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Turismo no Rio de Janeiro movimentou R$ 2,35 bilhões
Economia

Turismo no Rio de Janeiro movimentou R$ 2,35 bilhões

by Evidencias 27 de março de 2024
written by Evidencias

Nove em cada dez turistas visitam o Rio a lazer, férias e carnaval

Turismo no Rio de Janeiro movimentou R$ 2,35 bilhões
© Tânia Rêgo/Agência Brasil

Sondagem feita pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ) com 1.400 turistas estrangeiros e brasileiros, entre os dias 5 e 19 de fevereiro, mostra que 91,8% visitam o Rio a lazer, férias e carnaval. A maior festa popular do país é responsável por 30,2% desse total.ebcebc

A pesquisa do IFec RJ mostra que o impacto direto na economia do estado do Rio com gastos como hospedagens, restaurantes, entretenimento e compras de produtos é de R$ 2,35 bilhões.

De acordo com a pesquisa, 58,1% dos entrevistados visitaram o Rio de Janeiro anteriormente e 49,1% estiveram na cidade pela primeira vez. Dos turistas que já visitaram o Rio antes, 27,7% disseram que estiveram na cidade mais de dez vezes.

No levantamento, 12,4% dos turistas disseram que o Rio é um destino barato ou muito barato. Já 40,3% consideraram caro ou muito caro, 47,4% não acham nem caro nem barato.

Argentinos e paulistas

A pesquisa ouviu 791 turistas estrangeiros e 609 brasileiros na orla de Copacabana a Barra da Tijuca e nos quatro dias de desfile na Marquês de Sapucaí. Segundo a sondagem, os argentinos são maioria (16,3%) entre os estrangeiros, seguidos dos norte-americanos (13,1%) e dos chilenos (12,5%).

“No período de novembro a março, há um incremento de oferta de voos dos Estados Unidos para o Rio de Janeiro. Em abril, algumas companhias tiram voos. Significa dizer que ali tem um ponto a ser explorado. Ou seja, ações dos governos para que retenham esses voos e tornem-se regulares. Essa é uma boa proposta que surge dessa pesquisa para trazer mais turistas internacionais. A saída é ter mais voos”, disse o consultor da Presidência da Fecomércio, Otavio Leite

Dos 56,5% de turistas estrangeiros ouvidos, 55,5% são das Américas. A Europa, com 38,8%, é a segunda. Os franceses (7,5%), os ingleses (7,2%) e os portugueses (4,3%) são os que mais procuram o Rio no período de carnaval.

Dos 43,5% dos turistas brasileiros entrevistados, o Rio de Janeiro é mais visitado por paulistas (25,3%), seguidos dos mineiros (20%) e gaúchos (13,3%).

Atrações turísticas

Perguntados sobre três pontos turísticos que visitaram ou pretendiam visitar, o Cristo Redentor foi o mais citado (62,6%), seguido do Pão de Açúcar (48%) e praias (18,6%).

O Sambódromo da Marquês de Sapucaí foi citado por 14,9% dos entrevistados, enquanto o Maracanã por 9,4%.

Serviços

Os turistas também avaliaram a experiência em relação aos serviços prestados no Rio. Segundo o estudo, 81,7% disseram que ficaram satisfeitos ou muito satisfeitos com a diversidade, disponibilidade e qualidade do comércio.

Sobre a qualidade dos serviços nos alojamentos e acomodações, 85,5% ficaram satisfeitos ou muito satisfeitos.

A gastronomia agradou a 84,4% dos entrevistados, enquanto a hospitalidade foi satisfatória para 87,4%.

A sinalização, disponibilidade e qualidade das informações turísticas satisfez 76,9%. Segundo o estudo, 88,5% dos entrevistados ficaram satisfeitos ou muito satisfeitos com as ofertas culturais, como pontos históricos, museus, espetáculos e tradições.

Já 81% afirmaram ter ficado satisfeitos ou muito satisfeitos com a acessibilidade e o transporte. A limpeza, o clima e a beleza do ambiente natural agradou a 78,3% dos entrevistados.

Hospedagens

Segundo a pesquisa, 46,6% dos turistas informaram que se hospedaram em hotéis, enquanto 31,9% pernoitaram em imóvel/quarto alugado via plataformas digitais (Airbnb e outros). A média de permanência dos turistas no estado é de oito dias.

De acordo com o levantamento, 74,4% dos entrevistados pelo IFec RJ acham importante ter opções de hotéis sustentáveis, que levam em consideração impactos sociais, ambientais e econômicos, 64,5% estariam dispostos a pagar mais caro por esse tipo de acomodação.

Vinte por cento dos entrevistados demonstraram estar engajados na questão do meio ambiente quando perguntados se buscaram alguma opção de hotel sustentável durante o planejamento da viagem, independentemente de terem encontrado ou não.

Quase 89% dos turistas estrangeiros e nacionais disseram que têm o hábito de consumir produtos típicos vindos de fornecedores locais.

Outras cidades

Durante a estadia, 35,5% dos turistas afirmaram que receberam indicações para visitar outras cidades, além do Rio. Já 64,5% disseram não ter recebido qualquer indicação.

Segundo a pesquisa, 33,1% dos entrevistados disseram que visitaram ou pretendiam visitar outras cidades, além do Rio. Desses, Búzios é a preferida de 46,1%, seguida de Arraial do Cabo (35,3%), Angra dos Reis (30%), Cabo Frio (19,8%) e Paraty (16,8%). De acordo com o estudo, 43,5% responderam que visitaram ou pretendiam visitar mais de uma cidade.

Segurança

A pesquisa também quis saber dos turistas sobre a expectativa em relação à segurança pública no estado antes de viajar. Em uma escala de 1 a 5, em que 1 é nada seguro e 5 muito seguro, 42,6% tinham expectativa muito negativa.

Ao avaliar a experiência no Rio, 59,3% dos entrevistados disseram que estavam satisfeitos ou muito satisfeitos com a segurança pública. Já 16,9% ficaram insatisfeitos ou muito insatisfeitos.

Fonte: Agência Brasil

27 de março de 2024 0 comments
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Notícias de Saúde

Página não encontrada

by Evidencias 27 de março de 2024
written by Evidencias

Desculpe, mas parece que a página que você está procurando não existe ou foi removida. Por favor, verifique novamente o endereço ou tente encontrar o conteúdo desejado em outro lugar.

1. O que é uma página não encontrada?

Uma página não encontrada, também conhecida como erro 404, ocorre quando o usuário tenta acessar uma página da web que não existe no servidor. Essa situação pode ocorrer por diversos motivos, como um link quebrado, uma URL digitada incorretamente ou uma página que foi movida ou excluída. Quando isso acontece, o servidor retorna uma mensagem de erro para informar ao usuário que a página não pode ser encontrada.

2. Causas comuns de páginas não encontradas

Existem várias razões pelas quais uma página não encontrada pode ocorrer. Uma das principais causas é a remoção ou alteração da estrutura do site, o que pode resultar em URLs que deixam de funcionar. Além disso, links externos apontando para páginas inexistentes podem gerar erros 404. Outras razões incluem erros de digitação ao inserir uma URL ou redirecionamentos mal configurados.

3. Impacto de páginas não encontradas para os usuários

Quando um usuário encontra uma página não encontrada, isso pode ser frustrante e afetar negativamente sua experiência no site. Ele pode se questionar se o site ainda está ativo ou se há algum problema técnico. Além disso, um grande número de páginas não encontradas pode prejudicar a confiança do usuário no site e até mesmo levá-lo a abandonar a navegação.

4. Impacto de páginas não encontradas para os motores de busca

As páginas não encontradas também têm um impacto negativo nos motores de busca. Quando o Google, por exemplo, encontra uma página 404 durante a indexação, ele interpreta como se a página não existisse e não a exibe nos resultados de pesquisa. Isso pode resultar em uma menor visibilidade do site nos motores de busca e, consequentemente, menos tráfego orgânico.

5. Como lidar com páginas não encontradas

Existem formas de lidar com páginas não encontradas de maneira eficiente. Uma solução é redirecionar as páginas não encontradas para URLs relevantes, seja a página inicial do site, outras páginas relacionadas ou uma página personalizada de erro. É importante fornecer um redirecionamento com código 301, que indica aos motores de busca que a página foi movida permanentemente.

6. Personalizando a página de erro 404

Uma prática recomendada é personalizar a página de erro 404 para fornecer aos usuários uma experiência melhor. Ao invés de apenas exibir uma mensagem genérica de erro, é possível incluir um design atraente, informações úteis sobre o erro e sugestões de navegação alternativas. Isso pode ajudar a manter os usuários engajados e melhorar a percepção do site.

