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Notícias de Saúde

Sinusite fúngica: o que é, sintomas e tratamento

by Evidencias 5 de janeiro de 2024
written by Evidencias

A sinusite fúngica é uma condição que causa inflamação dos seios da face devido à infecção por fungos. Provoca sintomas como dor facial, tosse persistente e congestão nasal. O tratamento geralmente envolve medicamentos antifúngicos e, em alguns casos, procedimentos cirúrgicos.

Sinusite fúngica: o que é, sintomas e tratamento

A sinusite fúngica é uma condição inflamatória dos seios nasais que é causada pela presença de fungos no trato respiratório superior. Essa condição pode ser bastante incômoda e afetar significativamente a qualidade de vida do paciente. Neste artigo, vamos abordar os principais sintomas da sinusite fúngica, como confirmar o diagnóstico, suas principais causas e como é feito o tratamento adequado.

Principais sintomas

A sinusite fúngica apresenta sintomas semelhantes aos da sinusite bacteriana ou viral, como congestão nasal, dor facial, dor de cabeça, secreção nasal espessa e mau hálito. No entanto, existem alguns sintomas distintivos que podem indicar a presença de fungos. Esses sintomas incluem:

1. Persistência dos sintomas: os sintomas da sinusite fúngica tendem a ser persistentes, não melhorando com o passar do tempo ou com o uso de medicamentos comuns para tratamento de sinusite.
2. Obstrução nasal: a obstrução nasal em caso de sinusite fúngica pode ser mais intensa do que em outros tipos de sinusite, causando dificuldade respiratória.
3. Aumento da dor facial: a dor facial em caso de sinusite fúngica tende a ser mais intensa e localizada, podendo ser confundida com uma dor de dente em alguns casos.
4. Presença de pólipos nasais: o crescimento de pólipos nasais é uma característica frequente da sinusite fúngica, podendo obstruir ainda mais as vias respiratórias e dificultar a respiração.

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da sinusite fúngica pode ser desafiador, pois os sintomas podem ser semelhantes aos de outras condições respiratórias. Além disso, o exame físico por si só nem sempre é suficiente para confirmar o diagnóstico. No entanto, existem alguns métodos que podem ser utilizados para confirmar a presença de fungos nos seios nasais. Esses métodos incluem:

1. Cultura fúngica: a amostra de secreção nasal é testada em laboratório para identificar a presença de fungos.
2. Biópsia: em casos mais graves ou quando o diagnóstico não é evidente, uma pequena amostra do tecido nasal pode ser retirada para análise.
3. Testes de alergia: alguns pacientes com sinusite fúngica podem ser alérgicos a certos fungos, e testes de alergia podem ser realizados para confirmar essa sensibilidade.

Principais causas

A sinusite fúngica é causada pela presença de fungos nos seios nasais. Os fungos mais comumente associados a essa condição são do gênero Aspergillus e Candida. Esses fungos podem se proliferar nos seios nasais quando há um desequilíbrio no sistema imunológico ou quando o ambiente nasal está propício ao seu crescimento, como em casos de alergias respiratórias, imunodeficiência ou uso prolongado de corticosteroides nasais.

Como é feito o tratamento

O tratamento da sinusite fúngica geralmente envolve o uso de antifúngicos, que podem ser administrados por via oral ou tópica. A duração do tratamento pode variar de acordo com a gravidade da infecção e a resposta do paciente aos medicamentos utilizados. Além do uso de antifúngicos, outras medidas podem ser adotadas para aliviar os sintomas e melhorar a saúde dos seios nasais, como:

1. Irrigação nasal: a lavagem regular dos seios nasais com solução salina pode ajudar a remover o excesso de muco e reduzir a inflamação.
2. Uso de corticosteroides: em alguns casos, pode ser necessário o uso de corticosteroides nasais para diminuir a inflamação e melhorar a respiração.
3. Tratamento de condições subjacentes: se a sinusite fúngica estiver relacionada a alergias respiratórias ou imunodeficiência, o tratamento dessas condições também será necessário para evitar recorrências.

Em suma, a sinusite fúngica é uma condição inflamatória dos seios nasais causada pela presença de fungos. É importante estar atento aos sintomas característicos e buscar o diagnóstico adequado para um tratamento eficaz. Com o tratamento correto, a maioria dos casos de sinusite fúngica pode ser controlada e aliviada, melhorando a qualidade de vida do paciente.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

5 de janeiro de 2024 0 comments
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EUA retiram direito de sobretaxa de 103,4% para aço brasileiro
Economia

EUA retiram direito de sobretaxa de 103,4% para aço brasileiro

by Evidencias 5 de janeiro de 2024
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Direito antidumping norte-americano estava em vigor desde 1992

EUA retiram direito de sobretaxa de 103,4% para aço brasileiro
© Jose Cruz/Agência Brasil

Após mais de 30 anos, os Estados Unidos retiraram uma barreira comercial sobre a produção siderúrgica brasileira. O país retirou o direito antidumping sobre os tubos soldados de aço do Brasil.ebcebc

Agora, esses produtos deixarão de pagar sobretaxa de 103,4% para entrar no mercado norte-americano. Em vigor desde 1992, o direito antidumping foi revogado pela Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos.

Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, a decisão ajudará a impulsionar as exportações brasileiras em 2024. “É uma conquista importante que vai expandir ainda mais a exportação siderúrgica de tubos de aço para os Estados Unidos”, disse Alckmin ao anunciar o superávit recorde de US$ 98,8 bilhões na balança comercial no ano passado.

Permitido pela Organização Mundial do Comércio, o direito antidumping é aplicado quando um país alega que um concorrente produz uma mercadoria abaixo do preço de custo, o que cria competição desleal com o produto nacional. Para revogar a sobretaxa, o país que sofreu a sanção precisa provar que as empresas não exportam as mercadorias abaixo do custo.

A secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, ressaltou que o Brasil foi o único país que sofria esse tipo de punição a ter a sobretaxa retirada após a revisão do governo norte-americano. “Isso prova como o governo brasileiro está empenhado na defesa das empresas brasileiras no exterior e conseguiu provar que o direito antidumping não cabia”, declarou.

Com a exclusão do Brasil, os Estados Unidos continuam sobretaxando os tubos soldados de aço não ligados (não produzidos em forma de liga) dos seguintes países: Índia, México, Coreia do Sul, Taiwan e Tailândia.

Em 2023, o Brasil exportou cerca de US$ 22 milhões em tubos soldados de aço. Desse total, apenas US$ 457 mil foram destinados aos Estados Unidos, cerca de 2% do valor. Se for considerado todo o setor siderúrgico, o país vendeu, no ano passado, cerca de US$ 1,8 bilhão de produtos em ferro fundido, ferro ou aço, dos quais US$ 332 milhões ao mercado norte-americano, 18% das exportações brasileiras nesse segmento. Segundo o MDIC, a diferença entre as participações de mercado (entre 2% e 18%) indica o potencial da derrubada da medida sobre o comércio exterior brasileiro.

Fonte: Agência Brasil

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Governo faz acordo para proteger extração de ouro
Economia

Governo faz acordo para proteger extração de ouro

by Evidencias 5 de janeiro de 2024
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Meta é prevenir roubos de cargas por quadrilhas

Governo faz acordo para proteger extração de ouro
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O governo federal assinou nesta sexta-feira (5), em Brasília, um acordo de cooperação técnica com mineradoras para criar um plano de segurança nos municípios onde há extração de ouro. A meta é prevenir roubos de cargas por quadrilhas organizadas e fortemente armadas, conhecidas como “novo cangaço”, além de preparar a população para casos de ataques.ebcebc

A parceria foi firmada entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Segundo os representantes das duas partes, devem ser selecionados, inicialmente, cerca de 10 municípios entre as mais de 50 cidades onde a extração de ouro é mais intensa.

O ministro interino da Justiça, Ricardo Cappelli, destacou que o acordo é importante para dar segurança ao setor mineral do país, protegendo os investimentos e a economia brasileira.  

“O setor representa boa parte da balança comercial brasileira e tem importância estratégica para a economia do país. E quando estabelecemos essas parcerias, estamos, do ponto de vista do Ministério da Justiça e Segurança Pública, auxiliando no desenvolvimento porque a segurança faz parte da questão do desenvolvimento”, destacou Cappelli.   

Segundo o Ibram, entre 2010 e 2019, foram registrados 11 assaltos a cargas de ouro no Brasil. O vice-presidente do Ibram, Fernando Azevedo e Silva, afirmou que buscou o ministério porque o setor entendeu que eram necessárias medidas do poder federal para combater a ação das quadrilhas.  

