Nacional

Dívida pública pode alcançar até R$ 7,4 trilhões em 2024
© José Cruz/Agência Brasil

Depois de encerrar 2023 em torno de R$ 6,5 trilhões e em nível recorde, a Dívida Pública Federal (DPF) deverá chegar ao fim deste ano entre R$ 7 trilhões e R$ 7,4 trilhões. Os números foram divulgados nesta terça-feira (30) pelo Tesouro Nacional, que apresentou o Plano Anual de Financiamento (PAF) da dívida pública para 2024.ebcebc

O plano, que apresenta metas para a dívida pública para este ano, não traz grandes mudanças em relação a 2023. O governo criou um espaço para elevar levemente a fatia de títulos prefixados (com taxas de juros fixas e definidas antecipadamente) e aumentar a participação dos papéis corrigidos pela taxa Selic (juros básicos da economia). Isso ocorreria mesmo com a expectativa de redução nos juros básicos, que estão em queda desde agosto do ano passado.

Segundo o documento, a parcela da DPF vinculada à Selic deverá encerrar o ano numa faixa entre 40% e 44%, contra 38% a 42% em 2023. Atualmente, está em 39,7%. A fatia dos títulos prefixados deverá encerrar o ano entre 24% e 28%, contra 23% a 27% em 2023. No fim de 2023, a participação estava em 26,5%.

A proporção da dívida pública corrigida por índices de preços deverá ficar entre 27% e 31%, contra 29% a 33% no ano passado. Hoje está em 29,8%. Já a participação da dívida corrigida pelo câmbio, considerando a dívida pública externa, deverá encerrar o ano entre 3% e 7%. O percentual atual está em 4,1%. Os números não levam em conta as operações de compra e venda de dólares no mercado futuro pelo Banco Central, que interferem no resultado.

No ano passado, o PAF previa que a Dívida Pública Federal poderia encerrar 2023 entre R$ 6 trilhões e R$ 6,4 trilhões.

Composição

Em 2023, a DPF teve aumento de títulos corrigidos pela Selic, que subiram de 38,3% em dezembro de 2022 para 39,7% no mês passado, dentro da banda de 38% a 42% em vigor para o último ano. Segundo o Tesouro, isso se deveu ao nível alto da taxa Selic (juros básicos da economia), que atraiu de volta os investidores desses papéis.

A participação de papéis prefixados (com juros definidos no momento da emissão) caiu de 27% em 2022 para 26,5% em 2023. O percentual ficou próximo do limite máximo estabelecido pelo PAF de 2023, que estimava que a participação encerraria o ano entre 24% e 28%.

Durante a alta da Selic, os investidores tinham fugido dos títulos prefixados, mais sujeitos às oscilações de mercado e que pode trazer prejuízo se resgatado antes do prazo. No entanto, o interesse por esse tipo de papel voltou a aumentar no segundo semestre, quando os juros básicos começaram a cair.

A fatia de títulos corrigidos pela inflação subiu de 30,3% para 29,8%, dentro do intervalo estabelecido entre 27% e 31%. A dívida corrigida pelo câmbio, considerando a dívida pública externa, fechou 2023 em 4,1%, também dentro da margem de 3% a 7% estimada no PAF.

Os títulos corrigidos por taxas flutuantes aumentam o risco da dívida pública, porque a Selic pressiona mais o endividamento do governo quando os juros básicos da economia sobem. Em contrapartida, quando o Banco Central reduz os juros básicos, a parte da dívida interna corrigida pela Selic diminui imediatamente.

Em tese, os papéis prefixados trazem mais previsibilidade. Isso porque os juros desses títulos são definidos no momento da emissão e não varia ao longo do tempo. Dessa forma, o Tesouro sabe exatamente quanto pagará de juros daqui a vários anos, quando os papéis vencerem e os investidores tiverem de ser reembolsados. No entanto, os títulos prefixados têm taxas mais altas que a da Selic e aumentam o custo da dívida pública em momentos de instabilidade econômica.

Prazo

O Plano Anual de Financiamento também abriu uma margem para aumentar o prazo da DPF. No fim de 2023, o prazo médio ficou em 4 anos. O PAF estipulou que ficará entre 3,8 e 4,2 anos no fim de dezembro. O Tesouro divulga as estimativas em anos, não em meses. Já a parcela da dívida que vence nos próximos 12 meses encerrará 2024 entre 17% e 21%. Atualmente, está em 20,1%.