7. Monitoramento e correção de páginas não encontradas

É fundamental monitorar regularmente o site em busca de páginas não encontradas e corrigi-las o mais rápido possível. Existem ferramentas que podem ajudar a identificar os erros 404, como o Google Search Console. Ao encontrar uma página não encontrada, é importante verificar se o problema é temporário ou permanente e corrigi-lo de acordo.

8. Evitando páginas não encontradas no futuro

Prevenir páginas não encontradas é uma estratégia a longo prazo que envolve uma boa governança de URL e boas práticas de redirecionamento. É importante manter um controle das URLs existentes, evitando remover ou modificar páginas sem a devida consideração das consequências. Além disso, ao alterar a estrutura do site, é importante redirecionar corretamente as URLs antigas para as novas.

Conclusão:

Em suma, as páginas não encontradas são um desafio comum na web, mas podem ser gerenciadas de forma eficiente. Monitorar e corrigir prontamente esses erros, além de personalizar a página de erro 404, são práticas importantes para melhorar a experiência do usuário e a visibilidade nos motores de busca. A prevenção de páginas não encontradas também é fundamental, por meio de uma boa governança de URL e redirecionamentos adequados.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Peixes têm quantidade limitada para captura em 2024
Economia

Governo estabelece cota para captura de peixes em 2024

by Evidencias 27 de março de 2024
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Cotas foram limitadas por dois ministérios

Governo estabelece cota para captura de peixes em 2024
© Ibama/Gov.Br

Quatro espécies de peixes muito consumidos na culinária brasileira tiveram cotas de pesca estabelecidas para este ano de 2024. Os limites de captura valem para as espécies albacora-branca (Thunnus alalunga), albacora-bandolim (Thunnus obesus), espadarte (Xiphias gladius) e tubarão-azul (Prionace glauca), tanto em águas nacionais, quanto internacionais, inclusive na Zona Econômica Exclusiva (ZEE), que é a região de responsabilidade ambiental do Brasil e que vai até 200 milhas além da costa, onde embarcações brasileiras têm direito prioritário para pesca.ebcebc

Para a espécie albacora-branca, também conhecida como atum branco ou voador, o limite é de 3.040 toneladas e para o albacora-bandolim, também conhecido por atum-cachorro ou patudo, é permitida a captura de até 5.639 toneladas.

Espadarte

A cota para pesca do espadarte foi limitada em 2.839 toneladas no Atlântico Sul (abaixo do paralelo 5ºN) e em 45 toneladas no Atlântico Norte (acima do paralelo 5ºN). Já o tubarão-azul, conhecido popularmente como cação, teve a captura autorizada este ano em até 3.481 toneladas.

As cotas foram determinadas por portaria conjunta dos Ministérios da Pesca e Aquicultura e Meio Ambiente e Mudança Climática, publicada nesta quarta-feira (27), no Diário Oficial da União. A medida tem como objetivo a sustentabilidade no uso dos recursos pesqueiros e atende à Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura e da Pesca.

Fonte: Agência Brasil

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Peixes têm quantidade limitada para captura em 2024
Economia

Peixes têm quantidade limitada para captura em 2024

by Evidencias 27 de março de 2024
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Cotas foram limitadas por dois ministérios

Peixes têm quantidade limitada para captura em 2024
© Ibama/Gov.Br

Quatro espécies de peixes muito consumidos na culinária brasileira tiveram cotas de pesca estabelecidas para este ano de 2024. Os limites de captura valem para as espécies albacora-branca (Thunnus alalunga), albacora-bandolim (Thunnus obesus), espadarte (Xiphias gladius) e tubarão-azul (Prionace glauca), tanto em águas nacionais, quanto internacionais, inclusive na Zona Econômica Exclusiva (ZEE), que é a região de responsabilidade ambiental do Brasil e que vai até 200 milhas além da costa, onde embarcações brasileiras têm direito prioritário para pesca.ebcebc

Para a espécie albacora-branca, também conhecida como atum branco ou voador, o limite é de 3.040 toneladas e para o albacora-bandolim, também conhecido por atum-cachorro ou patudo, é permitida a captura de até 5.639 toneladas.

Espadarte

A cota para pesca do espadarte foi limitada em 2.839 toneladas no Atlântico Sul (abaixo do paralelo 5ºN) e em 45 toneladas no Atlântico Norte (acima do paralelo 5ºN). Já o tubarão-azul, conhecido popularmente como cação, teve a captura autorizada este ano em até 3.481 toneladas.

As cotas foram determinadas por portaria conjunta dos Ministérios da Pesca e Aquicultura e Meio Ambiente e Mudança Climática, publicada nesta quarta-feira (27), no Diário Oficial da União. A medida tem como objetivo a sustentabilidade no uso dos recursos pesqueiros e atende à Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura e da Pesca.

Fonte: Agência Brasil

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Auto

Veículo com IPVA atrasado pode ser apreendido?

by Evidencias 27 de março de 2024
written by Evidencias

Descubra se um veículo com o IPVA atrasado corre o risco de ser apreendido e quais são as consequências para o proprietário

O pagamento do IPVA é uma obrigação anual para todos os proprietários de veículos, mas o que acontece quando esse imposto fica em atraso? Com a Lei nº 14.229/2021 alterando o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a apreensão de veículos por falta de pagamento do IPVA foi proibida. No entanto, mesmo com essa proteção legal, há implicações importantes para quem deixa o imposto em atraso.  

IPVA atrasado

IPVA atrasado pode ser apreendido?

Embora o Detran não possa mais apreender veículos apenas por falta de pagamento do IPVA, isso não significa que os proprietários podem ignorar a situação. Um veículo com IPVA atrasado não pode ser licenciado, o que impede a emissão de documentos essenciais, como a placa e o CRLV. Sem esses documentos, o veículo é considerado irregular e está sujeito a apreensão em fiscalizações de trânsito.

Caso o veículo seja apreendido, o proprietário deve regularizar os débitos pendentes no Detran para recuperá-lo. No entanto, além da regularização, o proprietário também enfrenta uma penalidade adicional relacionada à remoção do veículo. Essa penalidade é categorizada como “gravíssima” e inclui uma multa de R$ 293,47, além do registro de sete pontos na habilitação do condutor.

É importante destacar que, se os débitos não forem pagos dentro de um prazo de 60 dias, o veículo apreendido pode ser leiloado. Portanto, deixar o IPVA em atraso pode resultar não apenas em multas e pontos na carteira, mas também na perda do veículo.

Embora a apreensão de veículos por falta de pagamento do IPVA esteja proibida, os proprietários devem estar cientes das consequências de deixar o imposto em atraso. Além das multas e pontos na carteira, o veículo pode ser apreendido durante fiscalizações de trânsito, e, se os débitos não forem regularizados, pode ser leiloado pelo Detran.

Portanto, a melhor maneira de evitar problemas é manter o IPVA em dia e regularizar qualquer pendência o mais rápido possível, garantindo assim uma condução legal e sem transtornos. Não deixe para pagar o IPVA atrasado, evite problemas e mantenha sua documentação em ordem.

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Notícias de Saúde

Cosentyx: para que serve e como tomar

by Evidencias 27 de março de 2024
written by Evidencias

Cosentyx é um medicamento indicado para o tratamento de doenças inflamatórias como psoríase e artrite psoriática. Deve ser administrado por injeção subcutânea, com dose e frequência determinadas pelo médico.

Para que serve

Cosentyx é um medicamento indicado para o tratamento de uma série de doenças inflamatórias crônicas. Ele é responsável por bloquear o funcionamento de uma proteína específica no sistema imunológico chamada de interleucina-17A (IL-17A). Essa proteína desempenha um papel importante nas doenças inflamatórias, sendo responsável por causar sintomas como dor, inchaço e vermelhidão. Portanto, ao inibir a ação da IL-17A, o Cosentyx auxilia no controle e redução dos sintomas em condições como psoríase em placas, artrite psoriásica e espondilite anquilosante.

Como usar

O Cosentyx é administrado através de injeções subcutâneas, que devem ser aplicadas na coxa, abdômen ou parte superior do braço. É importante seguir corretamente as instruções do médico e do folheto informativo do medicamento. Geralmente, a dose inicial recomendada é de 300 mg, dividida em duas injeções de 150 mg cada. Após esse período inicial, a dose de manutenção pode ser reduzida para uma injeção de 150 mg uma vez por semana, dependendo da condição sendo tratada. É importante não alterar a dose ou suspender o uso do medicamento sem orientação médica.

Possíveis efeitos colaterais

Como qualquer medicamento, o Cosentyx pode causar efeitos colaterais em determinadas pessoas. Alguns dos efeitos colaterais mais comuns são reações no local da injeção, como vermelhidão, coceira, inchaço ou dor. Além disso, podem ocorrer infecções do trato respiratório superior, diarreia, dor nas costas e dor de garganta. É importante entrar em contato com o médico se esses sintomas persistirem ou piorarem.