Impacto

“A criminalidade violenta vem impactando as operações de empresas de mineração de ouro e de peças preciosas no país. A atratividade do ouro produzido em municípios do interior, com carência de recursos estatais para garantir a ordem pública, foi identificada como fator primordial de atos criminosos”, destacou Fernando, que foi ministro da Defesa do governo Bolsonaro.

O acordo firmado com as mineradoras faz parte do Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas, justificou o diretor de Operações de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Romano Costa.

“Será realizado nessas cidades um planejamento integrado com as forças de segurança pública e com as empresas, de forma que a gente possa planejar e gerar simulados e prevenção no tocante a possibilidade de realização de ataques das organizações criminosas na modalidade de domínio de cidade, vulgarmente conhecido como novo cangaço”, destacou. 

Fonte: Agência Brasil

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Contribuição do MEI tem novo valor com alta do salário mínimo em 2024
Economia

Contribuição do MEI tem novo valor com alta do salário mínimo em 2024

by Evidencias 5 de janeiro de 2024
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Novos valores estarão nos boletos de fevereiro

Contribuição do MEI tem novo valor com alta do salário mínimo em 2024
© Marcello Casal JrAgência Brasil

O reajuste do salário mínimo para R$ 1.412 – a partir de 1º de janeiro de 2024 – também alterou o pagamento de impostos à Receita Federal, incluindo a contribuição mensal do Microempreendedor Individual (MEI). Os novos valores começam a valer nos boletos com vencimento em 20 de fevereiro, referentes à competência de janeiro. ebcebc

Em comunicado, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) explicou que isso ocorre porque no Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS-MEI) está incluso um valor referente à contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que acompanha anualmente a variação do salário mínimo. 

Para o MEI, além de um valor mais baixo de contribuição, os impostos são fixos, independentemente do faturamento. A regra se aplica desde que esteja dentro do limite anual, atualmente em R$ 81 mil. “Portanto, o novo valor do DAS-MEI em 2024 vai variar de R$ 70,60 a R$ 76,60, a depender da atividade desempenhada pelo empreendedor, sendo que algumas ocupações só pagam INSS”, explicou o Sebrae. 

Soma de tributos

O cálculo se dá pela soma das tributações do INSS (5% do salário-mínimo em vigor), Imposto Sobre Serviços (ISS) (mais R$ 5) e Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) (mais R$ 1). Por exemplo, pessoas que atuam na área de comércio e indústria pagam R$ 71,60; em serviços, R$ 75,60; em comércio e serviços, R$ 76,60. 

O Sebrae ressaltou que o DAS-MEI é a única obrigação financeira do MEI, mesmo que não esteja em atividade. Devido ao regime do Simples Nacional, em uma única guia de pagamento são recolhidos os impostos (ICMS e ISS) e a contribuição ao INSS, que dá direitos aos vários benefícios previdenciários. 

O optante pelo recolhimento por esse sistema é isento de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), contribuição para o Programa de Integração Social e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público, Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) (exceto se incidentes na importação) e contribuição previdenciária patronal (exceto se contratar empregado).

Local de destino

No caso do MEI Caminhoneiro, o valor vai de R$ 169,44 a R$ 175,44, a depender do tipo de produto transportado e o local de destino. O cálculo considera 12% do salário-mínimo para o INSS e as mesmas quantias do microempreendedor individual tradicional para ICMS e ISS. 

A categoria do MEI foi criada em 2008, durante o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2023, a Receita Federal contabilizou a marca de 12 milhões de negócios formalizados, o que, segundo o Sebrae, representa em torno de 60% de todas as empresas do país. 

A emissão do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) pode ser feita por um programa gerador, por meio de aplicativo para celulares ou nos portais do Simples Nacional e da Receita Federal. O Sebrae também disponibiliza o serviço em seu portal.

Fonte: Agência Brasil

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Previsão do mercado para inflação de 2024 está em 3,9% 
Economia

BC: contas públicas fecham novembro com saldo negativo de R$ 37,3 bi

by Evidencias 5 de janeiro de 2024
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Setor público consolidado teve déficit primário de R$ 37,270 bilhões

BC: contas públicas fecham novembro com saldo negativo de R$ 37,3 bi
© Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

As contas públicas fecharam o mês de novembro de 2023 com saldo negativo, aumento de 85,8% no déficit na comparação com novembro de 2022 em razão da elevação de gastos do Governo Central em ritmo maior que o crescimento das receitas.ebcebc

O setor público consolidado – formado pela União,  estados, municípios e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 37,270 bilhões em novembro, ante déficit de R$ 20,089 bilhões em novembro de 2022.    

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (5), em Brasília, pelo Banco Central (BC). O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público (despesas menos receitas), desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. 

Em 12 meses – encerrados em novembro – as contas acumulam déficit primário de R$ 131,364 bilhões, o que corresponde a 1,22% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país).    

Em 2022, as contas públicas fecharam o ano com superávit primário de R$ 125,994 bilhões, 1,27% do PIB.    

Esferas de governo 

Em novembro do ano passado, a conta do Governo Central (Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional) teve déficit primário de R$ 38,923 bilhões ante déficit de R$ 16,524 bilhões em novembro de 2022. É o pior resultado desde novembro de 2016, quando o déficit foi de R$ 39,9 bilhões. 

A variação negativa é resultado do aumento maior de despesas ante a arrecadação. A receita líquida subiu 4,2%, enquanto as despesas totais cresceram 20%. 

O montante do déficit difere do resultado divulgado pelo Tesouro Nacional, de déficit de R$ 39,4 bilhões em novembro porque, além de considerar os governos locais e as estatais, o BC usa metodologia diferente, que leva em conta a variação da dívida dos entes públicos. 

O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, destacou que houve uma despesa de R$ 11,3 bilhões referente ao apoio financeiro da União a estados e municípios nas transferências para fundos e outras realizadas em decorrência da Lei Complementar nº 201/2023 que compensou as perdas com o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), principal fonte de arrecadação dos governos estaduais e municipais. 

Segundo a lei, a União deve repassar R$ 27 bilhões a estados e ao Distrito Federal até 2025. A medida compensa a perda de arrecadação com a isenção de impostos determinada em 2022 pelo governo Jair Bolsonaro. Na época, a norma limitou a 17% ou 18% a alíquota do ICMS cobrada sobre combustíveis e outros produtos considerados essenciais. 

“[Essas transferências] contribuíram para aumentar o déficit do Governo Central, mas também para aumentar o superavit dos governos regionais”, explicou Rocha, em entrevista coletiva virtual para apresentar os resultados. 

Os governos estaduais registraram superávit no mês de novembro de 2023, de R$ 3,672 bilhões, ante déficit de R$ 2,633 bilhões em novembro de 2022. A melhora é explicada pela transferência extraordinária da União. Por outro lado, as transferências regulares diminuíram 4,5% em termos reais. 

Já os governos municipais tiveram resultado negativo de R$ 1,676 bilhão em novembro de 2023. No mesmo mês de 2022, o déficit foi menor: R$ 1,077 bilhão para esses entes. Nesse caso, a redução das transferências regulares da União explica a piora. 

No total, os governos regionais – estaduais e municipais – tiveram superávit de R$ 1,996 bilhão em novembro de 2023, ante resultado negativo de R$ 3,710 bilhões no mesmo mês de 2022. 

As empresas estatais federais, estaduais e municipais – excluídas as dos grupos Petrobras e Eletrobras – tiveram déficit primário de R$ 343 milhões no mês de novembro, contra superávit de R$ 145 milhões no mesmo mês de 2022.    

Despesas com juros 

Os gastos com juros ficaram em R$ 43,617 bilhões em novembro de 2023, contra R$ 50,282 bilhões em novembro do ano anterior. 

Nesse resultado, há os efeitos das operações do Banco Central no mercado de câmbio (swap cambial, que é a venda de dólares no mercado futuro) que nesse caso contribuíram para a melhora da conta de juros na comparação anual. Os resultados dessas operações são transferidos para o pagamento dos juros da dívida pública como receita quando há ganhos e como despesa quando há perdas.    

No mês de novembro de 2023, a conta de swaps teve ganhos de R$ 18,3 bilhão contra ganhos R$ 7,6 bilhões em outubro de 2022.   

Na comparação interanual, a queda da inflação também ajuda a reduzir os juros. Por outro lado, contribuem para a evolução dessa conta o aumento do estoque da dívida em si e o efeito da taxa básica de juros, a Selic, em alta no período.   

