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Balança comercial tem superávit recorde de US$ 5,447 bi em fevereiro
Economia

Balança comercial tem superávit recorde de US$ 5,447 bi em fevereiro

by Evidencias 6 de março de 2024
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Safra recorde de algodão e exportações de petróleo puxaram resultado

Balança comercial tem superávit recorde de US$ 5,447 bi em fevereiro
© Valter Campanato/Agência Brasil

Beneficiada pelas exportações de petróleo e pela safra de algodão, soja e café, a balança comercial – diferença entre exportações e importações – fechou fevereiro com superávit de US$ 5,447 bilhões, divulgou nesta quarta-feira (6) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O resultado é o melhor para meses de fevereiro, e representa alta de 111,8% em relação ao mesmo mês do ano passado.ebcebc

Com o resultado de fevereiro, a balança comercial acumula superávit de US$ 11,942 bilhões nos dois primeiros meses deste ano, o maior resultado para o período desde o início da série histórica, em 1989. O valor representa alta de 145,9% em relação aos mesmos meses do ano passado.

Em relação ao resultado mensal, as exportações subiram, enquanto as importações ficaram relativamente estáveis. No mês passado, o Brasil vendeu US$ 23,538 bilhões para o exterior, alta de 16,3% em relação ao mesmo mês de 2023. Esse é o maior valor exportado para meses de fevereiro desde o início da série histórica. As compras do exterior somaram US$ 17,67 bilhões, avanço de 2,4%.

Do lado das exportações, a safra recorde de café e soja e a recuperação do preço do açúcar e do minério de ferro compensaram a queda internacional no preço de algumas commodities (bens primários com cotação internacional). Além disso, as exportações de petróleo bruto subiram 119,7%, beneficiadas pelo atraso na contabilização de algumas exportações.

Do lado das importações, o recuo nas compras de petróleo, de derivados e de compostos químicos foi o principal responsável pelo elevado saldo na balança comercial.

Após baterem recorde em 2022, depois do início da guerra entre Rússia e Ucrânia, as commodities recuam desde a metade de 2023. A principal exceção é o minério de ferro, cuja cotação vem reagindo por causa dos estímulos econômicos da China, a principal compradora do produto.

No mês passado, o volume de mercadorias exportadas subiu 20,9%, enquanto os preços caíram 3,8% em média na comparação com o mesmo mês do ano passado. Nas importações, a quantidade comprada subiu 13,3%, mas os preços médios recuaram 10,4%.

Setores

No setor agropecuário, a safra de grãos e de algodão pesou mais nas exportações. O volume de mercadorias embarcadas subiu 34,5% em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2023, enquanto o preço médio caiu 17,1%. Na indústria de transformação, a quantidade subiu 6%, com o preço médio recuando 0,6%. Na indústria extrativa, que engloba a exportação de minérios e de petróleo, a quantidade exportada subiu 61%, enquanto os preços médios aumentaram apenas 1,9%.

Os produtos com maior destaque nas exportações agropecuárias foram algodão bruto (498,1%), café não torrado (71,5%) e soja (4,5%). Em valores absolutos, o destaque positivo é o algodão, cujas exportações subiram US$ 406,5 milhões em relação a fevereiro do ano passado. A safra recorde fez o volume de embarques de algodão aumentar 497,8%, mesmo com o preço médio subindo apenas 0,04%.

Na indústria extrativa, as principais altas foram registradas em óleos brutos de petróleo (119,7%) e minério de ferro (41,4%) minérios preciosos (que saltou de zero para US$ 39 milhões). No caso do ferro, a quantidade exportada aumentou 21,4%, e o preço médio subiu 16,5%.

Em relação aos óleos brutos de petróleo, também classificados dentro da indústria extrativa, os preços médios recuaram 6,1% em relação a fevereiro do ano passado, enquanto a quantidade embarcada aumentou 134%.

Na indústria de transformação, as maiores altas ocorreram em açúcares e melaços (201,2%), carne bovina (32,2%) e farelos de soja e outros alimentos para animais (9,8%). A crise econômica na Argentina, principal destino das manufaturas brasileiras, também influenciou no crescimento das exportações dessa categoria. As vendas para o país vizinho caíram 30% em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano passado.

Em relação às importações, os principais recuos foram registrados nos seguintes produtos: cevada não moída (50,8%), soja (44%) e látex e borracha natural (38,8%), na agropecuária; minérios de cobre (100%) e óleos brutos de petróleo (16,8%), na indústria extrativa; compostos organo-inorgânicos (21,8%) e adubos ou fertilizantes químicos (32%), na indústria de transformação.

Em relação aos fertilizantes, cujas compras do exterior ainda são impactadas pela guerra entre Rússia e Ucrânia, os preços médios caíram 25,5%, e a quantidade importada recuou 8,8%.

Estimativa

Apesar da desvalorização das commodities, o governo projeta superávit de US$ 94,4 bilhões este ano, com queda de 4,5% em relação a 2023. A próxima projeção será divulgada em abril.

Segundo o MDIC, as exportações subirão 2,5% este ano, encerrando o ano em US$ 348,2 bilhões. As importações avançarão 5,4% e fecharão o ano em US$ 253,8 bilhões. As compras do exterior deverão subir por causa da recuperação da economia, que aumenta o consumo, em um cenário de preços internacionais menos voláteis do que no início do conflito entre Rússia e Ucrânia.

As previsões estão um pouco mais otimistas que as do mercado financeiro. O boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, projeta superávit de US$ 80,98 bilhões neste ano.

Fonte: Agência Brasil

6 de março de 2024 0 comments
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Entenda nova tabela progressiva do Imposto de Renda
Economia

Receita divulga regras para IRPF 2024; confira prazos e limites

by Evidencias 6 de março de 2024
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Entrega começa em 15 de março e vai até 31 de maio

Receita divulga regras para IRPF 2024; confira prazos e limites
© Joédson Alves/Agência Brasil

O prazo de entrega do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) em 2024 começa em 15 de março e vai até 31 de maio. A Receita Federal divulgou hoje (6) as regras para a declaração do IRPF, com ano-base 2023.ebcebc

A expectativa da Receita é de receber 43 milhões de declarações. Em 2023, foram recebidas 41.151.515 declarações. O programa de declaração do Imposto de Renda será liberado para download também a partir do dia 15 de março, com versões para desktop e celular (Android e iOS).

Em razão da Lei 14.663/2023 houve alteração nas tabelas progressiva anual e suas faixas, nos limites para obrigatoriedade de entrega anual e nas regras para inclusão de dependentes (pais, avós, bisavós).

Com as novas regras, ficam isentos de apresentar a declaração, os contribuintes que receberam até R$ 24.511,92 no ano passado.

A entrega da declaração do IRPF será obrigatória para quem recebeu em 2023 rendimentos tributáveis acima de R$ 30.639,90. No ano passado, esse limite estava em R$ 28.559,70.