Porém, é importante destacar que nem todas as pessoas que utilizam o Cosentyx irão apresentar efeitos colaterais. Algumas pessoas podem não experimentar nenhum efeito colateral, enquanto outras podem experimentar efeitos colaterais diferentes dos mencionados. É essencial consultar o médico para obter mais informações sobre os possíveis efeitos colaterais do medicamento.

Quem não deve usar

Existem algumas contraindicações para o uso do Cosentyx. O medicamento não deve ser utilizado por pessoas com hipersensibilidade conhecida ao princípio ativo ou a qualquer um dos componentes da fórmula. Além disso, mulheres grávidas ou amamentando devem evitar o uso desse medicamento, pois não há informações suficientes sobre os efeitos em gestantes e lactantes.

Pacientes com histórico de infecções graves, como tuberculose ativa, também devem evitar o Cosentyx. Antes de iniciar o tratamento, é importante informar o médico sobre qualquer condição médica pré-existente, incluindo infecções, doenças do sistema imunológico, problemas hepáticos e renais.

Em suma, o Cosentyx é um medicamento eficaz no tratamento de doenças inflamatórias crônicas, como psoríase em placas, artrite psoriásica e espondilite anquilosante. Ele age bloqueando a ação da proteína IL-17A, reduzindo assim os sintomas dessas condições. É importante seguir as orientações médicas sobre a dosagem e aplicação corretas do medicamento. Caso ocorram efeitos colaterais ou dúvidas durante o uso, é fundamental entrar em contato com o médico responsável pelo tratamento.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Notícias de Saúde

6 exercícios com bola de pilates para tonificar o corpo

by Evidencias 26 de março de 2024
written by Evidencias

Aprenda 6 exercícios poderosos com bola de pilates para tonificar o corpo de maneira divertida. Ganhe força e equilíbrio enquanto esculpe seus músculos!

1. Abdominal na bola

O abdominal na bola é um exercício excelente para tonificar os músculos abdominais. A bola de pilates proporciona um desafio adicional aos tradicionais abdominais devido à instabilidade que ela oferece. Para realizar o exercício, deite-se no chão com os pés apoiados na bola e as mãos atrás da cabeça. Contraia os músculos abdominais e, utilizando o core, eleve o tronco do chão, aproximando o peito dos joelhos. Mantenha a posição por alguns segundos e retorne à posição inicial. Repita o movimento de 10 a 15 vezes, garantindo uma técnica correta e uma respiração adequada durante a execução.

2. Flexão na bola

A flexão na bola é uma variação desafiadora das flexões tradicionais. Ela trabalha principalmente os músculos peitorais, deltoides e tríceps, além de também ativar os músculos estabilizadores do core. Para realizar o exercício, apoie as mãos na bola de pilates e estenda as pernas para trás, alinhando o corpo em uma posição de prancha alta. Desça o corpo em direção ao chão, mantendo os cotovelos próximos ao corpo, e volte à posição inicial. É importante manter a coluna alinhada durante todo o movimento e controlar a descida e a subida do corpo. Faça de 10 a 15 repetições, adaptando a dificuldade conforme a sua condição física.

3. Flexão lombar na bola

A flexão lombar na bola é um exercício que fortalece principalmente a região lombar e os glúteos. Para realizá-lo, deite-se de bruços sobre a bola de pilates, com as pernas estendidas e os pés apoiados no chão. Coloque as mãos atrás da cabeça ou estenda os braços para a frente, mantendo-os alinhados com o corpo. Contraia os glúteos e a região lombar e eleve o tronco e as pernas do chão ao mesmo tempo, formando uma linha reta. Mantenha a posição por alguns segundos e retorne à posição inicial. Repita o movimento de 10 a 15 vezes, prestando atenção na estabilidade da bola durante todo o exercício.

4. Agachamento com bola

O agachamento com bola é uma ótima opção para fortalecer as pernas, especialmente os músculos quadríceps, glúteos e isquiotibiais. Para executar o exercício, posicione-se em frente à bola de pilates com as pernas afastadas na largura do quadril e a bola entre a parede e as costas. Mantenha as mãos na cintura ou estendidas à frente para ajudar no equilíbrio. Flexione os joelhos e agache o corpo como se fosse sentar em uma cadeira, mantendo a coluna reta. Volte à posição inicial e repita o movimento de 10 a 15 vezes, focando na técnica correta e na amplitude do movimento.

5. Fortalecimento de pernas com bola

O fortalecimento de pernas com bola é um exercício que trabalha os músculos das pernas de forma isolada. Para realizá-lo, deite-se no chão com as pernas estendidas e a bola de pilates entre os pés. Segure a bola com os pés e eleve as pernas em direção ao teto, mantendo a coluna apoiada no chão. Contraia os músculos das pernas e desça as pernas lentamente até quase tocarem o chão, sem encostar totalmente. Suba novamente as pernas e repita o movimento de 10 a 15 vezes, controlando o movimento e mantendo a estabilidade da bola.

6. Elevação de pernas com bola

A elevação de pernas com bola é um exercício desafiador que fortalece os músculos abdominais inferiores e os músculos flexores do quadril. Para realizá-lo, deite-se no chão com as pernas estendidas e a bola de pilates entre os tornozelos. Coloque as mãos ao lado do corpo, com as palmas voltadas para baixo, para ajudar no equilíbrio. Contraia os músculos abdominais e eleve lentamente as pernas em direção ao teto, mantendo a bola entre os tornozelos. Desça as pernas em direção ao chão, sem encostar totalmente, e repita o movimento de 10 a 15 vezes, controlando a descida e a subida das pernas.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Atlas dos Sistemas Alimentares aponta crise em países do do Cone Sul
Economia

Atlas dos Sistemas Alimentares aponta crise em países do Cone Sul

by Evidencias 26 de março de 2024
written by Evidencias

Desde junho de 2022, número dos que passam fome aumentou 150 milhões

Atlas dos Sistemas Alimentares aponta crise em países do Cone Sul
© REUTERS/Mohammed Salem

Para refletir sobre como a fome é um desafio cada vez mais presente, a Fundação Rosa Luxemburgo e a Editora Expressão Popular estão lançando o Atlas dos Sistemas Alimentares do Cone Sul, um trabalho que não apenas descreve, mas também analisa as raízes e ramificações dessa realidade.ebcebc

Em junho de 2022, quando a primeira edição do Atlas foi lançada, a pandemia de covid-19 ainda era uma preocupação global. Desde então, o número de pessoas que passam fome aumentou em 150 milhões, diz o mais recente Relatório do Estado da Segurança Alimentar no Mundo. Isso corresponde a um continente de pessoas famintas equivalente ao dobro de habitantes do Reino Unido.

O Atlas traz, em sua primeira parte, um contexto a respeito das crises desencadeadas por um modelo econômico que tem se mostrado ineficiente em alimentar adequadamente a população da Argentina, do Brasil, do Chile, do Paraguai e do Uruguai, regiões abundantes em recursos naturais. Os cinco países apresentam índices de desenvolvimento humano (IDH) altos e detêm 8,3% da área agrícola do planeta, com 3,5% da população mundial. Na segunda parte, o estudo discute por que o modelo do agronegócio não pode ser a única forma de produzir e distribuir alimentos. 

“Detrás das múltiplas causas que provocam o crescimento da fome no mundo, está um sistema alimentar e um modo de produção que não priorizam alimentos saudáveis em quantidade e qualidade suficiente para alimentar a população. A crise climática e o crescimento do militarismo aprofundam essa situação. O modelo impõe para os mais pobres a fome ou o consumo massivo de alimentos ultraprocessados, provocando uma série de impactos sociais e na saúde humana”, disse Jorge Pereira Filho, um dos organizadores da publicação.

Paradoxo alimentar

Enquanto o Cone Sul é uma região produtora excedente de alimentos agrícolas e de origem animal, milhões de pessoas enfrentam diariamente a escassez alimentar. A grande questão está na prioridade dos grandes produtores pecuaristas. A maior parte de toda a produção é enviada para mercados estrangeiros. 

Apesar do aumento significativo das exportações no setor primário ao longo das últimas décadas no Cone Sul, esse crescimento não foi traduzido em empregos no campo. Pelo contrário, foi observado um êxodo gradual das áreas rurais para as periferias urbanas, resultando em aumento populacional nessas regiões.