De março de 2021 a agosto de 2022, o Banco Central elevou a Taxa Selic por 12 vezes consecutivas, em ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, energia e combustíveis. Por um ano – de agosto de 2022 a agosto de 2023 – a taxa foi mantida em 13,75% ao ano. Em agosto do ano passado, o BC iniciou o ciclo de redução e, hoje, a Selic está em 11,75%.    

O resultado nominal das contas públicas – formado pelo resultado primário e os gastos com juros – cresceu na comparação interanual. Em novembro de 2023, o déficit nominal ficou em R$ 80,887 bilhões contra o resultado negativo de R$ 70,371 bilhões em igual mês de 2022. 

Em 12 meses, o setor público acumula déficit R$ 844,808 bilhões, ou 7,82% do PIB. O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país, indicador observado por investidores.     

Dívida pública 

A dívida líquida do setor público – balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais – chegou a R$ 6,424 trilhões em novembro, o que corresponde a 59,5% do PIB. No mês anterior, outubro de 2023, o percentual da dívida líquida em relação ao PIB estava em 59,2% (R$ 6,351 trilhões). 

Esse aumento refletiu os impactos dos juros nominais apropriados (aumento de 0,4 ponto percentual), do déficit primário (alta de 0,3 ponto percentual), da valorização cambial de 2,4% no mês (aumento de 0,3 ponto percentual), do ajuste de paridade da cesta de moedas que integram a dívida externa líquida (redução de 0,3 ponto percentual) e da variação do PIB nominal (queda de 0,4 ponto percentual). 

Em novembro do ano passado, a dívida bruta do governo geral (DBGG) – que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais – chegou a R$ 7,972 trilhões ou 73,8%, com aumento em relação ao mês anterior (R$ 7,913 trilhões ou 73,7% do PIB). Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada para traçar comparações internacionais.

Fonte: Agência Brasil

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Governo investe mais de R$ 950 milhões em estradas vicinais
Economia

Governo investe mais de R$ 950 milhões em estradas vicinais

by Evidencias 5 de janeiro de 2024
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Objetivo é ampliar escoamento da safra e infraestrutura da produção

Governo investe mais de R$ 950 milhões em estradas vicinais
© Wenderson Araujo/Trilux

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou ter liberado, por meio de convênio, mais de R$ 951 milhões para estados, municípios e consórcios viabilizarem um total de 572 obras. O objetivo, segundo a pasta, é dar celeridade à recuperação e ampliação de estradas vicinais, melhorar o escoamento da safra e a infraestrutura logística da produção, além de facilitar o deslocamento da população rural. ebcebc

O projeto é executado pela secretaria executiva e pelas superintendências federais. Os recursos são provenientes de emendas parlamentares, com base nas portarias interministeriais 424/16 e 33/23.  

“A partir das normativas, é possível a aprovação de projetos que tiveram processos licitatórios antes mesmo da assinatura do instrumento de convênio, com a condição de que fique clara que a contratação é economicamente mais vantajosa em relação à realização de nova licitação e que esteja dentro das regras previstas na legislação”, destacou o ministério. 

Segundo a pasta, prefeituras que apresentaram projetos para análise técnica do Mapa estão com as obras em fase adiantada. Entre os primeiros projetos aprovados está o do município de Canarana (MT), cujas obras estão na terceira medição para a recuperação de mais de 160 quilômetros de estradas. 

Dados do ministério mostram que, em Minas Gerais, estão sendo executadas 84 obras em parceria com 69 municípios e com a Secretaria Estadual de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias. Paraíba e Rio Grande do Sul contam com 54 obras cada. Já no Maranhão, foram liberados mais de R$ 107 milhões para a execução de 40 obras.

Fonte: Agência Brasil

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Entenda como a desoneração da folha salarial funciona em outros países
Economia

Devedores da Receita Federal já podem quitar dívidas sem multa e juros

by Evidencias 5 de janeiro de 2024
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Pedido de adesão vai até 1º de abril

Devedores da Receita Federal já podem quitar dívidas sem multa e juros
© José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

A partir desta sexta-feira (5), os contribuintes com dívidas com a Receita Federal poderão quitar seus débitos com desconto de 100% das multas e dos juros. Para aderir ao programa da autorregularização incentivada de tributos, o contribuinte precisa fazer um pedido por meio do portal do Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal. ebcebc

O programa permite que os contribuintes admitam a existência de débitos, paguem somente o valor principal e desistam de eventuais ações na Justiça em troca do perdão dos juros e das multas de mora e de ofício e da não realização de autuações fiscais. Ele foi criado pela Lei 14.740, sancionada em novembro de 2023. 

Pessoas físicas e empresas podem participar. O período de adesão vai até 1º de abril. O prazo começaria na última terça-feira (2), mas, por problemas técnicos, foi adiado para hoje. Se o pedido no e-CAC for aceito, a Receita Federal considerará que houve confissão extrajudicial e irrevogável da dívida. 

A dívida consolidada pode ser quitada sem multa e juros. O contribuinte pagará 50% do débito como entrada e parcelará o restante em 48 meses. Quem não aderir à autorregularização pagará multa de mora de 20% do valor da dívida. 

Somente débitos com a Receita Federal podem ser autorregularizados. O programa não abrange a dívida ativa da União, quando a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional passa a cobrar o débito na Justiça.

A regulamentação do programa foi publicada em instrução normativa no dia 29 de dezembro. Ele permite a inclusão, na renegociação, de tributos não constituídos (não confessados pelo devedor) até 30 de novembro de 2023, mesmo nos casos em que o Fisco tenha iniciado procedimento de fiscalização. Também podem ser incluídos tributos constituídos (confessados pelo devedor) entre 30 de novembro de 2023 e 1º de abril de 2024. 

Abrangência

Quase todos os tributos administrados pela Receita Federal estão incluídos na autorregularização incentivada. A exceção são as dívidas do Simples Nacional, regime especial para micro e pequenas empresas. 

Assim como em outros programas recentes de renegociação com a Receita, o contribuinte poderá abater créditos tributários (descontos em tributos pagos a mais) da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), desde que limitados a 50% da dívida consolidada. Também será possível abater créditos de precatórios, dívidas do governo com o contribuinte reconhecidas pela Justiça em sentença definitiva, tanto próprios como adquiridos de terceiros.

Segundo a instrução normativa, a redução das multas e dos juros também não será computada na base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica, da CSLL, do Programa de Integração Social (PIS), do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). 

A Receita regulamentou ainda os critérios para a exclusão do programa. Será retirado da renegociação especial quem deixar de pagar três parcelas consecutivas ou seis alternadas. Caso o devedor deixe de pagar uma parcela, estando pagas as demais, também será excluído da autorregularização.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Inalar fumaça de churrasco faz mal à saúde

by Evidencias 5 de janeiro de 2024
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Inalar fumaça de churrasco é prejudicial à saúde, pois contém substâncias tóxicas, como benzopireno, que podem causar danos ao sistema respiratório e aumentar riscos de doenças.

Inalar fumaça de churrasco faz mal à saúde

Ao mencionar a palavra “churrasco”, é difícil resistir ao aroma e ao sabor desse tradicional método de preparo de carnes. Entretanto, é importante ter em mente que a fumaça gerada durante o processo de grelhar a carne pode ser prejudicial à saúde, especialmente quando inalada em excesso. Neste artigo, discutiremos os efeitos negativos da inalação da fumaça de churrasco e compartilharemos algumas dicas de como minimizar sua exposição a esses compostos nocivos. Continue lendo para saber como eliminar a fumaça de churrasco.

Por que a fumaça de churrasco faz mal à saúde?

A fumaça de churrasco é composta por diversos compostos químicos resultantes da combustão de madeira, carvão e gordura animal. Esses compostos incluem hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs), aldeídos, benzopireno e partículas finas, mais conhecidas como PM2,5. Quando inalados, esses compostos podem causar uma série de problemas de saúde.

Problemas respiratórios

A exposição à fumaça de churrasco pode irritar as vias respiratórias e causar problemas como tosse, falta de ar, chiado no peito e até mesmo crises de asma. Esses sintomas são especialmente preocupantes para pessoas que já sofrem de condições respiratórias, como bronquite crônica ou doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Agravamento de doenças cardiovasculares

Estudos científicos têm relacionado a inalação de partículas finas presentes na fumaça de churrasco ao aumento do risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, incluindo infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC). As partículas finas podem entrar na corrente sanguínea e afetar negativamente os vasos sanguíneos, aumentando a pressão arterial e prejudicando a função cardiovascular.