Segundo o Tesouro, o governo tem dois mecanismos de segurança para garantir a capacidade de financiamento em caso de crise econômica que não permita ao Tesouro lançar títulos no mercado. Em primeiro lugar, o governo tem reservas internacionais suficientes para pagar os vencimentos da dívida pública externa até janeiro de 2025, que totalizam R$ 44,6 bilhões. Além disso, o governo tem um colchão de R$ 982 bilhões para cobrir 7,6 meses dos vencimentos da dívida pública interna, acima do nível recomendado de três meses de vencimentos.

Por meio da dívida pública, o Tesouro Nacional emite títulos e pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos. Em troca, o governo compromete-se a devolver os recursos com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic, a inflação, o câmbio ou ser prefixada, definida com antecedência.

Fonte: Agência Brasil

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Previsão do mercado para inflação de 2024 está em 3,9% 
Economia

Dívida pública fecha 2023 em R$ 6,52 trilhões

by Evidencias 30 de janeiro de 2024
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Indicador ficou dentro do limite mínimo estabelecido pelo Tesouro

Dívida pública fecha 2023 em R$ 6,52 trilhões
© Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

A Dívida Pública Federal – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – fechou 2023 em R$ 6,52 trilhões, informou nesta terça-feira (30) a Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda. O valor representou aumento de 9,56% em relação a 2022, quando a dívida estava em R$ 5,951 trilhões.ebcebc

O valor representa alta de 3,09% em relação a novembro, quando a dívida era de R$ 6,325 trilhões. Apesar do alto volume de emissões em dezembro, a dívida ficou dentro dos limites estabelecidos pelo Plano Anual de Financiamento de 2023, que estabelecia que a dívida pública poderia fechar o ano passado entre R$ 6 trilhões e R$ 6,4 trilhões.

Dívida interna e externa

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), que é a parte da dívida pública no mercado interno, aumentou 3,19% em dezembro, passando de R$ 6,075 trilhões para R$ 6,269 trilhões. Esse crescimento ocorreu por causa da emissão líquida mensal de R$ 136,86 bilhões – quando o Tesouro emitiu mais títulos do que resgatou -, e da apropriação positiva de juros, no valor de R$ 57,19 bilhões – quando os juros da dívida são incorporados ao total mês a mês.

Apesar da emissão líquida em dezembro, o governo terminou o ano resgatando R$ 40,23 bilhões a mais do que emitiu da dívida interna. Isso porque houve vencimentos em grandes volumes de títulos prefixados em janeiro e em julho do ano passado e de títulos corrigidos pela Taxa Selic (juros básicos da economia) em março e setembro.

O estoque da Dívida Pública Federal Externa (DPFe), captada do mercado internacional, subiu 0,57% no último mês de 2023, encerrando o ano em R$ 251,46 bilhões (US$ 51,94 bilhões). Embora o dólar tenha caído 1,14% no mês passado, houve a contratação de empréstimos no exterior.

Em 2023, a Dívida Pública Federal Externa (DPFe) caiu 0,39% em relação ao ano anterior, quando tinha ficado em R$ 252,45 bilhões. Segundo o Tesouro Nacional, apesar de o governo ter aumentado o endividamento com organismos internacionais no ano passado e emitido títulos públicos no exterior em abril e em novembro, a queda de 8,08% do dólar no ano passado fez o valor diminuir em reais.

Recursos

Por meio da dívida pública, o Tesouro Nacional emite títulos públicos para pegar emprestado dinheiro dos investidores e honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, no vencimento do papel, com algum rendimento. A correção pode seguir a taxa Selic, a inflação, o câmbio ou ser prefixada (definida com antecedência).

Em dezembro, os maiores detentores da dívida pública eram as instituições financeiras (29,67%). O estoque desse grupo passou de R$ 1,755 trilhão para R$ 1,86 trilhão de novembro para dezembro.

Em seguida, estão os fundos de investimento, com uma fatia de 23,53%; os fundos de Previdência, com 22,99%; os investidores estrangeiros, com 9,48%; as seguradoras, 4,02%; o governo, 3,8%, e outros,com 6,51%. 

Apesar de uma leve queda nos últimos meses de 2023, a participação de estrangeiros na dívida interna subiu em relação a dezembro de 2022, quando estava em 9,36%. O interesse dos estrangeiros na dívida interna serve como parâmetro para a confiabilidade da dívida pública brasileira no exterior.