A tendência não é exclusiva do Brasil, afetando também países como a Argentina, onde a participação dos produtos industrializados nas exportações caiu de 35% em 1989 para 15%. No Brasil, a participação diminuiu de 59%, em 1993, para 27% atualmente. Essa mudança resulta em impactos abrangentes, incluindo a degradação ambiental, o uso excessivo de agrotóxicos, a expulsão de comunidades tradicionais para liberar terras e o crescimento desordenado das áreas urbanas. 

Nesse contexto, a insegurança alimentar surge como mais uma manifestação das desigualdades sociais, onde os Estados falham em garantir o acesso à alimentação como um direito fundamental, priorizando políticas que favorecem a exploração desenfreada dos recursos naturais, conhecida como neoextrativismo.

“A saída para essa situação passa, necessariamente, pelo reconhecimento de que o modelo aplicado nos países do Cone Sul, de incentivar a produção de commodities para exportação, é incompatível com as necessidades de sua população. Precisamos de políticas públicas que incentivem o plantio de alimentos de verdade, sem agrotóxicos, e que façam essa produção chegar a quem mais precisa. Reconhecer o papel da agricultura camponesa familiar é um ponto de partida, assim como a importância das iniciativas dos movimentos populares organizados. E, sobretudo, é fundamental que o Estado tenha protagonismo na reorganização do espaço agrário com o objetivo de priorizar o combate à fome em cada país”, afirmou Jorge Pereira Filho.

Soberania alimentar

Diante de tal cenário, o Atlas dos Sistemas Alimentares do Cone Sul apresenta possíveis soluções para mudar a realidade. A pesquisa aponta a necessidade da união de forças sociais, tanto do campo quanto das áreas urbanas, em prol da defesa dos territórios, da construção da soberania alimentar e da busca por um país mais justo e democrático. 

O estudo ainda revela a necessidade da construção de um novo modelo para o campo e sua relação com as cidades, garantindo a agricultura familiar, camponesa e indígena, e que esses grupos tenham acesso irrestrito aos recursos comuns, como terra, água e sementes. Sem isso, a soberania alimentar permanecerá inalcançável, conclui a publicação.

Fonte: Agência Brasil

26 de março de 2024 0 comments
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Conselho aprova uso do FGTS Futuro para compra da casa própria
Economia

Conselho aprova uso do FGTS Futuro para compra da casa própria

by Evidencias 26 de março de 2024
written by Evidencias

Governo espera que 43 mil famílias sejam beneficiadas em fase de teste

Conselho aprova uso do FGTS Futuro para compra da casa própria
© Joédson Alves/Agência Brasil

O trabalhador com carteira assinada que recebe até dois salários mínimos poderá, em breve, usar depósitos futuros do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para adquirir a casa própria. O Conselho Curador do FGTS aprovou nesta terça-feira (26) a regulamentação do FGTS Futuro para a Faixa 1 do Programa Minha Casa, Minha Vida.ebcebc

Para entrar em vigor, a Caixa Econômica Federal, agente operador do FGTS, precisa aprovar uma série de normas operacionais. As diretrizes explicarão como o banco transferirá os depósitos de 8% do salário ao agente financiador do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), assim que a contribuição do patrão ao fundo cair na conta do trabalhador. Somente 90 dias após a edição das normas, as operações com o FGTS Futuro serão iniciadas.

A expectativa do governo é beneficiar até 43,1 mil famílias da Faixa 1 do MCMV na fase de testes. Caso a modalidade seja bem-sucedida, o governo pretende estender o FGTS Futuro para todo o Minha Casa, Minha Vida, que contempla famílias com renda de até R$ 8 mil.

Cada contrato de financiamento definirá o período pelo qual os depósitos futuros serão utilizados. Caberá à instituição financeira avaliar a capacidade de pagamento do mutuário e propor um “financiamento acessório” com o FGTS Futuro, caso a caso.

Instituído pela Lei 14.438/2022, no governo anterior, o FGTS Futuro nunca foi regulamentado. Na época, a legislação permitia o uso dos depósitos futuros no fundo para pagar parte da prestação.

No ano passado, a Lei 14.620, que recriou o Minha Casa, Minha Vida, autorizou o uso do FGTS Futuro também para amortizar o saldo devedor ou liquidar o contrato antecipadamente. No entanto, seja para diminuir a prestação ou nas outras situações, a utilização do mecanismo tem riscos, caso o trabalhador seja demitido e não consiga outro emprego com carteira assinada.

Como funciona

Todos os meses, o empregador deposita, no FGTS, 8% do salário do trabalhador com carteira assinada. Por meio do FGTS Futuro, o trabalhador usaria esse adicional de 8% para comprovar a renda. Com o Fundo de Garantia considerado dentro da renda mensal, o mutuário poderá financiar um imóvel mais caro ou comprar o imóvel inicialmente planejado e acelerar a amortização do financiamento.

Na prática, a Caixa Econômica Federal, agente operador do FGTS, repassará automaticamente os depósitos futuros do empregador no Fundo de Garantia para o banco que concedeu o financiamento habitacional. O trabalhador continuará a arcar com o valor restante da prestação.

Riscos

Na votação de hoje, o Conselho Curador definiu o que acontecerá com o trabalhador que perder o emprego. A Caixa Econômica Federal suspenderá as prestações por até seis meses, com o valor não pago sendo incorporado ao saldo devedor. Essa ajuda já é aplicada aos financiamentos habitacionais concedidos com recursos do FGTS.

Mesmo que as prestações sejam suspensas, o trabalhador deverá estar ciente de que, caso perca o emprego, terá de arcar com o valor integral da prestação: o valor que pagava antes mais os 8% do salário anterior depositados pelo antigo empregador. Caso não consiga arcar mais com as prestações por mais de seis meses, o mutuário perderá o imóvel.

Simulações

O Ministério das Cidades forneceu quatro simulações de uso do FGTS Futuro por uma família com renda de até R$ 2.640 que compra um imóvel no Minha Casa, Minha Vida que comprometa 25% da renda (R$ 660) com as prestações. Com o FGTS Futuro, a mesma família poderá financiar um imóvel com prestação de R$ 792, como se comprometesse 30% da renda. A diferença, de R$ 132, constitui o chamado financiamento acessório.

Nesse cenário, a família que utilizar o FGTS Futuro terá quatro possibilidades. Na primeira, o mutuário usará os R$ 132 extras para quitar as prestações do financiamento acessório. Caso alguém da família consiga um emprego que eleve temporariamente a renda, os depósitos futuros que entrarem a mais vão amortizar o saldo devedor.

Na segunda possibilidade, a renda familiar não muda ao longo do financiamento, e os R$ 132 de depósitos futuros serão usados para pagar o financiamento acessório. Na terceira, a renda familiar cai temporariamente para menos de dois salários mínimos, e o mutuário passa a ter menos de R$ 132 depositados mensalmente no Fundo de Garantia. Nesse caso, o valor depositado no FGTS continuará a pagar a prestação do financiamento acessório, e a diferença para os R$ 132 será incorporada à dívida total da caução.

Na quarta possibilidade, que envolve a demissão do trabalhador e ausência de depósito mensal no FGTS, os R$ 132 de prestação serão incorporados mensalmente ao saldo devedor por até seis meses, o que significa a suspensão das parcelas. Depois desse período, haverá a cobrança da prestação integral do mutuário de R$ 792.

Fonte: Agência Brasil

26 de março de 2024 0 comments
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Atlas dos Sistemas Alimentares aponta crise em países do do Cone Sul
Economia

Atlas dos Sistemas Alimentares aponta crise em países do do Cone Sul

by Evidencias 26 de março de 2024
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Desde junho de 2022, número dos que passam fome aumentou 150 milhões

Atlas dos Sistemas Alimentares aponta crise em países do do Cone Sul
© REUTERS/Mohammed Salem

Para refletir sobre como a fome é um desafio cada vez mais presente, a Fundação Rosa Luxemburgo e a Editora Expressão Popular estão lançando o Atlas dos Sistemas Alimentares do Cone Sul, um trabalho que não apenas descreve, mas também analisa as raízes e ramificações dessa realidade.ebcebc

Em junho de 2022, quando a primeira edição do Atlas foi lançada, a pandemia de covid-19 ainda era uma preocupação global. Desde então, o número de pessoas que passam fome aumentou em 150 milhões, diz o mais recente Relatório do Estado da Segurança Alimentar no Mundo. Isso corresponde a um continente de pessoas famintas equivalente ao dobro de habitantes do Reino Unido.

O Atlas traz, em sua primeira parte, um contexto a respeito das crises desencadeadas por um modelo econômico que tem se mostrado ineficiente em alimentar adequadamente a população da Argentina, do Brasil, do Chile, do Paraguai e do Uruguai, regiões abundantes em recursos naturais. Os cinco países apresentam índices de desenvolvimento humano (IDH) altos e detêm 8,3% da área agrícola do planeta, com 3,5% da população mundial. Na segunda parte, o estudo discute por que o modelo do agronegócio não pode ser a única forma de produzir e distribuir alimentos. 