Também está obrigado a declarar quem recebeu rendimentos isentos e não tributáveis tributados exclusivamente na fonte que ultrapassaram R$ 200 mil, ante os R$ 40 mil do ano passado; quem obteve receita bruta da atividade rural de R$ 153.199,50, contra R$ 142.798,50 em 2022; quem tinha posse ou propriedade de bens e direitos, inclusive terra nua, superior a R$ 800 mil, até 31 de dezembro de 2023.

O preenchimento da declaração também é obrigatório para quem obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do Imposto; realizou operações de alienação em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas: cuja soma foi superior a R$ 40 mil ou com apuração de ganhos líquidos sujeitas à incidência do imposto; quem optou pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho de capital com a venda de imóveis residenciais e tenha aplicado o ganho na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias.

Em razão da Lei 14.754/2023, a chamada Lei das Offshores, também é obrigatória a declaração referente à bens e direitos no exterior para quem optou por detalhar bens da entidade controlada como se fossem da pessoa física; possuir trust no exterior ou deseja atualizar bens no exterior. Uma portaria detalhando as regras deve ser publicada pela Receita até o dia 5 de março.

Quem não entregar dentro do prazo fixado, está sujeito a multa mínima de R$ 165,74 e valor máximo correspondente a 20% do Imposto sobre a Renda devido.

Quem optar pela declaração simplificada, terá um desconto “padrão” de 20% na renda tributável, limitado a R$ 16.754,34, mesmo valor do ano passado.

Caso o contribuinte não opte pelo desconto padrão, o valor da dedução por dependente permanece R$ 2.275,08, o mesmo ocorre com o limite anual das despesas com instrução (ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior), que ficou em R$ 3.561,50 e a isenção para maiores de 65 anos. Em relação às despesas médicas, as deduções continuam sem limite.

Matéria em ampliação

 

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Médico de pele: qual especialista consultar?

by Evidencias 6 de março de 2024
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O médico especialista em pele é o dermatologista, profissional capacitado para tratar e prevenir doenças e problemas dermatológicos, como acne, alergias, manchas, entre outros.

Quando marcar consulta

Descobrir como cuidar da nossa pele é fundamental para manter uma aparência saudável e radiante. Uma das melhores formas de garantir isso é consultar um médico especialista em pele. No entanto, muitas pessoas ficam em dúvida sobre quando é o momento certo para marcar uma consulta.

Sinais de alerta

Existem alguns sinais e sintomas que podem indicar a necessidade de consultar um médico de pele. Se você notar qualquer um dos seguintes, é importante agendar uma consulta:

1. Lesões ou manchas suspeitas

Se você notar qualquer lesão ou mancha na pele que pareça diferente das demais, é essencial buscar orientação médica. Pode ser um sinal de câncer de pele, por exemplo, e quanto antes for diagnosticado, melhores são as chances de um tratamento bem-sucedido.

2. Acne persistente

A acne é uma condição comum, especialmente durante a adolescência. No entanto, se você tem acne persistente e outros tratamentos não estão surtindo efeito, marcar uma consulta com um médico de pele é a melhor opção. Eles poderão identificar a causa subjacente e prescrever um tratamento adequado.

3. Descamação ou coceira intensa

Se a sua pele estiver descamando ou coçando intensamente, pode ser um sinal de uma condição dermatológica subjacente, como psoríase ou dermatite. Nesses casos, é importante buscar a ajuda de um médico especialista em pele para obter um diagnóstico preciso e um tratamento adequado.

4. Queda excessiva de cabelo

A queda de cabelo pode ter várias causas, e algumas delas estão relacionadas a problemas de pele, como a alopecia areata. Se você estiver perdendo cabelo de forma excessiva e não souber a causa, é recomendável marcar uma consulta com um médico de pele.

5. Mudanças nas unhas

Mudanças nas unhas, como descoloração, espessamento, deformidade ou inflamação, podem indicar problemas de saúde subjacentes que requerem atenção médica. Nesses casos, um médico dermatologista pode avaliar suas unhas e fornecer um diagnóstico preciso.

Quem consultar

Agora que você já sabe quando marcar uma consulta com um médico de pele, é importante entender qual especialista consultar. Existem diferentes profissionais que podem lidar com condições dermatológicas, e a escolha certa dependerá da gravidade e do tipo de problema que você está enfrentando.

Dermatologista clínico

O dermatologista clínico é o especialista que trata a maioria das condições de pele comuns. Se você está enfrentando problemas como acne, dermatite, psoríase, queda de cabelo ou manchas suspeitas, um dermatologista clínico pode ser a melhor opção. Eles irão avaliar sua condição, fazer um diagnóstico e prescrever o tratamento adequado.

Dermatologista estético

Se você está procurando procedimentos cosméticos, como preenchimentos, botox ou peelings químicos, um dermatologista estético é o profissional certo para você. Eles são especializados em melhorar a aparência da pele através de técnicas não cirúrgicas.

Dermapatologista

Se você tem uma condição de pele menos comum ou mais grave, pode ser necessário consultar um dermapatologista. Esses especialistas têm treinamento adicional em patologia (estudo das doenças) da pele e podem oferecer um diagnóstico preciso e tratamento avançado para condições mais complexas.

Cirurgião dermatológico

Para procedimentos cirúrgicos na pele, como a remoção de tumores ou cicatrizes, um cirurgião dermatológico é o especialista certo. Eles têm treinamento específico em procedimentos cirúrgicos da pele e podem realizar intervenções para corrigir problemas estéticos ou remover lesões suspeitas.

Em resumo, marcar uma consulta com um médico de pele é importante quando você identifica sinais de alerta, como lesões suspeitas, acne persistente, descamação ou coceira intensa, queda excessiva de cabelo ou mudanças nas unhas. Dependendo da gravidade e do tipo de problema, o especialista a ser consultado pode variar, desde dermatologistas clínicos até cirurgiões dermatológicos. O importante é procurar ajuda médica o mais cedo possível para um diagnóstico e tratamento adequados.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Notícias de Saúde

Cirurgia de estrabismo: quando fazer, recuperação e riscos

by Evidencias 6 de março de 2024
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A cirurgia de estrabismo é recomendada quando a terapia conservadora não é eficaz. A recuperação geralmente é rápida, mas podem ocorrer desconfortos temporários. Embora seja considerada segura, existem riscos como infecção e reação à anestesia.

Como é feita a cirurgia

A cirurgia de estrabismo é um procedimento oftalmológico realizado para corrigir o desalinhamento dos olhos. Essa condição, conhecida como estrabismo, pode ser congênita ou adquirida ao longo da vida. A cirurgia visa realinhar os músculos oculares, permitindo que os olhos se movam corretamente e trabalhem juntos.

O procedimento é realizado sob anestesia geral ou local, sendo geralmente recomendado o uso de anestesia geral em crianças pequenas. Durante a cirurgia, o oftalmologista faz pequenas incisões na região dos olhos e ajusta a posição dos músculos oculares. O objetivo é fortalecer ou enfraquecer os músculos conforme necessário para corrigir o alinhamento dos olhos. O tempo da cirurgia costuma variar de acordo com a complexidade do caso e a idade do paciente.