Câncer

Uma das substâncias mais preocupantes presentes na fumaça de churrasco é o benzopireno. Esse composto carcinogênico está associado ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer, incluindo câncer de pulmão, câncer de bexiga e câncer de mama. A exposição crônica a esse componente aumenta o risco de desenvolvimento dessas doenças, o que torna essencial adotar medidas que minimizem a inalação dessa fumaça.

Como eliminar a fumaça de churrasco

Agora que entendemos os riscos associados à inalação da fumaça de churrasco, é importante conhecermos algumas medidas que podem ajudar a reduzir a exposição a esses compostos nocivos. Confira a seguir algumas dicas:

Utilize uma grelha com tampa

A utilização de uma grelha com tampa quando estiver preparando seu churrasco permite que a fumaça seja melhor dissipada, reduzindo assim sua concentração ao redor da área de preparo. Além disso, isso também ajuda a manter a temperatura interna adequada e a garantir uma carne mais suculenta e saborosa.

Escolha madeiras adequadas

Alguns tipos de madeira utilizados no churrasco podem gerar mais fumaça do que outros. Evite o uso de madeiras com alto teor de resina, como a madeira de pinho, pois elas liberam substâncias mais tóxicas durante a queima. Dê preferência a madeiras mais densas, como carvalho e macieira, que geram uma fumaça mais limpa.

Marinada e pré-cozimento

Ao marinar a carne antes de levá-la à grelha, você pode ajudar a reduzir a formação de compostos tóxicos durante o processo de cozimento. O uso de marinadas à base de vinagre, suco de limão ou iogurte pode ajudar a criar uma barreira protetora e minimizar a interação entre a fumaça e a carne.

Evite carnes muito gordurosas

Ao escolher as carnes para o churrasco, opte por cortes com menor teor de gordura. Quando a gordura da carne entra em contato com as chamas ou brasas, podem ocorrer reações químicas que aumentam a formação de compostos tóxicos na fumaça. Dessa forma, optar por cortes magros reduzirá a quantidade desses compostos inalados durante o processo de churrasco.

Cozinhe em área bem ventilada

Preferencialmente, realize o churrasco em área externa e bem ventilada. A circulação do ar favorece a dispersão da fumaça, diminuindo sua concentração no ambiente. Caso esteja em um ambiente fechado, como uma churrasqueira interna, certifique-se de utilizar exaustores ou ventiladores para auxiliar na renovação do ar.

Use máscara de proteção

Se você é um churrasqueiro frequente ou vai participar de um evento onde ficará exposto à fumaça por longos períodos, uma opção é utilizar uma máscara de proteção respiratória. As máscaras com filtros especiais podem ajudar a filtrar a fumaça antes de alcançar suas vias aéreas, protegendo sua saúde.

Agora que você conhece os riscos associados à inalação da fumaça de churrasco e as medidas que podem ser adotadas para minimizar esses riscos, é importante lembrar-se da importância de cuidar da sua saúde. Desfrute do saboroso churrasco, mas tome as precauções necessárias para reduzir sua exposição aos compostos nocivos da fumaça. Sua saúde agradece!

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Notícias de Saúde

Como entender o resultado da mamografia: BI-RADS (e o que fazer)

by Evidencias 5 de janeiro de 2024
written by Evidencias

Aprenda a interpretar o resultado da mamografia usando a escala BI-RADS, que classifica achados mamográficos em categorias. Saiba o que fazer em cada caso.

Como entender o resultado da mamografia: BI-RADS (e o que fazer)

A mamografia é um exame radiológico utilizado para detectar precocemente alterações no tecido mamário, como nódulos ou outras anomalias. Uma vez realizada, é comum que o médico reporte o resultado utilizando a nomenclatura BI-RADS, sigla em inglês para Breast Imaging-Reporting and Data System, que consiste em um sistema de classificação utilizado para padronizar os laudos e facilitar a interpretação dos resultados.

O que é o sistema BI-RADS?

O BI-RADS é um sistema desenvolvido pelo Colégio Americano de Radiologia que classifica os achados mamográficos em categorias, de acordo com a probabilidade de serem câncer de mama. Ele foi criado com o intuito de fornecer uma linguagem uniforme para radiologistas e demais profissionais de saúde, permitindo uma melhor comunicação e facilitando a tomada de decisões clínicas.

A classificação do resultado da mamografia pelo sistema BI-RADS vai de 0 a 6, sendo:

  • 0: Avaliação incompleta, necessitando de exames complementares
  • 1: Resultado negativo, sem achados significativos
  • 2: Achados benignos, sem suspeita de câncer
  • 3: Achados provavelmente benignos, com baixo risco de malignidade
  • 4: Achados suspeitos, com risco intermediário de malignidade
  • 5: Achados altamente sugestivos de malignidade
  • 6: Câncer de mama já comprovado por biópsia, tratamento necessário

O que fazer em caso de resultado BI-RADS 0?

Quando o laudo da mamografia apresenta um resultado BI-RADS 0, significa que a avaliação é incompleta e exames complementares são necessários para uma análise mais precisa da mama. Normalmente, isso ocorre quando há a presença de algum achado de difícil interpretação, como uma massa ou calcificação suspeita.

Nesse caso, é comum que o médico solicite uma ultrassonografia ou uma ressonância magnética das mamas, a fim de avaliar com mais detalhes e descartar possíveis alterações. O resultado do exame complementar é que irá definir a categoria BI-RADS final e orientar a conduta médica adequada.

O que significa um resultado BI-RADS 1?

Um resultado BI-RADS 1 indica que não foram encontrados achados mamográficos significativos e a mama está radiologicamente normal. Esse resultado é tranquilizador e significa que não há indícios de câncer de mama.

No entanto, é importante destacar que a ausência de alterações mamográficas não exclui completamente a possibilidade de câncer de mama. Nesses casos, é essencial manter uma rotina de exames preventivos e realizar o autoexame regularmente, além de seguir as recomendações médicas.

Entendendo um resultado BI-RADS 2

A classificação BI-RADS 2 é atribuída quando são identificados no exame mamográfico achados benignos, como cistos simples, calcificações benignas ou estruturas fibroglandulares. Isso indica que não há suspeita de câncer de mama.

No entanto, mesmo com esse resultado benigno, é importante manter a vigilância e seguir as orientações médicas, realizando exames periódicos para detecção precoce de eventuais alterações.

Como interpretar um resultado BI-RADS 3?

O BI-RADS 3 representa um nível de risco baixo de malignidade. Isso significa que existem achados provavelmente benignos na mamografia, como cistos simples ou calcificações benignas de aspecto típico.

Esses resultados indicam uma condição benigna, mas que necessitam de acompanhamento médico regular, por meio de exames de imagem periódicos, para garantir que não haja mudanças significativas ao longo do tempo. É importante lembrar que, em caso de dúvidas ou preocupações, o médico deve ser consultado.

Compreendendo um resultado BI-RADS 4

Quando o resultado da mamografia é classificado como BI-RADS 4, indica que foram encontrados achados suspeitos de malignidade, mas sem certeza absoluta. Essa categoria é subdividida em 4A, 4B e 4C, cada uma com uma probabilidade crescente de malignidade.

Nesses casos, é comum que o médico solicite exames complementares, como biópsia ou ressonância magnética, para uma melhor avaliação e definição do diagnóstico. Esses exames adicionais ajudam a determinar se a lesão é benigna ou maligna, orientando a conduta terapêutica adequada.

Significado de um resultado BI-RADS 5

Quando o laudo da mamografia é classificado como BI-RADS 5, isso indica achados altamente sugestivos de malignidade, com alta probabilidade de ser câncer de mama. Nesses casos, é extremamente importante procurar o médico o mais breve possível para avaliação e encaminhamento adequado.

Normalmente, é indicada a realização de uma biópsia, que consiste na retirada de uma amostra do tecido suspeito para análise laboratorial mais detalhada. Esse exame é fundamental para confirmar o diagnóstico de câncer de mama.

Quando o resultado é BI-RADS 6

Um resultado BI-RADS 6 indica que já existem evidências de câncer de mama comprovadas por biópsia, sendo necessário o tratamento imediato. Nesses casos, o médico responsável irá discutir todas as opções terapêuticas adequadas e definir o melhor plano de ação, que pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou outros procedimentos específicos.

É importante ressaltar que, independente do resultado do exame, a mamografia é fundamental para a detecção precoce do câncer de mama. Mulheres a partir dos 40 anos de idade devem realizar o exame anualmente, enquanto aquelas com histórico familiar ou outros fatores de risco podem precisar iniciar os exames em idade mais jovem.