“Detrás das múltiplas causas que provocam o crescimento da fome no mundo, está um sistema alimentar e um modo de produção que não priorizam alimentos saudáveis em quantidade e qualidade suficiente para alimentar a população. A crise climática e o crescimento do militarismo aprofundam essa situação. O modelo impõe para os mais pobres a fome ou o consumo massivo de alimentos ultraprocessados, provocando uma série de impactos sociais e na saúde humana”, disse Jorge Pereira Filho, um dos organizadores da publicação.

Paradoxo alimentar

Enquanto o Cone Sul é uma região produtora excedente de alimentos agrícolas e de origem animal, milhões de pessoas enfrentam diariamente a escassez alimentar. A grande questão está na prioridade dos grandes produtores pecuaristas. A maior parte de toda a produção é enviada para mercados estrangeiros. 

Apesar do aumento significativo das exportações no setor primário ao longo das últimas décadas no Cone Sul, esse crescimento não foi traduzido em empregos no campo. Pelo contrário, foi observado um êxodo gradual das áreas rurais para as periferias urbanas, resultando em aumento populacional nessas regiões.

A tendência não é exclusiva do Brasil, afetando também países como a Argentina, onde a participação dos produtos industrializados nas exportações caiu de 35% em 1989 para 15%. No Brasil, a participação diminuiu de 59%, em 1993, para 27% atualmente. Essa mudança resulta em impactos abrangentes, incluindo a degradação ambiental, o uso excessivo de agrotóxicos, a expulsão de comunidades tradicionais para liberar terras e o crescimento desordenado das áreas urbanas. 

Nesse contexto, a insegurança alimentar surge como mais uma manifestação das desigualdades sociais, onde os Estados falham em garantir o acesso à alimentação como um direito fundamental, priorizando políticas que favorecem a exploração desenfreada dos recursos naturais, conhecida como neoextrativismo.

“A saída para essa situação passa, necessariamente, pelo reconhecimento de que o modelo aplicado nos países do Cone Sul, de incentivar a produção de commodities para exportação, é incompatível com as necessidades de sua população. Precisamos de políticas públicas que incentivem o plantio de alimentos de verdade, sem agrotóxicos, e que façam essa produção chegar a quem mais precisa. Reconhecer o papel da agricultura camponesa familiar é um ponto de partida, assim como a importância das iniciativas dos movimentos populares organizados. E, sobretudo, é fundamental que o Estado tenha protagonismo na reorganização do espaço agrário com o objetivo de priorizar o combate à fome em cada país”, afirmou Jorge Pereira Filho.

Soberania alimentar

Diante de tal cenário, o Atlas dos Sistemas Alimentares do Cone Sul apresenta possíveis soluções para mudar a realidade. A pesquisa aponta a necessidade da união de forças sociais, tanto do campo quanto das áreas urbanas, em prol da defesa dos territórios, da construção da soberania alimentar e da busca por um país mais justo e democrático. 

O estudo ainda revela a necessidade da construção de um novo modelo para o campo e sua relação com as cidades, garantindo a agricultura familiar, camponesa e indígena, e que esses grupos tenham acesso irrestrito aos recursos comuns, como terra, água e sementes. Sem isso, a soberania alimentar permanecerá inalcançável, conclui a publicação.

Fonte: Agência Brasil

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Novos empregos: entenda impacto na economia e consumo dos brasileiros
Economia

Novos empregos: entenda impacto na economia e consumo dos brasileiros

by Evidencias 26 de março de 2024
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Redução da taxa Selic é estímulo para atividade macroeconômica

Novos empregos: entenda impacto na economia e consumo dos brasileiros
© Marcello Casal JrAgência Brasil

Nos últimos dias a imprensa veiculou inúmeras notícias que mostram uma infinidade de números sobre a economia brasileira, mais empregos, maior consumo. O Ministério do Trabalho anunciou, por exemplo, que o mês de janeiro registrou saldo positivo de 180.395 empregos com carteira assinada. Foram 2.067.817 admissões, que representaram crescimento de 0,39% em relação ao número de empregos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) de dezembro de 2023.ebcebc

Só no estado de São Paulo, o mercado de trabalho do setor de serviços gerou 230% mais vagas em janeiro deste ano do que no mesmo período de 2023, segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Foram cerca de 13,6 mil novos postos de trabalho a mais no mês na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

No comércio paulista, o volume de vendas aumentou mais de 10% no mês em relação a janeiro de 2023, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os serviços, por sua vez, não apenas cresceram como também indicaram uma tendência que pode permanecer ao longo de 2024, já que eles vêm de uma alta de 3,3% no faturamento em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), da mesma instituição.

Os segmentos que ajudaram os serviços a crescer em janeiro, revela a FecomercioSP, foram os de educação, com 8,2 mil novos postos de trabalho, atividades técnicas e científicas, como contabilidade, consultoria, engenharia e arquitetura (3,3 mil) e de saúde e serviços sociais (3,2 mil).

Mas como explicar o ressurgimento de investimentos e de empregos no Brasil?

“Emprego é a principal engrenagem da economia. Com mais dinheiro no bolso o brasileiro endividado paga suas contas e reestabelece o crédito. Quem não está endividado passa a consumir mais. Com mais consumo, a indústria e o varejo contratam mais, criando um cenário para reestabelecermos o círculo virtuoso da economia”, explica Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, que analisa o cenário macroeconômico.

O aumento do consumo, conforme apontou Meirelles, é registrado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Estudo da entidade mostra que, em janeiro, o consumo nos lares brasileiros subiu 1,2% em comparação com o mesmo período de 2023.

A cesta de produtos da Abras, com 35 itens de amplo consumo, custava R$ 732,69 em janeiro, 2,9% a menos do que a de janeiro do ano passado.

O economista-chefe do Banco Master, Paulo Gala, vê com bons olhos o aquecimento do mercado e a expansão do número de empregos formais. “A economia brasileira está mais aquecida. Os novos empregos são de melhor qualidade, com benefícios trabalhistas, o que proporciona a injeção de mais dinheiro na economia. Essa maior contratação [registrada em janeiro] é reflexo da roda da economia estar girando. E a previsão é de girar mais ainda”, observa Gala.

O economista afirma também que a redução da taxa de juros é outro ingrediente primordial para o bom desenvolvimento econômico. Na quarta-feira passada, a estabilidade dos preços fez o Banco Central (BC) cortar os juros pela sexta vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 10,75% ao ano.

São fatores, diz Paulo Gala, que favorecem a população a consumir mais, comprar mais, viajar mais, se alimentar mais e melhor. “Com dinheiro no bolso e juros mais baixos o brasileiro consegue fazer financiamentos para adquirir imóveis, veículos e todos os bens que necessita”, afirmou.

O economista-chefe da Associação Paulista de Supermercados (APAS), Felipe Queiroz, tem o mesmo entendimento. “A redução da taxa Selic é estímulo para a atividade macroeconômica.”

Ele aponta ainda que as ações do governo federal para diminuir a inadimplência também estimula o consumo doméstico e eleva o nível de atividade econômica. “Está havendo aumento real da renda da população. Em junho de 2023, 28,4% da renda total estavam comprometidos com o serviço da dívida. Com esse serviço para solucionar as dívidas, o Desenrola, quase 30% da renda das famílias deixaram de ir para o setor financeiro e passaram a ser destinados para o consumo”, explica Queiroz.

“O saldo do mês de janeiro com a abertura de 180 mil novos postos de trabalho no país indica que a economia está mais aquecida. Mais do que alguns especialistas projetavam. O desempenho do comércio e o consumo das famílias sustentam em alta.”

Fonte: Agência Brasil

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Governo encerra 2023 com folga de R$ 50,75 bilhões na regra de ouro
Economia

Com precatórios, déficit primário subir para R$ 58,4 bi em fevereiro

by Evidencias 26 de março de 2024
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Resultado é o pior para o mês desde o início da série histórica

Com precatórios, déficit primário subir para R$ 58,4 bi em fevereiro
© Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

A antecipação de R$ 30,1 bilhões em precatórios para este ano fez o déficit primário bater recorde para meses de fevereiro. No mês passado, o Governo Central – Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social – registrou resultado negativo de R$ 58,444 bilhões, o maior déficit desde o início da série histórica, em 1997.ebcebc

Em relação a fevereiro do ano passado, o déficit subiu 37,7% além da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O resultado veio pior do que o esperado pelas instituições financeiras. Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todos os meses pelo Ministério da Economia, os analistas de mercado esperavam resultado negativo de R$ 31 bilhões em fevereiro.