Recuperação no pós-operatório da cirurgia

Após a cirurgia de estrabismo, é comum que haja um período de recuperação necessário para a total cicatrização das incisões e ajuste dos músculos oculares. Durante esse período, os pacientes podem experimentar alguns sintomas e precisam seguir as orientações médicas para uma recuperação adequada.

Nos primeiros dias após a cirurgia, é possível que ocorra desconforto e dor no local das incisões. Medicamentos analgésicos e colírios podem ser prescritos para ajudar a aliviar esses sintomas. É importante evitar coçar ou esfregar os olhos, a fim de evitar infecções ou danos à sutura.

Além disso, é comum que ocorra um inchaço ao redor dos olhos, que tende a diminuir gradualmente ao longo dos primeiros dias ou semanas. Durante esse período, é recomendado o uso de compressas frias para ajudar a reduzir o inchaço.

É fundamental seguir as orientações médicas em relação à higiene ocular pós-operatória. Os pacientes devem evitar a exposição excessiva à luz solar, utilizar óculos de sol quando necessário e aplicar colírios conforme prescrito. Também é importante evitar atividades físicas intensas durante o período de recuperação, a fim de evitar esforços excessivos nos olhos.

Possíveis riscos da cirurgia

Como qualquer procedimento cirúrgico, a cirurgia de estrabismo apresenta alguns riscos que devem ser considerados. Em geral, esses riscos são considerados baixos e os benefícios da cirurgia superam os possíveis efeitos adversos. No entanto, é importante estar ciente das possíveis complicações que podem ocorrer.

Alguns dos riscos possíveis incluem infecção ocular, sangramento excessivo, reações alérgicas a medicamentos utilizados ou anestesia, diminuição temporária da visão, olhos secos, diplopia (visão dupla) temporária ou persistente, entre outros. No entanto, é importante ressaltar que essas complicações são pouco comuns e a maioria dos pacientes experimenta resultados positivos sem complicações graves.

É fundamental que os pacientes discutam com seu oftalmologista todos os possíveis riscos e tirem todas as suas dúvidas antes de se submeterem à cirurgia. Os profissionais da área têm o conhecimento necessário para avaliar cada caso individualmente, levando em consideração os riscos e benefícios, a fim de oferecer o melhor tratamento aos pacientes com estrabismo.

Em suma, a cirurgia de estrabismo é uma opção eficaz para corrigir o desalinhamento ocular. O procedimento é realizado por oftalmologistas especializados, utilizando técnicas avançadas e seguras. Embora haja um período de recuperação necessário, a maioria dos pacientes experienciam um resultado satisfatório e uma melhora significativa na visão. É essencial seguir as orientações médicas após a cirurgia e estar ciente dos possíveis riscos para tomar uma decisão informada sobre o procedimento.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Governo prepara projeto de lei com novo programa para setor de eventos
Economia

Governo prepara projeto de lei com novo programa para setor de eventos

by Evidencias 5 de março de 2024
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Decisão foi tomada após reunião de Haddad com líderes da Câmara

Governo prepara projeto de lei com novo programa para setor de eventos
© Paulo Pinto/Agência Brasil

Após resistência de parte dos parlamentares, o governo concordou em enviar um projeto de lei, com urgência constitucional, para criar uma nova versão do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), informou nesta terça-feira (5) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O projeto também tratará da alíquota menor da Previdência Social paga por pequenos municípios.ebcebc

A decisão ocorreu após reunião na manhã desta terça-feira com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e com líderes partidários da Casa. Inicialmente previsto para o início de fevereiro, o encontro ocorreu com um mês de atraso, por falta de acordo com os líderes da base aliada e por causa da reunião de ministros do G20 no Brasil, na semana passada.

Segundo Haddad, a Medida Provisória 1.202, editada em dezembro, não será alterada. A única mudança foi a retirada da reoneração gradual da folha de pagamento para 17 setores da economia, suprimida do texto no dia 28 de fevereiro para ser convertida em projeto de lei.

Em relação ao Perse, o ministro informou que o projeto de lei terá uma versão mais “focada” do programa, em vez de propor a extinção gradual, como ocorreu na medida provisória. Como o novo projeto de lei terá urgência constitucional, precisará ser avaliado pelo Congresso em até 45 dias, sendo votado na segunda quinzena de abril. A MP.1202 tem validade até maio.

Impacto

O ministro não estimou o impacto sobre os cofres públicos das medidas em discussão com os parlamentares. Segundo Haddad, tanto no caso do Perse como da reoneração da folha de pagamentos, o governo precisa remodelar os projetos para saber o tamanho e o escopo das medidas. Somente após esse estágio, será possível definir o tamanho da renúncia fiscal e as medidas para compensar a perda de receitas.

Na reunião desta terça-feira, Haddad apresentou a Lira e aos líderes dos partidos na Câmara o levantamento mais recente da Receita Federal sobre o impacto do Perse. “Em 2022, tivemos mais de R$ 10 bilhões de renúncia fiscal para o Perse e mais R$ 13 bilhões em 2023, já expurgadas as eventuais inconsistências dos informes dos próprios contribuintes. Mandei fazer um pente-fino bastante rigoroso para termos ideia do quanto está custando o Perse por ano”, explicou. Haddad disse que os números podem aumentar, conforme as fiscalizações da Receita Federal.

Haddad disse ter recebido sugestões para blindar o programa de abusos, mas disse que as 11 mil empresas atendidas pelo Perse, programa criado para ajudar o setor de eventos afetado pela covid-19, faturam mais hoje do que antes da pandemia. “O faturamento em 2019 [das 11 mil empresas], portanto pré-pandemia, foi R$ 146 bilhões. O faturamento em 2020, o pico da pandemia, foi R$ 101 bilhões. E o faturamento em 2022, já foi R$ 200 bilhões, portanto nós já estamos em franca recuperação”, ressaltou.

Com o pedido de alguns parlamentares para a continuidade do Perse, Haddad prometeu elaborar um estudo para verificar quais segmentos dentro do setor de eventos ainda não se recuperaram e precisam de ajuda.

Fonte: Agência Brasil

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Fortalecer acordos comerciais é uma das prioridades do governo federal
Economia

Fortalecer acordos comerciais é uma das prioridades do governo federal

by Evidencias 5 de março de 2024
written by Evidencias

Disse Alckmin durante evento na na sede da Fiesp, em São Paulo

Fortalecer acordos comerciais é uma das prioridades do governo federal
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou hoje (5) que, entre as prioridades atuais do governo, no âmbito da economia, estão o fortalecimento de acordos comerciais com países vizinhos e o fomento da indústria através da digitalização e desburocratização. A declaração foi dada durante a abertura do 1º Encontro Nacional da Indústria e Serviços, realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Participam do evento, que será encerrado ao fim da tarde, 30 entidades setoriais, que representam aproximadamente 6 mil companhias.ebcebc

“O presidente Lula recomeçou a inserção do Brasil no mercado global começando pelos vizinhos, aqui pela América do Sul. O mundo, embora seja globalizado, o comércio é muito intrarregional. Se a gente pegar Canadá, Estados Unidos e México, 50% é entre eles. Se pegar a União Europeia, 60% é entre eles”, disse.