Em suma, entender o resultado da mamografia utilizando o sistema BI-RADS é essencial para acompanhar a saúde mamária e tomar as medidas adequadas de acordo com a categoria atribuída. Sempre que surgirem dúvidas ou preocupações, é fundamental conversar com um médico especialista para uma avaliação completa e precisa.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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CGU constata que Petrobras vendeu refinaria abaixo do preço
Economia

CGU constata que Petrobras vendeu refinaria abaixo do preço

by Evidencias 4 de janeiro de 2024
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Fundo dos Emirados Árabes assumiu refinaria Landulpho Alves em 2021

CGU constata que Petrobras vendeu refinaria abaixo do preço
© Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo

A venda da Refinaria Landulpho Alves, na Bahia, em novembro de 2021, apresentou fragilidades, constatou auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU). O principal problema, apontou o relatório, foi a venda abaixo do preço de mercado, decorrente principalmente da escolha do momento do negócio – em plena pandemia de covid-19 – numa época em que a cotação internacional do petróleo estava em baixa. ebcebc

Rebatizado de Refinaria de Mataripe, o empreendimento foi vendido por US$ 1,65 bilhão (R$ 8,08 bilhões pelo câmbio atual) ao fundo Mubadala Capital, divisão de investimentos da Mubadala Investment Company, empresa de investimentos de Abu Dhabi e que pertence à família real dos Emirados Árabes Unidos. 

O relatório não afirmou, de maneira categórica, que houve perda econômica com a venda da refinaria. O documento, no entanto, questionou o momento do negócio, argumentando que a Petrobras poderia ter esperado a recuperação do petróleo no mercado internacional.

A venda, ressaltou a CGU, ocorreu num cenário de “tempestade perfeita”, com a combinação de incerteza econômica e volatilidade trazida pela pandemia, premissas pessimistas para o crescimento da economia no fim de 2021 e alta sensibilidade das margens de lucro, o que resultou em maior perda de valor. 

Outros problemas 

A CGU constatou fragilidade na utilização de cenários como suporte à tomada de decisão, com destaque para a falta de medição de probabilidade realista em eventos futuros. O relatório também questionou a aplicação de metodologias não utilizadas, até então, para venda de estatais brasileiras.

O órgão de controle sugeriu que, em situações de grande incerteza, duas opções poderiam ter sido consideradas: aguardar a estabilização do cenário futuro ou fazer uma avaliação única, ajustando premissas operacionais e de preços.  

Em sua manifestação, a Petrobras defendeu a utilização de cenários como uma prática comum e adequada, mesmo reconhecendo limitações. A estatal alegou que as projeções foram feitas com consistência e que a pandemia tornou a análise mais desafiadora. A empresa reconheceu desafios e concordou em avaliar melhorias sugeridas, como a inclusão de medição de probabilidade em futuras análises. 

Joias 

A divulgação do relatório reacendeu suspeitas em torno de presentes dados pelo governo dos Emirados Árabes Unidos ao ex-presidente Jair Bolsonaro em outubro de 2019 e novembro de 2021, justamente o mês da venda da refinaria.

O ex-presidente devolveu à Caixa Econômica Federal um fuzil calibre 5,56 milímetros e uma pistola nove milímetros dados pelo governo dos Emirados, após uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU). 

Além dos presentes devolvidos, a Política Federal investiga joias e esculturas dadas por autoridades públicas dos Emirados Árabes. Em duas viagens oficiais, uma em outubro de 2019 e outra em novembro de 2021, ele recebeu um relógio de mesa cravejado de diamantes, esmeraldas e rubis, um incensário em madeira dourada e três esculturas, das quais uma ornada com detalhes em ouro, prata e diamantes.

O ex-presidente também é investigado por três caixas de joias, orçadas em R$ 18 milhões, recebidas do governo da Arábia Saudita  e devolvidas em março e abril do ano passado. 

Repercussão 

Por meio da rede social X (antigo Twitter) o ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, informou que uma possível conexão entre a venda da refinaria e o recebimento das joias merece ser investigado.

“Importante esclarecer se há alguma conexão com o episódio das joias, já sob investigação pela Polícia Federal. Na liderança da oposição no Senado [durante o governo passado], fizemos [os partidos de oposição] inúmeras denúncias das inconsistências dessa privatização em claro prejuízo ao patrimônio público e aos consumidores brasileiros”, escreveu Messias. 

Também por meio da mesma rede social, o ministro da CGU, Vinicius Marques de Carvalho, informou que a auditoria sobre a venda da refinaria está com a Polícia Federal. “A PF já teve acesso ao relatório, que inclusive já está publicado na página da CGU”, ressaltou. 

Em março do ano passado, quando começaram a circular as suspeitas de ligação entre a venda da refinaria e o recebimento de presentes dos Emirados Árabes, o ex-presidente Bolsonaro postou que a privatização foi aprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). “O TCU acompanhou e aprovou a venda da refinaria da Bahia aos árabes”, escreveu na época.

Fonte: Agência Brasil

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Calor muda dia e horário das finais da Taça das Favelas
Economia

Estudantes protestam contra alta na tarifa do transporte por trilhos

by Evidencias 4 de janeiro de 2024
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Manifestação foi feita mesmo sob forte chuva em São Paulo

Estudantes protestam contra alta na tarifa do transporte por trilhos

Diversas pessoas se reuniram nesta quinta-feira (4), na Avenida Paulista, em São Paulo, para protestar contra o aumento no preço das tarifas de transporte coletivo sobre trilhos, decretado pelo governador Tarcísio de Freitas.ebcebc

O ato ocorreu sob forte chuva. Mesmo assim, os manifestantes decidiram caminhar do vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP), na Avenida Paulista, até a Praça Roosevelt, no centro da capital. Desde a última segunda-feira (1º), a população de São Paulo paga mais caro para utilizar o Metrô e os trens metropolitanos. As passagens subiram de R$ 4,40 para R$ 5.

O aumento, no entanto, não ocorreu nos ônibus, que são administrados pela prefeitura de São Paulo. Nos ônibus da capital paulista, o preço das passagens foi mantido em R$ 4,40. A prefeitura também anunciou gratuidade para esse tipo de transporte aos domingos.

“Contra a tarifa eu vou lutar. Sou estudante e São Paulo vai parar”, cantaram os manifestantes, a maior parte formada por estudantes. “Ei, Tarcísio, deixa eu te falar. Ou abaixa a tarifa ou São Paulo vai parar”, gritaram.

Tentativa de privatização

Para os manifestantes, o aumento da tarifa em São Paulo está aliado a uma tentativa do governador de São Paulo de privatizar o transporte público. “O ato de hoje é uma manifestação contra o aumento da tarifa e pelo passe livre”, disse Diego Ferreira, diretor de políticas educacionais da União Nacional dos Estudantes (UNE).

“Somos também contra a privatização de um espaço que é público. O transporte deve ser público. Ele deve ser acessado por toda a população não só para ir à universidade, mas para ter direito à cidade. A privatização, além de sucatear um serviço de transporte que é público, também faz com que as pessoas não tenham acesso à cidade. E sabemos que, com a privatização, as tarifas vão aumentar”, acrescentou Ferreira, em entrevista à Agência Brasil.

Segundo Sofia Rocha, dirigente do Diretório Central dos Estudantes da Universidade de São Paulo (DCE Livre Alexandre Vannucchi Leme), o ato de hoje tem também várias outras bandeiras. “Estamos retomando também as pautas de 2013 como o passe livre e a tarifa zero para os trabalhadores”, argumentou.

Segundo os manifestantes, o aumento na tarifa provoca uma série de problemas, entre eles, o crescimento da evasão escolar. “A gente sabe que a evasão hoje está institucionalizada. E nós, da UNE, defendemos o passe livre e entendemos que ele é um avanço nesse processo. A falta de assistência estudantil e de políticas efetivas nesse cenário faz com que se amplie agora a luta pelo passe livre não só em São Paulo, mas em todo o Brasil. O aumento da tarifa em São Paulo foi significativo. Foi um aumento de R$ 0,60 e isso não é fácil. No final do mês, é ali que iria o seu almoço da semana, é ali que iria o seu lanche no intervalo das aulas. Sabemos que isso vai influenciar e muito [no aumentou da evasão escolar]”, protestou Ferreira.

Para Sofia, os mais prejudicados com esse aumento são os estudantes mais pobres. “Ele prejudica claramente os estudantes mais vulnerabilizados. Um estudante precisa se locomover para ir para a universidade ou para a escola. Esse aumento na tarifa é pesado para o bolso. Então, é fundamental estar nessa luta”, finalizou.