Fonte: Agência Brasil

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Brasil criou 1,48 milhão de empregos formais em 2023, aponta Caged
Economia

Brasil criou 1,48 milhão de empregos formais em 2023, aponta Caged

by Evidencias 30 de janeiro de 2024
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Maior crescimento do emprego formal ocorreu no setor de serviços

Brasil criou 1,48 milhão de empregos formais em 2023, aponta Caged
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Brasil registrou saldo positivo de 1.483.598 empregos formais em 2023, segundo o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta terça-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. No acumulado do ano (janeiro a dezembro), foram registradas 23.257.812 admissões e 21.774.214 desligamentos. ebcebc

O maior crescimento do emprego formal em 2023 ocorreu no setor de serviços, com a criação de 886.256 postos. No comércio, foram criados 276.528 postos; na construção 158.940; na indústria, 127.145; e na agropecuária, o saldo foi de 34.762 postos.

O salário médio de admissão foi R$ 2.037,94. 

Nas 27 unidades federativas ocorreram saldos positivos, com destaque para São Paulo (390.719 postos, +3%), Rio de Janeiro (160.570 postos, +4,7%) e Minas Gerais (140.836 postos, +3,2%). Nas regiões, as maiores gerações ocorreram no Sudeste, (726.327), Nordeste (298.188) e Sul (197.659). O maior crescimento foi verificado no Nordeste, 5,2%, com geração de 106.375 postos no ano.

A maioria das vagas criadas em 2023 foram preenchidas por homens (840.740). Mulheres ocuparam 642.892 novos postos. A faixa etária com maior saldo foi a de 18 a 24 anos, com 1.158.532 postos. 

Resultado em dezembro

Em dezembro, o Brasil registrou saldo negativo de 430.159 postos de trabalho com carteira assinada. No mês passado, foram 1.502.563 admissões e 1.932.722 demissões, segundo o Caged. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, a queda ocorreu devido ao ajuste sazonal realizado no mês.

No último mês de 2023, os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos negativos: serviços (-181.913 postos); indústria (-111.006 postos); construção (-75.631 postos); agropecuária(-53.660 postos) e comércio (-7.949 postos).

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Clenbuterol: para que serve e como tomar

by Evidencias 30 de janeiro de 2024
written by Evidencias

Clenbuterol é um medicamento broncodilatador usado principalmente em casos de doenças respiratórias. Também é utilizado como estimulante e auxilia na queima de gordura. A dosagem recomendada varia de acordo com a necessidade do paciente, mas deve ser consumido de forma gradual para evitar efeitos colaterais.

CLENBUTEROL: PARA QUE SERVE

O Clenbuterol, também conhecido como Clen, é um medicamento broncodilatador utilizado no tratamento de doenças respiratórias, como a asma. Sua principal função é relaxar os músculos das vias aéreas, permitindo o aumento do fluxo de oxigênio para os pulmões e facilitando a respiração.

Além de sua ação broncodilatadora, o Clenbuterol também possui propriedades termogênicas e anabólicas. Isso significa que ele pode auxiliar na perda de peso e no ganho de massa muscular. Muitas pessoas, especialmente atletas e fisiculturistas, utilizam o Clenbuterol como um suplemento para melhorar seus desempenhos físicos e estéticos.

COMO TOMAR CLENBUTEROL

O Clenbuterol pode ser encontrado na forma de comprimidos, xaropes ou soluções injetáveis. A dose recomendada varia de acordo com o objetivo do uso e a resposta individual de cada pessoa. É importante lembrar que o Clenbuterol deve ser utilizado apenas sob prescrição médica, pois seu uso indevido pode acarretar em efeitos colaterais graves.

Para quem utiliza o Clenbuterol para tratamento de doenças respiratórias, a dose costuma ser mais baixa e ajustada de acordo com a gravidade da condição. Já para quem busca os efeitos termogênicos e anabólicos, a dose pode ser maior e variar conforme a experiência e tolerância individual.

Geralmente, o Clenbuterol é administrado em ciclos, com um período de uso seguido de um período de descanso. Isso ocorre porque o organismo pode desenvolver tolerância ao medicamento, diminuindo seus efeitos ao longo do tempo. Consultar um médico ou especialista em nutrição esportiva é fundamental para determinar a dose e o protocolo correto de uso do Clenbuterol.