“Precisamos recuperar os vizinhos, retomar as exportações e o comércio na nossa região. Na América Latina, é 26% somente o comércio intrarregional. Então, a primeira boa notícia foi a ampliação do Mercosul. Eram quatro países e ingressou a Bolívia. Depois de 12 anos, o Mercosul fez um acordo com a Singapura e está trabalhando a União Europeia. Vai ser muito importante esse avanço. Ele é permanente, é um esforço que o Mercosul tem feito”, emendou.

Alckmin disse que o Brasil “não tem nenhum litígio”, o que deve ser aproveitado como uma vantagem no fechamento de negócios. Ele acrescentou que o momento é marcado por “muita liquidez” no mundo e que isso pode ensejar o aumento de investimentos no país.

O vice-presidente, que também cumpre agenda em Sorocaba, onde visitará uma fábrica da Toyota, comemorou algumas realizações do primeiro ano de governo e pontuou outras metas que devem nortear as políticas públicas na área econômica, como a sustentabilidade e a diminuição do custo de capital. Como destaques, citou a queda da inflação, do Risco Brasil, do dólar, que provoca a valorização do real. “E tivemos aumento das exportações, do PIB [Produto Interno Bruto], da Bolsa. Tivemos ganhos importantes”, acrescentou. “Devemos ter um ano melhor”, avaliou.

Também presente no evento, o presidente da Fiesp, Josué Gomes, seguiu a linha de Alckmin e discursou a favor da transição energética, que considera ferramenta fundamental para se refrear as mudanças climáticas e as desigualdades sociais. Para Gomes, outro ponto importante é a promoção da Indústria de Transformação. “Se a Indústria de Transformação estivesse puxando o crescimento, estaríamos crescendo muito mais”, afirmou.

Fonte: Agência Brasil

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Mercado reduz para 3,76% previsão de inflação em 2024
Economia

Mercado reduz para 3,76% previsão de inflação em 2024

by Evidencias 5 de março de 2024
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Projeção de expansão da economia subiu para 1,77%

Mercado reduz para 3,76% previsão de inflação em 2024
© Marcello Casal JrAgência Brasil

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – teve redução de 3,8% para 3,76% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta terça-feira (15), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.ebcebc

Para 2025, a projeção da inflação permaneceu em 3,51%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,5% para os dois anos.

A estimativa para 2024 está dentro do intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. Para 2025 e 2026, as metas de inflação estão fixadas em 3%, com a mesma tolerância.

Em janeiro, pressionada pela alta dos alimentos, a inflação do país foi 0,42%, abaixo do apurado em dezembro, de 0,56%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 12 meses, o IPCA soma 4,51%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 11,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). O comportamento dos preços já fez o BC cortar os juros pela quinta vez consecutiva, em um ciclo que deve seguir com cortes de 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões. A segunda reunião do ano do Copom está marcada para 19 e 20 de março.

Em comunicado, o Copom indicou que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista “necessária para o processo desinflacionário”. O órgão informou que a interrupção dos cortes dependerá do cenário econômico “de maior prazo”.

De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete vezes seguidas.

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 9% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 8,5% ao ano e se mantenha nesse patamar em 2026 e 2027.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Já a projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 1,75% para 1,77%. Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro projeta expansão do PIB também em 2%, para os dois anos.

No ano passado, a economia brasileira cresceu 2,9%, de acordo com o IBGE. Em 2022, o PIB havia sido 3%. A alta em 2023 foi puxada pelo crescimento recorde de 15,1% do setor agropecuário, o maior avanço desde o início da série histórica da pesquisa, em 1995. Também apresentaram aumentos os setores da indústria (1,6%) e de serviços (2,4%).

No caso do dólar, a previsão de cotação está em R$ 4,93 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Eparema: para que serve, como tomar e efeitos colaterais

by Evidencias 5 de março de 2024
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Eparema é um medicamento fitoterápico utilizado no tratamento de distúrbios digestivos leves. Tomado via oral, é seguro e eficaz para aliviar sintomas de má digestão, como azia, má digestão e flatulência. Possíveis efeitos colaterais incluem diarreia leve.

Como tomar

O Eparema é um medicamento fitoterápico que ajuda a melhorar o funcionamento do sistema digestivo, sendo composto por extratos de boldo e alcachofra. Sua apresentação é em comprimidos, que devem ser ingeridos antes das refeições.
Para a maioria das pessoas, a indicação é tomar 2 comprimidos, por via oral, até 3 vezes ao dia, durante as refeições. É importante lembrar de sempre seguir a recomendação do médico ou a posologia indicada na bula do medicamento, pois a dosagem pode variar de acordo com a condição de cada pessoa.
O Eparema deve ser ingerido com um pouco de água, sem mastigar ou partir o comprimido. Caso ocorra o esquecimento de uma dose, a recomendação é tomar assim que lembrar, porém, se estiver próximo ao horário da próxima dose, é preferível não tomar a dose esquecida.

Possíveis efeitos colaterais

Como todo medicamento, o Eparema pode causar alguns efeitos colaterais, embora nem todas as pessoas os apresentem. Os efeitos colaterais podem variar de intensidade e frequência. É importante buscar orientação médica caso ocorram efeitos adversos persistentes ou intensos.
Entre os possíveis efeitos colaterais do Eparema, estão:
  • Dor de cabeça
  • Náuseas
  • Dor abdominal
  • Vômitos
  • Diarreia
  • Reações de hipersensibilidade, como coceira, rash cutâneo e urticária
É importante ressaltar que esses são efeitos colaterais possíveis, mas nem todas as pessoas os apresentam. Caso ocorram, é importante procurar um médico para avaliar a necessidade de ajuste de dose ou suspensão do uso do medicamento.

Quem não deve usar

O Eparema é contraindicado para algumas pessoas, devido ao risco de complicações ou diminuição da eficácia do tratamento. É importante informar ao médico sobre qualquer condição de saúde pré-existente antes de iniciar o uso do medicamento.
Quem apresenta hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula do Eparema, não deve fazer uso do medicamento. Além disso, é contraindicado para pessoas com doenças graves do fígado, como hepatite aguda ou cirrose hepática, pois o uso do medicamento pode piorar a condição hepática.
Gestantes, mulheres que estejam amamentando e crianças com menos de 12 anos também não devem fazer uso do Eparema, a menos que seja orientado por um médico. Essas populações específicas necessitam de uma avaliação criteriosa antes de iniciar qualquer tipo de tratamento medicamentoso.
Em suma, o Eparema é um medicamento fitoterápico que auxilia no funcionamento do sistema digestivo, promovendo benefícios para o fígado e o trato intestinal. É importante seguir corretamente a posologia indicada pelo médico, estar atento aos possíveis efeitos colaterais e consultar um profissional de saúde caso surjam dúvidas ou ocorram reações adversas.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

5 de março de 2024 0 comments
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Pesquisa mostra que diferença salarial entre mulheres e homens caiu
Economia

Pesquisa mostra que diferença salarial entre mulheres e homens caiu

by Evidencias 5 de março de 2024
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Presença feminina em cargos de liderança aumentou nos últimos 10 anos

Pesquisa mostra que diferença salarial entre mulheres e homens caiu
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nos últimos 10 anos, houve uma redução na diferença entre salários pagos às mulheres e aos homens. O índice que mede a paridade salarial passou de 72 em 2013 para 78,7, em 2023. A paridade de gênero é medida em uma escala de 0 a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, maior a equidade entre mulheres e homens.ebcebc

Os dados estão no levantamento Mulheres no Mercado de Trabalho, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) a partir de microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações serão apresentadas nesta terça-feira (5), durante a primeira reunião de 2024 do Fórum Nacional da Mulher Empresária da CNI.