Procurado pela Agência Brasil, o governo de São Paulo ainda não se manifestou sobre o protesto.

Fonte: Agência Brasil

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Brasil quita dívidas com organismos internacionais
Economia

Brasil quita dívidas com organismos internacionais

by Evidencias 4 de janeiro de 2024
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Governo paga R$ 4,6 bi a instituições estrangeiras

Brasil quita dívidas com organismos internacionais
© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Brasil pagou, em 2023, R$ 4,6 bilhões em compromissos financeiros com organismos internacionais e zerou a dívida com essas instituições, divulgaram nesta quinta-feira (4), em Brasília, os Ministérios das Relações Exteriores (foto) e do Planejamento e Orçamento. O dinheiro foi repassado à Organização das Nações Unidas (ONU), bancos multilaterais, fundos internacionais e dezenas de instituições.ebcebc

Desse total, informou o Ministério do Planejamento, R$ 2,7 bilhões correspondem a valores em aberto em 31 de dezembro de 2022. O R$ 1,9 bilhão restante refere-se a compromissos do ano passado.

O pagamento mais recente ocorreu em 21 de dezembro, quando o governo quitou R$ 289 milhões em contribuições regulares à ONU e pagou R$ 1,1 bilhão em dívidas com missões de paz.

Sem passivos com as Nações Unidas, o Brasil garantiu o direito de voto na Assembleia Geral da ONU em 2024, num ano em que o país preside o G20, grupo das 20 maiores economias do planeta. No segundo semestre de 2023, o Brasil presidiu o Conselho de Segurança do organismo internacional.

“Esse quadro de adimplência, que resulta do trabalho conjunto do Ministério do Planejamento e Orçamento e do Ministério das Relações Exteriores, além de outros órgãos do governo federal, fortalece a imagem do Brasil no cenário internacional global e regional, reafirma o compromisso do país com o multilateralismo e reforça a capacidade de atuação diplomática em prol dos interesses nacionais e dos princípios que regem a política externa brasileira”, destacou nota conjunta dos dois ministérios.

O comunicado listou a recuperação de direito de voto nos seguintes órgãos:

•    Organização Internacional para as Migrações (OIM);

•    Organização do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares (CTBTO);

•    Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA);

•    Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ);

•    Tribunal Penal Internacional (TPI).

Outras dívidas

O país ainda saldou dívidas com organismos multilaterais como:

•    Organização dos Estados Americanos (OEA);

•    Organização Mundial do Comércio (OMC);

•    Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (Unesco);

•    Organização Internacional do Trabalho (OIT);

•    Organização Mundial da Saúde (OMS);

•    Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).

Meio ambiente

O governo brasileiro também quitou débitos na área de meio ambiente e mudança do clima. Segundo a nota conjunta, o ato reforça a importância do compromisso do país nas duas áreas, à medida que Belém, no Pará, sediará a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2025 (COP30).

Os principais passivos zerados nessas duas áreas foram os seguintes:

•    Contribuições relativas à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC);

•    Contribuições relativas ao Protocolo de Quioto;

•    Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB);

•    Convenção sobre Poluentes Orgânicos Persistentes (Convenção de Estocolmo);

•    Convenção sobre Mercúrio (Convenção de Minamata).

América Latina

Na esfera regional, o Brasil regularizou cerca de R$ 500 milhões em aportes para o Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem), em abril. O fundo fornece recursos para projetos em áreas como infraestrutura urbana, segurança, saneamento básico e saúde.

O pagamento permitiu que o Brasil acessasse R$ 350 milhões para financiar projetos em municípios brasileiros em regiões de fronteira com os países do Mercosul. Em dezembro, durante a 63ª Reunião Ordinária do Conselho do Mercosul, o governo saldou R$ 14,6 milhões com o Instituto Social do Mercosul (ISM).

Outras dívidas com órgãos regionais quitadas em 2023 foram estas:

•    Associação Latino-Americana de Integração (Aladi);

•    Secretaria do Mercosul;

•    Parlamento do Mercosul (Parlasul);

O país também pagou contribuições para os seguintes órgãos do Mercosul:

•    Instituto de Políticas Públicas de Direitos Humanos (IPPDH);

•    Secretaria do Tribunal Permanente de Revisão (TPR).

Histórico

No fim de 2022, o gabinete de transição para o governo atual informou que havia cerca de R$ 5 bilhões de dívidas do governo brasileiro com organismos internacionais. No fim de dezembro do mesmo ano, o Itamaraty recebeu R$ 4,6 bilhões, que foram convertidos em restos a pagar para 2023.

Cabe ao Ministério do Planejamento pagar as contribuições a todos os organismos internacionais dos quais o Brasil participa. O ministério também se responsabiliza pela integralização de cotas em bancos multilaterais e pela recomposição de fundos estrangeiros.

Para evitar novas dívidas, o Orçamento de 2024 – aprovado no fim de dezembro – tornou obrigatórias as despesas com organismos internacionais e compromissos assumidos em tratados externos, o que proíbe o contingenciamento (bloqueio temporário). Segundo o Itamaraty e o Ministério do Planejamento, a mudança “corrige uma inadequação histórica e confere mais previsibilidade à atuação internacional do Brasil em nível multilateral”.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Remédios que podem causar Depressão

by Evidencias 4 de janeiro de 2024
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Alguns medicamentos têm sido associados à ocorrência de depressão, incluindo certos antidepressivos, medicamentos para pressão arterial, anticonvulsivantes e opiáceos.

Remédios que podem causar Depressão

Lista com alguns remédios que podem causar depressão

A depressão é um transtorno mental grave que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Além dos fatores genéticos e ambientais, certos medicamentos também podem desempenhar um papel no desenvolvimento da depressão. Neste artigo, discutiremos uma lista de remédios que podem causar depressão, a fim de aumentar a conscientização sobre essa possível relação e ajudar as pessoas a tomarem decisões informadas sobre o uso de medicamentos.

Anticoncepcionais hormonais

Os anticoncepcionais hormonais são amplamente utilizados por mulheres em idade fértil para prevenir a gravidez. No entanto, estudos têm mostrado que esses medicamentos podem afetar negativamente o humor e levar ao desenvolvimento de sintomas depressivos em algumas mulheres. Os hormônios presentes nesses contraceptivos podem interferir no equilíbrio químico do cérebro, afetando os neurotransmissores responsáveis pelo bem-estar emocional.

Corticoesteroides

Os corticosteroides são medicamentos prescritos para uma variedade de condições, como asma, artrite e doenças autoimunes. Embora sejam eficazes no tratamento dessas condições, eles também podem ter efeitos colaterais, incluindo a indução de sintomas depressivos. Acredita-se que os corticosteroides afetem a ação dos neurotransmissores no cérebro, levando ao desequilíbrio químico associado à depressão.

Isotretinoína

A isotretinoína é um medicamento utilizado no tratamento da acne grave. Embora seja altamente eficaz, a isotretinoína também tem sido associada ao desenvolvimento de sintomas depressivos em alguns pacientes. Existem relatos de casos de depressão e até mesmo de pensamentos suicidas em pessoas que estão fazendo uso desse medicamento.

Anticonvulsivantes

Os anticonvulsivantes são medicamentos frequentemente prescritos para tratar epilepsia e convulsões. No entanto, alguns estudos sugerem que esses medicamentos podem aumentar o risco de desenvolvimento de sintomas depressivos. Ainda não está totalmente claro como os anticonvulsivantes podem afetar a função cerebral e levar à depressão, mas acredita-se que isso possa estar relacionado às alterações químicas no cérebro causadas por esses medicamentos.

Anti-hipertensivos

Os anti-hipertensivos são medicamentos prescritos para controlar a pressão arterial elevada. Embora sejam essenciais para prevenir doenças cardiovasculares, alguns tipos de anti-hipertensivos podem afetar o equilíbrio químico do cérebro e causar sintomas depressivos. Além disso, a própria pressão arterial elevada pode estar associada a um maior risco de desenvolvimento de depressão.

Estatinas

As estatinas são medicamentos utilizados para reduzir os níveis de colesterol. Embora sejam amplamente prescritas e eficazes na prevenção de doenças cardiovasculares, algumas evidências sugerem que as estatinas podem afetar negativamente o humor e levar ao desenvolvimento de sintomas depressivos em algumas pessoas. Mais estudos são necessários para entender completamente essa relação.