POSSÍVEIS EFEITOS COLATERAIS

Assim como qualquer outro medicamento, o Clenbuterol pode apresentar efeitos colaterais. Os mais comuns incluem tremores, sudorese, palpitações, taquicardia, ansiedade, insônia, dores de cabeça, náuseas e vômitos. Esses efeitos costumam ser transitórios e desaparecem após a suspensão do medicamento.

No entanto, o uso prolongado e em doses elevadas de Clenbuterol pode resultar em efeitos colaterais mais graves, como hipertensão arterial, arritmias cardíacas, hipocalemia, hiperglicemia e até mesmo danos ao coração e outros órgãos. Por isso, é essencial seguir as recomendações médicas e procurar acompanhamento durante o uso do medicamento.

QUEM NÃO DEVE TOMAR CLENBUTEROL

O Clenbuterol é contraindicado para pessoas que apresentam hipersensibilidade ao medicamento ou a qualquer componente de sua fórmula. Além disso, existem algumas condições médicas em que o uso de Clenbuterol deve ser evitado, como doenças cardíacas, hipertensão arterial, hipertireoidismo, glaucoma, diabetes, distúrbios psiquiátricos e problemas renais.

Mulheres grávidas ou lactantes também devem evitar o uso de Clenbuterol, pois os efeitos do medicamento sobre o feto e o leite materno ainda não foram totalmente estudados.

Em casos de dúvidas ou para informações mais detalhadas sobre o uso do Clenbuterol, é essencial buscar orientação médica antes de iniciar qualquer tratamento. Somente um profissional de saúde capacitado poderá avaliar a adequação do medicamento para cada indivíduo e indicar as doses e protocolos corretos de uso.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Mercado financeiro reduz previsões para inflação e câmbio
Economia

Mercado reduz para 3,81% previsão para inflação de 2024 

by Evidencias 30 de janeiro de 2024
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Projeção de expansão da economia ficou em 1,6%

Mercado reduz para 3,81% previsão para inflação de 2024 
© Marcello Casal JrAgência Brasil

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – teve redução, passando de 3,86% para 3,81% este ano.ebcebc

A estimativa está no Boletim Focus desta terça-feira (30), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.  

Para os próximos anos – 2025, 2026 e 2027, a projeção da inflação permaneceu em 3,5%.  

A estimativa para 2024 está dentro do intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.  

Para 2025 e 2026, as metas de inflação estão fixadas em 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.   

Em dezembro de 2023, a inflação do país foi de 0,56%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o IPCA fechou o ano passado com alta acumulada de 4,62%. 

Juros básicos  

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 11,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre de 2023, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada por economistas. 

O comportamento dos preços fez o BC cortar os juros quatro vezes no semestre passado, em todas as reuniões do Copom. Em ata divulgada, o colegiado informou que continuará a promover novos cortes de 0,5 ponto nas próximas reuniões, mas não detalhou quando vai parar de reduzir a taxa Selic. Segundo o BC, o momento dependerá do comportamento da inflação no primeiro semestre de 2024.   

Reunião do Copom

Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. A primeira reunião do Copom neste ano ocorre em hoje (30) e amanhã (31) e os analistas esperam que a Selic seja reduzida a 11,25%. Para o fim de 2025, 2026 e 2027, a previsão é de Selic em 8,5% ao ano. 

De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, energia e combustíveis. Por um ano, até agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano.  

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.  

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. 

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. 

PIB e câmbio  

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano permaneceu em 1,6%.  Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro projeta expansão do PIB também em 2%, para os dois anos. 

Superando as projeções, no terceiro trimestre do ano passado a economia brasileira cresceu 0,1%, na comparação com o segundo trimestre de 2023, de acordo com o IBGE. Entre janeiro e setembro, a alta acumulada foi de 3,2%.  

Com o resultado, o PIB está novamente no maior patamar da série histórica, ficando 7,2% acima do nível de antes da pandemia, registrado nos três últimos meses de 2019. Os dados do quarto trimestre de 2023, com o consolidado do ano, será divulgado pelo IBGE em 1º de março.  

A previsão de cotação do dólar está em R$ 4,92 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5. 