O estudo também revelou que a participação feminina em cargos de liderança passou de 35,7% em 2013 para 39,1% em 2023. O índice de empregabilidade das mulheres apresentou evolução entre 2013 e 2023, passando de 62,6 para 66,6, respectivamente, crescimento de 6,4%.

Os resultados do levantamento indicaram que as mulheres têm mais escolaridade que os homens: enquanto elas têm, em média, 12 anos de estudo; os homens têm 10,7 anos.

O tempo dedicado à chamada jornada de trabalho reprodutiva, ou seja, aquela que envolve as atividades domésticas e de cuidados com familiares, também é maior entre as mulheres. No caso das pessoas empregadas, esse tempo foi de 17,8 horas semanais para mulheres e de 11 horas para homens em 2022. Entre os desocupados – desempregados e pessoas em busca de emprego –, a diferença é ainda maior: as mulheres exercem 24,5 horas semanais de trabalho e os homens, 13,4 horas.

Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, apesar da redução das diferenças entre gêneros da última década, é preciso continuar avançando e rápido.

“É urgente ampliar o debate e implementar medidas concretas para chegarmos a um cenário de equidade plena no mercado de trabalho brasileiro”, avalia.

Legislação

Em julho do ano passado, o governo federal sancionou uma lei que garante igualdade salarial entre homens e mulheres e estabelece medidas para tornar os salários mais justos, aumentando a fiscalização contra a discriminação e facilitando os processos legais para garantir igualdade salarial.

Com a nova lei, empresas com 100 ou mais funcionários devem fornecer relatórios semestrais transparentes sobre salários e critérios de remuneração. Esses relatórios devem conter informações que permitam comparar salários e remunerações entre homens e mulheres de forma objetiva.

Caso haja alguma irregularidade, serão aplicadas punições administrativas e os processos legais para corrigir a desigualdade devem ser facilitados.

Também foram instituídos canais para denunciar o descumprimento da igualdade salarial por parte de empresas e entidades em geral. As pessoas podem encaminhar os casos por meio de um portal do Ministério do Trabalho ou pelo telefone: Disque 100, Disque 180 ou Disque 158.

Fonte: Agência Brasil

5 de março de 2024 0 comments
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Notícias de Saúde

Para que serve o Levolukast e como tomar

by Evidencias 4 de março de 2024
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O Levolukast é um medicamento utilizado para tratar a asma e outros problemas respiratórios. Deve ser tomado conforme prescrição médica.

Para que serve o Levolukast?

O Levolukast é um medicamento utilizado no tratamento de condições respiratórias, como a asma e a rinite alérgica. Ele age como um antagonista do receptor de leucotrienos, ajudando a controlar os sintomas das doenças respiratórias e melhorando a qualidade de vida dos pacientes. Neste artigo, vamos explorar a funcionalidade do Levolukast e como é a sua forma correta de administração.

Mecanismo de ação do Levolukast

O Levolukast tem como principal componente o montelucaste, um antagonista seletivo do receptor de leucotrienos do tipo CysLT1. Os leucotrienos são substâncias inflamatórias produzidas durante processos alérgicos e inflamatórios, sendo responsáveis por desencadear sintomas como a obstrução das vias respiratórias, o aumento da produção de muco e a inflamação dos pulmões. Ao bloquear a ação dos leucotrienos, o Levolukast ajuda a reduzir essa inflamação e os sintomas associados.

Indicações do Levolukast

O Levolukast é indicado para o tratamento crônico da asma em adultos e crianças a partir de 6 anos de idade. Também é utilizado no tratamento da rinite alérgica, incluindo a rinite alérgica intermitente, em adultos e adolescentes com idade igual ou superior a 15 anos.

Como tomar o Levolukast corretamente?

O Levolukast é um medicamento que deve ser administrado por via oral, preferencialmente à noite. A dose recomendada varia de acordo com a idade e a condição a ser tratada. Geralmente, a dose diária para adultos e adolescentes com 15 anos ou mais é de um comprimido de 10 mg de Levolukast. Já para crianças de 6 a 14 anos, a dose recomendada é de um comprimido de 5 mg uma vez ao dia.

É importante destacar que o Levolukast não deve ser utilizado para alívio de sintomas agudos de asma, pois seu efeito máximo é alcançado após alguns dias de tratamento regular. Para o controle adequado da asma, é importante seguir o tratamento prescrito pelo médico, mesmo que os sintomas melhorem.

Precauções e cuidados no uso do Levolukast

Antes de iniciar o uso do Levolukast, é essencial informar o médico sobre qualquer problema de saúde que possa ter, como doenças hepáticas, renais ou alérgicas. Além disso, é importante mencionar se está grávida ou amamentando. O médico irá avaliar se o Levolukast é o medicamento adequado para o seu caso, ajustando a dose se necessário.

Durante o tratamento, é importante continuar seguindo todas as orientações médicas, mantendo o acompanhamento regular e realizando os exames solicitados. Caso ocorram efeitos colaterais, como dor abdominal, fadiga ou distúrbios do sono, é importante informar o médico para que ele possa fazer as devidas avaliações e mudanças necessárias no tratamento.

Conclusão

O Levolukast é um medicamento utilizado no tratamento da asma e rinite alérgica. Sua ação como antagonista do receptor de leucotrienos ajuda a controlar os sintomas respiratórios, melhorando a qualidade de vida dos pacientes. É importante seguir corretamente as orientações médicas sobre a dosagem e a frequência de administração do medicamento, obtendo assim o máximo benefício do tratamento. Lembre-se de informar ao médico sobre qualquer problema de saúde ou ocorrência de efeitos colaterais.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

4 de março de 2024 0 comments
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Presidente do Banco Central vê curva “benigna” de inflação
Economia

Presidente do Banco Central vê curva “benigna” de inflação

by Evidencias 4 de março de 2024
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Segundo Campos Neto, setor de serviços demanda mais atenção

Presidente do Banco Central vê curva “benigna” de inflação
© Rovena Rosa/Agência Brasil

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse nesta segunda-feira (4) que a curva da inflação no país está seguindo uma trajetória “benigna”. De acordo com ele, o setor que demanda mais atenção é o do serviços, que “começou a pressionar um pouco” os preços.  ebcebc

“A gente precisa ver qual é a dinâmica [da inflação do setor] de serviço. A gente fez várias análises sobre a dinâmica de inflação de serviço e entende que não tem nada, hoje, que acenda nenhum tipo de luz vermelha, mas que a gente precisa estar atento”, disse, em evento na Associação Comercial de São Paulo (ACSP), na capital paulista.