Conclusão:

É importante ressaltar que a relação entre o uso de medicamentos e a depressão ainda não é totalmente compreendida, e nem todas as pessoas que tomam esses remédios desenvolverão sintomas depressivos. No entanto, é crucial estar ciente dessas possíveis associações e informar seu médico caso você esteja preocupado com o impacto de um medicamento na sua saúde mental. O médico poderá avaliar o risco-benefício do uso do medicamento e, se necessário, propor alternativas. Sempre siga as orientações do profissional de saúde e monitore seu bem-estar mental durante o uso desses medicamentos.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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IRPF: 10% dos contribuintes concentram 51% da renda no país
Economia

Receita adia início da autorregularização de dívidas

by Evidencias 4 de janeiro de 2024
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Prazo, que começaria na terça (2), terá início amanhã

Receita adia início da autorregularização de dívidas
© Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

A Receita Federal adiou para esta sexta-feira (5) o início da adesão dos contribuintes ao programa da autorregularização incentivada de tributos. O prazo começaria nessa terça-feira (2), mas por problemas técnicos o formulário de adesão não pôde ser disponibilizado na data prevista. ebcebc

O programa permite que os contribuintes admitam a existência de débitos, paguem somente o valor principal e desistam de eventuais ações na Justiça em troca do perdão dos juros e das multas de mora e de ofício e da não realização de autuações fiscais. Ele foi criado pela Lei 14.740, sancionada em novembro de 2023. 

De acordo com a Receita Federal, o adiamento do início da adesão não afeta os incentivos que o contribuinte pode obter com a autorregularização. Pessoas físicas e empresas podem participar. O período de adesão vai até 1º de abril. 

A dívida consolidada pode ser quitada com desconto de 100% das multas e dos juros. O contribuinte pagará 50% do débito como entrada e parcelará o restante em 48 meses. Quem não aderir à autorregularização pagará multa de mora de 20% do valor da dívida. 

O requerimento de adesão deve ser feito pelo portal do Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal (e-CAC). Se o pedido for aceito, o órgão considerará que houve confissão extrajudicial e irrevogável da dívida. Somente débitos com a Receita Federal podem ser autorregularizados. O programa não abrange a dívida ativa da União, quando a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional passa a cobrar o débito na Justiça. 

A regulamentação do programa foi publicada em instrução normativa no dia 29 de dezembro. Ele permite a inclusão, na renegociação, de tributos não constituídos (não confessados pelo devedor) até 30 de novembro de 2023, mesmo nos casos em que o Fisco tenha iniciado procedimento de fiscalização. Também podem ser incluídos tributos constituídos (confessados pelo devedor) entre 30 de novembro de 2023 e 1º de abril de 2024. 

Abrangência

Quase todos os tributos administrados pela Receita Federal estão incluídos na autorregularização incentivada. A exceção são as dívidas do Simples Nacional, regime especial para micro e pequenas empresas.

Assim como em outros programas recentes de renegociação com a Receita, o contribuinte poderá abater créditos tributários (descontos em tributos pagos a mais) da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), desde que limitados a 50% da dívida consolidada. Também será possível abater créditos de precatórios, dívidas do governo com o contribuinte reconhecidas pela Justiça em sentença definitiva, tanto próprios como adquiridos de terceiros. 

Segundo a instrução normativa, a redução das multas e dos juros também não será computada na base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica, da CSLL, do Programa de Integração Social (PIS), do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

A Receita regulamentou os critérios para a exclusão do programa. Será retirado da renegociação especial quem deixar de pagar três parcelas consecutivas ou seis alternadas. Caso o devedor deixe de pagar uma parcela, estando pagas as demais, também será excluído da autorregularização. 

 

Fonte: Agência Brasil

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Pequenas e médias empresas já podem contratar energia no mercado livre
Economia

Pequenas e médias empresas já podem contratar energia no mercado livre

by Evidencias 4 de janeiro de 2024
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Além de escolher fornecedor, elas poderão discutir preço

Pequenas e médias empresas já podem contratar energia no mercado livre
© Marcello Casal JrAgência Brasil

O ano de 2024 começou com boa notícia para pequenas e médias empresas que contratam energia em alta tensão, como padarias e outros setores, e têm contas em torno de R$ 9 mil. Esses consumidores já podem migrar para o Mercado Livre de Energia, um ambiente de venda onde, além de escolherem o fornecedor de preferência, tem espaço para discutir preço, quantidade necessária para uso, período de recebimento e forma de pagamento da energia.ebcebc

Até o fim do ano passado, essas empresas tinham que se submeter ao mercado regulado, também chamado de mercado cativo, e a compra de energia era apenas com a distribuidora local. Antes da abertura, somente os consumidores com demanda de no mínimo 500 kilowatts podiam participar do mercado livre.

“A partir de 2024, todos os consumidores que estiverem ligados em alta tensão poderão ser livres, independentemente da demanda contratada. Antes, precisavam consumir um mínimo para ser livre, agora basta estarem conectados na alta tensão que são elegíveis a ser livre”, informou a administradora Daniela Alcaro, sócia da Stima Energia, empresa comercializadora de energia, em entrevista à Agência Brasil.

Segundo ela, existem 200 mil unidades conectadas em alta tensão. Entre elas 37 mil já são livres, as maiores e que já vinham migrando desde 2001 como grandes fábricas de aço e vidros. Do restante que está no mercado regulado, uma parte já instalou sistemas de energia solar e comprou energia de geração distribuída.

“Essa parte que encontrou uma alternativa para economizar talvez não se anime a migrar neste momento, mas há outro grupo que não foi por esse caminho e está muito interessado na migração. Eu diria que são 72 mil unidades. Dessas, 13 mil já denunciaram [termo usado no setor para dizer que fez a opção de migração] seus contratos na distribuidora e já sinalizaram que vão migrar”, disse, destacando que isso comprova a demanda para o mercado livre.

O mercado brasileiro de energia é dividido em duas partes. Os consumidores cativos estão no Ambiente de Contratação Regulada (ACR), onde compram energia de concessionárias de distribuição como a Light e a Enel. Nesse caso, o cliente paga somente uma fatura de energia mensal, concentrando o serviço de distribuição e a geração de energia.

A outra parte é o Ambiente de Contratação Livre (ACL) no qual estão incluídos os consumidores que exercem a escolha e podem comprar a energia diretamente dos geradores ou de comercializadores. As condições são negociadas livremente em contratos bilaterais. O serviço de distribuição é pago pelo cliente por meio de uma fatura a uma concessionária local com tarifa regulada pelo governo e ainda uma ou mais faturas referentes à compra da energia com o preço negociado no contrato.

“A empresa fará contrato com uma distribuidora e passará a pagar duas faturas – uma à distribuidora pelo transporte e outra para o fornecedor de energia”, observou Daniela.

Segundo a administradora, no começo da venda de energia o mercado regulado foi responsável pela expansão da geração no Brasil, porque comprava toda a energia em contratos de 20 anos indexados à inflação. “Era bom para o gerador, porque o preço ia subindo já que o contrato era indexado, mas muito ruim para o consumidor. Imagina um contrato indexado com período de 20 anos. Quando está na metade, a energia já é extremamente cara e, no final, muito cara”.

Vantagem

A vantagem da migração para o mercado livre é a redução dos custos com a energia porque serão adquiridos contratos de geração de energia mais baratos do que os atuais no mercado cativo. Além disso, há previsibilidade, porque no ato da compra já se sabe quanto será pago pela geração. “Eu já sei qual vai ser o meu preço de geração de energia. Não estarei suscetível às intempéries e aos ajustes dentro da energia cativa”, explicou.

De acordo com Daniela, quando o mercado livre surgiu o consumidor questionou a permanência no mercado cativo com tarifas mais elevadas. “Nessa comparação começou a migrar e a ter uma demanda muito grande para o mercado livre, ao ponto de começar a ser responsável pela expansão. A demanda começou a ir mais para o mercado livre, mais equilibrado para o consumidor em termos de preço. Não pesava tanto com contratos longos e indexados”, disse ela, acrescentando,que, em sua maioria, as energias renováveis têm venda no mercado livre.

Crescimento

Outro sócio da Stima Energia, Erico Mello contou que esse mercado começou a se movimentar a partir de 2001/2002, quando houve a migração de grandes clientes como a Vale, Votorantim e outros industriais. Em 2008 cerca de 20% da carga nacional era atendida pelo mercado livre e desde aquele ano vem se desenvolvendo.