Fonte: Agência Brasil

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Inflação do aluguel volta a perder força depois de seis meses
Economia

Inflação do aluguel volta a perder força depois de seis meses

by Evidencias 30 de janeiro de 2024
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IGP-M fecha janeiro em 0,07% e acumula -3,32% em 12 meses

Inflação do aluguel volta a perder força depois de seis meses
© Arquivo/Agência Brasil

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que serve como base para o reajuste dos contratos de aluguel, voltou a desacelerar depois de seis meses e fechou janeiro em 0,07%. O resultado foi divulgado pela Fundação Getulio Vargas nesta terça-feira (30). No acumulado de 12 meses, a taxa acumula deflação de 3,32%, ou seja, inflação negativa. Em dezembro, esse consolidado era de -3,18%.ebcebc

O IGP-M de janeiro representa uma inflexão no índice, que vinha ganhando força desde julho de 2023, quando alcançou -1,93%. Desde então, a inflação do aluguel acelerou seguidamente até fechar dezembro do ano passado em 0,74%.

O indicador da FGV é composto por três classes de preços: o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos custos no atacado; o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que calcula a cesta de consumo das famílias; e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC).

Atacado

Em janeiro, o IPA ficou negativo em 0,09%, ajudando a frear o IGP-M. Os preços das matérias-primas brutas, que arrefeceram de 3,06% para 0,49% entre dezembro e janeiro, foram um dos principais responsáveis por esse resultado.

A desaceleração desse grupo foi influenciada principalmente por itens como a soja em grão, que passou de uma alta de 2,03% para queda de 5,98%; o minério de ferro, que reduziu seu aumento de 4,63% para 2,87%, e o milho em grão, cuja taxa diminuiu de 11,30% para 6,22%.

O IPC registrou variação de 0,59%. No mês anterior, tinha sido de 0,14%. O maior impacto de alta veio do grupo alimentação, cuja taxa de variação passou de 0,55% para 1,62% entre dezembro e janeiro. De acordo com a FGV, “os preços dos alimentos in natura subiram, refletindo problemas de ofertas típicos da estação”.

A taxa de variação do INCC permaneceu estável, passando de 0,26% para 0,23%.

O IGP-M é conhecido como inflação do aluguel pois costuma ser utilizado para reajustar anualmente os contratos de moradia. O indicador também é utilizado como indexador de contratos de empresas de serviço, como energia elétrica, telefonia, educação e planos de saúde.

Fonte: Agência Brasil

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Pedágio é reajustado na Rodovia Régis Bittencourt
Economia

Pedágio é reajustado na Rodovia Régis Bittencourt

by Evidencias 30 de janeiro de 2024
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Aumento vale no trecho entre São Paulo e Curitiba

Pedágio é reajustado na Rodovia Régis Bittencourt
© STRINGER

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) reajustou a tarifa básica de pedágio das seis praças administradas pela Concessionária Autopista Régis Bittencourt S/A, responsável pela BR-116, no trecho entre São Paulo e Curitiba. O valor cobrado dos veículos de categoria 1 (automóveis, caminhonetes e furgão de dois eixos) passa de R$ 3,90 para R$ 4,00, e já pode ser aplicado.ebcebc

A partir da tarifa básica, aplicada à categoria 1, são calculados os valores para os demais veículos conforme número de eixos e rodagem, ou seja, a quantidade de pneus capazes de suportar mais ou menos carga. Assim, as tarifas podem variar entre R$ 2,00, que multiplica o valor-base por 0,5, para motocicletas, motonetas e bicicletas motorizadas; até R$ 24,00 aplicados a caminhão com reboque e caminhão-trator com semi-reboque, que tem seis eixos com rodagem dupla.

A deliberação está publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (30) e aprova a 15ª Revisão Ordinária, 16ª e 17ª revisões extraordinárias e o reajuste de 4,68%, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Aplicados os itens previstos em contrato de concessão, para correção monetária e revisão, para recomposição do equilíbrio econômico-financeiro, a tarifa básica chegou ao valor de R$ 3,95043, que recebeu ainda o arredondamento de valor para facilitar a fluidez de tráfego nas praças de pedágio.

Os novos valores valem para as praças administradas pela Concessionária Autopista Régis Bittencourt S/A, sendo: P1 em Itapecerica da Serra; P2 em Miracatu; P3 em Juquiá; P4 em Cajati; P5 em Barra do Turvo, todas em São Paulo; e P6 em Campina Grande do Sul (PR).