Campos Neto ressaltou que, apesar de o Banco Central já ter manifestado que perseguirá a meta de inflação à risca, o mercado ainda mantém uma expectativa futura de inflação acima da meta.

“Curiosamente, apesar do Banco Central ter sinalizado muito e ter focado muito na mensagem que nós vamos perseguir a meta, as expectativas de inflação estão mais ou menos estáveis para dois, três anos à frente, em um nível que é acima da meta, de 3,5%”.

De acordo com o presidente do BC, a projeção fora da meta feita pelo mercado pode ser explicada por vários fatores, entre eles, a percepção da necessidade de mais controle fiscal: “está ligado a vários fatores. Tem um pedaço que é uma percepção de que precisa ainda fazer a convergência fiscal”.

Juros

O presidente do BC, destacou também que a taxa básica de juros no Brasil ainda está elevada, mas tem diminuído em relação aos demais países emergentes.

“Quando a gente compara as taxas de juros reais no Brasil com outros países, a gente chega à conclusão de que ela é mais alta, infelizmente, do que grande parte dos países, mas essa diferença é menor do que foi no passado”, disse.

“Quando a gente olha, por exemplo, em comparação com os emergentes, a gente vê a taxa de juros, por exemplo, abaixo do México”, acrescentou.

Fonte: Agência Brasil

4 de março de 2024 0 comments
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Plano prevê reduzir em 10% diferença salarial entre homens e mulheres
Economia

Plano prevê reduzir em 10% diferença salarial entre homens e mulheres

by Evidencias 4 de março de 2024
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Meta faz parte do Relatório Agenda Transversal de Mulheres

Plano prevê reduzir em 10% diferença salarial entre homens e mulheres
© Jose Cruz/Agência Brasil

O governo quer reduzir em 10% a diferença da renda média do trabalho entre homens e mulheres e chegar a 45,2% de formalização das mulheres no mercado de trabalho. As metas fazem parte do Relatório Agenda Transversal de Mulheres, que reúne os compromissos voltados para as mulheres no Plano Plurianual de 2024-2027, divulgado nesta segunda-feira (4), pelo Ministério do Planejamento e Orçamento.ebcebc

É a primeira vez que o plano traz metas e indicadores focados nas demandas das mulheres, segundo a pasta.

A agenda das mulheres engloba 45 dos 88 programas que constam no PPA. Para esses compromissos, o governo destinou R$ 14,1 bilhões do Orçamento deste ano.

Brasília (DF), 04/03/2024, A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, durante lançamento do Relatório da Agenda Transversal Mulheres PPA 2024-2027 Foto: Jose Cruz/Agência Brasil
Brasília (DF), 04/03/2024, A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, durante lançamento do Relatório da Agenda Transversal Mulheres PPA 2024-2027 Foto: Jose Cruz/Agência Brasil

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, durante lançamento do Relatório da Agenda Transversal Mulheres PPA 2024-2027 – José Cruz/Agência Brasil

“Foram as mulheres que perguntaram: ‘Onde vão estar no Orçamento de 2024 a criança e o adolescente, as mulheres, a igualdade racial, a sustentabilidade e os povos indígenas? Foram as mulheres na sua maioria que fizeram o Orçamento brasileiro. O que fizermos daqui para frente tem o dedo de cada mulher”, disse a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.

Outras metas previstas no documento são reduzir em 16% as mortes violentas de mulheres dentro de casa e em 55% a mortalidade materna, além da construção de 117 unidades de atendimento às vítimas de violência.

“Cada vez que nós conseguimos falar vem a violência política na rede social e tenta nos calar”, afirmou a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves.

O relatório traz ainda meta de fornecer assistência técnica a 42.192 agricultoras familiares, aumentar em 45% o percentual de mulheres em cargos de poder e decisão, construir 90 centros de parto normal e 60 maternidades em todo o país e garantir dignidade menstrual a 10 milhões de pessoas.

“Fazer política pública para as mulheres significa fazer política pra melhorar a vida das famílias desse país. Porque são as mulheres que na grande maioria dos casos chefiam as famílias mais pobres. E não dá pra falar de uma mulher universal, precisamos deixar visível a diversidade que nos compõe: de raça, classe, etnia, orientação sexual, idade, território”, disse a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, que também participou do lançamento.

Este é o terceiro relatório transversal do PPA lançado pelo governo. Os dois anteriores foram sobre crianças e adolescentes e ambiental.

Participaram do lançamento da agenda a secretária Nacional de Planejamento, Leany Lemos; a primeira-dama Janja Lula da Silva; a ministra do STF Cármen Lúcia; além das ministras Margareth Menezes (Cultura), Nísia Trindade (Saúde), Esther Dweck (Gestão e Inovação em Serviços Públicos), Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovações), Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima), a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, e a representante da ONU Mulheres, Ana Quirino.

Fonte: Agência Brasil

4 de março de 2024 0 comments
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IRPF: 10% dos contribuintes concentram 51% da renda no país
Economia

Inadimplência do consumidor aumenta em janeiro, após 2 meses de queda

by Evidencias 4 de março de 2024
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Número de inadimplentes chegou a 72,07 milhões, segundo a Serasa

Inadimplência do consumidor aumenta em janeiro, após 2 meses de queda
© Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

Em janeiro deste ano, houve aumento no número de consumidores inadimplentes no país, após dois meses consecutivos de queda, de acordo com levantamento realizado pela Serasa. Em relação ao primeiro mês do ano passado, o número de inadimplentes também subiu, passando de 70,09 milhões para 72,07 milhões de pessoas em janeiro deste ano.ebcebc

O estudo revelou também que os dois principais motivos para a inadimplência, nos anos de 2022 e 2023, foram o desemprego e a redução na renda. O desemprego foi apontado por 29% dos endividados, em 2022, e por 22%, em 2023. Já a redução de renda foi citada por 12% e 20% dos inadimplentes, em 2022 e 2023, respectivamente.

O cartão de crédito continua sendo o principal tipo de dívida entre os inadimplentes, desde o ano de 2018 até 2023. No ano passado, o cartão de crédito correspondia à principal dívida para 55% dos endividados. Sete em cada dez brasileiros costumam parcelar suas compras, sendo a maior fatia (27%) por não ter o valor cheio para pagamento à vista.

A pesquisa identificou que somente 11% das mulheres das classes C, D e E, e 16% das mulheres das classes A e B afirmaram estar satisfeitas em relação às finanças pessoais. Considerando homens e mulheres, 12% das faixas C, D e E, e 17% das faixas A e B disseram estar satisfeitos com a vida financeira.

O presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, avalia que, para enfrentar o problema da inadimplência de forma abrangente e sustentável, são necessárias medidas como combate ao desemprego e à informalidade, educação financeira, microcrédito e crédito consciente e proteção do consumidor.

“Através de políticas públicas que gerem emprego e formalizem o mercado de trabalho, a renda das famílias pode ser aumentada, reduzindo a inadimplência. Implementar programas abrangentes e acessíveis de educação financeira para conscientizar a população sobre o uso consciente do crédito, planejamento financeiro e gestão de recursos”, explicou Meirelles.

Apesar de a educação financeira ser um pilar fundamental para combater a inadimplência no longo prazo, o especialista ressalta que não se pode esquecer que a grande questão é que o brasileiro ganha pouco e é, por essa razão, somada aos juros altos, que se endivida.

“É muito complicado dizer que quem sustenta uma família com um salário mínimo não tem educação financeira, que a chefe de família que sabe o preço da carne no centavo e fraciona suas compras pelo mês para garantir a comida até o dia 30 não tem educação financeira. O maior erro de alguns projetos de educação financeira é achar que o brasileiro médio se endividou porque é perdulário. Não, ele se endividou porque a renda é curta e os juros são altos”, disse.

Além disso, ele apontou que medidas como ampliar o acesso ao microcrédito e fomentar o crédito responsável, com taxas de juros justas e acompanhamento dos devedores, podem auxiliar na inclusão financeira e na recuperação de crédito. “Fortalecer os mecanismos de proteção do consumidor contra práticas abusivas de crédito e cobrança é fundamental para evitar o endividamento excessivo e garantir os direitos dos consumidores”, acrescentou.

Mutirão de negociação

O Programa Desenrola Brasil, do Ministério da Fazenda, integra, a partir deste segunda-feira (4) até 28 de março, um mutirão de renegociação de dívidas. Os interessados poderão acessar as ofertas do MegaFeirão Serasa e Desenrola de forma presencial, no Palácio dos Correios, no Vale do Anhangabaú, centro da capital paulista, além dos sites do Programa Desenrola Brasil e da Serasa Limpa Nome.

Mais de 700 empresas participam do mutirão de negociação de dívidas, incluindo bancos, financeiras, comércio varejista, operadoras de telefonia e securitizadoras, além de concessionárias de água e energia.

Conforme divulgou o Ministério da Fazenda, ao todo, mais de 550 milhões de ofertas estarão disponíveis no feirão, além dos descontos de até 96% do Programa Desenrola, que se encerra no dia 31 de março.

Ainda segundo a pasta, cerca de 12 milhões de pessoas já foram beneficiadas pelo Desenrola Brasil, que propiciou a negociação de R$ 36,5 bilhões em dívidas. Os descontos médios na plataforma do programa são de 83%, alguns casos chegando a 96%, com pagamento à vista ou parcelado sem entrada, e com prazo de até 60 meses para pagar.

Fonte: Agência Brasil

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IRPF: 10% dos contribuintes concentram 51% da renda no país
Economia

Número de inadimplentes aumenta em janeiro, mostra pesquisa

by Evidencias 4 de março de 2024
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Número de inadimplentes chegou a 72,07 milhões, segundo a Serasa

Número de inadimplentes aumenta em janeiro, mostra pesquisa
© Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

Em janeiro deste ano, houve aumento no número de consumidores inadimplentes no país, após dois meses consecutivos de queda, de acordo com levantamento realizado pela Serasa. Em relação ao primeiro mês do ano passado, o número de inadimplentes também subiu, passando de 70,09 milhões para 72,07 milhões de pessoas em janeiro deste ano.ebcebc

O estudo revelou também que os dois principais motivos para a inadimplência, nos anos de 2022 e 2023, foram o desemprego e a redução na renda. O desemprego foi apontado por 29% dos endividados, em 2022, e por 22%, em 2023. Já a redução de renda foi citada por 12% e 20% dos inadimplentes, em 2022 e 2023, respectivamente.

O cartão de crédito continua sendo o principal tipo de dívida entre os inadimplentes, desde o ano de 2018 até 2023. No ano passado, o cartão de crédito correspondia à principal dívida para 55% dos endividados. Sete em cada dez brasileiros costumam parcelar suas compras, sendo a maior fatia (27%) por não ter o valor cheio para pagamento à vista.

A pesquisa identificou que somente 11% das mulheres das classes C, D e E, e 16% das mulheres das classes A e B afirmaram estar satisfeitas em relação às finanças pessoais. Considerando homens e mulheres, 12% das faixas C, D e E, e 17% das faixas A e B disseram estar satisfeitos com a vida financeira.

O presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, avalia que, para enfrentar o problema da inadimplência de forma abrangente e sustentável, são necessárias medidas como combate ao desemprego e à informalidade, educação financeira, microcrédito e crédito consciente e proteção do consumidor.

“Através de políticas públicas que gerem emprego e formalizem o mercado de trabalho, a renda das famílias pode ser aumentada, reduzindo a inadimplência. Implementar programas abrangentes e acessíveis de educação financeira para conscientizar a população sobre o uso consciente do crédito, planejamento financeiro e gestão de recursos”, explicou Meirelles.

Apesar de a educação financeira ser um pilar fundamental para combater a inadimplência no longo prazo, o especialista ressalta que não se pode esquecer que a grande questão é que o brasileiro ganha pouco e é, por essa razão, somada aos juros altos, que se endivida.

“É muito complicado dizer que quem sustenta uma família com um salário mínimo não tem educação financeira, que a chefe de família que sabe o preço da carne no centavo e fraciona suas compras pelo mês para garantir a comida até o dia 30 não tem educação financeira. O maior erro de alguns projetos de educação financeira é achar que o brasileiro médio se endividou porque é perdulário. Não, ele se endividou porque a renda é curta e os juros são altos”, disse.

Além disso, ele apontou que medidas como ampliar o acesso ao microcrédito e fomentar o crédito responsável, com taxas de juros justas e acompanhamento dos devedores, podem auxiliar na inclusão financeira e na recuperação de crédito. “Fortalecer os mecanismos de proteção do consumidor contra práticas abusivas de crédito e cobrança é fundamental para evitar o endividamento excessivo e garantir os direitos dos consumidores”, acrescentou.

Mutirão de negociação

O Programa Desenrola Brasil, do Ministério da Fazenda, integra, a partir deste segunda-feira (4) até 28 de março, um mutirão de renegociação de dívidas. Os interessados poderão acessar as ofertas do MegaFeirão Serasa e Desenrola de forma presencial, no Palácio dos Correios, no Vale do Anhangabaú, centro da capital paulista, além dos sites do Programa Desenrola Brasil e da Serasa Limpa Nome.

Mais de 700 empresas participam do mutirão de negociação de dívidas, incluindo bancos, financeiras, comércio varejista, operadoras de telefonia e securitizadoras, além de concessionárias de água e energia.