“Até por causa das renováveis – em que se tem uma busca dos consumidores por contratos de longo prazo com geradores renováveis. Eles querem ter certeza de que estão comprando energia numa eólica, numa planta solar até de PCH, por exemplo, e por isso fazem contratos de longo prazo, buscando a energia renovável no mercado livre. Esse foi um dos fatores do crescimento do mercado nos últimos dez anos”, disse à Agência Brasil, acrescentando, que embora tenha sido um movimento gradual, a expansão do mercado livre baseada nas energias limpas se consolidou a partir de 2016.

Para Mello, o mercado livre trouxe liquidez ao ativo energia. Se o investidor quiser construir uma planta atualmente não terá dúvidas porque sabe que haverá comprador para o que for gerado. “Não precisa mais esperar um leilão do governo para fazer a compra. Pode construir porque vai ter realmente um comprador para a energia, pois existe liquidez no mercado”, disse, comparando o investidor com um produtor de soja ou de feijão que tem noção de venda garantida do seu produto.

Residenciais

Os consumidores residenciais ainda não têm permissão para migrar para o mercado livre. Daniela Alcaro comentou que existem várias associações e agentes do mercado de energia em frequente contato com o Ministério de Minas e Energia reivindicando a abertura total do Livre, para que todos possam se beneficiar da redução de custos.

A função da comercializadora é fazer todo o processo de migração desse consumidor, que tem que comunicar à distribuidora, apresentar uma série de documentos, estar ligado à comercializadora para que ela saiba o consumo dele e informe à Câmara de Comercialização de Energia. Então, há um processo para a contabilidade da medição da fatura e dos contratos, feito por uma comercializadora varejista responsável por passar todas as informações. Haverá um relógio medidor de energia para dizer quanto ele está consumindo, o que poderá ser  conferido junto com a fatura da varejista.

,Segundo Daniela, quando o mercado livre começou a crescer os consumidores questionaram porque permanecer no mercado regulado com indexação tão forte e, por isso, custo elevado, no lugar de migar para o livre. com contratos mais curtos e, portanto, com uma indexação de menor peso.

“Nessa comparação começou a migrar e a ter uma demanda muito grande para o mercado livre ao ponto desse mercado ser responsável pela expansão. A demanda começou a vir muito mais do mercado livre, muito mais equilibrado em termos de preços para o consumidor, que os indexados”, afirmou, acrescentando que inicialmente todo tipo de energia era vendida no regulado.

“Mais recentemente, a gente tem visto a geração crescer em renováveis, com parques até mais baratos se pensar em uma usina hidrelétrica ou estruturante como Belo Monte, que muito cara se comparada à solar, eólica ou mesmo térmicas de biomassa, que são energias limpas e mais acessíveis do ponto de vista de investimentos”.

CCEE

O presidente do Conselho de Administração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Alexandre Ramos, informou que visando atender à Portaria nº 50/2023, do MME, e os requisitos aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em reunião pública de diretoria, o órgão “prontamente tomou e continuará tomando todas as ações necessárias para garantir a realização da abertura do mercado livre de energia para os clientes conectados em alta tensão, vigente desde o dia 1º de janeiro de 2024”.

Ele disse que com a abertura foi dado um passo importante e defendeu a expansão permanente do mercado. “Entendemos que um importante passo foi dado. Entretanto, propomos que a abertura do mercado, que tanto defendemos, deverá, obrigatoriamente, ser realizada de forma contínua, previsível e, principalmente, de maneira sustentável para o setor elétrico nacional”.

“A CCEE, em trabalho conjunto com o Ministério de Minas e Energia, a Aneel e os agentes de mercado, se empenhou e continuará trabalhando para que a migração das empresas abarcadas pela portaria ao mercado livre ocorra de forma simples, eficiente e segura”, completou.

A câmara foi criada em 2004, por meio de lei federal, para viabilizar o comércio de energia elétrica no mercado livre do Brasil.

Fonte: Agência Brasil

4 de janeiro de 2024 0 comments
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Notícias de Saúde

Página não encontrada

by Evidencias 4 de janeiro de 2024
written by Evidencias

Ao acessar um link inválido ou uma página inexistente, você se depara com a frustrante mensagem de “Página não encontrada”. Descubra como solucionar esse problema e encontrar o que procura.

Introdução

A experiência do usuário é um fator crucial para o sucesso de qualquer website ou plataforma online. Quando um usuário se depara com uma página não encontrada, conhecida como erro 404, isso pode ser frustrante e afetar negativamente a percepção do público sobre a marca. Neste artigo, exploraremos alguns dos principais problemas relacionados a páginas não encontradas e discutiremos estratégias para garantir uma melhor experiência do usuário.

O que é uma página não encontrada?

Uma página não encontrada, também conhecida como erro 404, é uma mensagem exibida quando o servidor não consegue localizar o conteúdo solicitado pelo usuário. Isso pode ocorrer por vários motivos, como um link quebrado, uma URL digitada incorretamente ou uma página que foi removida do servidor. Quando um usuário se depara com essa mensagem, é importante que a empresa ofereça uma solução rápida e eficaz para minimizar o impacto negativo.

Impacto de páginas não encontradas

As páginas não encontradas podem ter um impacto significativo na experiência do usuário e na reputação da marca. Quando os usuários encontram um erro 404, eles podem sentir frustração e desânimo, o que pode levá-los a abandonar o site e buscar informações em outro lugar. Além disso, as páginas não encontradas podem afetar a confiança do usuário na marca, pois transmitem a sensação de que o site não é confiável ou está desatualizado. Portanto, é crucial abordar esse problema de maneira eficiente para garantir uma boa experiência de navegação.

Como evitar páginas não encontradas

Evitar páginas não encontradas é essencial para melhorar a experiência do usuário. Existem algumas estratégias que podem ser adotadas para minimizar a ocorrência desse tipo de erro.

Uma das principais medidas é realizar um planejamento cuidadoso da estrutura do site, certificando-se de que os links internos estejam corretos e funcionando adequadamente. É recomendado o uso de URLs amigáveis, claras e descritivas, para que os usuários possam entender intuitivamente o conteúdo da página antes mesmo de acessá-la.

Além disso, é importante realizar testes e monitorar regularmente o site para identificar e corrigir possíveis problemas de links quebrados ou páginas removidas. Isso pode ser feito por meio de ferramentas de rastreamento ou softwares de monitoramento, que alertam imediatamente quando ocorrer um erro 404.

Personalizando a página de erro 404

Quando uma página não é encontrada, é possível personalizar a experiência do usuário exibindo uma página de erro personalizada e amigável. Em vez de exibir apenas uma mensagem de erro genérica, é recomendado criar uma página que ofereça orientações claras sobre o que fazer em seguida.

Nessa página personalizada, a empresa pode fornecer um link para a página inicial, um formulário de pesquisa para ajudar o usuário a encontrar o conteúdo desejado ou até mesmo uma lista de páginas populares do site que possam ser úteis. Essas ações demonstram cuidado e atenção por parte da empresa, transmitindo ao usuário a sensação de que seu problema está sendo tratado com prioridade.

Monitoramento e análise de páginas não encontradas

O monitoramento e análise das páginas não encontradas são fundamentais para garantir uma experiência de usuário aprimorada. Ao identificar as páginas que estão gerando mais erros 404, a empresa pode tomar medidas para corrigir o problema o mais rápido possível.

Ferramentas como o Google Analytics podem fornecer informações valiosas sobre as páginas que estão apresentando erros com mais frequência, permitindo que a equipe de desenvolvimento atue de forma proativa para resolver os problemas. Além disso, a análise desses dados pode ajudar a identificar padrões ou áreas do site que necessitam de melhorias, resultando em um site mais confiável e eficiente.

O papel do redirecionamento 301

Quando uma página é removida ou movida para um novo local, o redirecionamento 301 é uma solução eficaz para evitar a página não encontrada. Esse redirecionamento informa ao navegador que a página solicitada foi movida permanentemente para uma nova localização.

Dessa forma, quando um usuário acessa a URL antiga, ele é automaticamente redirecionado para a nova página, garantindo a continuidade da experiência do usuário. O redirecionamento 301 também é benéfico para manter os benefícios de SEO, evitando a perda de autoridade da página original nos resultados de busca.

Conclusão

Em suma, páginas não encontradas podem ter um impacto negativo significativo na experiência do usuário e na reputação da marca. No entanto, ao adotar medidas preventivas, como planejamento cuidadoso, personalização da página de erro, monitoramento e análise contínuos, e o uso adequado de redirecionamentos 301, é possível minimizar esses problemas e garantir uma melhor experiência de navegação para os usuários. A marca que se preocupa com a satisfação do seu público e busca aperfeiçoar constantemente a qualidade do seu site, estará à frente da concorrência e terá maior chance de fidelizar os usuários.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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