Nos dois primeiros meses do ano, o Governo Central registra superávit primário de R$ 20,941 bilhões, valor 46,9% menor que o obtido no mesmo período do ano passado, descontado o IPCA. As contas do governo ainda registram superávit em 2024 por causa do resultado positivo recorde de R$ 79,337 bilhões em janeiro.

O resultado primário representa a diferença entre as receitas e os gastos, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano e o novo arcabouço fiscal estabelecem meta de déficit primário zero, com margem de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) para cima ou para baixo, para o Governo Central.

Na última sexta-feira (22), o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas projetou déficit primário de R$ 9,3 bilhões para o Governo Central, o equivalente a um resultado negativo de 0,1% do PIB. Com a arrecadação recorde de fevereiro, o governo bloqueou apenas R$ 2,9 bilhões e manteve a estimativa de arrecadar R$ 168 bilhões em receitas extras em 2024 para cumprir a meta fiscal.

Receitas

Na comparação com fevereiro do ano passado, as receitas subiram, mas as despesas aumentaram em volume maior por causa da antecipação de precatórios e de gastos com o Bolsa Família e dos gastos com a Previdência Social. No último mês, as receitas líquidas subiram 28,9% em valores nominais. Descontada a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a alta chega a 23,4%. No mesmo período, as despesas totais subiram 33,2% em valores nominais e 27,4% após descontar a inflação.

Se considerar apenas as receitas administradas (relativas ao pagamento de tributos), houve alta de 18,8% em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano passado, já descontada a inflação. Os principais destaques foram o aumento da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), decorrente da recomposição de tributos sobre os combustíveis e da recuperação da economia, e o aumento na arrecadação do Imposto de Renda Retido na Fonte, por causa da tributação sobre os fundos exclusivos, que entrou em vigor no fim do ano passado.

As receitas não administradas pela Receita Federal subiram 61,8% acima da inflação na mesma comparação. As maiores altas foram provocadas pela transferência de depósitos judiciais da Caixa para o Tesouro no total de R$ 4,35 bilhões e o pagamento de dividendos de R$ 3,5 bilhões do Banco do Brasil e da Petrobras ao Tesouro Nacional. Essas altas compensaram a queda de R$ 567,1 milhões nos royalties, decorrente da queda do petróleo no mercado internacional.

Despesas

Quanto aos gastos, o principal fator de alta foi a antecipação e R$ 30,1 bilhões de precatórios, dívidas judiciais com sentenças definitivas, ocorrida em fevereiro. Na ocasião, o Ministério do Planejamento informou que o pagamento antecipado resulta em economia com juros e permite zerar o passivo aberto com a emenda constitucional de 2021, que permitiu o parcelamento dos débitos acima de 60 salários mínimos. No fim do ano passado, o governo havia antecipado R$ 93,1 bilhões em precatórios atrasados.

Turbinados pelo novo Bolsa Família, os gastos com despesas obrigatórias com controle de fluxo (que engloba os programas sociais) subiram R$ 2,12 bilhões acima da inflação em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano passado. Também subiram gastos com a Previdência Social (+R$ 3,68 bilhões) e gastos discricionários (não obrigatórios) com a saúde (+R$ 2,7 bilhões).

Os gastos com o funcionalismo federal subiram R$ 2 bilhões (+3,6%), descontada a inflação nos dois primeiros meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado. A alta foi puxada pelo reajuste de 9% concedido aos servidores federais no ano passado.

Quanto aos investimentos (obras públicas e compra de equipamentos), o total nos dois primeiros meses do ano foi de  R$ 5,79 bilhões. O valor representa alta de 44,3% acima do IPCA em relação ao mesmo período de 2023. Nos últimos meses, essa despesa tem alternado momentos de crescimento e de queda descontada a inflação. O Tesouro atribui a volatilidade ao ritmo variável no fluxo de obras públicas.

Fonte: Agência Brasil

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Governo regulamenta Programa Mover e debêntures de infraestrutura
Economia

Governo regulamenta Programa Mover e debêntures de infraestrutura

by Evidencias 26 de março de 2024
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Agora as empresas do setor poderão se habilitar para receber créditos

Governo regulamenta Programa Mover e debêntures de infraestrutura
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta terça-feira (26), da cerimônia de regulamentação do Programa Nacional de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), que visa a descarbonização da frota automotiva do país, por meio de incentivos fiscais. Com a medida, empresas do setor poderão se habilitar para receber os créditos financeiros relativos ao programa.ebcebc

O Mover amplia as exigências de sustentabilidade da frota de carros, ônibus e caminhões e, por meio de incentivos fiscais, estimula a produção de novas tecnologias nas áreas de mobilidade e logística que contribuam para a descarbonização dessa frota. Estão previstos R$ 19,3 bilhões de créditos financeiros entre 2024 e 2028.

Para isso, as empresas devem dispender, no mínimo, entre 0,3% e 0,6% da Receita Operacional Bruta. Cada real investido dará direito entre R$ 0,50 e R$ 3,20 de créditos que poderão ser usados para abatimento de quaisquer tributos administrados pela Receita Federal.

A portaria com os requisitos para habilitação e concessão dos créditos foi assinada pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. Entre outros aspectos, o texto regulamenta os investimentos mínimos em pesquisa e desenvolvimento, os sistemas de acompanhamento dos investimentos e as penalidades em caso de descumprimento das obrigações.

Alckmin destacou que o programa estimula diversas rotas tecnológicas, como de carros híbridos, e beneficia toda a cadeia produtiva, como de autopeças, além de qualificação da mão-de-obra e geração de emprego e renda.

Brasília, DF 26/03/2024 Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado dos ministros de Indústria e Comércio, vice-presidente Geraldo Alckmin, da Casa Civil, Rui Costa e da Fazenda, Fernando Haddad,  participa de cerimônia de Assinatura de Atos relacionados ao Programa MOVER e Debêntures de Infraestrutura Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Brasília, DF 26/03/2024 Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado dos ministros de Indústria e Comércio, vice-presidente Geraldo Alckmin, da Casa Civil, Rui Costa e da Fazenda, Fernando Haddad,  participa de cerimônia de Assinatura de Atos relacionados ao Programa MOVER e Debêntures de Infraestrutura Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Vice-presidente Geraldo Alckmin destaca que o programa estimula diversas rotas tecnológicas- Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

“O resultado foram os R$ 107 bilhões anunciados de investimentos até 2028 e uma política estruturante”, disse o ministro, lembrando os recentes anúncios de investimentos de montadoras no Brasil e a criação do programa Combustível do Futuro, que traz um conjunto de iniciativas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e estimular o uso e produção de biocombustíveis no Brasil.

“Estamos cumprindo fielmente compromisso do presidente Lula, de desenvolvimento inclusivo com previsibilidade e estabilidade e desenvolvimento verde com sustentabilidade”’, acrescentou.

Para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o modelo do programa Mover pode ser replicado em outros setores da economia, “com o mesmo desempenho e com as mesmas perspectivas”. Para ele, os incentivos do programa, a reforma tributária e o novo marco legal de garantias, somados à queda dos juros são “diplomas legais de incentivos fiscais inteligentes” que “vão mudar a cara da indústria brasileira”.

O ministro prevê um aumento de 20% na produção de automóveis no país, superando a marca de 2,7 milhões de unidades até o ano que vem.

Brasília, DF 26/03/2024 Ministro da Fazenda, Fernando Haddad,  participa de cerimônia de Assinatura de Atos relacionados ao Programa MOVER e Debêntures de Infraestrutura Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Brasília, DF 26/03/2024 Ministro da Fazenda, Fernando Haddad,  participa de cerimônia de Assinatura de Atos relacionados ao Programa MOVER e Debêntures de Infraestrutura Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Fernando Haddad prevê aumento de 20% na produção de veículos no país- Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

“O importante para a indústria é saber qual é o Brasil que está sendo preparado para ela e o Brasil que está sendo preparado para ela é um Brasil amigo da inovação, amigo da indústria e amigo da exportação. Nós podemos nos transformar numa plataforma de exportação de produtos industriais a partir da reforma tributária e a partir do Plano de Transformação Ecológica que é aderente ao que vocês estão apresentando para o presidente Lula [o Programa Mover]”, disse.

De acordo com o governo, independentemente de se habilitarem ou não para usufruir dos créditos do Mover, todas as empresas deverão cumprir os requisitos obrigatórios. Há novas exigências e métricas, como o critério da reciclabilidade e a medição das emissões de carbono em todo o ciclo da fonte propulsora e em todas as etapas de produção e descarte do veículo.