Conforme divulgou o Ministério da Fazenda, ao todo, mais de 550 milhões de ofertas estarão disponíveis no feirão, além dos descontos de até 96% do Programa Desenrola, que se encerra no dia 31 de março.

Ainda segundo a pasta, cerca de 12 milhões de pessoas já foram beneficiadas pelo Desenrola Brasil, que propiciou a negociação de R$ 36,5 bilhões em dívidas. Os descontos médios na plataforma do programa são de 83%, alguns casos chegando a 96%, com pagamento à vista ou parcelado sem entrada, e com prazo de até 60 meses para pagar.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias de Saúde

Herpes zoster é contagioso?

by Evidencias 4 de março de 2024
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O herpes zoster, conhecido como cobreiro, é uma doença causada pelo mesmo vírus da catapora e pode ser transmitido por pessoas com a doença ativa para indivíduos não imunizados.

Herpes zoster é contagioso?

Como se pega o vírus do herpes zoster

O herpes zoster, também conhecido como cobreiro, é uma infecção viral causada pelo mesmo vírus da catapora, o varicela-zoster. Após uma pessoa ter tido catapora, o vírus permanece latente em seu corpo, alojado nas células nervosas. No entanto, em determinadas situações, como queda na imunidade, o vírus pode reativar-se e causar o herpes zoster.

Apesar de ser uma doença relacionada ao vírus da catapora, é importante destacar que o herpes zoster não é transmitido pelo contato direto com uma pessoa infectada. Ou seja, não é possível contrair o herpes zoster ao tocar, abraçar ou beijar alguém que esteja com a doença ativa.

A transmissão do vírus do herpes zoster ocorre através do contato direto com as bolhas e feridas características da doença. Essas lesões contêm uma grande quantidade de vírus, que são liberados pelo fluido contido nelas. Portanto, para uma pessoa contrair o vírus, seria necessário haver um contato direto com essas lesões com fluido viral presente.

Quem tem maior risco de pegar o vírus

Embora o herpes zoster não seja altamente contagioso, existem grupos de pessoas que apresentam maior risco de contrair o vírus. Geralmente, o maior fator de risco para o desenvolvimento do herpes zoster é o enfraquecimento do sistema imunológico, o que pode ser ocasionado por vários motivos, como:

1. Idade avançada: pessoas com mais de 50 anos são mais propensas a desenvolver o herpes zoster, devido ao processo natural de envelhecimento associado à queda da imunidade nessa faixa etária.

2. Doenças crônicas: indivíduos que possuem doenças crônicas, como diabetes, HIV/AIDS, câncer, e que fazem uso de medicamentos que suprimem o sistema imunológico têm maior risco de desenvolver o herpes zoster.

3. Estresse e fadiga: o estresse crônico e a fadiga excessiva podem comprometer a imunidade, deixando o organismo mais suscetível à reativação do vírus.

4. Transplante de órgão: pacientes que passaram por transplante de órgão costumam utilizar medicamentos imunossupressores para evitar a rejeição do órgão e, portanto, apresentam maior risco de desenvolvimento do herpes zoster.

O que acontece quando o vírus é transmitido

Quando o vírus do herpes zoster é transmitido através do contato direto com as lesões, ele pode causar a doença em pessoas que nunca tiveram catapora ou que não foram vacinadas contra a varicela. Nestes casos, a transmissão do vírus resultará na ocorrência da catapora, não do herpes zoster propriamente dito.

A catapora é uma doença viral altamente contagiosa, caracterizada pelo aparecimento de erupções cutâneas semelhantes a bolhas de água. Geralmente, a catapora é uma doença leve em crianças, porém pode ser grave em adultos e pessoas com o sistema imunológico enfraquecido.

Após a infecção por catapora, o vírus da varicela-zoster permanece latente no corpo, alojado nas células nervosas. A reativação desse vírus pode ocorrer posteriormente, manifestando-se na forma do herpes zoster.

É importante destacar que, diferentemente da catapora, o herpes zoster não é uma doença contagiosa no sentido de transmitir o vírus para outra pessoa. Isso significa que não é possível contrair herpes zoster ao entrar em contato com uma pessoa que esteja com a doença ativa. A doença só é transmitida através do contato direto com as lesões da pessoa infectada, que ainda assim resultará na ocorrência da catapora, não do herpes zoster.

Em suma, o herpes zoster é uma doença que pode ser desencadeada pelo vírus da varicela-zoster, que permanece latente no corpo após a infecção por catapora. Embora não seja altamente contagioso, é importante tomar precauções e evitar o contato direto com as lesões de uma pessoa infectada para evitar a transmissão do vírus e a ocorrência da catapora em pessoas não imunizadas. A vacinação contra a varicela, incluída no calendário de vacinação básica, é uma medida eficaz na prevenção do herpes zoster e da catapora.

Este conteúdo não deve ser usado como consulta médica. Para melhor tratamento, faça uma consulta com um médico.

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Petrobras pagará à ANP R$ 830 milhões em royalties e PE atrasados
Economia

Petrobras pagará à ANP R$ 830 milhões em royalties e PE atrasados

by Evidencias 4 de março de 2024
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Acordo judicial foi homologado pela Justiça do Rio de Janeiro

Petrobras pagará à ANP R$ 830 milhões em royalties e PE atrasados
© Arquivo Agência Brasil

A Justiça do Rio de Janeiro homologou o acordo entre a Petrobras e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para encerrar um processo judicial que envolve o recálculo do valor a ser pago a título de participações governamentais – royalties e participação especial (PE) – pela produção de petróleo no Campo de Jubarte, na costa do Espírito Santo. A estatal terá que desembolsar R$ 830 milhões. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (4) pela Petrobras.ebcebc

De acordo com a ANP, as participações governamentais deixaram de ser recolhidas porque a Petrobras não atualizou a curva de PEV de Jubarte, ou seja, um instrumento que analisa as condições físico-químicas do petróleo extraído, as quais, por sua vez, definem o preço de referência do petróleo.

Os períodos em discussão foram de agosto de 2009 a fevereiro de 2011 e dezembro de 2012 a fevereiro de 2015.

Com o acordo, a Petrobras vai pagar cerca de R$ 830 milhões em valores atualizados até dezembro de 2023. Desse total, 35% serão pagos à vista; e o restante, parcelado em 48 vezes. Tanto a primeira parcela quanto as demais serão corrigidas pela taxa básica de juros (Selic).

O primeiro pagamento será feito em até 30 dias depois da homologação, feita pela 23ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro.

Segundo a Petrobras, os valores estão provisionados (reservados) nas demonstrações financeiras da companhia.

Participações governamentais

Os royalties são um percentual da receita bruta com o petróleo extraído pela empresa que é pago à União, estados e municípios produtores, todos os meses, e funcionam como uma remuneração à sociedade pela exploração desses recursos não renováveis.

Já a participação especial é uma compensação financeira que as empresas devem pagar por explorar campos de grande volume de produção ou grande rentabilidade. A arrecadação e distribuição das participações governamentais cabem à ANP.

Fonte: Agência Brasil

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