Fonte: Agência Brasil

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Copom faz primeira reunião do ano para definir taxa básica de juros
Economia

Copom faz primeira reunião do ano para definir taxa básica de juros

by Evidencias 30 de janeiro de 2024
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Encontro inicia nesta terça-feira

Copom faz primeira reunião do ano para definir taxa básica de juros
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia, nesta terça-feira (30), a primeira reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. O encontro se estende até a quarta (31).ebcebc

A expectativa é que o Copom siga reduzindo a Selic em 0,5 ponto percentual. A taxa está em 11,75%, devendo ser reduzida para 11,25%, segundo projeções do mercado financeiro captadas pelo boletim Focus, do BC.

Reforça essa expectativa a ata da reunião anterior do Copom, divulgada em dezembro, na qual comitê disse que seus membros “concordaram unanimemente” em seguir com o atual ritmo de cortes da Selic “pelas próximas reuniões”.

Em seguida à divulgação da ata, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, confirmou que a ata servia como guidance – uma indicação para comportamento futuro – para as duas primeiras reuniões do Copom em 2024.

Outro indicador que reforça a expectativa é o comportamento da inflação. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2023 com alta acumulada de 4,62%, dentro do intervalo da meta estipulada pelo BC, que era de 3,25% com tolerância de 1,5% para mais ou menos.

Em paralelo, as projeções de analistas do mercado financeiro para a inflação de 2024 seguem reduzidas há ao menos quatro semanas, mostra o Focus. No boletim mais recente, a estimativa é que o IPCA encerre o ano em 3,86%. Para a Selic, a projeção tem se mantido estável em 9% para o final deste ano e 8,5% em dezembro de 2025.

Caso se confirme, a redução de 0,5 ponto percentual deverá ser o quinto corte seguido na Selic desde agosto, quando o BC interrompeu o ciclo de aperto monetário anterior e começou a reduzir os juros.  

De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário em resposta à alta dos preços de alimentos, energia e combustíveis. Por um ano, de agosto do ano passado a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do colegiado, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Para que serve a Penicilina em Comprimido

by Evidencias 30 de janeiro de 2024
written by Evidencias

A Penicilina em Comprimido é um medicamento utilizado no tratamento de infecções bacterianas, como amigdalite, sinusite e pneumonia.

Indicações

A penicilina em comprimido é um medicamento de uso oral que pertence à classe dos antibióticos. Sua indicação principal é o tratamento de infecções bacterianas causadas por microrganismos sensíveis a essa substância. Entre as principais indicações estão infecções do trato respiratório, como pneumonia e sinusite, infecções de pele e tecidos moles, infecções urinárias e doenças sexualmente transmissíveis, como sífilis e gonorreia.

Modo de uso

O modo de uso da penicilina em comprimido varia de acordo com a indicação e a gravidade da infecção. Geralmente, a dose recomendada é de 500 mg a cada 6 horas, podendo ser ajustada de acordo com a orientação médica. É importante respeitar o tempo de tratamento indicado pelo profissional de saúde, mesmo que os sintomas desapareçam antes do término do período, para evitar o surgimento de bactérias resistentes.

Preço

O preço da penicilina em comprimido pode variar de acordo com a marca e a quantidade de comprimidos contidos na embalagem. Em média, é possível encontrar caixas com 20 comprimidos por valores que variam entre R$ 30,00 e R$ 50,00. É importante destacar que a penicilina é um medicamento sujeito a prescrição médica, portanto, somente pode ser adquirida mediante apresentação de receita.

Efeitos colaterais

Assim como qualquer medicamento, a penicilina em comprimido pode causar efeitos colaterais em algumas pessoas. Os mais comuns são náuseas, vômitos, diarreia e dores abdominais. Em casos mais raros, pode ocorrer reações alérgicas, como erupções cutâneas, coceira e inchaço. Caso algum efeito colateral persista ou se torne incômodo, é importante buscar orientação médica para avaliação e possível ajuste do tratamento.

Contraindicações

Existem algumas situações em que o uso da penicilina em comprimido é contraindicado. Entre elas estão a presença de alergia conhecida à penicilina ou a outros antibióticos do mesmo grupo, como as cefalosporinas. Além disso, pessoas com histórico de reações alérgicas graves, como anafilaxia, devem evitar o uso desse medicamento. Em casos de dúvidas sobre a segurança do uso da penicilina, é fundamental buscar orientação médica para avaliar a melhor alternativa de tratamento.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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