O presidente Lula assinou a medida provisória (MP) que criou o Mover em dezembro do ano passado, que já está em vigor. Na semana passada, o governo enviou ao Congresso um novo projeto de lei (PL) instituindo o programa, correndo em paralelo com a MP. Os textos do PL e da MP são idênticos e, de acordo com o governo, caberá aos parlamentares decidirem qual a melhor maneira de encaminhar a matéria.

O Mover inclui também limites mínimos de reciclagem na fabricação dos veículos e cobra menos imposto de quem polui menos, criando o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) Verde. De acordo com Alckmin, a regulamentação do IPI Verde ainda não está fechada e deve ser apresentada em outro momento.

O novo programa é uma expansão do antigo Rota 2030, criado em 2018 e já extinto. No Rota 2030, o incentivo fiscal médio anual foi de R$ 1,7 bilhão, até 2022. Em 2012, também foi criado programa semelhante, o Inovar Auto. Segundo o governo, todos têm como meta reduzir em 50% as emissões de carbono até 2030, estabelecendo requisitos mínimos para que os veículos saiam das fábricas mais econômicos, mais seguros e menos poluentes.

Infraestrutura

O governo também anunciou a regulamentação da emissão das “debêntures de infraestrutura” e das “debêntures incentivadas”, instituídas, respectivamente, pelas leis 14.801/24 e 12.431/11. Este mecanismo tem como objetivo incentivar a execução de projetos essenciais para o país, pautados em compromissos ambientais e sociais.

Debêntures são títulos de dívida, de médio e longo prazo, emitidos por empresas para financiar projetos.

O decreto de regulamentação estabelece critérios para o enquadramento e acompanhamento dos projetos de investimento considerados prioritários na área de infraestrutura ou de produção econômica intensiva em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Dessa forma, são definidas as iniciativas que poderão ter financiamento impulsionado pelas novas debêntures, que contarão com incentivo fiscal.

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, explicou que as debêntures entram como mais uma opção para alavancar projetos, ao lado do financiamento por bancos públicos, concessões e parcerias público-privadas. “Um dos pilares da mudança é que o incentivo se dava apenas para o comprador, pessoa jurídica, e hoje ele passa para o emissor. É o grande pleito daqueles que fazem investimento de infraestrutura e, portanto a legislação foi modernizada”, explicou.

Para Rui Costa, as novas debêntures abrem uma janela de oportunidades para o Brasil, de receber investimentos de forma indireta, de fundos que não têm interesse de liderar projetos, mas querem aportar recursos. O ministro citou os países árabes como exemplo.

Brasília, DF 26/03/2024  O ministro da Casa Civil, Rui Costa, participa de cerimônia de Assinatura de Atos relacionados ao Programa MOVER e Debêntures de Infraestrutura Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Brasília, DF 26/03/2024  O ministro da Casa Civil, Rui Costa, participa de cerimônia de Assinatura de Atos relacionados ao Programa MOVER e Debêntures de Infraestrutura Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Para Rui Costa, as novas debêntures abrem oportunidades para o país- Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

“[Países árabes] querem participar de projetos de infraestrutura, de energia, de saneamento, eles buscam muito investimentos de longo prazo, já que eles também estão participando, ao modo deles, da transação energética. Então, eles querem financiar o futuro do país com as riquezas que eles têm no presente, que são oriundas do petróleo, e por isso buscam investimento de retorno em 30 anos, em 40 anos, e emissão e debentures é um bom caminho”, destacou.

O novo texto está alinhado ao Plano de Transformação Ecológica, liderada pelo Ministério da Fazenda. “Assim, serão priorizados projetos que gerem benefícios ambientais ou sociais relevantes, e serão afastadas iniciativas com prejuízos ao meio ambiente. A ideia é impulsionar investimentos comprometidos com a neutralidade climática, o desenvolvimento sustentável e a inclusão social”, explicou a Presidência.

As debêntures de infraestrutura chegam ao mercado de forma complementar às já conhecidas “debêntures incentivadas”, que também são regulamentadas pelo novo decreto.

De acordo com o governo, um dos aprimoramentos estabelecidos pelo novo decreto é a desburocratização no acesso ao mecanismo de financiamento, mantendo a capacidade do governo federal de gestão sobre o andamento da política pública. “Nesse sentido, deixa de ser necessária a publicação de portaria ministerial prévia de aprovação dos projetos, cabendo ao titular do projeto assegurar seu enquadramento nos requisitos estabelecidos pelo decreto”, explicou.

Fonte: Agência Brasil

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Petrobras abre investigação administrativa de venda de refinaria
Economia

Petrobras pagou R$ 240,2 bilhões em tributos e royalties em 2023

by Evidencias 26 de março de 2024
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Valor está abaixo do recolhido em 2022

Petrobras pagou R$ 240,2 bilhões em tributos e royalties em 2023
© Fernando Frazão/Agência Brasil

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (26) que pagou, ao longo de 2023, R$ 240,2 bilhões em tributos e participações governamentais relacionadas à exploração e produção de petróleo.ebcebc

A companhia figura como a maior contribuinte do país, apesar de o somatório ser menor que o do ano anterior, 2022, quando pagou R$ 279 bilhões. A redução está em linha com o comportamento do lucro da estatal, que teve uma queda de 33,8% entre 2023 e 2022

Do total pago em 2023, R$ 178,8 bilhões são tributos, sendo R$ 87,4 bilhões em recolhimentos federais; R$ 90,2 bilhões, estaduais; e R$ 1,2 bilhão, municipais.

Os tributos federais são impostos sobre o lucro (IRPJ e CSLL) e sobre o faturamento (PIS e Cofins). Além disso, em fevereiro no ano passado o governo editou a Medida Provisória 1.163/2023, instituindo a alíquota de 9,2% de imposto sobre a exportação de petróleo cru, em caráter temporário, cuja vigência foi encerrada em junho. No ano de 2023 foram pagos R$ 1,4 bilhão de imposto de exportação de petróleo.

Os tributos estaduais são relativos ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Já os municipais, principalmente o Imposto sobre Serviços (ISS) e Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU).

Principais municípios

O município que mais recebeu transferências da Petrobras é Macaé, no norte do Rio de Janeiro, com R$ 253,7 milhões, valor quase o triplo do segundo lugar, Cubatão (SP). A Bacia de Campos, no litoral fluminense, faz parte da área de abrangência de Macaé.

Na lista das de cidades principais, três são do Rio de Janeiro (Macaé, a capital e Duque de Caxias) e três de São Paulo (Cubatão, a capital e São Sebastião).

Royalties

Outros R$ 61,4 bilhões transferidos para o estado são as chamadas participações governamentais, o que inclui, principalmente, royalties pela exploração de petróleo e a participação especial (PE) – uma compensação financeira extraordinária devida pelos concessionários de exploração e produção de petróleo ou gás natural para campos de grande volume de produção. Cerca de 60% desses pagamentos são de royalties; e 40%, de PE.

Os valores dos recolhimentos de royalties e participação especial estão diretamente relacionados aos preços do petróleo e gás natural no mercado internacional, cotados em dólar.

De acordo com a companhia, esse conjunto de valores transferidos para governos “são fundamentais para financiar políticas públicas, impactando positivamente a sociedade como um todo”.

A empresa explica que o total repassado para governos incluem tributos retidos de terceiros, “uma vez que a companhia possui o dever legal de recolhimento por toda a cadeia, na figura de responsável ou substituta tributária”.

A técnica da substituição tributária é amplamente difundida no Sistema Tributário Nacional e busca promover uma concentração da arrecadação em poucos agentes econômicos para facilitar o recolhimento e a fiscalização dos tributos.

Outros países

O relatório fiscal de 2023 da estatal aponta ainda que foram pagos US$ 452,74 milhões em tributos no exterior. Isso equivale a cerca de R$ 2,2 bilhões. A maior transferência é na Holanda, com US$ 368,92 milhões. Em 2023, a companhia mantinha 41 empresas constituídas no exterior (28 controladas, duas coligadas e 11 operações ou empreendimentos controlados em conjunto).

A Petrobras ressalta que, em janeiro de 2023, o Conselho de Administração aprovou a Política Tributária que, prevê, entre outros, o compromisso de não possuir participações societárias em jurisdições reconhecidas como de tributação favorecida, os chamados paraísos fiscais.

Fonte: Agência Brasil

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Prévia da inflação oficial perde força em março e fica em 0,36%
Economia

Prévia da inflação oficial perde força em março e fica em 0,36%

by Evidencias 26 de março de 2024
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Resultado representa menos da metade de fevereiro

Prévia da inflação oficial perde força em março e fica em 0,36%
© EBC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), conhecido como prévia da inflação oficial, perdeu força no mês de março e ficou em 0,36%. Isso representa menos da metade do apurado em fevereiro (0,78%). Os preços de alimentos e a gasolina foram os que mais pressionaram o índice. O dado foi divulgado nesta terça-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).ebcebc

O resultado fica abaixo também de março de 2023, quando somou 0,69%. Em 12 meses, o IPCA-15 acumula 4,14%, abaixo dos 4,49% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, cinco registraram alta em março, com destaque para alimentação e bebidas, que subiu 0,91%. Isso representou impacto de 0,19 ponto percentual, ou seja, praticamente metade da prévia inflacionária de março.

Dentro desse grupo, a alimentação no domicílio subiu 1,04% em março. Contribuíram para as altas a cebola (16,64%), o ovo de galinha (6,24%), as frutas (5,81%) e o leite longa vida (3,66%). Outros itens apresentaram queda, como a batata inglesa (-9,87%), cenoura (-6,10%) e o óleo de soja (-3,19%).

A alimentação fora do domicílio acelerou 0,59% em relação a fevereiro (0,48%), em virtude da alta mais intensa da refeição (de 0,35% em fevereiro para 0,76% em março).

Gasolina

O grupo transportes teve aceleração de 0,43%, influenciado principalmente pelo aumento de 2,39% no preço da gasolina. Sendo o produto com maior peso na cesta de consumo dos brasileiros, a gasolina acabou representando também o maior impacto individual na prévia inflacionária de março, respondendo por 0,12 ponto percentual do índice.

Em relação a outros combustíveis, houve alta no preço do etanol (4,27%), enquanto o gás veicular (-2,07%) e o óleo diesel (-0,15%) registraram queda.

O item que mais colaborou individualmente para segurar a inflação foram as passagens aéreas, que recuaram 9,08% em março.

Os outros grupos com alta foram habitação (0,19%), saúde e cuidados pessoais (0,61%) e educação (0,14%). Na outra ponta, apresentaram quedas artigos de residência (-0,58%), vestuário (-0,22%), despesas pessoais (-0,07%) e comunicação (0,04%).

Belém

O levantamento de preços do IBGE é feito em 11 localidades: regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia. Dessas, a maior elevação ficou em Belém, com quase o dobro da média nacional, 0,74%. Segundo o IBGE, os fatores que mais pressionaram o bolso dos paraenses foram a gasolina (1,96%) e o açaí, que subiu 18,87%.

O resultado fechado da inflação oficial de março (IPCA) será divulgado no dia 10 de abril.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Fertilização: o que é e como saber se aconteceu

by Evidencias 26 de março de 2024
written by Evidencias

Entenda a fertilização: processo em que o espermatozoide fecunda o óvulo. Sintomas como atraso menstrual, mamas doloridas e náuseas podem indicar que ocorreu.

Como saber que teve fertilização

A fertilização é um processo crucial para que uma gravidez ocorra. Após a fertilização, o óvulo fertilizado é implantado no útero, onde se desenvolve e se transforma em um embrião. No entanto, determinar se a fertilização ocorreu pode ser um desafio. Existem alguns sinais e sintomas que podem indicar que a fertilização ocorreu, mas é importante ressaltar que cada mulher é única e nem todas apresentarão os mesmos sintomas.

Um dos primeiros sinais de fertilização é a menstruação atrasada. Quando ocorre a fertilização, o óvulo fertilizado se implanta no útero, interrompendo o ciclo menstrual regular. Portanto, se a menstruação estiver atrasada, pode ser um indicativo de que a fertilização ocorreu. No entanto, é importante destacar que outros fatores, como estresse, mudanças hormonais ou distúrbios do ciclo menstrual, também podem causar atraso na menstruação.

Outro sinal de fertilização é o aumento da sensibilidade e inchaço dos seios. Após a fertilização, as alterações hormonais ocorrem no corpo da mulher para preparar o útero para a gravidez. Essas mudanças podem levar ao aumento da sensibilidade e inchaço dos seios. Portanto, se você notar que seus seios estão mais sensíveis e inchados do que o habitual, pode ser um sinal de fertilização.

Além disso, muitas mulheres podem experimentar sintomas semelhantes aos da TPM (tensão pré-menstrual) após a fertilização. Esses sintomas incluem cólicas leves, sensibilidade nas mamas, alterações de humor e fadiga.

No entanto, é importante lembrar que esses sintomas podem variar de mulher para mulher e também podem ser causados por outros fatores. Portanto, é sempre recomendado realizar um teste de gravidez para confirmar se a fertilização ocorreu ou não. Os testes de gravidez detectam a presença do hormônio hCG (gonadotrofina coriônica humana), que é produzido pelo embrião após a fertilização.

Como aumentar as chances de gravidez

Para aqueles que estão tentando engravidar, é natural buscar maneiras de aumentar as chances de gravidez. Embora não haja uma fórmula mágica ou garantia de sucesso, existem algumas estratégias que podem ajudar a aumentar as chances de concepção. Aqui estão algumas dicas úteis para aumentar as chances de gravidez:

1. Conheça o seu ciclo menstrual: Ter um conhecimento profundo do seu ciclo menstrual pode ser fundamental para aumentar as chances de concepção. Isso inclui a identificação do período de ovulação, que geralmente ocorre cerca de 14 dias antes do início da próxima menstruação. Ter relações sexuais durante o período fértil pode aumentar significativamente as chances de gravidez.

2. Estilo de vida saudável: Manter um estilo de vida saudável é importante para a fertilidade. Isso inclui ter uma dieta equilibrada e nutritiva, fazer exercícios regularmente, evitar o consumo excessivo de álcool e evitar o tabagismo. Além disso, o estresse excessivo pode afetar negativamente a fertilidade, por isso é importante encontrar maneiras de gerenciar o estresse.

3. Mantenha relações sexuais regulares: Ter relações sexuais regularmente, especialmente durante o período fértil, aumenta as chances de fertilização. Recomenda-se ter relações sexuais a cada dois ou três dias ao longo do ciclo menstrual para maximizar as chances de concepção.

4. Mantenha uma posição adequada após a relação sexual: Embora não haja evidências científicas sólidas que comprovem isso, muitos especialistas sugerem que algumas posições sexuais podem ser mais favoráveis para a gravidez. Posições que permitem uma penetração mais profunda podem ajudar os espermatozoides a alcançar o colo do útero com mais facilidade.

5. Consulte um médico especialista em fertilidade: Se você está tentando engravidar sem sucesso por um longo período de tempo, pode ser útil buscar aconselhamento profissional. Um médico especialista em fertilidade pode realizar exames para identificar possíveis problemas de fertilidade e sugerir tratamentos adequados para aumentar as chances de gravidez.

Principais causas da infertilidade

A infertilidade é uma questão que afeta muitos casais em todo o mundo. Existem várias causas possíveis para a infertilidade, tanto em homens quanto em mulheres. Aqui estão algumas das principais causas da infertilidade:

1. Problemas de ovulação: A ovulação irregular ou falta de ovulação é uma das principais causas da infertilidade feminina. Isso pode ser causado por desequilíbrios hormonais, síndrome dos ovários policísticos (SOP) ou outras condições médicas subjacentes.

2. Problemas tubários: A obstrução ou danos nas trompas de falópio impedem que o óvulo fertilizado alcance o útero, resultando em infertilidade. Essas obstruções podem ser causadas por infecções, endometriose ou cirurgias prévias.

3. Baixa contagem de espermatozoides: A infertilidade masculina é muitas vezes causada por baixa contagem de espermatozoides, a qualidade dos espermatozoides ou problemas com a motilidade dos espermatozoides. Esses problemas podem ser causados por fatores genéticos, infecções, exposição a toxinas ambientais ou estilo de vida pouco saudável.

4. Problemas uterinos: Anormalidades uterinas, como miomas, pólipos ou malformações congênitas, podem levar à infertilidade feminina. Essas condições podem afetar a implantação do embrião ou a capacidade do útero de sustentar uma gravidez.

5. Idade: A idade também pode desempenhar um papel importante na infertilidade. Mulheres com mais de 35 anos geralmente têm uma diminuição da reserva ovariana e estão mais propensas a ter problemas de fertilidade.

6. Outros fatores: Além das causas mencionadas acima, existem outros fatores que podem contribuir para a infertilidade, como distúrbios imunológicos, exposição a toxinas ambientais, estilo de vida pouco saudável, estresse e fatores genéticos.

Em conclusão, a fertilização é um processo fundamental para a gravidez e determinar se ocorreu requer atenção aos sinais e sintomas descritos. Aumentar as chances de gravidez envolve conhecer o próprio ciclo menstrual, adotar um estilo de vida saudável, manter relações sexuais regulares e buscar aconselhamento médico especializado quando necessário. As causas da infertilidade podem ser diversas, tanto em homens quanto em mulheres, e é fundamental consultar um médico caso haja dificuldades para engravidar.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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